BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Contos de verão
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Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

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Smart Tv #1 - minha namorada tem mais um amigo

Já se tinha tornado um hábito deste Verão, as aulas tinham terminado, e eu e a minha namorada aproveitávamos ao máximo as férias escolares, tínhamos escolhido para começo dos primeiros dias uma praia fluvial, muito perto das nossas casas, e a nós juntavam-se normalmente uns amigos da terra, sendo que um deles, um dos meus melhores amigos, estava sempre comigo e com ela.

Com o meio-dia, vinham o calor, o sol, e a fome, e então fugíamos da praia e refugiávamo-nos na minha casa, normalmente eu, a minha namorada e esse meu amigo, onde comíamos qualquer coisa simples, e passávamos a tarde, umas vezes a falar, outras vezes a dormir, até que chegava a hora de regressar e estar mais umas horas a apreciar a sensação do Verão, da água da ribeira, sem fazer nada que não fosse gozar os benefícios da juventude.

O Verão para nós tinha começado em maio e em julho já os nossos corpos tinham um belo bronzeado, conseguido com algumas boas horas de exposição ao sol, coisa que para o meu amigo não se nota muito, sendo negro, diz ele, já nasceu bronzeado e assim fica todo o ano, diferente para a minha namorada, que para além da beleza do seu corpo, da sua figura torneada, tem aquelas marcas do bikini que viram a cabeça dos homens.

Na praia, quando tínhamos oportunidade de estar mais isolados, longe dos olhares indiscretos das outras pessoas, mesmo de amigos ou conhecidos com quem temos menos confiança, a minha namorada adora exibir o belo corpo que tem, as mamas pequenas mas rijas, o ventre liso e as pernas longas e bem desenhadas, e eu, não me importava, até gostava, quando ela se despia completamente, estando só eu e esse meu amigo a admirá-la em cada movimento que faz.

E se acontecia com ela, também acontecia comigo e esse meu amigo, um dia ele perguntara se eu não me importaria ou se eu ficaria desconfortável se ele também se despisse e eu disse que não, que não me importava nada, embora soubesse que para a minha namorada podia ser uma surpresa ou até um choque porque ele tinha uma piça enorme, que eu bem conhecia, mas, no fundo, eu sentia uma curiosidade de saber como é que ela reagiria ao vê-lo nu.

E por isso perguntei, num momento em que estávamos só nós os três, eu aproximei-me do ouvido dela e sussurrei baixinho, “querida, ele perguntou-me se eu me importava que ele também se despisse? O que achas? Importas-te?”, ela olhou para mim, e respondeu com um sorriso, “claro que não, não me importo nada”, e a partir desse momento, foi como se algumas barreiras invisíveis tivessem desaparecido entre nós, quase desejando nas escolhas que fazíamos, encontrar sítios isolados onde pudéssemos estar os três assim nus a gozar o sol e a natureza.

Para a minha namorada, o meu amigo era um total desconhecido, ele era um colega de escola e tinha vindo passar férias comigo, estava lá em casa até decidir ir embora, de maneira que, quando ela o conheceu, ao principio, achou estranho ele estar sempre na nossa companhia, mas depois ultrapassou, fizeram amizade um com o outro, e agora, quando o viu nu, foi como se alguma coisa mais tivesse acontecido.

Lembro, quando ela disse que não se importava e ele se despiu, tirou os calções de banho, e no meio das pernas, estava um caralho preto, de palmo e meio, ela olhou para ele e logo assim para mim e disse, “já viste o tamanho dele?”, eu olhei para o mei amigo para lhe dar a entender o que ela estava a dizer, ele riu-se e eu respondi, “gostava muito de ter um daquele tamanho”.

Os dias foram passando, e sentia-se entre nós uma ligação mais intensa, era-nos permitida algumas liberdades, podíamos até fazer perguntas intimas, e um dia, estávamos os três na praia, deitados nas toalhas, todos nus e ela perguntou a esse meu amigo, se ele tinha namorada, e ele respondeu algo que a surpreendeu, “sim, mas não é bem namorada, é mais um namorado”, ela abriu a boca, olhando para mim e para a piça dele, e ele continuou, “é mais um ex, atualmente estou sozinho”.


Na altura fiquei um pouco triste quando ele disse aquilo do namorado, parecia que a chama erótica que estava acesa apagou-se de repente, uma espécie de intimidade privada desaparecia, mesmo que fossem só desejos hipotéticos, daquele caralho preto a poder foder um dia, para ela essa possibilidade desaparecia, o de ter dois machos disponíveis e de repente contar só com um, ou seja, comigo, deixou-a menos elétrica e até menos feminina, até ao dia em que quando ela disse qualquer coisa sobre ele ser gay, eu respondi que não era nada disso, ele era um assumido bissexual.

E isso via-se, secretamente eu sabia que ele desejava a minha namorada, eu via que ele a olhava com interesse, o pau dele acusava mesmo isso, ficava teso e rijo e ele não o conseguia esconder, e foi por isso que a chama erótica que se tinha perdido regressou, um dia, para o provocar, sussurrei ao ouvido da minha namorada e pedi, “querida, faz-me um broche”, ela estava estendida na toalha, olhou para mim desnorteada, e respondeu, “és maluco, com ele aqui?”, e eu insisti, “não te preocupes, tenho a certeza que ele vai gostar, vai, amor, chupa-me o caralho”, ela olhou para ele, alguma coisa lhe passou pela cabeça, agarrou no meu pau, e eu via a boca dela a aproximar-se e a engoli-lo até ao fundo.

O meu amigo não desviou os olhos, durante alguns minutos ele e eu observámos os movimentos dela, ela chupava-me a piça como se ele não estivesse presente, o que ainda me dava mais tesão, o caralho dele tinha agora crescido até ao máximo e ele acariciava-se a si próprio a masturbar-se com o que via, a minha respiração e a dele estavam ofegantes, até que decidi fodê-la ali mesmo, e disse, “amor, para, salta para cima de mim”, ela respondeu, “não, amor, aqui não”, ela apontou para uns arbustos, levantou-se e correu para o matagal, eu fui atrás dela, deitei-me no chão e ela pôs-se em cima de mim, enterrou o meu pau na cona e começou a cavalgar freneticamente.

No meio daquilo tudo, ele veio atrás, a cena era tão intensa e erótica, ela movia-se sobre mim em ondas sucessivas, o traseiro dela rolava sobre as minhas coxas freneticamente, enquanto isso, ela percebeu que ele assistia, cada vez mais excitado, com as mãos a agarrar o próprio caralho, os olhos deles encontraram-se, e ela fodia-me como se ao mesmo tempo fodesse com ele, a dar-lhe também prazer pela sua exibição, pelo seu corpo feminino em ação, ele masturbava-se, ela lambia-se toda, até que senti que ela e eu, atingimos o limite, ela começou a acelerar ainda mais, a gemer quase a chorar, “aihmm hummm, ai, estou-me a vir, aihh”, ela contorceu-se para trás e eu sabia, ela estava a ter o orgasmo, quando eu também já me estava a vir, lançando a minha porra para dentro dela, e ele também, lançando jatos de leite para a frente.

Depois do sexo, com a tarde veio a indolência, os nossos corpos estavam quebrados pelo sol, quando decidimos regressar a casa, neste caso à minha, beber limonada, tomar um duche fresco, era esse o plano mais próximo, e tudo isso aconteceu mesmo, fomos depois os três para a minha cama, uma cama king-size, para ver televisão e ali estarmos a falar e a rir do que se passara na praia e de outras coisas quaisquer.

Eu e ele estávamos em tronco nu, vestido apenas com uns boxers, ele com uns calções caqui, e ela no meio de nós, vestida com uma túnica branca de linho, mal lhe cobria os seios nus, deixando os mamilos salientes à mostra, e cobrindo apenas uma parte das ancas, não sendo difícil imaginar que por baixo de tão pouco tecido, ela estava totalmente nua, estávamos a ver televisão, quando ele disse para o ar, como se falasse sozinho, “sabem o que gostava de ver? um filme pornográfico!”, a minha namorada virou-se para ele e riu-se, “não te chegou a pornografia que viste à tarde?”.

Ele riu também, e ela continuou, “eu reparei que estavas a masturbar-te! Eu dei-te assim tanto tesão?”, ele virou a cara para mim, como que a pedir consentimento pelas palavras ditas, “muito tesão mesmo, não sei mais o que dizer”, eu agarrei no comando da televisão, “é smart tv, devo ter um canal porno”, ela insistiu com ele, “achas o meu corpo bonito?”, ele respondeu, “muito bonito”, os olhos dele rolaram de cima a baixo pelo corpo dela, ela voltou a insistir, “queres que eu me dispa, para veres melhor? Afinal, já me vês toda nua na praia!”.

Eu tinha andado com o comando da Smart Tv à procura de canais, “pronto, já está”, ouviu-se na televisão uns gajos a foder, eu disse, “coitado, ele já te viu nua, mas não papou nada! comeu com os olhos”, antes que eu ou ele fossemos dizer mais qualquer coisa, ela tirou a túnica do corpo, e num segundo, estava toda nua na cama entre mim e ele, ela deu então um gemido, “aihm foda-se, estou tão excitada, só me apetece é foder”, abriu as pernas e começou a acariciar-se sozinha, as mãos dela deslizavam nas pernas, vinham pela barriga acima, apertavam os seios, deixando os mamilos presos, e depois sussurrou ao ouvido do meu amigo, “tira os calções, deixa-me ver esse caralho preto”.

Ele obedeceu, os calções desceram pelas pernas abaixo, a piça preta saltou nervosa e tesa, desta vez era eu que estava de fora, e a minha excitação era tanta como a dela, ela prendeu o pau na mão, levantou-o e meteu-o na boca, como se fosse já um ato natural dela, chupar o que podia antes de ser penetrada, os meus olhos viam tudo como num filme, ele virou a cara para mim com os olhos turvos, ela estava a fazer um bom trabalho, se havia coisa que ela fazia bem era um broche, descia a língua pela piça, e subia a deixar um rastro de saliva, ele gemia, “aihm foda-se és mesmo boa, foda-se”.

