Sedução de Bikini - Contos do Diabo - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Sedução de Bikini - Contos do Diabo

Գ
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Não há nada pior para um Diabo do que o tédio, mas era assim que eu me sentia, entediado num bar vazio de praia, a manhã mal tinha começado ainda, humanos caminhavam em fila, bebia eu um cocktail gelado, o gajo que o preparou achou estranho, quando eu lhe disse, “traga a bebida, acabei de vir do inferno”.

Há medida que os humanos passavam eu ia entrando neles, arrastavam-se para a areia fixados numa toalha estendida, uns sem atividade mental nunca, outros com ela desativada, era este o panorama, para um dia sem perspetiva, quando ouvi uma voz a ecoar num cérebro, “esta puta da minha mulher anda com este bikini há dez anos, não me dá tesão nenhum”.

Fui seguindo com os olhos este espécime inusitado, lendo-lhe o pensamento por dentro, “esta gaja com este cu maravilhoso, quando o devia mostrar mais, não mostra, tenho o produto em casa, mas sem o proveito desejado”, olhei para o cu da mulher que caminhava à frente dela, e realmente posso dizer, era muito bem feito, normalmente apetitoso, não fosse o bikini desbotado e fora de moda que cobria aquele item tão feminino.

Vi-os abandonarem o paredão da praia, a descerem para a areia, a pararem numa barraca alugada, daquelas de tecido de algodão, branco e às riscas azuis, e a pousarem as coisas, ele depois sentado numa cadeira e ela estendida na toalha com o cu virado para cima, e não há como negar, era uma bela mulher, com tudo perfeito, sexualmente apetecível, uma máquina de tesão, à espera de explodir.

A minha bebida tinha acabado, no olhar do empregado havia um desejo, que eu me fosse embora, eu então arranquei em direção à areia, fui tirando a minha roupa do corpo de um negro grande que apanhei, deixei só uma tanga e olhei para baixo, “estou bem dotado e a coisa vê-se bem, aqui há confiança”.

Aproximei-me mais da barraca, ouvi o gajo a pensar, “foda-se que desperdício”, ele depois olhava para as outras gajas que passavam, “aquela sim, tem um bikini do caralho, é todo fio dental metido dentro do cu, tanto tesão que me dá, ao menos se a minha mulher fosse assim, dava-lhe uma foda aqui dentro”, e virava a cara para o interior da barraca.

Como Diabo sentia-me no dever de fazer qualquer coisa útil, ajudar aquele homem desesperado, o que era estranho, normalmente a minha única ocupação era a diversão, gozar com estes desgraçados, mas isto era demais, este gajo queria comer a mulher, mas precisava de um estimulo, que ela vestisse um bikini mínimo para o pau saltar e crescer com força.

Foi quando vi um daqueles nigerianos de praia, numa mão grande do tamanho duma tábua, trazia caídos nos dedos montes de bikinis pequenos, tomei-lhe a consciência de assalto, e mudei de direção para a barraca, e aí ajoelhado parei junto do gajo, “bikini, bikini, pequeno, bom, sexy”, e depois sussurrei, “muito tesão muito tesão para sua mulher fica boa e mais homens vão gostar”.

Ela virou a cabeça na toalha, fez um gesto de “não” com as mãos e disse, “não querido não preciso de nenhum bikini”, o gajo ardia com febre, e eu insisti com ele, “sua mulher fica boa, outros homens vão querer comer a tua mulher, aí mesmo na barraca”, ela percebeu o que eu dizia e disse qualquer coisa, “querida, diz aí a esse senhor que não quero ser fodida por nenhum homem nessa barraca, para ele ir embora”.

E enquanto ele pensava o que dizer, na cabeça dele tinha a imagem da mulher nua na barraca a ser fodida, o caralho dele crescia nos calções, eu aproximei-me dela e de cócaras eu disse, “a senhora é tão bonita, é só experimentar”, quando dei conta, ela olhava para o pau gigante do nigeriano, o pau tinha-se deslocado da túnica para baixo, onde estavam dois colhões maciços como cocos, eu insisti, “a senhora veste e seu marido vai gostar de ver bikini reduzido, é só um fio entre as nádegas, e muitos homens vão aparecer desejando querer comer a senhora”.

Olhei novamente para o gajo, ele tremia de excitação, a ideia da mulher vestir um bikini novo era um sonho antigo que se arrastava no tempo, mas agora tinha que lidar com novidades, ao principio o prémio era para ser só seu, mas agora pensava que podia ser dividido e então a sua mulher que tinha tanto amor para dar, mesmo aqui nesta barraca, quando ele diz, “oh amor, experimenta ao menos um, só para me agradar, aqui mesmo na barraca”.

Ela ainda estava focada no meu pau preto grosso e comprido, melhor, no pau do nigeriano que eu ocupava, que ia crescendo a cada lambidela de beiços que ela dava, eu disse, “senhora, ouça o marido, ele está querendo muito, ver homens desejando comer você, a senhora é tão bonita”.

Quando ela dizia finalmente que sim, eu sai a correr do nigeriano, que ficou ali parado a abanar os bikinis, entrei no preto da tanga e com a voz deste fui mais perto, e disse ao gajo, “eu posso ajudar”, o gajo olhou para mim, viu o meu volume crescido, “ajudar como?”, eu respondi, “eu entro na barraca e ajudo a sua mulher a escolher o bikini”, ela puxou um da mão do nigeriano, castanho com riscas tigre, apenas um triângulo com dois fios e ela disse ao marido, “amor, deixa-o entrar, amor, prefiro ter a opinião de outro”.

O nigeriano parecia uma estátua curvada, com um alto tremendo na túnica, nem sabia porque fazia negócio, nem porque estava teso, eu entrei e ela sorriu, “espero que goste de me ver nua”, eu olhei o corpo de alto a baixo, normalmente eu Diabo não atuo, mas agora com o marido lá fora à espera, o humano excitou-se e venceu-se em mim, o caralho saltou e fixou-se espetado, teso e grosso à espera de a ver nua.

Ela tirou o velho bikini e vestiu o novo, as marcas do sol ainda não se viam, o corpo branco escondido naquele pedaço de tecido era uma bomba de desejo, e sussurrei baixinho, a falar para o gajo na porta, “posso pedir à sua mulher para despir e vestir novamente o bikini”, ele disse, “pode”, e foi quando ele olhou pela nesga do tecido, e ela perguntou, “amor, ele parece estar a gostar de me ver nua e com o bikini, acho que ele está a desejar foder-me aqui, amor, o que posso fazer?”.

O marido balbuciou qualquer coisa, a respiração dele ofegava e não era certamente do calor lá fora, ela agarrou no pau do negro onde eu estava e de cócaras começou a chupar, a verga negra e comprida entrou-lhe na boca, e ela começou a lambê-la, a cabeça, e por aí abaixo, e foi quando eu tremi as pernas que pensei, “o meu trabalho estava concluído, estava na hora de me ir embora”.

E fui, o negro da tanga recuperou a consciência e da mesma maneira que o nigeriano acordou, neste caso este foi com uma gaja a agarrar-lhe o pau e a engoli-lo na boca, com o olho do marido à espreita na frincha do tecido.

Regressei ao bar, pedi ao mesmo empregado mais um cocktail gelado, a dizer-lhe, “vou agora para o inferno”, e pelos arrepios frios que teve tenho a certeza que acreditou.

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