Esta é uma daquelas recordações de Verão que eu não conseguirei esquecer nunca, seja quais forem os esforços que faça ou que diga repetidamente a mim mesmo que foi apenas um sonho.
Aproximava-se o fim da escola e quando ainda estávamos naquele período em que tudo se torna mais lento, a azáfama das preparações do dia começam a tornar-se mais descuidadas, como se faltando apenas um dias, o melhor era ir preparando as férias, porque aulas agora só para o ano.
Os meus planos não eram nenhuns, e talvez fosse essa a virtude de poder acontecer o inesperado, não preparei nada para esse período e com os meus amigos todos a irem para fora, já antevia, ou iria com os meus pais para algum lado entediante, ou então ficaria por casa a fazer qualquer coisa com o tempo.
Reconheço que me senti um pequeno cachorro a pedir atenção aos outros, ao contar a minha situação a duas amigas, de que o Verão passaria e eu ficaria sozinho, quando elas me convidaram para passar férias com elas, que a mãe iria também e iam todas para uma casa no Algarve que alugara há uns meses.
Tive um sentimento estranho, que passou rápido por alguns segundos, de um rapaz com três mulheres, duas amigas e uma mãe mais velha, sozinho com elas durante alguns dias, tentei imaginar como seria, nenhuma delas me interessava, eram verdadeiramente amigas, daquelas que eu desconfiava terem uma relação intima, tal era o comportamento de uma com a outra, abraçando-se constantemente aos beijos.
Poderão perguntar-se, se eram minhas amigas, eu devia saber se eram lésbicas, só que as coisas não se passam assim, as pessoas resguardam-se e depois ver mulheres abraçadas umas à outras, é quase coisa normal, faz parte do ânimo delas, e talvez só agora, apesar de achar que poderia ser, eu saberia da verdade e se uma e outra faziam sexo juntas.
Quanto a mim, quem sabem elas pensassem o mesmo, que eu era um pouco feminino, quem sabe eu gostasse de rapazes ou homens crescidos, e por isso, se sentissem à vontade de eu estar presente nas férias delas e confiantes de que poderiam dizer-me tudo sem medo que eu as prejudicasse de qualquer maneira.
E dizendo isto, recordo o primeiro dia, ela e a mãe passaram na minha casa para me irem buscar antes da viagem e quando chegaram pararam no meio da estrada e uma delas, a que chamarei Rita, disse, “põe as coisas lá atrás, na bagageira, e senta-te à frente com a minha mãe, eu fiz isso tudo e quando abri a porta do carro, olhei para dentro e lá estava a mãe dela, ela sorriu para mim, estendeu-me a mão a agarrar a minha, “entra, querido”.
Elas sentadas no banco de trás riram-se do tratamento da mãe delas para comigo, “entra, querido”, o que me deixou um pouco a tremer, mas que depois achei que era o tratamento de uma mulher mais velha para um amigo jovem da filha dela, isso deixou-me sossegado, o sorriso dela era tão largo e profundo que foi como um grande abraço carinhoso.
A viagem demorou umas horas, no banco de trás elas esqueceram-se de nós, durante o caminho até ao sul de Portugal, só existiam eu e a mãe delas, olhei para ela escondendo os meus olhos, vestia uma saia florida que ela prendia entre as pernas, em cima, uma camisa de linho com renda, os seios ajustados num soutien negro, eu via na transparência dos tecidos, os mamilos tesos, os traços das coxas.
Eu percebi que ela percebeu o meu interesse, a viagem foi suficientemente longa para trocarmos olhares comprometedores, várias vezes subiu a saia até às ancas para que eu admirasse todo o esplendor das suas pernas, esqueci-me que também eu tinha só tinha vestido uns calções, daqueles que não têm proteção interior, e que são bons de vestir quando não se tem mais nada por baixo.
Uma secura intensa atacou-me a garganta, a minha saliva secara e os olhos poisavam naquelas ancas de mulher experiente e com as medidas certas, e eu sentia e ela também pelo que via, o meu caralho estava teso como pedra, eu não conseguia esconder, uma cabeça que insistia em sair pelos lados e mostrar-se um pouco como um pequeno animal na sua toca.
Ela sorria para mim, prendia-me os olhos e depois olhava para baixo, houve um momento em que a filha questionou, “mãe porque é que estás a rir?”, ela respondeu, “nada, filha, estava só a imaginar umas coisas”, e depois parava de sorrir com um olhar cúmplice que não podia esconder.