Achei que ele podia estar assim horas, a ser chupado por ela, isso não faria qualquer diferença, mas ela estava ansiosa, a cona brilhava de tesão e desejo, saltou para cima dele e sentou-se na piça até ao fundo, o corpo dela era lindo, um traseiro magnifico, que dançava agora em bom ritmo, a piça preta entrava e saía, e eu sentia, ela estava a adorar a foda, como se fosse a primeira que dava, ela gemia a procurar a minha boca, “aihm querido, aihmm, foda-se, estou louca, adoro este caralho, aihmm”, e continuava a cavalgar sobre ele.

Ela saiu de cima dele, virou-se para mim, “estás a gostar, querido?”, eu ia dizer que sim, mas ela prosseguiu, “aihm caralho estou tão excitada, tanto tesão, amor”, ela virou-se de costas para cima e ele subiu para ela e começou a montá-la, como um macho a foder uma cadela, ela gritou, “aihm, humm, querido, aihmm, parte-me toda, aihmm”, ele começou furiosamente a bater por trás, pancadas das ancas batiam nas nádegas dela, e a piça preta, eu via, entrava presa nos lábios da cona, “aihm , amor tão bom, não estás chateado com a tua namorada, querido”, eu respondi com um beijo, e sussurrei ao ouvido, “não, eu estou a adorar”, o meu pau também estava teso, e num momento eu sabia, eu ia explodir, e a porra que eu tinha guardada ia sair.

Eu vi, ele tinha parado, ela fixou-se em mim, e eu percebi, a piça preta procurava o ânus, ela puxou-me pelo pescoço, e disse, “aihmm, querido, ele vai comer o meu cu, querido, aihmm”, a cabeça deve ter entrado, o corpo dela contorceu, não sei se de dor ou de prazer, ela gemeu, “humm, aihmm, o meu cu”, ele fez mais força e eu sentia nos espasmos que dava, a piça preta entrava nela, eu dizia, “querida, relaxa, está quase, relaxa”, ela gemeu, “aihm foda-se, aihmm, ele parte o meu cu todo, amor, aihm foda-se”, olhei por cima, olhei para o meu amigo e dava para ver, a piça preta agora está toda lá dentro, ela fechava os olhos, e caía algures de uma nuvem, quando ele começou a movimentar, em batidas cadenciadas, a penetrar-lhe o ânus até ao fundo.

Já só me lembro dele a tremer e a urrar quando se veio dentro do cu dela e a inundou de porra que saía e escorria pelas nádegas abaixo, e partir daí, lembro-me do dia seguinte, estávamos na praia nus, a foda do dia anterior já era uma lembrança, quando ela se vira para nós e diz, “acho que sou uma insatisfeita por sexo, se calhar vou precisar de dois homens para sempre”.

Ela não era mulher de um homem só, e por isso imaginei a minha namorada casada e com filhos de um homem qualquer, e certamente com outro ou outros para a entreterem também

Férias ao sul com a mãe da amiga!

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Férias ao sul com a mãe da amiga!
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Noite sem lua em jardim noturno

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Noite sem lua em jardim noturno

O acaso levara-me a mim e à minha mulher para uma dessas festas que os portugueses fazem todos os anos, principalmente no verão, em que comem e bebem, falam alto, com filhos a gritar por todos os lados, simplesmente um daqueles infernos em que gostamos de estar.

Nem devia perder tempo a descrever a atmosfera por aqui, uma mesa corrida, daquelas comunitárias, e sendo nós estrangeiros nesta terra, é estranho, os portugueses insistem em matar-nos a fome, com camarão e outras comidas invulgares, vinho e cerveja para gostar, que nos deixam um cheiro a mar nas mãos, na roupa, em todo o recanto onde consiga entrar.

Depois de uma semana a deambular nas praias desta ponta da Europa, a minha mulher e eu estávamos deslumbrantes, o sol e o mar juntos têm essa capacidade de curar feridas, de apaziguar a alma, de esquecer as dificuldades de tudo, de desfrutar em plenitude, mesmo que seja uma ilusão passageira.

Olhei para a minha mulher, pelo canto do olho, sentada ao meu lado, não era difícil para mim perceber, havia nela uma alegria interior que tinha regressado, claro que a brisa suave que vinha do mar, o marisco fresco e o vinho verde, tudo isso ajudava, mas mais do que alegria, a minha mulher estava excitada.

Ainda não tinha reparado, havia uma qualquer explicação?, ao seu lado na mesa estava um miúdo bonito, e ao meu lado um individuo corpulento, com barba, devia ser um familiar dele, e mais à esquerda, uma mulher um pouco gorda, arrancava as pernas de uma lagosta, um pouco de força e zás, depois ria-se do feito, como uma hiena em redor da carcaça.

Os meus olhos regressaram à minha mulher, o vestido fino às flores, há uma hora atrás tínhamos estado a foder, não acontecia há muito tempo, os mamilos ainda estavam tesos, um suor brilhante no pescoço, muito perto das orelhas, denunciava isso nela, tinha estado a levar com o meu pau, e soube tão bem, comi-lhe a cona e depois o cu.

Socialmente a minha mulher é um pouco tímida, o rapaz olhava para ela, oferecia-lhe pernas de lagosta, que ele mesmo arrancava, para lhe sacar um sorriso, nem que fosse por gentileza, e não achei que ela retribuísse, apenas o iluminava com um discreto tremor dos lábios, para ele parecia suficiente, isso deixava-me desconfortável, esperava que ela fosse mais aberta, não se comportasse como uma mulher pudica.

Mas na intimidade ela não é assim, liberta-se completamente, é uma outra pessoa, exige de mim sexo que eu nem sempre consigo dar, é capaz de se pôr de joelhos e estar horas a chupar-me o pau, ou como hoje, na cozinha, levantou o vestido, lavava a loiça, e pediu-me para eu a penetrar, o meu pau estava teso desses pensamentos, quando aconteceu uma coisa horrível.

E depois ela gosta de tudo, de todas as posições que conhece, de ficar por baixo a ser submissa, ou por cima como cavaleira, gosta de levar tanto no cu como na cona, gosta de se masturbar e eu a ver, mas nunca fomos além da nossa ideia de sermos só os dois na nossa casa, quando a coisa depois esfriou.

A perna do gajo barbudo roçou na minha e foda-se!!!! eu senti os pelos suados dele a enrolarem-se nos meus, isso fez-me acordar dos devaneios, um choque de repulsa e nojo, ele encolheu logo a perna como eu, trocámos olhares perturbadores, não voltaria a acontecer, quando a minha mulher disse baixinho ao meu ouvido, “o rapaz encostou a perna dele à minha, e acho que fez de propósito”.

Eu virei a cara para a minha mulher ainda com o horror a pensar na perna peluda e suada do gajo barbudo a roçar na minha, e eu perguntei, “mas querida, de propósito como?”, ela respondeu, “ele encostou a perna à minha e deixou-a ficar, e depois roça-se na minha”, eu insisti, “mas querida, pode ser sem querer!”, ela continuou, “acho que não, amor”, ela riu-se e depois continuou outra vez, “ele meteu a perna dele à frente da minha e fez força para me abrir as pernas”.

Ela não parecia importar-se com o meu ar de surpresa, ela voltou a sussurrar, “eu fiz força para fechar as pernas, e ele fez ainda mais força que eu”, ela aproximou-se do meu ouvido, “tenho as pernas abertas e a dele roça-se no meio das minhas”, eu não sabia o que fazer, como reagir, e disse, “talvez seja melhor eu falar com ele!”, mas a minha mulher prendeu-me o braço, “não amor, é bom, não faz mal nenhum, e estou a gostar”.

Eu tentava interpretar a minha mulher, e já agora também o rapaz que com o adiantar da noite, parecia cada vez menos rapaz e mais homem, jovem sim, mas apesar de tudo um homem, bem dimensionado, musculado, com um bronzeado intenso que brilhava na pele, e não conseguia deixar de imaginar a perna dele entre as pernas da minha mulher, ainda mais abertas numa espécie de promessa futura.

Eu aproximei-me do ouvido dela, “então querida, estás a sentir a perna dele nua nas tuas?”, ela abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “o barbudo enrolou a perna dele na minha, foi horrível”, ela deu uma gargalhada adorável, e ela disse, “pois, eu estou a adorar, ele tem feito movimentos dentro das minhas coxas”, a voz dela tremia de emoção, e isso excitou-me, o meu pau endureceu.

O jovem virava a cara para o lado, como que a olhar para mim, e depois para a minha mulher, os olhos dele iam saltitando entre os dois, e parecia que havia uma espécie de aceitação do que ele estava a fazer, a esfregar a perna nua entre as coxas da minha mulher, forçando que ela abrisse as pernas ainda mais, até que, depois de segundos, a minha mulher murmurou, “querido, ele pôs a mão nas minhas coxas”.

Eu processava aquelas palavras, o meu pau estava rijo como pedra, quando a minha mulher voltou a falar, “querido, estou sem cuecas, ele tocou na minha cona”, eu insisti, “eu posso pedir para ele parar”, mas ela pousou energicamente a mão no meu braço, “não querido, não há mal nenhum, estou-me a divertir muito”, eu tentei ver o que ele fazia e reparei, a mão dele estava debaixo do vestido da minha mulher a acariciá-la no clitóris.

A visão do jovem a tocar a cona da minha mulher, a masturbá-la devagarinho, deixou-me a tremer de excitação, imaginei-a ainda húmida do meu pau, o tufo de pelos dela sem proteção, eu olhei para o rapaz fixamente, o meu braço moveu-se para baixo e pus a mão na outra coxa da minha mulher, depois abri também as coxas da minha mulher, e os meus dedos tocaram nos dele e ambos começamos a acariciar a minha mulher ao mesmo tempo, como se estivéssemos os dois a fodê-la naquele momento.

