BIOGRAFIAS ERÓTICAS: Contos do diabo
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Contos do Diabo - Um dia no Shopping

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Contos do Diabo - Um dia no Shopping

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só aqui para contar algumas das minhas histórias.

Tinham-me mandado para um desses espaços barulhentos a que os humanos chamam shoppings e foda-se!! eu há anos que fugia desses lugares, porque isto de ser diabo não me obriga a sofrer, as crianças a berrar, a música de fundo a tocar, até o ar a cheirar, caralho, a merda choca, tudo era tão desagradável, que fazia pensar, que o inferno era o paraíso.

Ainda tentei rebater, mas que caralho vou eu lá fazer? até que me disseram, aqui não fazes nada, num shopping arranjas sempre qualquer coisa para fazer, e ali estava eu, entrei no corpo de um velho, daqueles que fogem do calor para o ar condicionado, sentados nuns sofás de napa, macios de mais para o espaço, e ia vendo o que se passava numa loja mesmo em frente.

Os olhos do velho tremiam de desejo, sempre que passava uma empregada fardada da loja, fosse magra, gorda, mal ou bem-feita, ele mexia-se no sofá, espremia o pau murcho a ressuscitá-lo, a gaja ria-se porque já era habitual, todos os dias ele estava a vigiar, era quase um emprego todos os dias, ele ia para ali com satisfação.

Sentia-me aborrecido, até um diabo merece algum respeito, levar o velho para o inferno, só daria chatice e muito trabalho, ele que continuasse ali a apalpar os tomates até morrer, quando senti o olhar do velho a diversificar, até o pau murcho deu sinal, virei a cara e vi um casal, entravam na loja juntos a sorrir, o homem rodeava as costas da mulher, e o rabo dela era saliente, uma pera, uma perfeição, mas o caminhar notava-se!! uma mulher que não esconde, gosta de foder.

Caralho, eu senti ali uma oportunidade, não tinha nada de especifico para tratar, larguei o cabrão do velho e fui a correr, entrei no corpo de uma das gajas da loja e comecei a ver o casal, andavam nos corredores da lingerie, afiei as orelhas a escutar, o homem dizia à mulher, “ai, querida, estou a ferver, quero ver-te com ela vestida”, a mulher agarrava na mão uma lingerie de renda preta.

Ela aproximou-se do ouvido dele e sussurrou, “amor, queres ver-me só ou queres foder?”, ele abanou a cabeça a dizer que sim, ela olhou para mim, ou melhor, ela olhou para a gaja que eu ocupava, e aproximou-se de mim e perguntou, “querida, onde são os provadores?”.

Eu apontei para o sitio onde pensava que estavam os provadores, e ela insistiu, “achas amor que o meu marido vai gostar de ver-me vestida com esta lingerie?”, o marido estava um pouco afastado, a voz da empregada foi quase um sussurro, “acho que sim, quero dizer, depende ...”, ela perguntou, “depende?”, a gaja respondeu, “sim, depende, se é só para vestir e ....”.

Na verdade, apesar de eu possuir a empregada, ela era livre e falava, tinha opiniões, a coitada, e eu só assistia, ouvia e foda-se!! também sentia, porque eu começava a sentir a vagina molhada, a gaja boa continuou, “o meu marido? eu gosto de excitá-lo ainda mais, minha querida, ele tem uma verga que merece ser vista, quando te chamar vai ao provador para veres com os teus próprios olhos”

Tudo aquilo estava a deixar-me desorientado, a gaja em mim dilua-se em esperma, eu vi-os caminhar para o provador e desaparecerem atrás dos panos, eu e a empregada onde eu habitava estávamos a pensar se íamos ver o que se passava, o clitóris dela encharcava-se ainda mais a cada minuto que passava, quando ouço uma voz nervosa, “o que é que estás a fazer? Não há clientes para atender?”, eu virei a cabeça, era uma gaja velha, uma voz autoritária, a minha empregada pensou, “foda-se!! é a minha chefe!!”.

A empregada respondeu, “estava a atender aquele casal, foram provar uma lingerie”, a outra dizia, “sim, sim, mas ....”, e a empregada pensava, “sim sim o caralho, ainda não acabei, quero ir ver a verga do gajo”, eu estava calado, aliás, eu só intervenho quando falha o livre arbítrio, a gaja velha insistia, “mas não estão já atendidos?”, a empregada falha de inteligência insistiu, “bem, mas .., o casal pediu-me para ir ao provador ver se a lingerie fazia efeito”.

A outra abriu a boca, “efeito? Que efeito?”, a minha empregada aproximou-se do ouvido da chefe, “ela queria que eu fosse ver se o marido ficava duro”, ela aproximou-se ainda mais e sussurrou, “se ele ficava com a verga tesa”, a outra abanou a cabeça como a um cão a quem deitam água, “e a menina ia lá ver o quê?”, a empregada baixou a voz, “não sei, mas ela deve vestir a lingerie, penso eu, e o marido fica a olhar para a mulher até ficar com o pau teso”.

Houve ali entre elas um momento de indecisão que eu Diabo, não queria saber como ia acabar, a gaja chefe disse, “mas se calhar até posso ser eu a fazer isso?”, a minha empregada tremeu, “eles iam chamar-me a mim ...”, a outra disse, “então vamos as duas, senão nada feito, também quero ver se o nosso produto faz efeito, se funcionar talvez leve uma para o meu marido”, eu olhei e lá no fundo pareceu-me ver uma mão a chamar.

A empregada que eu possuía disse, “vamos, vamos, ela está a chamar, eu vejo primeiro …”, a mais velha dizia, “está bem, desde que veja a verga do homem …”, eu e elas chegámos perto dos provadores, abriu-se uma nesga nos panos, que uma mão de homem afastava, eu meti a cabeça e foda-se, até eu Diabo me engasguei todo, a minha empregada veio-se a ter um orgasmo, a gaja boa estava vestida com a lingerie, e de gatas chupava uma verga grossa com a língua.

Eu ouvi uma voz atrás de mim, “deixa ver .. deixa ver”, era a empregada velha impaciente, a minha empregada sussurrou, “é a minha chefe, também quer ver …”, a mão do homem acenou a dizer que sim, a cabeça da velha atravessou os panos lá para dentro e foda-se!!, abriu a boca a tremer, o homem disse, “também querem chupar?”, a gaja boa riu-se a dizer, “querido? Não brinques com elas”, a agarrar o pau enorme prendido na mão.

A chefe mexeu-se a querer espaço de manobra, olhou para a minha empregada, “eu chupo, eu chupo, mas não contas nada?”, e depois sem dizer nada, o homem tirou o galo teso da boca da mulher, e meteu-o na boca dela, “vai chupa, engole-o todo”, a chefe abriu a boca como uma moreia a engolir um peixe, e a verga correu-lhe pelos lábios e engoli-la até à garganta, resfolegou como uma égua, “ai, que caralho tão bom, tenho que contar isto ao meu marido”.

Tinha de fazer um ponto da situação, a coisa podia ficar descontrolada, a chefe velha, que eu olhei e não era tão velha assim, tinha o rabo fora dos panos e a cabeça lá dentro a mamar, e a minha empregada a cona ao rubro a ferver, e na cabeça o pensamento, “foda-se, também quero chupar, de maneira que ela ganiu, e o gajo puxou o caralho para fora, e apontou-o à minha boca, a minha empregada suspirou, e começou a lamber o pau, só tive tempo de fechar os olhos, sair dela a correr, e mandar-me para cima de uma pessoa que passava.

Olhei em volta para ver como estava, a rabo da chefe ainda estava de fora, a minha empregada tinha entrado lá para dentro, e senti-me em mim como se me conhecesse, e caralho que susto, olhei para o espelho e eu estava no velho, o cabrão tinha-me perseguido e, penso eu, tinha estado a assistir a tudo.


Contos do Diabo - Lésbicas Progressistas

19:03 0
Contos do Diabo - Lésbicas Progressistas

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Tinha recebido uma informação de que as coisas podiam estar para mudar e que havia boatos de mais uma revolução sexual, e caralho já não aguentávamos, os diabos estavam confusos, não se sabia muito bem quem escolher, ou para ir para o ceú, ou para ir para o inferno, pensávamos que estava estabilizado, dantes era tudo mais fácil, quem levava no cu, já sabia onde ia acabar.

A informação não era fake news, a LGBTQIA+, o que caralho isso fosse, ia agora incluir mais umas categorias, então esta de que se falou, nem sequer tinha pés nem cabeça, era mais umas letras, LP, de lésbicas progressistas, umas que andavam a reclamar, e era isso que me mandaram tentar perceber.

Bati à porta da casa, de umas que me tinham dito que eram as principais revolucionárias, pensei, tinha de ter sorte, da última vez tive de entrar no corpo de um cão, e vim lá cheio de pulgas, espero que apareça uma pessoa, que seja homem ou mulher.

Abriu-me a porta uma gaja loura, alta e esguia como uma gazela, enrolada num casaco de malha, cheirei-lhe a coninha e vi que era apertadinha, era fufa com certeza, não via uma piça há longa data, mas foda-se!! ela olhou e não viu nada, virou-me o rabo para mim em espirito, aproveitei a boleia e entrei no corpo dela.

Lá dentro de casa a boca dela diz a uma outra, “estranho, não estava ninguém”, a gaja estava toda nua, ouvi barulho na cozinha, ela diz, “deixa amor, senta-te temos de debater”, olhei para a rata húmida, as pernas longas abriam-se todas, naquele centro rosado, o meu corpo moveu-se, e com os dedos roçou-os nos pelos, levou-os de seguida à boca, e caralho grande!!!, senti o gosto salgado desta gaja maravilhosa.

Diabo, ainda estava a saborear aquela coisa boa, quando apareceram mais gajas, todas elas nuas a juntarem-se à minha que tirava o casaco de malha, exibindo um corpo fantástico, que até eu Diabo fiquei agradecido por me ver assim nu na pele de mulher tão boa.