Tínhamos chegado, a casa era deslumbrante, não muito longe da vista uma praia de areias brancas, antecipando umas férias de Verão fantásticas, sem saber como se iria resolver o que acontecera entre mim e a mãe delas na viagem, como se tivesse existido um acordo de prazer secreto, que de alguma maneira, teríamos de ultrapassar obstáculos, como a idade dela, talvez de trinta e poucos anos, e a minha de bastante menos.
Elas escolheram um quarto para elas, disseram à mãe que dormiriam juntas, a mãe destinou-me um quarto ao lado do dela, com uma porta entre eles que os separava, e enquanto falávamos da beleza da casa e do local, a Rita diz que foi o pai que a alugou, mas que não viria de férias, ou se viesse seria mais para o fim da temporada.
Aquela afirmação gelou-me as costas, ela dizer, “foi o meu pai que alugou a casa”, e o mesmo aconteceu à mãe dela, olhou para mim como se o prédio dos sonhos e desejos estivesse a ruir, para logo a seguir fixar a minha atenção e dizer, “queridos, o pai não vem, mas nós vamos divertir-nos ao máximo!”, olhei para o corpo dela, as coxas, o rabo perfeito, como se tudo nela gritasse, só quero foder.
Mergulhado nestas emoções, acordei como o chamamento das minhas amigas, puxaram-me para o quarto delas, queriam experimentar bikinis novos que tinham trazido e queriam-me a mim para julgar como ficavam melhores, uma delas disse, “diz-me o bikini que estou mais sexy”, eu estiquei-me na cama, a cama era de casal, e eu tentava imaginar como iriam dormir juntas.
Enquanto eu concentrava a minha atenção nesses pensamentos, as duas despiram-se totalmente, comecei a mirar-lhes o corpo delas, debaixo para cima, de cima para baixo, os seios pequenos e corpos de mulheres que mais pareciam meninas, a sair da adolescência, que gozavam do prazer que eu as ver nuas, mas como se eu fosse apenas um observador.
Pensava se um dia as conseguiria foder, se elas me desejavam, ou se eu era apenas um daqueles amigos de companhia sem direito a cona ou a qualquer tipo de aproximação, eu admirava, os rabos pequenos como peras perfeitas, os pelos da fenda, aparados como pequenos bigodes, imaginei-me a lamber-lhe os lábios debaixo, como se eu fosse uma puta lésbica.
Foram despindo e vestindo vários bikinis e eu ia fazendo uma avaliação, dizendo-lhes o quanto ficavam maravilhosas e desejáveis e que os rapazes ou outras mulheres, ficariam excitados por vê-las na rua ou na praia, elas riam-se com as minhas observações, até que me disseram, “vamos anda, vamos para a praia, queremos ver se tens mesmo razão nas tuas avaliações”.
Eu abanei a cabeça, “que não, estava cansado, apetecia-me ficar em casa”, elas não estranharam, saíram pela porta, em andares frenéticos, nos seus bikinis e pareos, eu olhei para a mãe delas, sentada num sofá, como que a aguardar algo inesperado, eu aproximei-me dela e eu disse, “ficamos só nós”, e quando ia dar meia volta, ela prendeu-me o braço, “não vás, fica”, eu estava em pé, num silêncio comprometedor, ela disse, “também tenho bikinis para experimentar, queres ver?”.
Lá fora o sol caía pesado e forte, no interior uma penumbra fresca preenchia o espaço protegido pelas persianas meio fechadas e uma brisa que atravessava a casa, olhei para ela, de cima mirava os seios cheios e fartos, ajustados ao soutien negro, os lábios carnudos de um rosado intenso, a boca que se abria e parecia a de um passarinho, o meu rolo apertava-se nos calções, a pedir para sair daquela prisão de tecido.
Continuei a fixá-la e disse, “gostava muito de a ver experimentar os bikinis”, ela sorriu, abriu as pernas a reclinar-se para trás, a saia subiu pelas coxas nuas, e eu vi, um triângulo negro, numa lingerie suficiente, para ocultar o prémio guardado, ela abriu ainda mais a ver o meu interesse, “queres que eu as tire?”, quase me engasguei, ela continuou, “vou tirá-las para estarmos mais à vontade”.