A minha mulher tremia de gozo e satisfação, num terreno que nós não tínhamos pisado ainda, não sei se foram segundos ou minutos, ele e eu acariciamos a cona da minha mulher, e eu sabia que o seu desejo aumentava, podia a qualquer momento começar a gemer, e eu não previa o que pudesse acontecer em público.

Aquilo que estávamos a fazer era uma verdadeira aventura, talvez por causa deste sítio especial, ou da nossa tórrida tarde no hotel, o jovem continuou a masturbar a minha mulher, ela escondia a cara entre as mãos, não queria dar sinal pelo que estava a passar, imaginei os dedos dele a girarem frenéticos, e o clitóris dela, teso e encharcado.


Eu aproximei-me do ouvido da minha mulher, “estás a gostar, amor?”, ela abanou a cabeça, “estou, mas não me quero vir aqui, está aqui tanta gente, querido, acho que vou gritar”, eu fiz sinal com os olhos para ele parar, e senti, ela aliviava-se da sensação de gozo e de prazer, olhei em volta, as pessoas estavam demasiado alegres, do vinho ou de outra coisa qualquer, para perceberem o que estava a acontecer.

Segundos passaram e a minha mulher soprou ao meu ouvido, “querido, estou com o pénis dele na mão”, acho que fiquei surpreendido pelo arrojo, ele tinha aberto o zip dos calções e tinha puxado a mão dela para dentro dos calções, eu olhei, parte do caralho dele para fora, tão grande que mais parecia um braço teso, e foda-se!! eu imaginei o rolo de carne na boca dela e pensei que ela não conseguiria engoli-lo de tão grosso que era..

Perguntei à minha mulher, “como é?”, ela largou um sorriso alargado, “está apertado na minha mão, é enorme, querido”, ela acariciou o pau, puxou a pele para cima e para baixo, quando ele sussurrou ao ouvido dela, ela veio ao meu encontro e disse, “ele está a perguntar se eu quero que ele me dê uma foda!”, eu mirei os olhos dele e os da minha mulher, e ela continuou, “ele diz que o jardim por trás de nós tem uma zona escura”.

Claro que fiz uma pergunta de resposta nula, “é isso que queres, amor, que ele te dê uma foda”, a noite estava quente, a lua escondera-se atrás de umas nuvens e a luz era a que vinha da iluminação pública, ela disse, “viste o pau dele, amor? enorme, hã?”, eu abanei a cabeça, “é grande e grosso, amor, sim”, ela prosseguiu, “eu quero amor, mas só se tu quiseres também”, e antes que eu dissesse alguma coisa, “amor, querido, ele tocou-me na cona, masturbou-me querido, e eu estive com o caralho dele teso, amor, na minha mão, sim quero, amor, quero muito que ele me dê uma boa fodal!!

Ficámos ali uns segundos em silêncio, e depois ela aproximou-se dele, alguma coisa disse, que o fez levantar-se a caminhar em direção para o escuro, e uns segundos depois, fomos atrás dele, a entrar no jardim, e em poucos metros estava negro como breu e mal nos conseguíamos ver todos, o meu corpo fervia da pele bronzeada e da excitação combinada, e eu sentia que com ela se passava o mesmo, ela disse, “não vejo nada”, senti que as mãos dele nos puxavam, ele sussurrou, “vamos para aqui”.

Um banco estava ali abandonado entre árvores, arbustos e sebes, sentamo-nos os três juntos, com a minha mulher ao meio, e senti que ele tomou a iniciativa, ele levantou o vestido da minha mulher, e disse, falando para mim, “és tua mulher é tão boa, é um tesão, quero tanto comer a tua mulher”, meteu a mão entre as pernas dela, “quero foder esta cona molhada e inchada de tesão”.

Foi aqui que reparei que ele já tinha retirado os calções, o galo dele estava ereto, apontado ao céu, grande como uma estaca, ele continuou, “diz à tua mulher para me chupar o pau”, ela não precisou da minha autorização, e dobrou-se sobre ele e mergulhou com os lábios, engolindo o caralho dele que se perdeu dentro da boca dela, senti que ela quase sufocava da grossura, mas ela continuou, agarrou-se ao pau, e moveu-se de lado de baixo para cima até à cabeça redonda, que beijava com uma saliva húmida que se acumulava nos beiços dela.

Ela gemia ao chupar, com ruídos repetidos como se não conseguisse respirar, “ai amor, tão bom, adoro muito chupar”, o caralho era enorme, a mão pequena dela tinha dificuldade em o prender, eu engolia a cabeça, lambia de lado, ele dizia para mim, “foda-se! que mulher, a tua mulher é um tesão, caralho, és um gajo de sorte”.

Já não seria só ela, mas também eu, a imaginar aquele rolo de carne rija a entrar na cona ou no cu da minha mulher, a excitação era tão forte que eu vi, ela não aguentava mais não foder, ele perguntou, “por favor, deixa-me comer a tua mulher, quero dar-lhe uma foda tão boa que ela nunca mais vai esquecer”, eu respondi com uma pergunta, “ela é adorável, não é? é um fodão de mulher, ela adora levar no cu, sabes?”.

O rapaz insistiu, “eu quero muito foder o cu da tua mulher, aqui e agora, ela vai chorar”, eu disse que sim, ela meteu-se em posição, colocou-se em cima do banco, com o rabo empinado para trás, ela olhou para mim e disse, “o meu marido é um corno malandro, quer tanto ver a mulher a ser comida, queres muito ver, amor?”, acho que fiquei ainda mais excitado do que já estava, ao ouvir aquelas palavras, eu disse, “quero amor, quero ver o pau dele a entrar no teu cu”

Ela sorriu, o rapaz veio por trás dela, dobrou-a ainda mais contra o banco de jardim, agarrou no pau dele com a mão e apontou-o à conta dela e escorregou entre as nádegas e como uma cobra esguia moveu-se entre as pernas e entrou no seu esconderijo, ele começou a bater enquanto ela se agarrava ao banco, “ai foda!! ai amor, que caralho tão grande, aii amor que não aguento, ai amor, ele parte a minha cona toda”.

A noite tinha já uma história e passados uns segundos, ele continuou a bater ainda mais forte a acelerar, tirou o pau para fora e forçou-lhe o cu, bateu bateu à porta do ânus até que ele se foi abrindo, como um anel enrugado, um diafragma fechado, a minha mulher contorceu-se e gemeu alto de dor, “ai caralho amor, aih o meu cu, ai não aih”, eu não conseguia dizer nada, apenas admirava o espetáculo da minha mulher a ser fodida, e antes mesmo deles acabarem, comecei a ejacular, um jorro de porra quente saiu do meu caralho e espalhou-se pela relva do local.

E não demorou muito, o rapaz puxou a minha mulher para cima, apertou-lhe o pescoço com força, e ouço a tremer de prazer e a gemer, “humm, estou a vir-me todo no teu cu, foda-se!! tão bom”, ele deu mais umas bombadas, ela estremeceu toda, e eu percebi, ela estava a vir-se naquele momento de uma foda boa que não tinha há tanto tempo.

A nossa aventura tinha acabado, pelo menos naquele dia, estávamos a regressar à mesa, ouço um ruído nos arbustos, um vulto a afastar-se, chegados à luz saídos do escuro, percebi que era o gajo barbudo que tinha roçado a perna dele na minha, foda-se!!!! veio-me aquele momento à memória, quase estragou o que tinha vivido há minutos atrás.

Memórias em noites de Verão

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Memórias em noites de Verão

Tinha chegado há minutos do trabalho, entrei em casa, larguei as chaves no sitio do costume, lá fora faziam cerca de 40 graus, o calor intenso, deixei-me cair no sofá à espera que o meu corpo fosse gradualmente abandonando essa sensação incómoda do exterior, substituída por uma frescura guardada entre paredes o dia todo.

Olhei em volta, como o fazia aliás todos os dias, talvez uma esperança, alguma coisa que tivesse mudado, um bem novo que tivesse acumulado, algo que pudesse acrescentar e dizer que é meu, mas nada, tudo estava mesmo na mesma, menos o dia passado que eu tinha desperdiçado para isso, para ter mais um dia sem surpresas, continuo.

Eu por certo, pensava, também não tinha colaborado, se muita coisa eu trazia de trás, com o tempo todas essas coisas se foram soltando, como lastro inútil, incapaz de manter para continuar a caminhar, amigos, mulheres, paixões, amores, amizades, sentimentos, tudo se tinha esvaziado como um balão cansado de estar cheio, até ficar disforme e engelhado, estava assim a minha alma, sem nada.

A casa estava na penumbra, eu conseguia deambular por ela mesmo escura, e hoje, nem as luzes acendera, o meu despertar, a realidade, bastava-se com a luz da lua ou da cidade, são tantas vezes as que se confundem, e apeteceu-me despir-me, largar as peças de roupa sem uma lógica ou uma ordem qualquer, e entrei no duche, deixei cair a água sobre o meu corpo, a sentir-me um clichê assombrado.

Agarrei no meu pénis, e senti-o volumoso, nem sempre o sinto assim, talvez do calor por que passara, e avaliei-me, talvez o façam todos os homens, mais ou menos vezes, talvez outros não precisem, não me achei fora do normal, comecei a acariciar-me, até o sentir teso, duro na minha mão, puxei o prepúcio para trás, a cabeça apareceu e senti um estímulo forte no ânus, um aperto no esfíncter, o desejo em mim sempre esteve em todo o lado do meu corpo.

A água fresca do duche fustigava-me a pele, que eu bebia e deixava correr, pequenos rios e cascatas desciam pelo meu peito, até ao umbigo e ao pénis, fechei os olhos, movia a mão para a frente e para trás, uma energia acumulada que eu queria que saísse de mim, uma das minhas mãos pousou na minha nádega, um dedo no meu centro traseiro, uma corrente subiu por mim até ao cérebro e ejaculei, bati mais e mais, até escorrer de mim a seiva de que se faz a vida.

Tinha regressado ao sofá, a temperatura agora ainda mais abafada da noite, dispensava que secasse a água do meu corpo, e deixei-me estar ali apenas, a aguardar, a olhar pela janela com reflexos do exterior, pensava, hoje o sexo em mim pode ser de qualquer maneira, tudo tem a aptidão de me satisfazer, menos quando a idade ou outras circunstâncias estabelecem limites, não é preciso fazer escolhas quando se escolhe tudo.