Porra!!, mas eu tinha um trabalho para fazer, saber o que elas queriam, porque andavam a reclamar, iam mudar as coisas no inferno, até que aquela que me chamou “amor” disse, “isto não pode continuar, isto tem de ser esclarecido no movimento”, as outras abanaram as cabeças, ela continuou, “eu não me canso de foder com o meu amor, mas às vezes falta qualquer coisa”.

A minha curiosidade era imensa, mas ainda não tinha conseguido, entender coisa nenhuma, uma outra disse, “é, lá por estar a chupar uma piça grossa de um gajo, não é por isso que eu sou menos lésbica!!”, as outras apoiaram, “chupar um caralho verdadeiro, não é a mesma coisa que chupar um pau de silicone preto”, as outras apoiaram novamente.

Pela primeira vez eu estava a ouvir uma novidade, estas gajas eram lésbicas mas tinham medo de ser chamadas hétero só porque chupavam um pau a sério, uma outra insistiu, “eu estou a foder com a minha querida, e ás vezes, ela gosta de pôr um dildo no meu cu, não seria melhor ter um caralho de homem, a penetrar o meu ânus?”.

Realmente pensei, isto era uma revolução, tinha de mandar uma mensagem ao chefe, isto abalava todas as categorias, tínhamos de ver como seria para o futuro, porque lésbicas verdadeiras a brincar com caralhos era uma coisa nunca vista, ia falar-se disto durante anos, até se saber bem quem era carne ou quem era peixe, isto estava a ficar fodido.

O meu corpo ia dizer qualquer coisa, senti a cona a bater os lábios, era uma espécie de tesão novo, até que ele falou, “eu gosto de friccionar os lábios da minha cona nos na cona da minha namorada, mas depois falta qualquer coisa, e o strap-on não é suficiente”, todas concordaram, e uma disse, “mas como vamos resolver isto, quer dizer nas nossas cabeças e depois na politica”.

Esta que falou parecia a mais interventiva e inteligente, era a única com corpo e cara de homem, “porque depois ainda vão dizer que não somos lésbicas, e que queremos é apanhar na cona, como essas hétero mal feitas”, a que dizia que era minha namorada falou, “queridas já é tarde, e se fizéssemos um bacanal?”, eu via-a a agarrar num dildo gigante, ela olhou para mim, “amor, enquanto não arranjamos homem, vou enterrar-te isto no cu”.

Eu olhei para o dildo, ele tremia todo na mão, já estava informado do que queria, e olhei para o pau de plástico, e pensei, “chegou a minha hora, eu vou pôr-me a caminho do inferno, eles vão ficar surpreendidos com esta nova categoria de lésbicas que apreciam piça verdadeira.


Ambições desfeitas - Contos do Diabo

22:37 0
Ambições desfeitas - Contos do Diabo
Ϡ Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Eu estava cá em baixo no inferno, bem quentinho a brincar com umas diabas, elas moviam-se com ritmo, a música tinha uma batida pesada, eu mexia os ombros com estilo, e foda-se para o céu! eu estava no paraíso, admirando rabos na minha frente, eu não estava sonhando, quando, caralho!! recebo uma chamada.

O meu chefe, um gajo ainda mais Diabo do que eu, começou a dizer, “tens de ir lá acima!!, mas eu pensava, “foda-se!! lá em cima faz frio para caralho, aquilo não tem piada nenhuma, e para valer a pena, tem de haver uma boa razão, uma pretendente a diaba a chupar um pau bem grosso ou, melhor ainda para a história, ver a diaba a levar no cu, senão foda-se!! é perder tempo, mesmo para um diabo, porra!!.

Ainda tentei reclamar, gastei os últimos segundos, uma diaba gorda no inferno, acenou para mim em despedida, abanava-se toda num ginga-ginga, as mamas grandes adoráveis, eram ondas de pele, carne e banha, a puta derretia-se toda, e foda-se!! até para um diabo, é coisa que boa de ver.

Tinham-me dito para bater a uma porta e depois para ouvir e registar tudo, e foda-se eu bati, e apareceu logo uma gaja boa, mais um cão caniche maluco, a ver quem era, e depois como eu era só gás e mau cheiro, eu entrei a correr no cão, e fui por ali adentro a bater o rabo, até ver que na casa estava outra gaja ainda mais boa que a outra, e como eu podia e era cão, fui cheirar-lhe a cona e foda-se! que maravilha, pensei logo, “obrigado Diabo Chefe, assim é outra coisa”.

Isto de ser cão, ou melhor, de fazer de cão ainda por cima baixo, eu estava ali a abanar o rabo, mas era de tão contente que eu via que as putas só falavam de foda, e eu ali, distraído com as conas delas porque nenhuma caralho!! que tesão!! não usavam cueca, o que para um diabo já nem é de estranhar, porra!! mas era só pelinhos.

Dizia uma à outra, “oh minha irmã tens de me ajudar, o meu filho está a fazer vinte anos e eu acho que ele ainda não provou cona”, a outra respondia, “sim, mas o que eu posso fazer?”, a mãe do rapaz insistia, “oh minha irmã, podias ser tu a dar-lhe cona”, a tia estava estupefacta, “cona? mas que ideia é essa? Porque é que devo ser eu a dar-lhe cona? Já agora também dou o cu ao teu filho!!”.

A mãe do jovem rapaz estava desolada, o filho era quase um homem e nunca vira uma cona peluda, mas eu diabo perguntava-me, “que caralho eu ali fazia?”, se aquela mãe fazia tudo pelo filho, queria dar-lhe cona de qualquer maneira, e isso era uma coisa boa, não estava nas minhas funções ir agora estragar aquilo.

A tia disse, “porque é que não arranjas uma puta?”, a mãe respondeu, “eu já tentei, mas a coisa é mais complicada, eu acho que o meu filho tem medo de conas, não sei, algum trauma, e além disso tu já foste puta e foi por isso que pensei em ti”, a tia estava silenciosa até que disparou, “está bem, mas se calhar o meu sobrinho é bicha, gosta de levar no cu?”, a mãe prosseguiu, “não sei, sei lá, esta juventude de agora, levarem no cu é como irem ao cinema, se calhar gosta e eu estou a perder o meu tempo”.

Elas puseram-se a olhar para mim, como se eu fosse um ser consciente, as conas delas palpitavam, de uma emoção desconhecida, até que a tia perguntou, “nunca viste nada de estranho? Sei lá, uns amigos cá em casa?”, a mãe respondeu, “já, é sempre rapazes, às vezes parecem mais velhos que ele, mas eles fecham-se no quarto!!”, a tia perguntou, “mas não tentas ouvir? O teu filho pode estar a levar no cu cá em casa e tu não queres saber?”.

A mãe respondeu, “não é não querer saber, não quero intrometer-me”, a tia insistia, “deves ter ouvido qualquer coisa? Nesta casa ouve-se tudo, nunca ouviste o teu filho a gemer? Tu sabes bem que eu gosto de levar no cu e tu também gostas, e quando estão a foder o teu cu costumas gemer ou não?”, a mãe respondeu, “costumo claro”, a tia prosseguiu, “então nunca ouviste o teu filho a gemer?”.

Elas olhavam outra vez muito para mim e deviam estar a estranhar o pénis ereto do cão, comigo a fazer uma coisa desagradável, chupava o pau a mim próprio, a tia insistiu, “eu acho que o teu filho é submisso”, a mãe perguntou, “o que queres dizer?”, a tia olhou e sorriu, “acho que ele gosta de dar prazer a homens e é por isso que não sente atração por conas, o cuzinho do teu filho já é uma cona, querida”.

Enquanto estavam ali a ver-me a fazer contorcionismo a chupar o meu próprio pau, elas mantiveram-se em silêncio, até que a mãe disse, “eu já vi o pénis do meu filho”, a tia parecia que acordava de um sonho, “a sério, e como é que é?”, a mãe continuou, “eu achei grande, estava teso e ele estava a bater uma punheta”, a tia riu-se, “e ele viu que tu viste?”, a mãe prosseguiu, “viu, e nem disse nada, continuou a bater a punheta e fez só um aceno com a mão para eu ir embora”, e a tia insistiu, “e tu foste embora claro”.

A mãe disse, “devia ter ido mas não fui, ele fechou os olhos e eu fiquei ali a vê-lo a bater a punheta e a vir-se”, a tia riu-se, “e porquê? Deu-te prazer veres o teu filho a bater a punheta?”, a mãe respondeu, “não sei, mas deu-me prazer ver o esperma dele a sair, e foi por isso que achei que há esperança, que tu minha irmã, se lhe deres cona, se lhe chupares o pau e o obrigares a chupar-te a ti, ele talvez deixe de ser tão bicha, e talvez fique, pelo menos, a gostar das duas coisas”.

A tia sorriu e depois abanou a cabeça em concordância, “o que posso fazer é falar com ele, não vou dar cona nem cu ao meu sobrinho, quando é que ele vem?”, a mãe respondeu, “deve estar a chegar”, quando eu ouvi uma chave a girar na porta, o filho entrava e trazia na sua companhia um outro gajo, deviam ter a mesma idade, ou talvez um pouco mais novo, e ele disse, “oi mãe, oi tia, vamos para o meu quarto”.

Eu acho que quando ouvi aquilo, começou a sair porra do meu caralho de cão, há mais de uma hora que eu chupava no pau, quando a mãe e a tia olharam uma para a outra, com aquele ar de conspiração sabida, eu ouvi encostar a porta do quarto e ficámos todos ali à espera, elas e eu cão e diabo que também queria, saber o mais depressa que podia o que ia acontecer.


Elas começaram a andar para o quarto, a mãe deu-me uma espécie de pontapé, “tu cão fora daqui, vai-te embora!!”, e foi quando eu, caralho, já estava cansado do cão, estava cheio de porra na boca, e entrei então pela tia a dentro, para poder ver o que se passava no quarto.

A porta estava entreaberta, quase parecia que queriam ser apanhados, a mãe e eu diabo que era tia, começámos a olhar por uma fresta e lá dentro no quarto ensolarado, o filho comia o cu ao amigo, a mãe começou a abrir a boca, tinha uma espécie de ar de felicidade e a tia, que me fugiu do controle por segundos, tinha a cona toda encharcada de estar a ver o sobrinho, com um galo ereto enorme a enterrar no cu do outro.