Os meus olhos abriram-se, como que a ver a luz de um tesouro, ela moveu as ancas para cima e puxou a lingerie para baixo, a pedir-me para a ajudar com a tarefa, eu puxei a descer pelas pernas, até a ter junta na minha mão, como uma bola de tecido fino, com um cheiro precioso, e não aguentei, olhei para o centro dela, e vi, um tufo denso de pelos negros que tinham um brilho vítreo, de humidade de tesão.
Não era difícil perceber, eu era jovem, mas já tinha fodido uma mulher, ela estava a ferver, um liquido encharcava o clitóris, os lábios da cona molhados, e imaginei, ou sonhei, pôr-me de joelhos e lamber-lhe a fenda húmida, uma das coisas que mais gostava, ela percebeu os meus pensamentos, e puxou-me para perto dela, e disse, “deixas-me ver?”, eu sabia o que ela queria, que eu tirasse o caralho para fora, que deixasse cair os calções cair os calções para baixo, eu disse-lhe com os olhos que sim, e ela foi rápida, puxou-me a roupara para baixo e soltou-se o meu pau para cima como se fosse uma mola.
Ela sorriu ao ver a minha piça ereta como pedra, virou os olhos para mim, “é lindo, e grande e grosso, és um afortunado”, e riu-se novamente, senti a mão dela a apertar-me a verga pela primeira vez, “meu deus, é tão bonito, nunca vi uma coisa assim, tão bonita”, ela puxou a minha piça para a boca e senti os lábios húmidos a tocarem na cabeça, a puxarem o prepúcio para baixo, e depois, ainda mais fundo, engoliu-o por inteiro, fez um ruído maravilhoso, chupou-me o pau para fora e depois avançou outra vez para dentro.
Achei que estava a perder a noção, fechei os olhos e suspirei, podia ejacular a qualquer momento, ela tinha de parar, eu afastei-a e pedi, não, implorei, “deixa-me lamber-te”, ela abriu as pernas e esperou, eu pus-me de joelhos e a minha língua mergulhou, um gosto a sal adocicado, os pelos rodeavam-me o nariz, um cheiro inebriante atingiu-me o cérebro, e esqueci-me de tudo, ela abriu muito as pernas e a minha língua tremeu nos lábios da cona, e senti que ela se curvava para trás, e gemia, “ai querido, aihmm, ai foda-se, que loucura”.
Uma espécie de névoa enchia a casa, ou então era a minha cabeça, não me via a mim, nem a via a ela, apenas aquela cona linda e a minha boca, a senti-la a cada segundo, os lábios encharcados, duros de tesão, tanto que ela gemeu, “mais não amor, come-me, vem”, subi por ela, por entre as pernas, tronco e seios, tirei-lhe a camisa, tirei-lhe a saia, tinha-a toda nua, o meu pau procurou a fenda, e entrou por ela, senti-o a ir até ao fundo, e ela gemeu, “aihmm, amor, tãaao bom”.
Ela estava por baixo de mim, e comecei a fodê-la, como se fosse minha mulher e amante, as minhas nádegas movimentaram com força, o meu pau entrava e saía, ela procurou a minha boca e beijei-a, lambi-lhe a língua, como se chupasse um fruto maduro, ela prendeu as pernas nas minhas costas e fez ainda mais força, para que eu a penetrasse, bem até ao fundo, sussurrei-lhe ao ouvido, “não aguento mais, vou-me vir todo”, ela suspirou, “vem-te querido, estou a vir-me também”, ela deu um pequeno grito e tremeu o corpo todo, ela estava ter um orgasmo.
Nos segundos seguintes, deixámo-nos ficar assim abraçados, a apreciar o momento de indolência, como um pequeno marulhar do mar nos rodeia os pés com água fresca.
Era o primeiro dia que tínhamos fodido juntos, as férias trariam prazeres infinitos, queria fodê-la de todas as maneiras e eu sentia que ela tinha o mesmo desejo, estávamos a comer na cozinha, parecendo dois namorados depois de uma foda bem dada, quando telefonou o marido, ela atendeu, olhou para mim com o sorriso e respondeu, “está tudo bem querido, estamos a divertir-nos muito, as raparigas saíram”.
Ainda o ouvi a perguntar, “e o rapaz?”, ela respondeu, “ele está aqui comigo, amor, estamos a passar bons momentos juntos”.
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