Sentia-me aliviado, o pénis tombara esgotado, para mais esperaria pelo seu momento, aproximei-me nu da janela, sem restrições de comportamento, pensei se alguém me conseguiria ver, mas não, toda a casa se mantinha no escuro, pensei, se alguma vez conseguiria ser um coletor de sentimentos, se sequer isso servia para alguma coisa, ou se buscaria apenas emoções, quanto mais passageiras melhor, daquelas de que não se guarda memória.

Sempre achei que o sentimento é um desejo inútil, até pior, é um desejo egoísta, como se, através dos outros, alguma coisa existisse para nos satisfazer, mas não, preferia emoções simples, de toda a espécie e natureza, talvez houvesse pessoas que se lembrassem de mim, e isso sim era suficiente e emotivo, não restando mais nada para sentir ou guardar.

Decidi sair, procurar um sitio qualquer, para comer, ou quem sabe para foder, não seria guiado pela consciência, seria antes o acaso que ditaria a ordem dos acontecimentos, um pouco pela ação do vento ou das circunstâncias, pensava, quantas vezes tomava um destino, e lá chegado parecia-me despropositado, pouco ou nada próprio para o momento, às vezes diria momento psicológico, que se resumia a um, “não hoje não me apetece, não hoje não me vou sentir bem aqui, não reconheço as pessoas”, e partia para outra.

Percorri as ruas da cidade passando pelos mesmos locais mais de uma vez, era difícil tomar uma decisão que justificasse parar o carro, estacioná-lo, sair e entrar num qualquer estabelecimento, restaurante, bar ou outra coisa qualquer, de maneira que decidi tomar o destino de um local onde havia street food, poderia misturar-me na multidão que ali se juntava, falar só o essencial, eu dou dinheiro e recebo comida, satisfaz e é suficiente.

Chegara há minutos, ainda não tinha chegado ao balcão, e perguntava-me se queria estar ali, se sequer tinha vontade de comer, o local era uma roulote, algumas mesas e cadeiras na rua, um espaço livre com vista para a praia, muita gente a beber e a falar, até que deve ter chegado a minha vez, pedi um gin tónico, não era invulgar, e algo que estava exposto e não conseguia classificar, quando um homem se aproximou de mim e perguntou, “conhecemo-nos?”.

Ele também pediu um gin tónico, olhei para ele a tentar passar revista nas minha memórias, o saber fresco e amargo do gin envolveu-me a língua e correu na garganta, eu disse, “não sei, não estou a ver”, eu afastei-me para um lado e isso pareceu ter um efeito de arrasto nele, porque veio atrás, ele continuou, “eu também estou confuso, mas tenho a certeza de que nos conhecemos, estou a tentar lembrar-me”.

Eu sorri, e olhei discretamente, mirei o corpo dele de alto a baixo, era elegante e maravilhosamente proporcionado, mas achei-o desadequado e demasiado simplista, era um fim de semana à noite, e mesmo que fosse verão e o calor fosse intenso, estar de calções, chinelos e t-shirt naquele local, era o mesmo que dizer que para ele a noite acabaria ali mesmo.

Olhei ainda mais intensamente, e pensei, que talvez ele estivesse a fazer o mesmo, não sabia, reparei no volume dos calções e imaginei um pénis grosso, e isso, não posso ignorar, excitou-me e levou-me para outra esfera, talvez o gin estivesse a fazer o seu efeito, talvez ele tivesse reparado na minha curiosidade, até que ele disse, “vou buscar mais um gin, vou trazer um para ti”, eu ainda ia dizer que não, que já tinha atingido o meu limite, mas ele tinha virado as costas, o que me deu a oportunidade de mirar o rabo forte e musculado.

Também eu tentava lembrar-me e eu sabia que ele tinha razão, eu conhecia aquele homem, só que a memória persistia em não me ajudar, ele voltava agora ao meu encontro, entregou-me o copo, por momentos como que congelou e sorriu, aproximou-se mais de perto, quase do meu ouvido, fez-me sentir o seu cheiro, e ele disse, “já sei, já me lembro”.


Aquela voz, aquele cheiro, o bafo dele da boca, foi como um vulcão a largar lava no meu espirito, eu ouço-o a dizer, “já sei, estivemos juntos”, eu lembrava-me, tinham passado alguns meses, na noite de fim-de-ano, talvez ele como eu, andávamos à deriva, e nessa noite encontrámo-nos, ele disse, “lembras-te, eu comi o teu cuzinho”, eu sorri comprometido, ele continuou, “foi uma das melhores fodas da minha vida”.

Não sabia se aquilo era um elogio, “lembras-te, estava a chover, foi no meu carro, passámos a noite a foder, foi lindo, foi uma loucura, adorei montar-te”, e depois insistia, “choraste de prazer quando te penetrei, eu sei, adoraste e eu também, quando a minha piça entrou em ti, foste à loucura”, as palavras dele excitavam-me e eu sentia, o pau dele crescia de tesão, e não era difícil ver pelos calções, um volume apertado pronto a explodir.

Olhei em volta, não fosse alguém estar a ouvir, mas não, tínhamo-nos afastado, os nossos gins acabavam, e ele disse, “está tanto calor, sabes o que eu gostava de fazer?”, ele puxou-me para algo parecido como um banco de pedra, numa zona meio escura, sentámo-nos, eu perguntei, “o quê? realmente está calor, estou a ferver”, ele encostou os lábios dele perto dos meus, e disse “consegues imaginar o que eu estou a pensar?”.

Eu sorri, olhando-o nos olhos, eu disse, “não sei, estou um pouco embriagado do gin”, ele insistiu, “põe a mão aqui”, e puxou-me a mão para dentro dos calções dele, e eu fechei os olhos, como se não vendo, ou vendo com a mente, pudesse apreciar melhor, apertei o caralho dele dentro da mão, e recordei-me o quanto era grande e grosso e tinha estado dentro do meu cu.

Ele pôs a mão dele sobre a minha a apertar para que eu sentisse ainda mais forte, olhei para o lado e vi um gajo a surpreender-nos e a ver o que fazíamos, eu disse, “acho que consigo imaginar agora”, foi a vez dele sorrir, e eu insisti, “queres mesmo muito montar-me?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, eu continuei, “e se não for tão bom como da última vez?”, ele roçou os lábios na minha orelha e fez-me tremer, “vai ser, amor, andei meses à tua procura, quero tanto comer-te o cu outra vez”.

Olhei outra vez para o lado, e o gajo que olhava para nós continuava lá, eu perguntei, “conheces? Ele tem estado fixado em nós!”, ele virou a cara, “acho que já o vi por aí, acho que ele é como nós, anda à procura de uma boa foda”, ele continuou, “agora que me lembro, encontrei-o numa sauna”, eu estava curioso, “e como foi? Também o montaste?”, ele fez um sinal ao gajo para se aproximar, e disse, “não, nós fodemos uns gajos que estavam lá”, o gajo aproximou-se e cumprimentou-nos, “estava ali a ver-vos”.

Ele aproximou-se do meu ouvido, “acho que ias gostar de levar com os dois”, ele fez sinal sinal ao gajo e, falando de mim, disse, “eu já lhe comi o cu umas vezes no fim-de-ano, uma loucura”, ele olhou para mim e depois continuou, “gostavas de o foder comigo”, o gajo respondeu, “adorava comer-lhe o cu, gosto das curvas dele, tem um rabo maravilhoso”, depois ele virou-se para mim, “gostavas de foder com nós os dois?”.

A resposta parecia-me inútil, o meu desejo explodia por todos os poros, a visão de estar a ser fodido por dois machos não me saía da cabeça, o calor abafado tinha tomado conta do meu corpo, a minha voz espalhou-se num sussurro, “acho que me aguento com os dois, quero foder os dois, mas com carinho”, antes que eles dissessem alguma coisa, eu insisti, “se querem o meu cu, eu quero dar-vos uma boa foda”.

Pareceram segundos que não contam para a história, fomos para o interior de uma carrinha que ele tinha ali perto, estacionada debaixo da noite, despimo-nos todos totalmente e eles pediram-me para estar quieto, não demoraria muito, as mãos deles acariciaram-me o corpo, ele passou-me a mão pelo pénis, depois foi subindo até ao peito e o outro gajo, passava os dedos nos meus lábios, a anunciar que ia pôr o pau dele na minha boca.

E foi isto que me fez lembrar, ele encostou o corpo dele ao meu, como se eu fosse uma mulher, e procurou a minha boca e beijou-me, a língua dele tocou a minha e era quase um beijo de paixão, não sei se gostei, apenas achei facilitar, procurou os meus mamilos e chupou-os com força, foi descendo pelo meu corpo até à barriga e depois engoliu o meu pénis até ao fundo e começou a lambê-lo, fechei os olhos e caí numa espécie de fundo, faltando-me o chão da consciência.

O outro gajo aproveitou, apontou o pau à minha boca e fez força na minha cabeça para eu chupar, e eu chupei ou tentava chupar, duas mãos apertavam-me as coxas e engoliam o meu pénis, para baixo e para cima, até que parou, deixei-me ficar com os olhos fechados, ele levantou-me as pernas, deitou-se sobre mim, e eu senti, a verga grossa forçar o meu ânus e abriu, soltei um gemido forte, “aii foda-se! aiii, o meu cu”, senti-a a entrar em mim até ao fundo, as nádegas dele moviam-se como que à procura de espaço para enterrar a piça ainda mais fundo.

Neste momento eu caia de costas num céu azul de nuvens definidas, o rolo dele entrava e saía de mim, em ondas sucessivas, a martelar o meu cu, com as molas tensas das ancas, a abrir, a desbravar, eu gemia de prazer, “hummm aiiim, ohhh, aiiii, hammm, fode-me mais fode-me”, apertei-lhe as nádegas, a obrigá-lo a ser ainda mais intenso, não queria que o macho ejaculasse, queria que ele me montasse por trás, que abrisse o meu traseiro penetrando-o com força.