A mãe começou a puxar-me pelo braço, e a sussurrar ao ouvido, “minha irmã vamos embora, já não é preciso dares-lhe cona, ele gosta de cu e eu estou satisfeita”, e a tia murmurava, “sim, mas gostar de cu não quer dizer nada ..........”


Calvário humano - Contos do Diabo

22:30 0
Calvário humano - Contos do Diabo

👹
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

O anjo tinha-me ligado logo de manhã, a dizer que precisava de um Diabo num batizado para pôr as coisas equilibradas, eu não percebia o que ele queria, mas ele depois foi mais claro, “estes batizados são uma chatice, é tudo muito bonzinho, foda-se!!!”, dizia o anjo, “caralho, demasiado amor enjoa, é preciso ter coisas do outro lado, senão ficamos sem negócio”.

Eu, o Diabo, a ouvir um anjo a falar daquela maneira, pensei, “caralho, que me pareceu exagerado”, eu disse que ia fazer o melhor possível, que não estava habituado áquilo, que ia ser uma experiência nova, quando eu perguntei, já ele estava quase de saída, “e posso entrar em qualquer pessoa?”, ele ascendia agora aos céus depressa, mas ainda gritou para baixo, “entra no caralho do padre, se quiseres!!”.

Não gostei da forma como o anjo disse aquilo, não é por se ser Diabo que não se é sensível, mas foda-se!! que ideia tão fantástica, que melhor hospedeiro de um Diabo que ter um padre num batizado, e quando o apanhei a sair da igreja, entrei nele de corrida, e não sei porquê, o padre mexeu-se todo, como se eu fosse a concorrência, e então chegou uma gaja gorda, daquelas que estão sempre grávidas, era a mãe da criança, “senhor padre, por favor, vem ao almoço? Do batizado?”.

Deixei o corpo do padre falar porque percebi, quando o pai da criança olhou, o padre, eu senti que o padre suou na alma, parecia que tinham uma ligação, mas naquele momento eu não vi nada, era preciso acender uma faísca, entre aquelas duas pessoas, para eu Diabo entrar mais fundo, mas uma coisa sabia, estava agradecido ao anjo, por esta experiência, e era tudo em primeira mão, porque eu estava lá para ouvir tudo.

Entrei no jardim dos sogros do pai da criança, bandos de crianças irritantes gritavam e corriam pela relva fora, num jogo de esconde-esconde entre elas, três ou quatro, não sei, perdi-me a qualquer momento, eram irmãos do batizado, chocando e puxando as saias de mães que pareciam galinhas, quando o pai olhou para mim a acenar com a mão, pareceu-me que queria ir falar para um lugar mais reservado.

A faísca e ligação não se tinha dado, quando ele segredou ao padre, falavam juntos e afastados, “fiquei surpreendido, não conseguia imaginar”, deixei o padre livre para responder, “Não conseguias imaginar?”, o pai respondeu, “um padre a comer-me!”, o padre sorriu, “também tenho as minhas necessidades, assim como tu, estou eu a ver”, e o padre olhou de volta, acenou para a mãe da criança e as outras mulheres, e elas fizeram um aceno longo.

O padre voltou a cabeça e sussurrou, “mas adorei foder-te naquela noite no carro, e acho que tu também gostaste”, o pai segredou novamente, “gostei de mais, acho que foi uma das melhores fodas que tive”, eu estava calado, assistia e ouvia, eu percebi é que o pau do padre tinha crescido, avaliei-o e era grande e grosso, o padre estava bem servido, o pai continuou, “partiste o meu cu todo, doeu-me durante uma semana”.

Foi instantâneo, o pai recordava o momento e eu precisava de ver tudo, e caralho, eu tinha autorização do anjo, entrei a correr no pai, e ainda vi as memórias, tinham combinado pelo facebook, naquele dia, ou melhor naquela noite, ele estava cansado de cona, a experiência de um homem a comê-lo perseguia-o, e, não resistiu, encontraram-se num parque, caia a chuva intensamente.

No parque o padre entrou para a parte de trás de uma carrinha do pai, e eles, assim húmidos e molhados, despiram-se todos e começaram a foder, o pai chupou o pau do padre e dizia, “que loucura, tão inchado, tão grosso, queres comer o meu cuzinho?”, ele virou-se, fechou os olhos e senti, as pernas do padre levantaram voo e abriram as asas, e pousaram depois nas minhas coxas, aquela sensação maravilhosa, pelos a fazerem cócegas na pele, depois a vara dura, abriu-me as nádegas e entrou firme, até ao fundo para dentro, até ser impedido pelos quadris.

Lá fora, caía muita chuva, batia no teto da carrinha, dentro a humidade misturava-se no suor, dois corpos quentes que fodiam, foram minutos que pareceram horas, porque o tempo era difuso, o padre virou-me e começou a comer-me por cima, como se eu fosse a sua namorada, na altura o pai gemia de prazer, “ai caralho, tão bom, aiiii, o meu cuzinho, não aguento mais, aiii, humm”, o padre dizia, “és uma bichinha tão boa, quero que não te esqueças, e que queiras ainda mais”.


As memórias pareceram ter parado ali, havia só a de ter chegado a casa e a mulher gorda grávida outra vez, disse, “querido, onde estiveste? A estas horas da noite? E o teu cheiro?”, ele respondeu, “que cheiro? O que estás a dizer?”, ela insistiu, “a caralho amor, parece que cheiras a caralho, estiveste a foder, eu não te chego?”, ele riu-se, “só pensas nisso querida”, e ela calou-se.

Mas agora estavam ali, regressei ao padre a correr, entrei nele e o padre perguntou, “foi mesmo a melhor foda que tiveste?”, o pai respondeu, “foi, e gostei tanto, que queria mais, só pensava em dar-te o meu cu”, o padre sorriu e segredou, “podias ter pedido mais, eu também queria dar-te mais, mas ...”, o pai continuou, “eu queria muito, à noite na cama com a minha mulher só imaginava estar virado e tu nas minhas costas a penetrar-me, o meu cu todo aberto, mas foda-se perdi o teu contato .......”.

O padre continuou, “eu também perdi .. mas na altura fiquei a pensar que era a tua primeira vez, eras virgem? nunca tinhas levado no cuzinho?” o pai sorriu, “porquê? Porque dizes isso?”, o padre continuou, “o teu ânus, é tão apertado, tu já não te lembras, mas quase choraste!!”, o pai disse, “lembro-me bem, doeu a entrar, depois passou e gostei, mas é por causa do teu pau, é tão grosso, caralho, tão grosso ..”.

O pai ia a dizer, “adorava dar uma foda agora”, olhou e viu os sogros ao fundo a falar e a rir com um grupo de pessoas, o tema devia ser o bebé batizado, quendo senti um leve movimento à minha direita, alguém bateu no ombro do padre, era a mulher do pai a gritar naquela histeria de mulher com felicidade, “então querido, estás a monopolizar o nosso padre?”

Ela continuou, “venha senhor padre, comer um pastel de aves, as mulheres adoram-no”, o pai murmurou qualquer coisa, o padre por dentro ficou irritado, na cabeça imaginava-se a comer um cuzinho, não sabia como fazer com que se fosse embora, até que o pai disse, “querida, ele já vai, nós combinámos ir comer outra coisa”, ela pareceu ficar zangada, “vai-se embora senhor padre?”, o padre estava confuso, “bem, não sei bem!”, o pai interveio, “foda-se amor, eu já conhecia o senhor padre”, ela e o padre olharam para o pai, havia alguma surpresa, “sim amor, eu fiquei surpreendido, já não me lembrava, mas estivemos numas coisas”, ela perguntava, “que coisas, foda-se, que coisas?”.

E ficou a falar sozinha, o pai puxou o padre e disse, “vem quero mostrar-te uma coisa, querida, nós já voltamos, prepara lá os teus pasteis de aves”, entraram num edifício velho, depois umas escadas, depois uns corredores ao fundo, quando entraram num quarto, “aqui estamos sozinhos, ninguém nos vai encontrar aqui”, o pai prendeu com a mão o pau do padre, agarrou-o como um puxador de uma porta, e disse, “come o meu cuzinho todo, agora, estou a ferver de tesão”.

Foi um minuto, eu Diabo a assistir a tudo, o padre habituado ao diabo nem sentia que eu estava ali, enterrou o pau grosso no cu do pai, gemia “ai caralho estou-me a lembrar, aii, parte-me o cu todo ...”

Mais tarde, estava o padre a comer uma empada de aves, o pai e a mulher perto, ela a olhar para o padre a perguntar, “está boa senhor padre? Fui eu que fiz”, quando chegou um dos filhos a correr e começou a falar, “mamã, mamã, o pai e o padre são gays, são gays, gays ..”, ela agarrou no filho, deu-lhe uma palmada na cabeça, “desculpe senhor padre, é a televisão”, “mamã, mamã, o padre estava a comer o cu do meu pai, eu estava a jogar esconde-esconde”.

Quando mais o filho falava mais palmadas ele levava ..


Mulher e Submisso - Contos do Diabo

22:21 0
Mulher e Submisso - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Não é que um Diabo tenha de se alimentar, mas é o que costumo fazer quando venho cá acima, porque é o sitio, num restaurante, onde por vezes os humanos se juntam, nessa rotina diária de dar de comer ao corpo, onde por sua vez os seus espíritos habitam.

É sempre dececionante, nunca há nada de jeito, na maioria das vezes aqui ando sem nada que fazer, vou olhando para os humanos, a todos achando complexamente estúpidos, tão desinteressantes e dobrados sobre si próprios, espetros de vidas passadas sem o caralho de um esteio que as una e faça valer a pena.

Foi por mero acaso, que olhei para a empregada, devia ser da noite chegada, de estar cansada, mas reparei melhor, estava especialmente rabugenta, então para um gajo, com um ar eslavo muito branco, devia ser o caralho de um russo, sem ser novo não era velho, e que puxava a rapariga, e assim bem perto dela, ele dizia qualquer coisa: “dou-te muito dinheiro!”.

