Na Porta ao Lado - Contos do diabo - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Na Porta ao Lado - Contos do diabo

🈁
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Na minha atividade estas coisas acontecem por acaso, não tenho uma lista ou ordem de serviço e vou trabalhando ao sabor do inferno e do meu divertimento, umas vezes vou a um sitio e depois vou a outro, mas com nada programado.

Desta vez estava de volta de um daqueles seguranças de um prédio de ricos porque me tinham dito que o homem era um problema, guardar guardar não guardava nada e a sua principal fonte de rendimentos era foder quem passava.

Estava a tentar perceber a sua mente atribulada, porque isto de pobres é uma coisa feia, quando passa uma gaja, ainda nova e esbaforida, mas meu Deus Altíssimo, tinha um cu! Mas que maravilha.

Eu estava ali como empregada doméstica, com os ouvidos bem abertos a tentar saber tudo, e como vi ali oportunidade para um bom serviço, perguntei ao segurança, “foda-se!! quem é esta gaja?”.

Ele respondeu, “era a mulher de um empresário, imobiliário, caralho!”, eu insisti, “era?”, ele continuou, “sim, o gajo desapareceu, a história é complicada, ou foi ele que a apanhou a comer um gajo, ou foi ela que o apanhou a levar no cu, coisa de ricos, ninguém entende nada”.

Foda-se, houve ali um momento que o caracter intrometido da empregada doméstica quase interferiu nas minhas decisões, mas eu percebi, quando a gaja do cu bom passou, ela ia fodida com qualquer coisa que tinha acontecido no elevador, e não era o marido dela, porque esse eu vi logo, ele tinha-se ido embora porque quando ela chegou a casa um dia ele estava a chupar um pau bem grosso.

Achei melhor mandar embora a empregada doméstica e ocupar o segurança da portaria e esperar, porque a coisa não demorou muito, e ela regressou da mesma maneira e eu aproveitei para dizer, “a senhora está bem, quer qualquer coisa?”, ela nem parou, na cabeça um pensamento seguido de outro, “vai mas é para o caralho, queres ver que o Daniel também é bicha como o outro”.

“Daniel, Daniel”, estava a tentar perceber, passei os olhos na mente do segurança, Daniel era o novo vizinho, um gajo que tinha chegado de novo e ocupava o andar em frente, quase porta com porta, de maneira que quando saiam à mesma hora, encontravam-se no elevador.

Quando ela passou segui-a em espirito, no elevador, ela abanava na mão uma mala de rica, o vestido de flores colava-se ao corpo, numa forma voluptuosa como um embrulho gostoso, as pernas roliças de puta, encimadas por aquele cu que eu já tinha dito, duas mamas poderosas a explodir no vestido, e foda-se!! aquele feitio nervoso de gaja em penúria de caralho.

Aproximei-me mais, o marido com muito custo ia mais ou menos contribuindo a contragosto com algum pau de vez em quando e ela lá mantinha aquela pose sofrida e aguentava de gaja que fodia pouco, mas quando ela viu o marido com um caralho na boca, ela ficou doida e os humores todos, foda-se!! explodiram.

O meu nariz roçou na fenda e ela estava húmida de tesão, era quase uma coisa a toda a hora, que acontecia sem razão, bastava ver um homem, um volume nas calças grande, ou até um sonho, para andar assim com a cona encharcada desesperada por caralho.

E parece que o tal Daniel, ou pelo menos era o que parecia, no elevador punha-se a olhar para o cu dela, e ela então imaginava o Daniel a comê-la, a abrir-lhe o cu a toda a hora, bastava passar o corredor de uma porta para a outra, porque ela estava ali apetecível para ser bem fodida.

Só que caralho!! Desde que ele tinha chegado já se tinha passado pouco mais de uma semana e uns poucos dias desde que o marido se fora embora, e ela não era mulher que estivesse habituada a esperar, a sua antiga mente de puta, antes de se casar com o empresário bicha, estava a regressar e, conforme se lembra agora, bastava ela rir-se, lamber os lábios, para cinco minutos depois ter um caralho grosso enterrado no rabo.

Só que, claro, o Daniel não avançava, olhava para o cu dela, mexia no pau volumoso, roçava-se no elevador apertado, as respirações encontravam-se a meio, ele com uns ombros largos, mas foda-se!! era só aquilo, do bom dia e boa tarde e mais nada.

Eu tinha também de perceber isto, alguém não estava a fazer o seu trabalho, fui tentar ver o Daniel e sabia eu que a desgraçada estava em casa, a rata fervia em lume brando, eu passei por perto e coisas batiam, e foi quando entrei lá em casa, do Daniel quero dizer, e estava ele a comer um rabo, só que era de homem e não era de mulher.

Eu pensei, “foda-se!! que até Diabo fica surpreendido”, o Daniel montava um cu de um gajo, as mãos grandes prendiam as nádegas, e o pau grosso entrava no ânus, o gajo gemia alto, “aihm foda-se hummm aihmm”, naquele movimento único, a estaca rolava para fora e para dentro, e eu tentava ver melhor, naquela penumbra da casa, porra!! era o marido da gaja, tinha umas meias de renda nas pernas, e uma saia axadrezada curtinha, parecia mesmo uma puta.

O marido estava a levar no cu, e dizia, “aihm amor Dany aihmm amor, come o meu rabo, amor, come”, foda-se!! eles eram um casal, estava a acontecer há muito tempo, o marido saltava de um lado para o outro, um dia a levar no cu, no outro a comer a gaja, era esta a sua vida, até ao dia em que a coisa estourou.

Eu tinha de resolver isto, porra que Diabo também tem coração, na casa ao lado uma desgraçada sofria com tesão, não era junto com tanto caralho à disposição, mas para dar um rumo a esta questão, tinha de entrar num ou no outro, e como levar no cu não era bom para a reputação de um Diabo, de maneira que entrei no Daniel e logo a seguir quando ia para a frente parei e disse, “amor e a tua mulher?”.

O empresário do imobiliário que estava com o cu espetado disse, “foda-se! O que é que tem a minha mulher agora?”, eu continuei na voz do Daniel, “é injusto, estou aqui a comer-te o rabo e ela coitada com tanta fome na cona, podíamos fazer um acordo?”.

A coisa decididamente tinha arrefecido, ele perguntou, “mas que caralho de acordo?”, eu respondi, “temos de abrir o jogo com ela, ela pensa que eu quero comer-lhe a cona, anda sempre a fazer beicinho”, e ele perguntou novamente, “e queres?”, eu respondi, “a tua mulher é muito apetecível, mas sabes eu gosto de cu de homem, amor, estava a pensar no segurança lá de baixo”.

Ele ficou a pensar para o alto, “podes ter razão, ela é uma puta insaciável, nem eu sei como aguentei, mas eu posso dizer à minha mulher que gosto de chupar no teu pau e arranjo com ela uma maneira do segurança andar a fodê-la, acho que ela vai aceitar e ficamos todos felizes”.

Eu disse para concluir, “e temos de ser rápidos, ela pensa que quero comê-la, mas como o homem da segurança é bissexual, ele pode bem dar conta do recado”.

E o empresário bicha perguntou logo a seguir, “foda-se o segurança é bissexual? ele também gosta de foder cus? E eu que não sabia.”

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