Eu pedi-lhe, “deixa-me mudar de posição”, ele saiu de mim e eu virei-me, pus-me de quatro no chão, o meu rabo espetado no ar, a aguardar o veredito, a piça dele escorregou entre as minha nádegas e atingiu o meu ânus bem no centro, abriu-se todos e ele entrou por ele adentro, agarrei no pau do outro, e queria a minha boca cheia de caralho, enquanto ele se satisfazia no meu traseiro, até que o senti a tremer, era inevitável, ele estava-se a vir, deu mais umas estocadas e senti, um jorro de porra escorria do meu cu.

Ele tombou para o lado, e foi a oportunidade do outro, ele correu a montar-me, coisa que ele pedi, “anda, querido, dá-me uma foda também”, ele enterrou o caralho até ao fundo, e eu quase gritei baixinho, “aimm fuck, ohhh, tão bom, hummm, aiii fode-me todo, parte-me todo”, ele começou a bater, eu ouvia o som das ancas nas minhas nádegas, que ele prendia entre as mãos com força, cada vez que entrava malhava com força, até que também ele começou a tremer, soltou um urro cavernoso, e veio-se, golfadas de esperma entravam dentro de mim, até que ele saiu e tombou de cansaço.

Passei a minha mão no meu pau e também me tinha vindo, havia em mim uma sensação de satisfação, os machos tinham-se saciado, durante uns minutos ficamos a olhar uns para os outros, a apreciar o prazer do sexo terminado, ele virou-se para mim e disse, “era capaz de passar a noite a comer o teu cu”, eu sorri e disse, “eu sei, mas hoje chega, só penso num duche agora, o meu cu posso dar-te num outro dia”.

Vesti-me e saí da carrinha, nem me tinha apercebido, estava encharcado em suor e de cheiro a pau

Trocas de desejo swing

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Trocas de desejo swing

Talvez alguém ache isto fora de comum, mas comigo e com a minha mulher foi o que aconteceu, ela nasceu numa aldeia pequena do interior de Portugal, um lugar ameno, na maior parte do ano com bastante calor, mas como muitas outras coisas, fomos deixando para trás, não parecia uma prioridade, e só depois de alguns anos de casados, ela decidiu voltar.

Para mim era uma experiência nova, mas para ela o motivo nem era especial, não era por apego á terra, ou para recordar velhas memórias, era mais por obrigação, ou por oportunidade, o de vender património sem cuidado, o de largar lastro inútil, como ela dizia.

Se a nossa vida em comum não tinha mais de três anos , para ela, talvez uma década, ou mais, tinha-se passado desde que saíra da aldeia em direção á cidade próxima e daí, com outros saltos, para a cidade maior, de maneira que, pensava eu, seria normal que ninguém a conhecesse, ou ela, sequer se lembrasse de alguém.

Bom, acho que estava enganado, íamos entrando na aldeia, e eu reparava no ar de surpresa, ela olhava pela janela do carro, as casas estavam bem ordenadas, no que é possível numa construção sem arbítrio, o caiado branco típico da terra, e ela lá ia caçando memórias, apontando um dedo para um lado, e pestanejando os olhos para o outro.

Pensei para mim, procurava um café, um restaurante, um sitio qualquer, onde pudéssemos assentar e a partir daí, reorganizar as ideias, fazer um plano, o que iriamos ver ou fazer, e foi isso que acabou por acontecer.

Eu pedi café, ela uma água fresca, e no quando ela dizia “há quanto tempo eu ....”, aproximou-se da nossa mesa um homem robusto, fez-se sentir pequeno, começou a rir-se para a minha mulher, “olha quem é ela!!”, a minha mulher reconheceu-o logo, e abraçou-o de uma maneira um tanto quanto familiar.

Enquanto falavam e riam os dois num dialeto que eu desconhecia, mais dois ou três homens foram aparecendo, e sucessivamente, e da mesma maneira que o anterior, ela abraçou-os calorosamente, dando-lhes beijos na cara, até me fizeram sentir mal, como se eu, na relação entre eles, que me pareceu tão intima e pessoal, estivesse eu ali a mais.

Eles olhavam para mim, mediram-me de alto a baixo, pensava eu, estavam a avaliar se seria uma boa escolha, cumprimentavam-me e iam-se embora, mantinham distanciamento, até que eu disse à minha mulher, “amor, os homens não se esqueceram de ti”

Juro, não disse isto para ser irónico, aquelas palavras saíram como outras quaisquer, não estava era preparado para o que vinha, ela puxou o meu ouvido, e com uma voz baixinha, “amor, eles foderam-me todos”, eu ainda estava a assimilar, ela continuou, “ou melhor, se calhar fui eu que os fodi, eles queriam muito sexo, e eu acho que só tive que dar-lhe o qe queriam”.

Neste momento, fui eu que olhei para os homens, eles estavam entretidos a falar entre eles, do que seria, eu nem queria pensar, mas não consegui deixar de imaginar qualquer um deles montado na minha mulher a enterrar o pau na cona dela, a sensação era estranha, eu sei que era história antiga, não sabia se me incomodava, ou se me dava um prazer inesperado.

Tudo podia ficar ali naquele momento, num relato síntese da afirmação dela, “eles comeram-me todos”, não havia mais nada para dizer, mais nada para aprofundar, mas a curiosidade mostrava-se no silêncio, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, “querido, o que é que queres saber?”, eu pensei, “foda-se!! neste momento eu não queria saber nada, ou então, saber o menos possível”.

Mas ela insistiu, “a tua cara diz tudo!! éramos jovens e as opções na aldeia não eram muitas, não era só eu, nós fervíamos de desejo, e muitas vezes até trocávamos de homem, era consensual”, eu ouvia e as coisas pareciam complicar-se, já não eram só umas fodas, eram as mulheres a partilhar o que tinham, eu perguntei, “trocavam como?”, ela sorriu, “sei lá, eu andava com um e uma amiga andava com outro, e nós trocávamos, pronto!”.

A minha boca abriu-se de surpresa, isso seria há muito tempo, pensei, mas ela interrompeu esse pensamento, “não me admirava que ainda fosse assim”, ele perguntei, “assim, assim como?”, ela continuou, “ora, amor, que eles andassem a foder uns com os outros, a trocar de mulher”, eu fiz, “humm, não sei, isso seria possível?”, afirmativamente, ela só se riu.

Era o momento de partir, regressar a uma casa que tínhamos alugada por uns dias, ela levantou-se e foi ter com os homens com beijos, eles acenaram ao longe, vi-lhes um sorriso nos lábios, à noite havia uma festa local, e o desejo repentino da minha mulher lá estar, não deixava margem para dúvidas, não íamos descansar.

Tínhamos tomado um duche, nus na cama ainda húmidos, apeteceu-me foder a minha mulher, o corpo dela com uma forma perfeita, as coxas grossas, com os lábios rosados da fenda, apeteceu-me lambê-los, os lábios da boca, carnudos a apertar o meu pau, e o rabo, duas nádegas que cabiam na minha mão, guardavam o anel enrugado.

Eu imaginei os machos do restaurante, a visão deles a penetrá-la, um na cona, outro no cu, outro na boca, e um de fora à espera da sua vez, a minha piça era uma estaca, eu gemi de tesão, “queres contar como foi?”, ela deu uma gargalhada contida, “como foi o quê?”, eu continuei, “tu sabes o que eu quero saber!”.

Ela prosseguiu, “o que é que queres saber, como é que é o pau deles, se são bons a foder, se eu me vinha sempre?”, eu abanei a cabeça, acrescentei, “e como é que aconteceu”, ela deu outra gargalhada, “não sabia que o meu marido era um pervertido”, eu rolei na cama, mostrei-lhe o meu rolo teso, e disse “conta amor”.


Houve um segundo de silêncio, as memórias estavam a voltar, ela deitou-se novamente na cama e eu percebi, os mamilos estavam rijos como duas uvas gordas, havia um suor nela de tesão, um ruborescer na face, nas seios, na barriga, até à cona, até o cheiro dela vinha de uma humidade lúbrica entre as pernas.

Ela disse, “todos eles têm um caralho enorme, mas aquele primeiro que nos cumprimentou, é gigante”, eu ouvia e ela continuava, “mas nunca me fez doer, eu gostava de lhe dar o cu e isso dava-me prazer”, a minha piça tremia de pulsões internas, ela insistiu, “a primeira vez com ele, foi assim numa festa como a de hoje à noite”.

Eu só ouvia, “nem namorávamos nem nada, ele pediu-me ao ouvido para lhe chupar o caralho, e eu fui chupar, fomos para casa dele, e ele pôs-me o caralho na boca, eu mal conseguia engolir, mas eu lambi-o todo, depois ele montou-se em mim, eu pus-me de quatro, e nunca mais esqueço, a verga dele enorme a entrar na minha cona, e eu, querido, vi-me toda que nem uma maluca”.

Ela continuou, “eu dei gritos, e a irmã dele apareceu, e ela apanhou-nos a foder, ela viu bem o irmão com a piça na minha cona”, eu achei que era a minha deixa, “ela depois não disse nada?”, a minha mulher continuou, “daquela vez não, ficámos mais amigas embora ela fosse mais velha, e depois, passado algum tempo, eu e ela trocámos de namorado”.

A minha boca continuava aberta desde a última vez, ela continuou, “que não era o irmão claro!! o irmão dela nunca foi namorado, de vez em quando, ele pedia, e eu deixava ele montar-me, só isso”, a minha curiosidade aumentara, “mas trocaram como? Não percebo!”, ela disse, “fazíamos tipo swing, o namorado dela comia-me e o meu fodia com ela, trocámos muitas vezes, e ao mesmo tempo, ela ia para um quarto e eu ia para outro, e fodiamos ao mesmo tempo”.

Eu ia dizer qualquer coisa, mas a minha mulher continuou, “os namorados dela eram sempre mais velhos, um pouco rústicos como ela gostava, mas depois eu também gostava, eram um pouco brutos a foder, mas isso agravava-me, dava-me prazer satisfazer homens mais velhos”.