Pela primeira vez, aleluia, depois de tantas semanas de tédio e normalidade, finalmente uma loucura, um desvio, uma merda desarrumada, concentrei-me na empregada, nos seus pensamentos nervosos, como se o seu projeto fosse querer ser feia, descuidada de beleza escondida, em que só a via eu deste modo, o Diabo, e aquele homenzinho excitado, sempre que ela passava.

Eu ocupava um corpo de mulher, uma vaca solitária esvaziada de tudo e de si própria, menos da inveja das gajas boas, e o que estava ela ali a fazer? queria ir para o inferno de uma vez por todas, mas a viagem parecia-me sem sentido, sem proveito e quase inútil, nem eu queria esta puta lá em baixo, e ali estava aquela beleza que eu apreciava de forma diferente do tal gajo.

Ele queria fodê-la, na sua mente, a imaginação daqueles lábios húmidos, pousados na ponta do seu pau, numa mistura de alegria e riso, como se o que fosse proibido fosse proibido duas vezes, como se a inocência, pela sua perda, fosse o prémio maior, ele tinha sussurrado, “Angélica, deixa-me comer essa cona, dou-te muito dinheiro”, e ela não reagia, apenas repelia passivamente.

A gaja em mim mexia-se, às vezes, porra que era tão desconfortável, o caralho destas mamas gordas, e é que ainda há homem que vai para o inferno por isto, olhei para a empregada, ai foda-se que me deixava a cona excitada e eu que sou um diabo, as coxas grossas musculadas, a forma leve como andava, a flutuar dentro do vestido, até que ela sussurrou ao russo, “está bem, espera-me na saída”.

Quando eu ouvi aquilo fiquei excitado como uma puta barata, só pensava em livrar-me da gaja onde eu habitava, o inferno que aguardasse, no inferno já estava ela, pensei, foda-se!! queria ser o russo, comer aquela cona, que nem eu imaginava, o pau a entrar-lhe na fenda e aquela mulher bem esculpida a gemer e a mover-se, numa onda grata de prazer, quando a vi a falar com uma outra mulher, também ela empregada.

Não demorei muito a ocupar aquele corpo, então quando as ouvi dizer que iam com o russo, era uma mulher mas nela sentia um homem, a Angélica disse à Sara, “querida, podíamos ir para o motel, amor? Vamos fazer dinheiro”, ela disse que sim e foda-se!! eu pensei “elas são lésbicas”, e depois de uns minutos, a noite ali acabava, saíram para o ar frio da rua e perguntaram ao russo como é que as transportava.

O russo estava surpreendido, duas gajas por uma era um achado, enquanto o russo conduzia, a Angélica transformou-se toda, o cabelo preso voou numa volta, a roupa mudou-a para um vestido, e deu um beijo na Sara, o corpo que eu ocupava, e perguntou ao russo, “como te chamas?”, ele respondeu, “Vladimir, porquê?”, ela respondeu, “por nada, mas como é que sabias que eu sou puta?”.

O russo Vladimir ficou novamente surpreendido, “foda-se!! não sabia! Só que fiquei com tanto tesão de te ver andar que só pensava em foder-te”, a Angélica riu-se, “a minha profissão noturna mexe com a de durante o dia”, ele ficou a olhar para ela, e depois ela prosseguiu, “mas queres mesmo foder-me? mesmo sabendo que dou-te a minha cona por dinheiro?”, ele olhou, “puta ou não, agora quero, não penso em outra coisa, e também quero comer o teu cuzinho, e da tua amiga também”.

A Angélica mordiscou-lhe a orelha enquanto ele arrumava o carro no motel, “a Sara não é só minha amiga, é o meu amor”, o russo virou a cabeça espantado, e ela continuou, “a Sara é o meu homem, nem imaginas como é que ela me fode”, entraram no quarto, um perfume a sexo passado, o russo ia pesando as palavras, “putas de lésbicas? Caralho e querem foder?”

As duas saltaram para a cama redonda, e a Angélica puxou por mim que era a Sara, “anda amor fode-me toda, lambe a minha cona”, ela contorcia-se toda num vestido que voava, o russo perguntava “e eu?”, e foda-se eu pude ver, o clitóris assim de perto, túrgido num liquido molhado, um brilho de pérola nacarado, toquei-lhe com a minha língua, pequenos toques rápidos com a ponta, a Angélica gritou, “ai foda-se amor, levas-me à lua”.

O russo sentou-se na cama desajeitado, agarrava no pau fino mas comprido, parecia um convidado desconhecido, como alguém se tivesse enganado na lista, aproximou o caralho da Ângela, que o meteu na boca uns minutos, chupava-o devagarinho e depois dizia, “querido, confia em mim, não gostas de ver o meu amor a foder-me?”, o russo dizia que sim, mas ..., e ela continuava, “confia em mim querido, depois damos-te uma prenda”.

Ela pressionou a cabeça da Sara, para dentro da cona, no meio das pernas apertadas, carne e respiração sincronizados, mexiam-se num movimento único, o russo ia acariciando o caralho, “que prenda?”, a Ângela gemia cada vez mais alto, e quase gritou, “ai caralho que me venho toda”, as ancas subiram como arcos, a Sara lambia e engolia aquele liquido precioso, a Ângela soltou-se, o corpo tremeu todo e eu Diabo sabia que ela se estava a vir na minha boca.

Pensei eu, acho que o russo estava incrédulo, não sabia se o que via fazia já parte do acordo, se pagava ou não muito dinheiro, foder foder ainda não tinha fodido nada, e não é que ver só fosse mau, até que a Ângela ia acordando do seu sonho e disse, “o meu amor gosta de comer o meu cu com um strap-on”, ela olhou para o russo que parecia que esperava mais qualquer coisa, e depois ela disse, “é a minha especialidade, é por isso que eu sou tão puta e os homens gostam de mim”.

O russo parecia tão confuso quanto eu, e eu que até sentia o corpo da Sara, o clitóris rijo que mais parecia um pénis duro, o russo girava no quarto de um lado para o outro, com o caralho em pé bem espetado, e perguntou, “não percebo? que especialidade?”, a Ângela respondeu, “de poder, querido, de submissão, eu posso e mando, e tu fazes o que eu quero, enquanto estiveres comigo és o meu escravo”.

O russo estava parado no meio da sala, a mão no caralho como numa jangada, agarrava-o como o leme de um barco, não queria ir ao fundo senão afogava-se, a Ângela levantou-se e caminhou como uma rainha, nua apenas com um diamante no umbigo, rodou felina à volta dele “és o meu submisso amor? fazes o que eu mando? queres ser o meu escravo, querido? de joelhos!!”

Ela encaminhou-se lentamente para um jacuzzi que borbulhava no quarto, acenou-me para vir, e disse ao russo, “de gatas, vem passar água e sais no meu corpo”, escravo ou não, o russo gatinhou com uma criança, desengonçado moveu-se tão rápido, chegou primeiro e já nos esperava, a Ângela entrou na água e foi quando eu vi, porque nem sempre ao ver se repara, os seios rijos empinavam-se carnudos, numa espécie de brilho novo, naquele apogeu da juventude.

Ela ordenou, “vá, escravo, lava o meu corpo, e glorifica-o com esses sais nobres”, o russo ia passando uma esponja, molhava na água morna mais em baixo, e depois num imerso de esponja e liquido fazia-o escorrer nas mamas dela, que a fazia fechar os olhos, durante um longo momento, em que ia suspirando, “ai escravo, passa-a na minha cona, e faz isso devagarinho”, o russo mergulhava o braço no fundo e ali ficava parado e lascivo, com o caralho teso e encurvado, e como se fazer este trabalho fosse a melhor coisa do mundo.

A mão dela pareceu mexer-se na água como um animal anfíbio, apertou a mão do russo contra a cona e gritou, “achas que estás a fazer bem? mais água escravo!!”, o russo tremeu, subia e descia a esponja frenético, “não é assim!! queres ser castigado?”, e depois virou-se para a Sara, “amor, eu acho que ele gosta muito, e está a pedir!”, a boca do meu corpo mexeu-se e disse, “acho que sim, também”.

A Ângela gritou enquanto se levantava do jacúzi, parecia um submarino imenso que emergia, “anda escravo, vais ter de aprender, vais ser punido, põe-te de joelhos e de quatro”, o russo obedecia cabisbaixo, “de joelhos, já”, gritava a Ângela, depois virou-se para a Sara, “amor, queres ser tu, para ele aprender”, eu ouvi um sim, o meu corpo a mover-se, numas tiras de tecido preto, e um pau rijo de plástico grosso, longo como um torpedo, “ai amor, ele vai gostar e depois não obedece”.


A Sara aproximou-se por trás, puxou o cabelo do russo, “escravo danado, não fazes nada certo, fecha os olhos e baixa as costas”, perto da boca dele a Ângela falava, “acho que vai gostar, eu gosto, o meu amor adora foder-me, entra nele, amor”, e quando o russo ainda pensava, o míssil escorregou entre as nádegas e foi andando até ao fundo, ”ai, caralho, malvadas, fodem o meu cu, suas putas lésbicas!!”.

A Sara apertou-o entre as pernas como se cavalgasse um touro bravo, o caralho de 20 centímetros entrava e saía molhado da seiva interior do cu do russo, a Ângela gritava-lhe aos ouvidos, “tens de ser castigado, vai amor, parte o cu dele todo”, a mão dela apertou-lhe o pau por baixo, “ai amor, fode o cu a este submisso malvado, ai amor, ele está teso e está a gostar”, o russo fechava os olhos, sentia-se nele o prazer de se estar a vir a qualquer momento.

O russo fletiu as pernas para facilitar o pau que entrava, empinou o cu todo para cima, o anel do ânus enrugado, tenso e aberto, apertava, o caralho de silicone que o comia, o russo gemia, “ai caralho, suas vacas lésbicas, eu não vou obedecer nunca, podem comer-me o cu todo, suas putas”, nesta imensa batalha, a Ângela dizia, “fode esse cão danado, come esse cu que ele não aprende”.

