São só férias, aqui é assim !! - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
Chinese (Simplified)DutchEnglishFrenchGermanGreekItalianJapanesePortugueseRussianSpanishSwedish

São só férias, aqui é assim !!


Recordo uma viagem que eu e a minha mulher fizemos à Jamaica. Pensando depois acho que a ideia de irmos visitar aquela ilha não era de todo inocente da parte dela. A minha cunhada, irmã da minha mulher, também fora no ano anterior e ela contou à minha mulher as férias maravilhosas que passou, o quê em concreto eu não sabia, eram segredos delas.

O que eu notava era uma excitação invulgar na minha mulher, tanto à partida como à chegada, que eu percebia no gingar do corpo, nas roupas mínimas e floridas, no andar e falar acelerado, nas mamas espetadas e nos mamilos em cima, o rabo com tremores em movimento, e eu sentia, ela queria mostrar tudo o que tinha.

E quando digo mostrar, era mostrar aos homens o quanto era apetecível, o que me dava alguma alegria, de possuir uma mulher como a minha, bonita e desejável, com um corpo admirável, mas ao mesmo tempo, alguma vergonha, porque quando ela passava, os caralhos eram como radares, todos se viravam para ela, e eu percebia, que eles pensavam, o quanto ela gostava de foder.

As férias eram curtas e embora eu quisesse passar algum tempo de dia, nas praias, naquelas águas cristalinas e areias brancas brilhantes, ou, à noite, nos muitos bares perto de nosso hotel, eu tinha alguma curiosidade de conhecer a cultura da ilha.

A minha mulher, por outro lado, o que queria mesmo era praia, com o corpo a arder ao sol, e noites bem festejadas, dançando e bebendo, dizia ela que o que conhecia da Jamaica já lhe bastava, e assim, nos primeiros dois dias, eu desaparecia de dia e só aparecia à noite.

As noites, habituamo-nos a passá-las num bar muito divertido, a minha mulher ia para a pista de dança, gingava o corpo ao som da música, e vários homens iam ao encontro dela, para a acompanhar na dança, a pele bronzeada rodava, num vestido muito curto, enquanto eu ao longe saboreava-a a ela e à minha bebida.

Com o andar da noite, do lugar onde me encontrava, eu reparei que a minha mulher se interessava mais por um rapaz negro que a cortejava, eu via que ele dizia coisas ao ouvido dela e ela depois respondia, e via também que as mãos dele lhe tocavam nas costas e no rabo, metendo-as entre as pernas dela, e eu sabia, ela por baixo não tinha roupa íntima.

A distância entre mim e eles não era muita, talvez quatro ou cinco metros, mas eles foram-se aproximando mais, eu quase lhes tocava com a mão, e a minha mulher então riu-se para mim, a fazer sinal para eu a ver a pôr a mão dela no volume do rapaz, que dava para perceber que ele tinha o caralho teso, e muita vontade de a foder.

Ela sentou-se na nossa mesa, puxou o rapaz para junto dela, e debruçou-se sobre o meu ouvido, “o que achas dele?”, eu olhei para o rapaz, “queres saber o quê? se ele é bonito? É bonito sim”, ela continuou, “querido, é bonito, e já senti o pau dele na minha mão, é enorme”, eu ainda pensei que ela estava bêbeda, e eu disse, “imagino que sim”.

A minha mulher brincava com o rapaz e ele com ela, a mão dele insistia em subir pela coxa dela, por baixo do vestido, e ela debruçou-se outra vez sobre o meu ouvido, “ele quer meter os dedos na minha cona, e querido, eu estou toda nua por baixo, achas que deixe?”, a visão daquele rapaz negro a excitar o clitóris da minha mulher surpreendeu-me, porque também eu estava excitado, mas não sabia o que responder.