Achei que devia interromper, “homens mais velhos?”, ela riu-se, “sim, foram vários, a irmã dele mudava muito, mas do que sei continuava a satisfazer todos da mesma maneira”, eu mostrei os dentes, “mas como é que faziam?”, ela prosseguiu, “eu e ela combinávamos, falávamos com os namorados e pronto, íamos para casa dela ou outro lugar, e pronto, eu puxava o homem dela para um quarto e ele fodia-me”

Ficamos em silêncio uns segundos, era eu à procura de perguntas, “voltando ao principio, disseste que o irmão dela pedia ..como é que era isso ”, ela abriu as pernas e eu vi, os lábios da fenda estavam molhados, uma espécie de seiva turva, ela respondeu, “de muitas maneiras, ele ligava e eu ia ter com ele, houve dias que fodemos no carro, uma vez eu estava com o meu namorado naquele restaurante que fomos, ele olhou para mim, eu fui ter ao carro, e chupei-lhe o pau e depois comeu-me, era noite amor, ninguém viu”

Disse eu, “e esse teu namorado?”, ela riu, “não disse nada, e acho que ele sabia, mas depois também o compensei”, ela prosseguiu, “outras vezes era eu que ligava, apetecia-me foder e ela dava-me tesão”, ela esteve um segundo a pensar, “e acho querido que ainda me dá”, eu perguntei, “dá o quê, amor, desejo?”, ela insistiu, “sim querido, é como reviver esse passado, no restaurante senti essa vontade, de ter o caralho dele dentro de mim”.

Os meus lábios, a minha garganta, estavam secos, eu estava a ouvi-la, ela olhou para mim, “não é amor, querido, é carne, sexo, sentir os machos a possuírem-me, uma vez um desses homens mais velhos que fodiam a irmã dele, encontramo-nos por acaso no campo, e ele fodeu-me mesmo ali, encostou-me a uma árvore, levantou-me o vestido, eu mesma baixei as cuecas e ele penetrou-me, na cona e no cu, eu vibrei, querido”.

Ela continuou, “e agora é a mesma coisa, eu sei que não devia, mas sinto um desejo tremendo, acho que estou a ferver e a perguntar-me se devia ter vindo, como disse, não são sentimentos, gosto de ter vergas grossas a partir-me o cu, e ele é assim, amor, ele parte-me o cu todo.

Eu também fervia, “mas amor, ele deve ser casado?!”, ela não aguentou, deu uma gargalhada sonora, “viste bem o que acabaste de dizer?”, eu abri os olhos e ela prosseguiu, “disseste, ele deve ser casado, estás a dizer amor que não te importavas!? se ele não for casado, posso dar uma foda com ele, querido?”.

Ela tocou no meu pau, curvou-se, os lábios dela apertaram-me a glande, ela deu um beijo sonoro, e ela disse “posso, querido, enquanto estivermos aqui na aldeia, se eles quiserem e eu também, posso comê-los?”, quase que senti que estava a negociar com a minha mulher, se podia foder só com um, ou se podia foder com mais”, não respondi, mas pareceu-me que seria inevitável.

A noite tinha chegado, e a festa era local, típica das aldeias, em que aparecem muitas pessoas à volta das mesas a comer, com muitos velhos e velhas a assistir de bancada, um tribunal a julgar as parvoíces dos mais novos, quando ele apareceu, pensei para comigo, “foda-se!! o do pau grande, que gosta de partir o cu da minha mulher”, com ele vinha uma mulher mais nova, um pouco gordinha, e ao lado, outra mais velha, que assumi ser a tal irmã.

Foi estranho, mas a minha atenção esqueceu-o a ele, e virou-se para as mulheres, a irmã que estava sózinha tinha uma postura agradável, quase parecia uma mulher vitoriana que esconde os seus segredos mais profundos, e só quem tenha a chave, a passe, para ir para dentro dela é que perceberá quem é a pessoa, e esta era uma mulher bonita, esquálida, sem ser magra, um vestido simples que lhe caía direito, e eu questionei-me se trazia cuecas, eu não via marca nenhuma.

A mais nova que devia ser a mulher dele, talvez dez ou mais anos de diferença, era um pouco mais robusta, uma mulher rústica que nunca deixou que o campo saísse de si, umas boas mamas, uma anca generosa, e eu pensei, “esta leva com o pau grande todos os dias”.

Regressei à realidade e vi que a minha mulher falava com ele, sentaram-se na mesa e os meus olhos regressaram àquela irmã, a mulher interessava-me mesmo, lembrava-me o que a minha mulher tinha dito, e tive aquela visão de a ver nua a ser fodida por um gajo qualquer, enquanto no quarto ao lado, a minha mulher chupava um pau a um gajo mais velho que depois lhe comia o cu.

Eu olhei para ela, fomos dizendo banalidades, mas o meu pau endureceu, o desejo da minha mulher ser fodida pelo gajo da verga grande, era o mesmo ou mais, que eu sentia por aquela mulher, imaginei-me a montá-la, a meter o rolo duro na cona e depois de a fazer gemer, meter no cu até a fazer vir.

Depois olhei para a mulher do gajo, também eu era mais velho que ela, da forma que ela mordiscava uma água fresca com limão, apreciei os lábios dela, não era difícil de perceber, ela gostava de chupar, e as ancas robustas que eu vira antes, anteviam um desejo forte de levar no cu, e pelo que a minha mulher contara, esta estava bem martelada.

Por momentos cruzámos algumas palavras entre todos, o que nos fez rir e aliviar o ambiente, até que sinto a minha mulher a puxar-me e a dizer-me ao ouvido, “ele quer-me foder, amor, e eu também quero, se quiseres fode a mulher dele!”, eu virei a cabeça, “e ela?”, a minha mulher respondeu, “ela já sabe, amor, ela concordou ir contigo”.

Eu fiquei a olhar para ela, e sussurrei-lhe ao ouvido, “amor, e a irmã dele, eu preferia”, a minha mulher moveu a cabeça para os lados surpreendida, eu disse, “talvez seja como tu, também gosto de uma mulher mais velha, mas ela excita-me”, a minha mulher curvou-se para a irmã e logo a seguir vi um sorriso cúmplice, um quero também, a minha mulher voltou ao meu ouvido, “olha fode as duas!!, as duas querem, vai com elas”.

Segundos depois, ele sai da mesa e logo atrás vejo a minha mulher a ir no mesmo sentido, até que a escuridão da noite os ocultou e eu fiquei sem saber para onde iam, as duas mulheres olharam para mim, e a irmã disse, “vamos para minha casa, se não puderes com nós as duas, podes começar sempre por mim”.

Já noite, regressei à casa, esperei pela minha mulher chegar, ela entrou, tombou na cama, um cheiro intenso a homem e sexo pairava nela, e ela disse com os olhos molhados, “amor, estou toda fodida”.

A virgindade não foi com a amiga

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A virgindade não foi com a amiga

Volto às biografias quando alguém me perguntou como tinha sido com a minha primeira namorada ou com a mulher que me tirou a virgindade, e isso fez-me recordar essa altura da minha vida em que por acaso namorada e virgindade foram mais ou menos coincidentes.

Lembro-me bem que foi uma prima minha, um pouco mais velha que eu, ela apresentou-me o que seria a rapariga que podia ser a primeira namorada, com aquele sentido mais sério de que, embora não gostássemos especialmente um do outro, ela e eu íamos chegar a um acordo porque precisávamos dos órgãos sexuais de um e do outro, eu da cona dela e ela da minha piça, para deixarmos de ser virgens.

Pelo menos era isso que eu pensava, os anos começavam a passar e já percebera que as mulheres não sentiam por mim qualquer tipo de atração, algumas até manifestavam uma certa repulsa, e assustava chegar àquela idade em que todos os meus amigos já tinham provado do fruto proibido, enquanto eu ainda não tinha sequer visto uma cona ao vivo, só em fotografias quando batia punhetas.

E ver não é praticar, a ideia de ter à minha frente uma cona peluda e não saber bem o que fazer com ela, como enterrar lá o meu pau, provocava-me muitos pesadelos e medos, uma sensação de perigo e um sentido de urgência que me obrigava a aceitar tudo o que a divina providência me desse, porque a partir daqui era para esquecer isso, passar à fase seguinte diretamente para o profissional, ou seja, para uma cona alugada.

Falando dessa namorada, ela nem era má de todo, era ligeiramente cheia sem ser gorda, tinha umas mamas grandes, uma boca gulosa de gostar de chupar caralhos, o rabo era generoso, uma medida acima do normal, mas bom para cavalgar, e uma alegria e um sorriso antecipado de quem vai passar a vida a procriar e a ter filhos, não sabendo, nessa altura, o que era mais assustador foder ou não foder com ela.

Na nossa primeira vez, eu e ela, mais a minha prima e um amigo dela, fomos todos para uma praia interior, dessas juntos a um lago, a um rio ou barragem, e esta era de uma barragem, onde havia areia mais branca que a do mar , e sítios escondidos entre árvores e arbustos onde podíamos estar todos nus, e se quiséssemos a foder, sem ninguém para nos incomodar.

Mas uma coisa é ir, destemidamente, outra é chegar e pôr-me ali nu à frente da minha prima, do outro gajo que a queria foder, e da minha alegada namorada, foi quando cheguei que percebi que não estava preparado, mesmo sabendo muito sobre bater punhetas, a minha confiança sobre sexo era zero, pelo menos antes de tentar dar uma foda na gorda, e para isso precisava de habilidade, uma reação rápida.

Aproximei-me da minha prima e disse, “não estou à vontade, vou com ela (a minha namorada) até lá ao fundo”, e apontei para um banco de areia suficientemente distante, pensei eu, para iniciar o meu projeto, e comecei a puxar pela mão da rapariga a pedir-lhe ao ouvido, “vamos até lá ao fundo, vamos deixar a minha prima com o amigo”, ela sorriu compreensiva e começamos a andar, ela já estava nua, e eu via o rabo a dançar, as nádegas mexiam-se em ondas de carne de um lado para o outro, e ocorreu-me a ideia, de quanto o sexo dá trabalho, mas neste caso, tinha mesmo de ser.