Eu não sei se a Sara suava, mas foda-se eu suava no corpo dela, a montar o russo em cima, a ver a verga de silicone que o penetrava, a Sara baixou-se nas costas do russo e disse baixinho ao ouvido, “nunca mais questionas o meu amor, fazes o que ele manda”, e deu-lhe uma estocada violenta que o russo empinou o corpo para cima e gemeu de dor verdadeira, “ai, mãezinha, como vai ser quando eu regressar á minha terra”

Quando saímos do motel e o russo nos foi deixar a casa, deu-nos dinheiro e muito, dizia, “gostei muito de ser vosso escravo, o dinheiro vale o serviço, doí-me o cuzinho todo, mas eu sei que fui mal comportado e por isso mereci ...”

Quanto a mim Diabo, olhei as horas e pensei se ainda era tempo de ir buscar a vaca gorda, era tempo de a levar para o inferno e lá não queria que dissessem que eu não fazia nada e que tinha de ser castigado.


Carinhos Orientais - Contos do Diabo

17:37 0
Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias. 

Estava a chegar, há mais de uma hora que estava a conduzir uma carrinha de mudanças, com um brasileiro e um preto ao meu lado, que não se calavam, tinham saído do futebol para outro assunto, e agora, vinham já há algum tempo, com a ocupação idiota de descobrirem a gaja da televisão com melhores habilitações para chupar melhor um pau grosso e fazer melhor um bom broche.


Iam enumerando nomes de gajas, desde pivots, atrizes, socialites, etc, e depois iam realçando as características, boca assim, lábios assado, coxas grossas ou pernas compridas para depois procederem à sua análise complexa e no final, concluírem, concordando ou discordando, dos porquê de uma se sobrepor às outras por atacar melhor o pau antes da língua o lamber.


Devem estar a perguntar o que é que o Diabo está a fazer nesta postura com dois idiotas ao lado, mas o que me interessava mesmo era o casal que ia mais à frente num carro descapotável a indicar o caminho para a nova casa deles.

A situação tinha acontecido um tempo atrás, fui chamado a uma emergência, havia um corno que não aceitava que a mulher não estava fazendo nada, apesar de todos os amigos e os vizinhos dizerem que ela era uma puta, que ficava o dia todo dançando, e oferecendo-se para todo o homem que aparecia.

O corno estava fixado naquela ideia da mulher ser uma santa, aquilo de dançar toda a gente dança, e quanto a homem, ele tinha toda a confiança, e assim, meu amigo, fica difícil levar gente para o inferno.

Quanto eu estava a estudar uma solução, para fazer ver ao corno que afinal não havia solução nenhuma, o corno tomou a decisão de mudar de casa e aí eu só tive tempo de entrar na pele do condutor, e para minha desgraça ter de ouvir o brasileiro e o preto a falar de gajas boas da televisão, a apostarem naquelas que mais gostavam de levar no cu.

Finalmente chegámos, olhei para cima para o prédio e um gajo estava lá no alto, na varanda a olhar para a rua, e percebi que centrava a sua atenção na mulher do corno, a designada santa, uma loura avantajada, uns seios fartos num corpete apertado, uns saltos altos de bico fino, e a saia, bem essa, quase não existia.

O preto e o brasileiro olharam para mim, naquele olhar de quem pergunta se eu vou ajudar a carregar a tralha para cima, e eu disse, “é no segundo andar, estão com sorte, não há elevador, por isso não se esforcem muito”, e depois arranquei, cheguei perto do casal, na cabeça do corno havia a dúvida sobre a mulher, ele pensava, “ela sempre foi assim, excêntrica e oferecida”.

Fui para mais perto dela, o meu nariz e o tato dos meus dedos foram-lhe tocando no corpo, era tudo espirito mas funcionava, os mamilos ficaram rijos, o clitóris retesou-se elétrico, as coxas abriram-se levemente para deixar passar o meu anelar na cona, e o pensamento dela chegou, olhou para o prédio e o homem da varanda, “apetece-me tanto dar uma foda”.

A mudança acabou, o preto e o brasileiro foram-se embora, a falar para um condutor que não compreendia nada, eu tinha-os deixado e subido prédio acima para entrar no homem da varanda, a peça decisiva, tinham-me dito, para resolver esta embrulhada.

O homem era bem servido de pau mas insatisfeito, a mulher que eu ouvia noutra divisão não fazia o que ele queria, ele dizia à mulher, “amor, chupa-me o meu pau, amor, quero comer o teu cuzinho”, mas ela respondia, que ela tinha recebido uma educação, as fodas eram para fazer filhos e não para diversão.

O pobre homem estava resignado, tinha-se casado com uma mulher bonita, na esperança e no seu projeto de dar umas boas fodas e nada, ao fim de uns tempos, tinha-se tornado um punheteiro, uma vez por mês fodia a mulher, nos outros dias ia batendo punhetas, para se aliviar do sofrimento dos tomates cheios.

Tentei sentir a sua pele por dentro, e percebi que ele estava num ponto de viragem, neste momento naquele dilema de, ou separo-me da minha mulher e procuro outra vida ou traio a minha mulher e vou procurar cona e cu noutro lugar.

Para um Diabo, claro, a segunda hipótese é muito melhor, e aí pensei eu, “mas porque deverá este pobre mortal libertar-se de um casamento sensaborão, quando pode mantê-lo e ao mesmo tempo viver as alegrias, a aventura, o risco, tudo isso junto, da traição, fodendo gajas por fora”.

E foi quando senti uma espécie de espasmo, o caralho do observador cujo corpo eu ocupava, levantou-se subitamente, como uma rocha dura e comprida, a mulher do corno tinha olhado para cima, e houve ali um encontro de olhares quentes, enquanto o corno distraído ia dando indicações ao brasileiro e ao preto, “cuidado com esse varão!! é o varão de treinos de striptease da minha querida mulher!!”, ele sorria para aquelas duas almas penadas, e acrescentava, “é só desporto!! a minha mulher é muito atlética”.

Nessa noite, deixei o corpo do mirone à solta, ele deu uma foda na mulher, a cona dela não tinha tempero, sal ou pimenta, era como comer um bocado de borracha, e se o pau fez a sua tarefa, foi porque tinha a cabeça na loura do andar de cima, naquele seu rabo voluptuoso, a imaginar que ele fodia o cu dela todo.

De manhã eu estava na varanda e foi quando vi, a mulher do meu corpo a sair do prédio, antes tinha dado um beijo insipido a dizer que ia para o trabalho, e depois vi sair o corno, com um certo ar apressado, a rodar a cabeça para cima e a despedir-se, pensei eu, da loura que estava no outro andar.

Começava a sentir um certo tédio, foda-se!! que não acontecia nada, nós Diabos não podemos interferir no livre arbítrio, os humanos têm de ser eles mesmos a fazer merda, a tomarem as decisões que entendam, nós só vamos empurrando, quando o meu corpo foi para o computador e começou a escrever, e aí pensei eu novamente, ele trabalhava em casa e dedicava-se à escrita.

Mas não foi por muito tempo, a cabeça do homem estava num estado de confusão infinita, ele imaginava a loura a rolar na cama, e ele em cima a montá-la, ela gritava, “mais mais, fode-me toda querido, enterra tudo no meu cu”, que o fez levantar-se e caminhar para a casa de banho, pensei, “pobre homem, vai bater uma punheta”, e foi quando eu ouvi um ruido vindo do andar de cima, o som de uma música oriental, daquela das dançarinas do ventre, de um harém de gajas lúbricas, e toques no pavimento, o que fez pensar, “a puta está a dançar”, e a mente do corpo acrescentou, “foda-se!! caralho! a gaja deve estar nua”.

O ruido não parava e tornava-se até incomodativo, o homem esqueceu a punheta, e depois, no computador não se concentrava, e como ele estava um pouco estúpido, dos longos anos de sobriedade de cona e de reclusão, eu tive de soprar ao ouvido dele, “vai lá a cima, caralho, a gaja está sedenta de pau, dizes que gostas do barulho, mas que te excita demasiado”.

Ele surpreendeu-me, nem tive tempo para me organizar, o gajo subiu por ali acima pelas escadas e bateu à porta, a música abrandou um pouco, uns passos aproximaram-se da porta, e quando ela abriu, até eu vi melhor aquela mulher, os dotes estampados nas suas maneiras, gritavam ao alto, “hosanas meu senhor”, uma máquina de sexo e desejo que certamente o criador tinha perdido mais de sete dias a fabricar, envolta numa espécie de véu de nuvem a voar e por baixo percebia-se as formas do corpo nu e foda-se!! um pouco suado.

Ela riu-se com uns dentes brancos perfeitos, e disse, “peço desculpa, estava a treinar!”, e perguntou de seguida, “a música estava alta? Peço desculpa! não volta a acontecer”, o meu corpo estava com um volume tremendo, a vara tinha crescido descontrolada, como um animal selvagem indomesticável, e ele disse engasgado, “não, eu até gosto da música, diz que estava a treinar?”.

Tentei varrer o espirito dela, só que tudo estava a acontecer demasiado depressa, ela lambia os lábios de desejo, ela olhou para baixo, para a virilha dele, e viu ali o monstro a querer libertar-se a qualquer momento, e disse, “eu gosto de treinar barra de strip, para me manter em forma”, o corpo fazia um esgar a imaginar a cena, quando ela acrescentou, “gostava de assistir?”.

O corpo abriu os olhos mais do que o normal, as órbitas tremiam dentro das cavidades, achei que ele iria ter um problema cardíaco, tal a aceleração do coração naquele momento, ele avançou para dentro a abanar a cabeça e perguntou, “porquê a barra? você podia fazer pilates ou outra coisa!,” ela deu uma gargalhada adorável, e respondeu, “o meu marido não sabe, mas antes de casar, eu trabalhava numa boîte de strip, e eu mantive o gosto de fazer e o meu marido gosta de ver”.