Ela continuou, “amor, estamos de férias, a minha irmã disse que aqui é assim”, eu olhei para ela, “o que queres dizer com isso? o que é que a tua irmã disse?”, ela prosseguiu, “amor, ela arranjou aqui uns amigos, e andou a levar na cona”, eu perguntei, “e o marido dela?”, ela respondeu, “não se importou, querido, ele até se divertiu”.


Eu olhei para o rapaz negro, e foi como se ele entendesse que não me importava, a minha mulher abriu as pernas, e os dedos dele deslizaram pelas coxas, o vestido levantou-se um pouco, e a minha mulher suspirou, “ai querido, ai foda-se”, ele estava a acariciar-lhe o clitóris.

Os braços dela passaram pelo meu pescoço e pelo dele, eu puxei para mim uma das pernas, para que a minha mulher se abrisse toda, enquanto o rapaz rolava os dedos nos lábios da cona, “aí, querido, que vergonha, estou com tanto tesão na cona, querido, estou toda molhada”, no escuro ninguém via nada, e ela disse, “aí amor, quero tanto ser fodida, quero tanto que ele me foda”.

Naquele momento, pelo desenrolar dos acontecimentos, parecia-me normal que o rapaz comesse a cona da minha mulher, e perguntei, “queres que eu vá para o hotel?”, ela virou-se para o rapaz e depois respondeu, “sim querido, vai para o hotel, eu já vou ter contigo”, eu levantei-me e sai, para os deixar sozinhos.

Ela apareceu talvez duas ou três horas depois, entrou no quarto e sentou-se numa cadeira, “foda-se, querido, estou exausta”, eu bati na colcha da cama e disse, “senta-te aqui e conta-me tudo”, ela levantou-se, mandou-se para a cama, e eu senti nela o cheiro a sexo, passei a mão pela cona dela e ainda estava molhada e escorregadia do esperma do rapaz.

Ela continuou, “fomos para a praia, querido, quando ele me mostrou o pau teso, até fiquei assustada, tão grande, amor”, eu perguntei, “chupaste o caralho dele?”, ela sorriu dizendo que sim, “chupei querido, ele tem os colhões enormes”, como se eu quisesse saber mais, ela insistiu, “e depois fodeu-me a cona e o cu”.

Eu perguntei, “ele fodeu o teu cu também, querida?”, ela riu-se, “é o que ele mais queria, querido, foder-me o cuzinho”, o meu pau doía de tesão ao ouvi-la, a visão do rapaz negro a comer o cu da minha mulher na praia era tão intensa que eu sentia que a qualquer momento ejaculava, e depois ela disse, “mas há outra coisa, querido!!”.

Eu olhei para ela, para tentar perceber o que ela pretendia dizer, “querido, estavam lá mais rapazes na praia”, eu continuei a olhar para ela, “mais rapazes, amor, todos me queriam foder”, eu perguntei, “e tu? o que fizeste?”, ela sorriu como se dissesse qualquer coisa inevitável, “eu deixei querido, o que eu podia fazer? por isso é que estou tão cansada”, eu ainda tentei saber, “quantos rapazes?”, mas ela respondeu, “não sei, querido, vários”.

No dia seguinte, eu e a minha mulher estávamos na praia, a saborear um sol e um mar perfeitos, quando apareceu outra vez o rapaz negro, ele sentou-se perto de nós, e ele disse para a minha mulher, “ontem, foste embora e eu ainda queria mais”, a minha mulher olhou para mim, “querido, aqui é assim, são férias, não fiques incomodado”.

Eu só levantei o braço a dizer que sim, que compreendia, e eles levantaram-se e foram para junto de uns arbustos, de onde eu vi a minha mulher a tirar o bikini, ela pôs-se de quatro e o rapaz enterrou-lhe o pau na cona, eu via o caralho apertado nos lábios tensos, e ela a gemer enquanto era fodida.

Estranhamente, eu reparei que havia vários homens como eu, deitados sozinhos no areal, e mais acima nos arbustos, eu percebi, havia muito movimento ....

Sem comentários:

Enviar um comentário

Não deixe de comentar, o seu comentário será sempre bem vindo