Chegámos e ela correu para a água enquanto eu preparava o cenário, agradou-me a alegria dela a ajudar-me com a ideia de que é mais fácil foder uma mulher que se ama, do que uma puta qualquer, embora isto não fosse bem certo, ou se era certo era só comigo, porque amigos meus fodiam tudo o que calhasse na sorte ou na rede, como se fosse, não um ato de amor, mas como um desporto ou um exercício do caralho com direito a contagem de fodas dadas, como a quilometragem de um carro, e a troféus ganhos com o acontecimento.

Eu estava no limbo da experiência, no grau zero, tudo o que acontecesse seria expôntaneo, seria improviso, ela veio a abanar-se toda, como uma cadela molhada a sacudir o pelo, chegou perto de mim, olhou para o meu caralho teso que eu tinha estado a preparar, a ideia de que qualquer coisa pudesse falhar era horrível, não podia acontecer, ela riu-se, do que era não sei, seria por estar teso, seria por ser eventualmente pequeno.

Ela deitou-se ao meu lado, e sem me perguntar ou dizer qualquer coisa, agarrou no meu pau e começou a chupar, o minha piça desapareceu dentro da boca dela, e depois apertou-se como um elástico, começou a aparecer aos poucos, um lindo brilho a saliva, e os lábios dela, grossos vermelhos, a língua a enrolar-se na cabeça, e depois novo mergulho até ao fundo, eu gemia, “humm tão bom foda-se!”.

Eu perguntava-me se com um broche já podia dizer que não era virgem, não, tinha de haver cona, que ansiedade, foda-se!, ela prosseguiu e as minhas mãos procuraram-lhe as mamas, apertei-lhe os mamilos rijos e ela deu um gritinho, fui por ali abaixo e apalpei-lhe a cona, uma emaranhado de pelos como um pequeno gatinho, aventurei-me e os meus dedos procuraram-lhe a cona, adorei, estava encharcada, procurei um buraco e com dois dedos entrei por ali adentro.

Ela mexeu as ancas e abriu ainda mais as coxas, os meus dedos eram mestres, aprenderam rápido, giravam frenéticos e ela estava a gostar, chupava-me a piça desconcentrada, um trabalho desleixado, e eu pedi para meter a minha verga na fenda dela, já não era sem tempo, ela atrasava e eu começava a achar que a virgindade dela era coisa de história e quem estava ali em problemas era eu.

Eu tirei o pau da boca dela, e disse, “deixa-me meter-te na cona”, e comecei a tentar deitar-me em cima dela, mas ela empurrava-me, “não, não pode ser, não tens preservativos”, eu agarrado à piça dizia, “foda-se!! o quê?”, mas ela insistia, “não vou foder contigo, não temos preservativos”, eu retorqui mais uma vez, “mas eu meto só a ponta”, a ponta era suficiente para eu deixar de ser virgem, “eu tiro para fora e não me venho”

Ela não cedia, e disse, “se queres bato-te uma punheta”, eu estava incrédulo, finalmente tudo estava tão perto, uma garota gorda queria dar-me uma oportunidade, a minha boca abriu-se, “punheta?”, ela abanou a cabeça, “eu não dou cona logo à primeira e ainda por cima sem preservativos!”.

Eu estava estático e sem reação, ela agarrou-me no pau outra vez e começou a bater-me uma punheta, eu estava deitado e comecei a contorcer-me e quando dei conta estava a vir-me, “foda-se! Caralho!! estou a vir-me todo”, ela lavou a mão na água e disse, “vou-me embora”, começou a correr e desapareceu.


Durante minutos fiquei ali, deitado, a ver as nádegas dela a abanar por todos os lados, doía-me a piça, e doíam-me também os colhões, pelo menos aprendera que não há nada mais desastrado do que uma mulher a bater-te uma punheta, uma violência descontrolada, embora com resultado conseguido, levantei-me e fui andando, esperava que a minha prima e o outro gajo ainda estivessem á espera.

Cheguei e vi só a minha prima, ela vinha da água, com uma calma tremenda, a água morna da lagoa escorria pelo corpo, no centro vi um mato negro generoso de pelos encaracolados, não resisti pensar, “a minha prima tem uma cona peluda”, os seios e as dimensões do peito, do ventre e das ancas eram perfeitos, ela pareceu adivinhar os meus pensamentos, deitou-se na toalha e abriu as pernas.

Eu tentava não olhar, o meu centro de visão era por cima dela, desta maneira nem as mamas dela eu via, eu perguntei, “e o teu amigo?”, ela respondeu, “estava a incomodar-me, hoje estava aborrecido, quando a tua namorada apareceu, eu disse para ele ir embora com ela”, eu fiquei em silêncio, e ela continuou, “costumo dar umas fodas com ele, quando me apetece, mas hoje não estava a funcionar?”.

Ela rolou o corpo para o lado á procura de um cigarro, e isso deu-me a oportunidade para a olhar sem reserva, os pelos molhados na cona, os mamilos rijos como uvas rosas, ela apanhou os meus olhos a mirarem o corpo nu dela, ela mostrou os dentes brancos, “tira os calções, escusas de estar a esconder o teu pequeno pauzinho”, deu uma gargalhada e depois ela continuou, “e então? E tu? Comeste alguma coisa? Ela passou por aqui e nem parou”.

Eu tirei os calções, deitei-me ao lado da minha prima, “não fodi nada, ela não quis, estava com medo, sem preservativos, acho que estou condenado”, a minha prima riu-se, eu continuei, “acho também, ela não me excita, acho que acabei com ela”, a minha prima olhou para a minha piça, “mesmo assim vocês demoraram bastante!!”, eu prossegui, “ela chupou-me o pau e bateu-me uma punheta, mais nada, o meu caralho ainda dói dela bater com força”.

Não sei se foi uma oportunidade dela, eu senti os dedos frios dela a agarrem-me no caralho, e ela a dizer, “coitadinho! Dói muito?”, a mão dela começou a acariciar o meu pau, prendia os meus colhões entre os dedos, e num segundo fiquei teso, arqueado para cima, ela perguntou, “hummm, está tão duro, ainda dói?”, as minhas pernas retesaram-se, eu disse, “agora dói pouco”.

Ela prosseguia a acariciar a minha piça, as mãos dela tinham aquecido, ela agarrou na minha mão e puxou-a para dentro da cona dela, eu senti aquele mar de pelos negros, e os meus dois dedos acariciaram-lhe o clitóris, ela abriu as pernas, deitou a cabeça para trás, e gemeu, “continua, com mais força”, os meus dedos estavam frenéticos dentro da fenda, e ela gemia cada vez mais alto, “aihhmmm, continua, hummm, aihmm”.

As ancas dela moviam-se como ondas, ela encostou o corpo dela ao meu, a agarrar-me pelo pescoço, “isso, mais!”, e depois perguntou-me, “queres lamber-me a cona, anda lambe-me a cona”, eu não aguentei, acho que era o que mais desejava, eu mergulhei a cabeça entre as pernas dela, e molhei os meus lábios, de um sabor salgado, um cheiro divino intoxicante, a minha língua chupou-lhe os lábios e prendi-lhe as ancas nos meus braços, e chupei-lhe a cona, lambendo-a de alto a baixo.

A experiência era mágica, o corpo da minha prima contorcia-se a cada lambidela minha, prendia-lhe o clitóris entre os lábios, e ela gemia para trás, as pernas eram molas, o peito, o ventre, os mamilos rijos, subiam e fugiam-me das mãos, era a minha primeira vez com tudo isto.

Até que ela parou, as pernas fecharam-se de repente, ela suspirou, “aihmmm, estou quase a vir-me, não”, ela rodou sobre o meu corpo, e sentou-se em cima de mim, eu não conseguia falar, tudo era uma novidade, ela contorceu o rabo para trás, e com a mão, agarrou no meu galo ereto, e deixou-se cair sobre ele, e enterrou-o na cona, pouco a pouco até ao fundo.

Ela não falou, nem me pediu explicações, o corpo dela subia e descia no meu pau, ela dizia ao meu ouvido, “podes vir-te, eu tomo a pílula”, puxou-me as mãos para as mamas dela, que ali se prenderam como ventosas, ela subia e descia, e era maravilhoso, sentia o meu pau constrangido nas paredes da cona, como um rato preso sem saída.

O rabo dela era maravilhoso, houve segundos em que esqueci tudo, até que ela deu um grito, eu também estava no fim, as pernas dela apertaram-se e eu sabia, ela gemeu, “aihmm foda-se estou a vir-me toda ahimm”, e eu larguei toda a porra que restava nos meus colhões para dentro dela.

A minha prima sussurrou ao meu ouvido, “agora já não és virgem”, eu sorri, e ela continuou, “já não precisas daquela namorada”, eu respondi, “não, vou dispensá-la mas ....”, ela perguntou, “mas? Mas o quê?”, eu disse, “quero-te a ti”.

Depois desta primeira vez ainda marcávamos encontro no meio da natureza e durante algum tempo, nós passávamos tempo um com o outro.

Viagens em trabalho e sexo

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Viagens em trabalho e sexo

De vez em quando regresso às minhas biografias, porque e isso fez-me recordar o episódio de uma viagem em trabalho a uma feira a Amesterdão, não era mais do que dois dias, fui eu e mais uma colega, e tudo correria normalmente, se as coisas não fossem tão mal organizadas.


Cheguei ao hotel, eu e uma colega, e o previsto era existirem dois quartos, uma para cada um de nós, e era a maneira para, depois de despachar o trabalho, dar uma volta pela cidade e em especial, pelo bairro do sexo da luz vermelha, para me divertir um pouco, o que era um prazer grande sempre que voltava.