Houve ali um momento de silêncio expectante sobre o que iria acontecer e ela depois acrescentou, “pode guardar um segredo?”, ele olhou para ela, as mamas viam-se na transparência, as coxas escondiam uma penugem bem aparada, ele disse, “claro, prometo”, ela prosseguiu, "é estranho, quando era stripper, ao contrário do que se pensa, eu não fodia com homens, até tinha um namorado, mas depois .....”

O meu corpo desesperado, “e depois ...?”, ela continuou, “é que, quando me casei ......”, o corpo fervia de antecipação, “... quando me casei, um dia tive um encontro em casa com aquele meu antigo namorado e ....”.

O corpo mexeu-se no sofá, os colhões doíam-lhe de tão inchados que estavam, “... e ele pediu-me para dançar no varão .... com aquelas músicas orientais e ..... depois fodeu-me .... chupei-lhe o pau e ele que gostava ...... fodeu-me o cu .... e a partir daí ....”, o corpo tinha-se encostado para trás no sofá, a mão dela abria-se no volume cheio e apertava-o como se apertasse uma bola de borracha, e continuou, “.... a partir daí ... não quero outra coisa ...”.

O meu corpo finalmente falou, ele nem tivera a perceção que ela abrira o zip das calças e manipulava a vara para cima e para baixo, ele disse, “você não quer outra coisa? ....”, ela sorriu, e depois abaixou-se sobre o pau e começou a chupá-lo, levantou-se um pouco e disse, “isto, chupar caralhos, levar na cona e no cu, dançando ...”, ela voltou à tarefa em que estava, os lábios rodearam a verga dura, para cima e para baixo, como uma mola apertada, e depois disse, “queres que eu dance para ti? Guardas este segredo? Quando ouvires a minha música, vens a correr?”.

Quando se aproximou a noite, o meu corpo estava na varanda com a mulher sensaborona, quando olhou para baixo e viu sair o corno, certamente para uma qualquer das suas muitas atividades, de repente ouviu-se a música, a mulher disse, “ai querido, que coisa desconfortável, esta música? parece que ela deseja sexo? e já viste a mulher, amor? parece, sei lá, amor, uma prostituta .. podias ir lá cima fazer qualquer coisa, sei lá, para ela parar?”.

Vi, com satisfação de dever cumprido, apesar de não saber bem quem eu devia levar para o inferno, que o meu corpo estava no bom caminho ... era tempo de ir embora .. para outro destino.



Na Porta ao Lado - Contos do diabo

20:43 0
Na Porta ao Lado - Contos do diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Na minha atividade estas coisas acontecem por acaso, não tenho uma lista ou ordem de serviço e vou trabalhando ao sabor do inferno e do meu divertimento, umas vezes vou a um sitio e depois vou a outro, mas com nada programado.

Desta vez estava de volta de um daqueles seguranças de um prédio de ricos porque me tinham dito que o homem era um problema, guardar guardar não guardava nada e a sua principal fonte de rendimentos era foder quem passava.

Estava a tentar perceber a sua mente atribulada, porque isto de pobres é uma coisa feia, quando passa uma gaja, ainda nova e esbaforida, mas meu Deus Altíssimo, tinha um cu! Mas que maravilha.

Eu estava ali como empregada doméstica, com os ouvidos bem abertos a tentar saber tudo, e como vi ali oportunidade para um bom serviço, perguntei ao segurança, “foda-se!! quem é esta gaja?”.

Ele respondeu, “era a mulher de um empresário, imobiliário, caralho!”, eu insisti, “era?”, ele continuou, “sim, o gajo desapareceu, a história é complicada, ou foi ele que a apanhou a comer um gajo, ou foi ela que o apanhou a levar no cu, coisa de ricos, ninguém entende nada”.

Foda-se, houve ali um momento que o caracter intrometido da empregada doméstica quase interferiu nas minhas decisões, mas eu percebi, quando a gaja do cu bom passou, ela ia fodida com qualquer coisa que tinha acontecido no elevador, e não era o marido dela, porque esse eu vi logo, ele tinha-se ido embora porque quando ela chegou a casa um dia ele estava a chupar um pau bem grosso.

Achei melhor mandar embora a empregada doméstica e ocupar o segurança da portaria e esperar, porque a coisa não demorou muito, e ela regressou da mesma maneira e eu aproveitei para dizer, “a senhora está bem, quer qualquer coisa?”, ela nem parou, na cabeça um pensamento seguido de outro, “vai mas é para o caralho, queres ver que o Daniel também é bicha como o outro”.

“Daniel, Daniel”, estava a tentar perceber, passei os olhos na mente do segurança, Daniel era o novo vizinho, um gajo que tinha chegado de novo e ocupava o andar em frente, quase porta com porta, de maneira que quando saiam à mesma hora, encontravam-se no elevador.

Quando ela passou segui-a em espirito, no elevador, ela abanava na mão uma mala de rica, o vestido de flores colava-se ao corpo, numa forma voluptuosa como um embrulho gostoso, as pernas roliças de puta, encimadas por aquele cu que eu já tinha dito, duas mamas poderosas a explodir no vestido, e foda-se!! aquele feitio nervoso de gaja em penúria de caralho.

Aproximei-me mais, o marido com muito custo ia mais ou menos contribuindo a contragosto com algum pau de vez em quando e ela lá mantinha aquela pose sofrida e aguentava de gaja que fodia pouco, mas quando ela viu o marido com um caralho na boca, ela ficou doida e os humores todos, foda-se!! explodiram.

O meu nariz roçou na fenda e ela estava húmida de tesão, era quase uma coisa a toda a hora, que acontecia sem razão, bastava ver um homem, um volume nas calças grande, ou até um sonho, para andar assim com a cona encharcada desesperada por caralho.

E parece que o tal Daniel, ou pelo menos era o que parecia, no elevador punha-se a olhar para o cu dela, e ela então imaginava o Daniel a comê-la, a abrir-lhe o cu a toda a hora, bastava passar o corredor de uma porta para a outra, porque ela estava ali apetecível para ser bem fodida.

Só que caralho!! Desde que ele tinha chegado já se tinha passado pouco mais de uma semana e uns poucos dias desde que o marido se fora embora, e ela não era mulher que estivesse habituada a esperar, a sua antiga mente de puta, antes de se casar com o empresário bicha, estava a regressar e, conforme se lembra agora, bastava ela rir-se, lamber os lábios, para cinco minutos depois ter um caralho grosso enterrado no rabo.

Só que, claro, o Daniel não avançava, olhava para o cu dela, mexia no pau volumoso, roçava-se no elevador apertado, as respirações encontravam-se a meio, ele com uns ombros largos, mas foda-se!! era só aquilo, do bom dia e boa tarde e mais nada.

Eu tinha também de perceber isto, alguém não estava a fazer o seu trabalho, fui tentar ver o Daniel e sabia eu que a desgraçada estava em casa, a rata fervia em lume brando, eu passei por perto e coisas batiam, e foi quando entrei lá em casa, do Daniel quero dizer, e estava ele a comer um rabo, só que era de homem e não era de mulher.

Eu pensei, “foda-se!! que até Diabo fica surpreendido”, o Daniel montava um cu de um gajo, as mãos grandes prendiam as nádegas, e o pau grosso entrava no ânus, o gajo gemia alto, “aihm foda-se hummm aihmm”, naquele movimento único, a estaca rolava para fora e para dentro, e eu tentava ver melhor, naquela penumbra da casa, porra!! era o marido da gaja, tinha umas meias de renda nas pernas, e uma saia axadrezada curtinha, parecia mesmo uma puta.

O marido estava a levar no cu, e dizia, “aihm amor Dany aihmm amor, come o meu rabo, amor, come”, foda-se!! eles eram um casal, estava a acontecer há muito tempo, o marido saltava de um lado para o outro, um dia a levar no cu, no outro a comer a gaja, era esta a sua vida, até ao dia em que a coisa estourou.

Eu tinha de resolver isto, porra que Diabo também tem coração, na casa ao lado uma desgraçada sofria com tesão, não era junto com tanto caralho à disposição, mas para dar um rumo a esta questão, tinha de entrar num ou no outro, e como levar no cu não era bom para a reputação de um Diabo, de maneira que entrei no Daniel e logo a seguir quando ia para a frente parei e disse, “amor e a tua mulher?”.

O empresário do imobiliário que estava com o cu espetado disse, “foda-se! O que é que tem a minha mulher agora?”, eu continuei na voz do Daniel, “é injusto, estou aqui a comer-te o rabo e ela coitada com tanta fome na cona, podíamos fazer um acordo?”.

A coisa decididamente tinha arrefecido, ele perguntou, “mas que caralho de acordo?”, eu respondi, “temos de abrir o jogo com ela, ela pensa que eu quero comer-lhe a cona, anda sempre a fazer beicinho”, e ele perguntou novamente, “e queres?”, eu respondi, “a tua mulher é muito apetecível, mas sabes eu gosto de cu de homem, amor, estava a pensar no segurança lá de baixo”.

Ele ficou a pensar para o alto, “podes ter razão, ela é uma puta insaciável, nem eu sei como aguentei, mas eu posso dizer à minha mulher que gosto de chupar no teu pau e arranjo com ela uma maneira do segurança andar a fodê-la, acho que ela vai aceitar e ficamos todos felizes”.

Eu disse para concluir, “e temos de ser rápidos, ela pensa que quero comê-la, mas como o homem da segurança é bissexual, ele pode bem dar conta do recado”.

E o empresário bicha perguntou logo a seguir, “foda-se o segurança é bissexual? ele também gosta de foder cus? E eu que não sabia.”


Sedução de Bikini - Contos do Diabo

16:57 0
Sedução de Bikini - Contos do Diabo

Գ
Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Não há nada pior para um Diabo do que o tédio, mas era assim que eu me sentia, entediado num bar vazio de praia, a manhã mal tinha começado ainda, humanos caminhavam em fila, bebia eu um cocktail gelado, o gajo que o preparou achou estranho, quando eu lhe disse, “traga a bebida, acabei de vir do inferno”.