Quando a minha colega veio dizer que havia só um quarto, o hotel aparentemente estava cheio, fiquei como que em pânico, eu perguntei, “e então, como vamos fazer isto?”, ela respondeu alegremente, “então, ou dormimos juntos na mesma cama, ou então dormes tu no chão”, ela olhou para mim de alto a baixo, como que à procura de uma reação, concentrou os olhos no volume das minhas calças, eu respondi, “mas, sabes eu sou casado!”

Ela deu uma gargalhada, e isso deu-me a oportunidade de vê-la melhor como mulher, quero dizer, mulher com quem eu pudesse foder uma noite, as coxas eram roliças, via-se que cuidava bem do corpo, os olhos eram profundamente azuis, os cabelos loiros, os mamilos espetados, um rabo generoso, uma mulher que não tinha vergonha de mostrar todos os benefícios que Deus lhe dera.

Subimos para o quarto, as hipóteses ou soluções não existiam, ou era aquele quarto ou era nenhum, e quando chegamos, lá estava uma cama king size bem espaçosa, e eu cruzei os olhos com os dela e devemos ter pensado a mesma coisa, “podemos dormir aqui os dois bem afastados sem nos encontrarmos a meio”, ela foi a primeira a falar, “não sei se sabes, eu também sou casada”.

Ela depois sentou-se na cama, ou melhor, mandou-se para ela, e disse, “não podemos é dizer a ninguém que dormimos juntos!”, ela deu outra gargalhada e continuou, “ainda vão pensar que estivemos a foder”, eu olhei para as pernas nuas dela, nudez que subia por ali acima até metade da coxa onde acabava o vestido curto, e depois ela insistiu, “já pensaste no que pensariam?”.

Fui acompanhando a conversa dela e disse, “pensariam? pensariam o quê?”, ela prosseguiu, “então, se soubessem que dormimos juntos e estando tu assim tão perto do meu corpo, não tivesses tentado comer-me?”, eu questionei, “o que achas que pensariam?”, ela sorriu, “iam pensar que és bicha, que não gostas de mulheres!”, eu prossegui, “podia sempre dizer que respeito as mulheres”.

Ela rebolou-se na cama, por momentos o vestido subiu para cima, e não consegui evitar, deu para ver a lingerie de renda negra, as pernas abriram-se com voluptuosidade, ela disse, “e se eu não quisesse ser respeitada? Se eu quiser mesmo dar uma foda?”, eu começava a sentir um certo cerco apertado, “mas tu és casada e o teu marido?”, ela deu uma gargalhada que me fez gelar os ossos, “o meu marido não me fode, começo a achar que ele gosta de homens!”.

Eu não tinha previsto isto, o que eu queria mesmo era fazer o meu trabalho, e depois sair por aí pela cidade sem dar satisfações a ninguém, e lá por sermos colegas não significava nada, não tínhamos de estar sempre juntos, tos, a minha curiosidade apertou-me e eu perguntei, “mas ele gosta de homens como? Porque dizes isso?”, ela prosseguiu, “eu sinto, ele sai de casa e quando volta, sinto um cheiro a homem que não lhe pertence, compreendes?”, eu insisto, “mas isso não quer dizer nada, pode ter estado na companhia de alguns”.

Ela abanava a cabeça, como que a dizer que eu não tinha razão no que dizia, eu pensei em mim e nesses mesmos desejos, sempre que vinha a Amsterdão ou a outro sitio, não que fosse submisso, que quisesse ter sexo com homens, mas para mim os travestis com um pau grosso entre as pernas, eram a minha perdição e o meu vicio e agora só precisava de um milagre para poder fugir pela porta do quarto e voltar mais tarde só para dormir.

De repente ela deu um salto, “sabes que mais, hoje já não vamos à feira, vou tomar um banho refrescante e depois falamos”, ela mexeu-se, largou os sapatos, depois o vestido, as cuecas e soutien, num segundo estava nua, ela virou-se para mim, “gostas do meu corpo, agrado-te?”, eu mirei-a de alto a abaixo, “gosto sim, mas ..”, antes que fosse dizer alguma coisa ela rodopiou sobre o próprio corpo e desapareceu para a casa de banho.

Pensei rápido, vi ali o milagre, a minha oportunidade, olhei em volta pelo quarto e num bloco e caneta, arranquei uma folha e escrevi, “vou sair, posso voltar tarde, não conte comigo para jantar”, corri para a porta e antes que alguma coisa pudesse acontecer, entrei no elevador e desci, passei pela receção e passo acelerado, e saltei para a rua.

Acho que virei a cabeça para o céu, e inspirei o ar do entardecer, um calor espalhava-se pela cidade, parecia Verão, chamei um uber e em minutos estava no Red District à procura de alguma coisa ou de alguém que tivesse um rolo grosso para me foder, fui percorrendo a rua e as lojas, à procura impaciente, a imaginar-me a ser dominado e fodido no traseiro como se fosse uma cadela esfomeada.


Passei junto à porta de um bar e chamou-me á atenção um travesti negro que estava junto à porta, olhei para ele, o vestido colava-se ao corpo, como um tecido elástico, e na zona do caralho um volume enorme sobressaía e isso excitou-me com violência, como se a minha escolha fosse ele e fosse definitiva.

Ele soltou uma baforada de alguma coisa que fumava, e quando eu cheguei mais perto, mirei-lhe o rosto, debaixo da cabeleira acastanhada, tinha um queixo masculino, a virilidade estava à vista, apesar dos seios espetados, e das coxas arredondadas de uma mulher, ele viu-me a aproximar-me e ele perguntou, “queres o que eu tenho aqui?”, e levantou o vestido, e eu vi o rolo preto enorme com duas bolas grandes como as de um cavalo.

Sei que lambi os lábios, todo o meu corpo tremia, um frémito quente subiu-me dos pés à cabeça, ele chegou mais perto de mim, e ele disse, “eu posso fazer-te gozar, queres muito seres montado, meu querido, diz que sim!”, eu respondi, “eu acho que sim, podemos ir para algum lado?”, ele puxou-me pela mão, entrámos pelo bar adentro, estava cheio de homens e de travestis, que conversavam e dançavam, e entrámos numa sala, eu achei-a demasiado iluminada, e nos lados encostados às paredes, estavam vários homens nus, que pareciam estar à espera.

O meu travesti negro disse para eu tirar a roupa, eu olhava para os outros homens que ali estavam, e depois de eu estar nu ele disse para eu me deitar sobre o que parecia ser um móvel, havia um som de fundo vindo do bar e da respiração de todos, deixou-me bloqueado, não conseguia pensar em nada, apenas ouvia as instruções, ele disse, “encosta-te aí querido, eu vou comer-te o cu por trás”.

Eu não reagi, encostei-me ao móvel, com o meu cu exposto à sua vontade, quando senti, a piça dele batia no meu ânus, eu fechei os olhos à espera, e a cabeça da piça entrou, eu soltei um suspiro, “humm, aii, haaa, fuck, haaa, caralho, tão bom”, uma espécie de poço negro abriu-se no meu cérebro, e quando acordei novamente, eu senti, o caralho dele escorregou até ao fundo, os pelos de arame dele roçavam-me nas nádegas, eu sabia que estava a levar no cu com ele todo.

Ele começou a montar-me com toda a força, e nos meus olhos fechados imaginava aqueles homens todos, assistiam o meu travesti negro a penetrar-me o cu, eu sentia o ruído deles e as vozes, a acariciarem os seus paus, enquanto ele entrava e saia com o galo ereto, duro como pedra, a bater em ondas contra as minhas ancas, eu torcia-me para cima, eu gemia como um louco, “haaa, humm, haaa, aihm, ahmm”, e ele puxou-me pelo pescoço e entrou em mim ainda com mais força.

Não sei quanto tempo foi, a piça preta esmagava as minhas nádegas num movimento incessante, um ariete rijo entrava e fodia-me todo, as bolas enormes batiam no meu caralho, eu não queria que ele parasse, eu queria ser subjugado como uma cadela com cio, queria ser satisfeita com muito pau, a ir de empurrão para a frente sempre que levava com mais uma batida, de piça a entrar por mim adentro.

Acho que comecei a acariciar o meu pau, eu queria vir-me ao mesmo tempo que ele, ou pelo menos queria vir-me antes dele estar cansado, ou achar que tinha chegado ao limite e ao tempo do seu próprio negócio, quando senti que ele saia e perguntava aos presentes, “querem um bocado de cu dele?”, a resposta veio rápida, eu ouço uma voz por detrás de mim, “eu quero, querido, vou-te dar mais pau”.

E num segundo, outro caralho ainda mais grosso, escorregou entre as minhas nádegas e entrou-me no cu, eu gemi novamente, “ahimm, haaa, hhumm, fuck, tão grosso”, um homem branco montava-se em mim, ele também gemia, “ai, foda-se, que cu tão bom, que boa puta que tu és”, eu sabia estava a ser dominado pela força de uma piça dura, rija como pedra, ele disse, “deem-lhe um caralho para chupar”, outro homem aproximou-se, agora da minha cara e pôs o caralho na minha boca.

Não sei se foram minutos ou segundos, apenas que me deixei ir por um túnel de esquecimento, estava a ser montado por trás e a chupar um rolo duro na boca, a cada batida vinha de empurrão para a frente, até que senti que comecei a vir-me, a porra saía sozinha pela excitação da minha próstata, e ele também chegava ao limite, começou a tremer as pernas, bateu com força nas minhas nádegas, a piça saia e entrava, cada vez mais devagar, até que a porra dele inundou o meu cu, “ahummm, aii, fuck, estou-me a vir todo”.

Passados minutos eu estava de volta à rua, a noite estava fresca numa noite de Verão, com uma certa humidade no ar, eu toquei no meu traseiro, as minhas mãos acariciaram as minhas nádegas, e senti satisfação e senti também que o meu cu doía, tinha estado mais de meia hora a ser penetrado por machos, e agora regressava ao hotel.

Entrei no quarto no escuro, apenas com a luz que vinha da rua, tomar banho iria acordá-la, eu despi-me e fiquei com os boxers, e quando caso adormecia, senti a minha colega a tocar-me e a dizer quase a sonhar ou a dormir, “cheiras a homem como o meu marido”, eu não respondi.