Há medida que os humanos passavam eu ia entrando neles, arrastavam-se para a areia fixados numa toalha estendida, uns sem atividade mental nunca, outros com ela desativada, era este o panorama, para um dia sem perspetiva, quando ouvi uma voz a ecoar num cérebro, “esta puta da minha mulher anda com este bikini há dez anos, não me dá tesão nenhum”.

Fui seguindo com os olhos este espécime inusitado, lendo-lhe o pensamento por dentro, “esta gaja com este cu maravilhoso, quando o devia mostrar mais, não mostra, tenho o produto em casa, mas sem o proveito desejado”, olhei para o cu da mulher que caminhava à frente dela, e realmente posso dizer, era muito bem feito, normalmente apetitoso, não fosse o bikini desbotado e fora de moda que cobria aquele item tão feminino.

Vi-os abandonarem o paredão da praia, a descerem para a areia, a pararem numa barraca alugada, daquelas de tecido de algodão, branco e às riscas azuis, e a pousarem as coisas, ele depois sentado numa cadeira e ela estendida na toalha com o cu virado para cima, e não há como negar, era uma bela mulher, com tudo perfeito, sexualmente apetecível, uma máquina de tesão, à espera de explodir.

A minha bebida tinha acabado, no olhar do empregado havia um desejo, que eu me fosse embora, eu então arranquei em direção à areia, fui tirando a minha roupa do corpo de um negro grande que apanhei, deixei só uma tanga e olhei para baixo, “estou bem dotado e a coisa vê-se bem, aqui há confiança”.

Aproximei-me mais da barraca, ouvi o gajo a pensar, “foda-se que desperdício”, ele depois olhava para as outras gajas que passavam, “aquela sim, tem um bikini do caralho, é todo fio dental metido dentro do cu, tanto tesão que me dá, ao menos se a minha mulher fosse assim, dava-lhe uma foda aqui dentro”, e virava a cara para o interior da barraca.

Como Diabo sentia-me no dever de fazer qualquer coisa útil, ajudar aquele homem desesperado, o que era estranho, normalmente a minha única ocupação era a diversão, gozar com estes desgraçados, mas isto era demais, este gajo queria comer a mulher, mas precisava de um estimulo, que ela vestisse um bikini mínimo para o pau saltar e crescer com força.

Foi quando vi um daqueles nigerianos de praia, numa mão grande do tamanho duma tábua, trazia caídos nos dedos montes de bikinis pequenos, tomei-lhe a consciência de assalto, e mudei de direção para a barraca, e aí ajoelhado parei junto do gajo, “bikini, bikini, pequeno, bom, sexy”, e depois sussurrei, “muito tesão muito tesão para sua mulher fica boa e mais homens vão gostar”.

Ela virou a cabeça na toalha, fez um gesto de “não” com as mãos e disse, “não querido não preciso de nenhum bikini”, o gajo ardia com febre, e eu insisti com ele, “sua mulher fica boa, outros homens vão querer comer a tua mulher, aí mesmo na barraca”, ela percebeu o que eu dizia e disse qualquer coisa, “querida, diz aí a esse senhor que não quero ser fodida por nenhum homem nessa barraca, para ele ir embora”.

E enquanto ele pensava o que dizer, na cabeça dele tinha a imagem da mulher nua na barraca a ser fodida, o caralho dele crescia nos calções, eu aproximei-me dela e de cócaras eu disse, “a senhora é tão bonita, é só experimentar”, quando dei conta, ela olhava para o pau gigante do nigeriano, o pau tinha-se deslocado da túnica para baixo, onde estavam dois colhões maciços como cocos, eu insisti, “a senhora veste e seu marido vai gostar de ver bikini reduzido, é só um fio entre as nádegas, e muitos homens vão aparecer desejando querer comer a senhora”.

Olhei novamente para o gajo, ele tremia de excitação, a ideia da mulher vestir um bikini novo era um sonho antigo que se arrastava no tempo, mas agora tinha que lidar com novidades, ao principio o prémio era para ser só seu, mas agora pensava que podia ser dividido e então a sua mulher que tinha tanto amor para dar, mesmo aqui nesta barraca, quando ele diz, “oh amor, experimenta ao menos um, só para me agradar, aqui mesmo na barraca”.

Ela ainda estava focada no meu pau preto grosso e comprido, melhor, no pau do nigeriano que eu ocupava, que ia crescendo a cada lambidela de beiços que ela dava, eu disse, “senhora, ouça o marido, ele está querendo muito, ver homens desejando comer você, a senhora é tão bonita”.

Quando ela dizia finalmente que sim, eu sai a correr do nigeriano, que ficou ali parado a abanar os bikinis, entrei no preto da tanga e com a voz deste fui mais perto, e disse ao gajo, “eu posso ajudar”, o gajo olhou para mim, viu o meu volume crescido, “ajudar como?”, eu respondi, “eu entro na barraca e ajudo a sua mulher a escolher o bikini”, ela puxou um da mão do nigeriano, castanho com riscas tigre, apenas um triângulo com dois fios e ela disse ao marido, “amor, deixa-o entrar, amor, prefiro ter a opinião de outro”.

O nigeriano parecia uma estátua curvada, com um alto tremendo na túnica, nem sabia porque fazia negócio, nem porque estava teso, eu entrei e ela sorriu, “espero que goste de me ver nua”, eu olhei o corpo de alto a baixo, normalmente eu Diabo não atuo, mas agora com o marido lá fora à espera, o humano excitou-se e venceu-se em mim, o caralho saltou e fixou-se espetado, teso e grosso à espera de a ver nua.

Ela tirou o velho bikini e vestiu o novo, as marcas do sol ainda não se viam, o corpo branco escondido naquele pedaço de tecido era uma bomba de desejo, e sussurrei baixinho, a falar para o gajo na porta, “posso pedir à sua mulher para despir e vestir novamente o bikini”, ele disse, “pode”, e foi quando ele olhou pela nesga do tecido, e ela perguntou, “amor, ele parece estar a gostar de me ver nua e com o bikini, acho que ele está a desejar foder-me aqui, amor, o que posso fazer?”.

O marido balbuciou qualquer coisa, a respiração dele ofegava e não era certamente do calor lá fora, ela agarrou no pau do negro onde eu estava e de cócaras começou a chupar, a verga negra e comprida entrou-lhe na boca, e ela começou a lambê-la, a cabeça, e por aí abaixo, e foi quando eu tremi as pernas que pensei, “o meu trabalho estava concluído, estava na hora de me ir embora”.

E fui, o negro da tanga recuperou a consciência e da mesma maneira que o nigeriano acordou, neste caso este foi com uma gaja a agarrar-lhe o pau e a engoli-lo na boca, com o olho do marido à espreita na frincha do tecido.

Regressei ao bar, pedi ao mesmo empregado mais um cocktail gelado, a dizer-lhe, “vou agora para o inferno”, e pelos arrepios frios que teve tenho a certeza que acreditou.


Coração de Ouro - Contos do Diabo

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 Coração de Ouro - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Ás vezes tenho este mau hábito de andar entre os mortais, a tentar perceber porque me fazem perder tempo, digamos que é o meu fetiche, e porra, não há dia que não encontre coisa que me faz perder a cabeça.

Ia numa carruagem de comboio, dessas que alimentam os suburbanos, entrei no corpo de um geek marado, houve assim uma certa resistência, do corpo, do espirito e da minha consciência, mas eu tinha visto duas gajas tão boas sentadas no banco à frente dele, e ele foda-se não aproveitava nada.

Quando os meus olhos se iluminaram, as gajas sentiram algum desconforto, o geek para elas não representava nada, mas de repente, eu olhava para as pernas delas, para as coxas guarnecidas, para as mamas generosas, e elas ali presas sem fugir, àqueles olhares com vontade de comer.

Claro que era eu e não o geek, os meus olhos percorriam as pernas delas, a queimar devagarinho, não havia limites e continuei a subir, passei pela roupa e a continuar, até ver bem a coninha das duas e ouvir o que estavam a dizer.

Eram irmãs, uma delas, a que pareceu mais velha, dizia, “já não posso com o Frederico, agora anda a perseguir-me”, a outra respondia, “mas já lhe disseste que tens outro homem?”, ela insistia, “já, mas parece não querer entender”, depois a outra voltou com outra história que me fez levantar as minhas orelhas pontiagudas, “não dizias que o Fred é muito bom a foder?”.

Fiquei à espreita, olhava para as duas coninhas, mas com outro interesse, “é, mas às vezes até é demais, está sempre a pensar em cona, e não é só a minha”, a outra perguntou, “e o Marcos?”, a mais velha explicou, “o Marcos é diferente, nem me satisfaz, mas é certo, para ele é só a minha cona, para ele chega, e até com cheiro de vagina, ele fica satisfeito”.

A outra insistiu, olhei para a coninha e vi que estava toda molhada, as perguntas não eram à toda, a puta mais nova queria saber mais, “Mas o Fred o que quer? Uma relação? ele está apaixonado?”, a outra riu-se, “só se for pelo maus buraco do cu, ele quer é continuar a foder”, até que a outra disse, “e se eu falasse com o Fred?”, a mais velha abriu a boca, “para quê?”.

A mais nova voltou à carga, “ora minha irmã, para ele deixar de perseguir-te, eu falo com ele e digo que se quer cona, e cu já agora, ele que procure noutro lugar”, a mais velha não estava convencida, “não sei não”, a outra insistiu, “mas não queres que ele deixe de foder a tua cona?”.

Olhei para a coninha da mais velha, os lábios do clitóris tremiam excitados, ela estava a lembrar-se do pau do Fred Bem enterrado, e no cu também, havia um liquido que brilhava e ameaçava a cueca branca, “não sei, às vezes penso que quero que ele coma a minha cona e eu continue com o Marcos, é mais seguro”.

A outra estava surpreendida, o comboio andava, e o tempo era curto para a mais nova, “óh irmã, eu estou sem namorado, eu também estou a precisar de caralho”, olhei para as coninhas e as duas abriram como ostras babadas, ela continuou, “eu dizia ao Fred para ele dividir comigo, e depois era um bocado para mim e outro para ti”.

A mais velha pensava, “sim podíamos combinar isso, o Fred comia-me a cona e o cu uns dias e depois fodia-te a ti”, a mais nova estava sorridente, a cona abriu-se toda como um orgasmo e perguntou, “e o pau dele, eu nunca vi?”, a mais velha respondeu, “enorme, às vezes tenho dificuldade em mamar no caralho dele, e quando ele mete no meu cu, dou sempre um grito, vais adorar, irmã, vai partir-te toda”.

O comboio parou e eu vi as duas conas a sair, longas pernas a sustentar, os pelos molhados a brilhar, e foda-se!! fiquei naquele suspense do que iria acontecer, tanto trabalho que tenho, e logo havia de ficar este meus fetiche pendurado, caralho!!

Mas resolvi a situação, uns dias depois, encontrei o Fred e a mais nova num bar, andei para ali a escolher um corpo para ocupar, e vi uma gaja com cara de puta que parecia acompanhar o Fred e um amigo, e eu, não vi problemas, entrei nela devagar, a mais nova falava mais baixo, “Fred, deixa-me chupar o teu pau”, o Fred, um pouco bruto, respondia, “o que é que a tua irmã ia pensar? Nós estamos separados mas eu continuo a foder a cona e o cu da tua irmã, parece uma traição?”.

Os argumentos eram tão difíceis de entender, mas mesmo assim a mais nova insistia, “mas Fred eu combinei com a minha irmã, foi ela que disse para ti dares caralho a ela e a mim, senão nada feito, a cona dela acabou”, eu assistia a isto, quando percebi que eu era a puta do amigo do Fred, e ele estava a pôr a mão na minha cona e a perguntar, “o Fred não quer, mas eu fodia a gaja, que achas querida”.

A puta, que era eu Diabo, falou, “sabes que não me importo querido, podes foder, a gaja está esfomeada, nunca tinha visto uma gaja neste estado, gaja que é gaja como eu não tem falta de caralho, mas esta até é deprimente, por favor, amor, acaba com aquele martírio”.

O amigo do Fred sentiu um suspiro de admiração, “foda-se amor, és um coração de ouro”, e depois virou-se para o Fred, “eu como a gaja deixa estar”, e depois de seguida para a mais nova, mostrou o caralho de fora, teso como uma vara rija, “estás a ver este é ainda maior que o do Fred, “eu como-te a cona toda”.

O Fred porém parecia indeciso, e disse depois, “foda-se!!, tu comes a gaja e eu? Caralho? Fodo o quê?”, o amigo dele virou-se para mim, “então? Fodes a minha puta”, e apontou para mim.

Naquele momento, pensei que chegara a hora, estava tudo encaminhado, achei melhor abandonar o corpo da puta, e pus-me a andar daquele lugar ....


Tortura da Alma - Contos do Diabo

22:43 0
Tortura da Alma - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.


Foi de uma das minhas subidas à terra vindo do inferno, aqui me basto, aqui é o meu céu neste plano, para existir, não necessito de nada mais etéreo, mais acima.

A viagem foi desagradável lá em baixo está calor como o caralho, mas depois chegado aqui acima, o que era suor transformou-se em gordura, era assim a atmosfera sufocante da viela onde fui sair.

A alguns metros, ao longe, na porta de serviço de um bar, estava uma gaja encostada a fumar, formava umas argolas com a boca, e não era difícil, entrar-lhe na cabeça, a gaja ardia em desejo, não levava na cona há meses, coitadinha, tive pena, guardava-se para o namorado, era o que tinha na consciência.

Aproximei-me no escuro o suficiente para vê-la por dentro e por fora, a mente simples sem enigmas, e o corpo delicioso por fora, é destas que eu Diabo gosto, a cona está bem lavada mas tem um travo amargo, entro nela como quero, e a ponta da minha língua prova-a em baixo, que bom, ambrosia de cona, e esteve a trabalhar toda a noite?

Aprecio mais esta mulher, há nela uma musculatura geral, que não é armadura, nem é força, é uma circunstância da vida, tem que ser dura, não pode chorar, tem de aguentar, e ai meu deus, ai que aguenta, o namorado a comer-lhe o cu, Jesus aí em cima, não sabem o que estão a perder.

Estou agora tão perto, que os meus dedos estalam os mamilos espetados que se prendem na farda, naquela roupa ridícula, se fosse um top, um algodão desguarnecido, as mamas saltavam para fora, exuberantes, apetitosas, como bagos de uvas frescas, presas em fruta que só se lambe, só se chupa, é suficiente.

Foda-se!! a gaja sonhou, pensou em sexo, e caralho, pensou em traição, respirou fundo a olhar para o céu enquanto largava a beata no chão, as palavras dela, “como é que alguém me ia foder, sem o meu namorado saber?” e continuava em pensamento, “ai caralho tenho tanta fome, sou uma puta, preciso de um bom pau, sem complicações”.

Ela entrou no bar, ao balcão encostado estava um homem aí dos seus cinquenta anos, era demais para ela, tinha boa figura e é daqueles clientes que ficam, porque a empregada é simpática, mostra um bocadinho das mamas e é quanto basta para ele ficar feliz, e fazer daquele bar a sua segunda casa.

Reparei que ele mordiscava um conhaque, molhando a ponta da língua lá dentro, depois dava um estalido com a boca, enquanto rodava a cabeça a ver o rabo da rapariga, entrei nele e vi, estes colhões já tiveram os seus dias, e para agora não dava, era necessário uma solução rápida e definitiva.

Ela movia-se como um autómato, ia atendendo os clientes mas era como se não estivesse ali, falta de pau tem este resultado, a rapariga nem conseguia funcionar, o clitóris reagia a qualquer estimulo, os olhos molhavam-se entrava um homem mais ou menos.

Foda-se!! eu estava preso nestas considerações todas, quando passo no meio um gajo pequenino, com um ar nervoso, irritado com o mundo, num passo felino, a dar saltinhos, em direção à rua, era o caralho do cozinheiro e deu para ver rápido, o gajo podia ser pequenino, mas foda-se, era muito bem abonado.

O pior é quando ele passou, vi nela um ar de nojo, com certeza eles não combinavam, deviam ter uma história passada, mas porra, era uma emergência, havia uma corrente elétrica a apanhar-lhe o corpo, as pernas abriam-se sozinhas, a garganta seca, a cona encharcada, os mamilos espetados, era preciso fazer alguma coisa, e quando o pequeno regressava do lixo, eu deitei uma mágica nela, que a fez pensar, “foda-se, o Ronaldinho tem um grande pau”.

Comecei a ler-lhe os pensamentos, lembrou-se que o Ronaldinho pequeno uma vez arrancou da cozinha e mostrou-lhe o caralho teso, ela achou que era exibição, e a coisa ficou feia, o patrão teve até de intervir, dizendo que não era assim que se conquistava uma mulher, mas agora? Ela pensou, “o Ronaldinho dava-me uma grande foda, tudo ficava por aí e bico calado, o meu namorado não podia saber nunca, e quando ele viesse ao bar, Ronaldinho não falava”.

Ela estava desesperada, o Ronaldinho e o namorado eram amigos, conhecendo Ronaldinho como é, com o complexo de ser pequeno, ele caralho, ia contar tudo, era isso que ela pensava, mas foda-se, tinha de arriscar, já não aguentava mais.

O dia de trabalho estava no fim, ela aventurou-se na cozinha, e foi quando ouviu o chuveiro, ela pensou, “Ronaldinho a tomar banho, que má hora”, mas foi um segundo, ele saiu ainda molhado em tronco nu, em baixo uns boxers justos e ela olhou, Ronaldinho era pequeno mas era quadrado, e entre as pernas um volume saliente com a cobra deitada de lado.

Ele reparou que ela olhou para o pau dele, e quase sorriu, “o que foi? O que andas à procura por aqui?”, ela olhou para o vazio e disse, “não sei se posso contar contigo!!”, ele insistiu irrequieto, “porquê, diz logo”, ela estava a fazer contas, e ele disparou, “já sei, o teu namorado conta-me tudo, diz que tu és insaciável, e sem ele cá, queres um pouco disto”, e apalpou os colhões de mão cheia.

Nesta altura eu tinha vestido a pele do homem do conhaque, deixado esquecido numa mesa, ela perguntou, “e se quisesse? Não vais dizer que queres negociar qualquer coisa, é por isso que não gosto de ti”, ele rodou sobre si próprio, virou-lhe as costas de cabeça baixa, e disse, “e suponho que queres que isto fique entre nós?”.

Ela abanou a cabeça quando ele se virou e deixou cair os boxers, ela olhou e o caralho bem dotado estava teso e levantado, ele aproximou-se mais, levantou o vestido, saia, ou o que era aquilo, e escorregou os dedos dele para a cona, e depois pondo os dedos na boca, “humm que bom, estamos excitados”.

Ele apertou-lhe o corpo, a agarrar-lhe as nádegas com a mão, “vais me dar este cuzinho para eu comer esta noite?”, ela sorriu, “vou, por hoje é todo teu, por isso aproveita”, ela baixou-se e começou a chupar-lhe o pau.

Ronaldinho encostou-se na bancada e dizia, “foda-se!! caralho!! coisa boa!!”, Ronaldinho estava em êxtase quando me viu, deu um grito alto que a rapariga ia mordendo o pau, “foda-se Annette, o que é que esse gajo está ainda a fazer aqui, olha os olhos dele do conhaque, parece o Diabo.”

A Annete levantou-se ainda lambendo os beiços da brochada, “porra, sr. Manuel, não é hora de estar aqui, você quase estragou tudo ...”, eu já tinha deixado aquele corpo, o homem do conhaque regressara, e disse, “porra!! sua puta, o que eu faço aqui toda a hora à espera de uma foda, e, agora sua puta, dá a cona a esse rapaz, fui, não volto mais”.

A Annette estava surpreendida, mas ouviu Ronaldinho, anda chupar, caralho, estou sem roupa nenhuma ...