LÉSBICA PERDOA? não, lésbica vinga-se - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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LÉSBICA PERDOA? não, lésbica vinga-se

A Mara, namorada da minha irmã, se posso chamar-lhe assim, tinha passado uma noite com uma outra amiga, todas elas eram lésbicas, uma tal Daniela, e a Bárbara soube que elas tinham estado a foder.


Como soube, não sei, o que sei é que ela um dia apareceu-me no apartamento, a pedir-me, "deixa-me ficar aqui hoje, a puta da Mara traiu-me".

Não é que ela não tivesse casa, mas nestas alturas, recolhia ao meu canto, para se recompor, e termos as nossas conversas mais intimas.

Não é coisa de agora, já foi há muito tempo, mas lembrei-me apenas. A Bárbara estava a mudar, já não era aquela miúda bissexual, que não se importava o que fodia, que separava prazer, do que era emocional.

Agora metia-se em guerras de lésbicas o que não era normal. 

Nessa altura estava na faculdade, tinha um amigo colorido, o que quer se pense que seja, que vivia comigo na minha casa, o Avelino, um colega caboverdiano, ele tinha-me pedido, que só seria por seis meses, mas acabou por ficar mais tempo.

Entre nós a relação era só sexual, a amizade era a de colegas de escola, longínqua e transitória, ele e eu sabíamos, o nosso acordo era bem claro, eu dava-lhe abrigo, e ele satisfazia os meus desejos.

Para ele eu era só o gajo a quem ele ia ao cu todas as noites.

A Avelino tinha uma namorada, e não sei, ou nunca soube se ela sabia, que quando vínhamos da faculdade, o Avelino comia-me o cu. Se não sabia, se calhar desconfiava.

Será contraditório? Ou não? não sei, sempre tive experiências homossexuais, mas não me sentia homossexual, talvez fosse, pensei nisso, só paneleiro, não queria mais do que levar no cu.

À noite chegávamos, despíamos a roupa e depois de um banho, ele deitava-se em cima de mim, e enterrava o caralho grosso no meu cu. Agarrava-me nas nádegas, e abria-as e partia-as ao meio, escorregando o pau duro pelo meio delas.

Entrava fundo. Sentia a pele dele das ancas coladas às minhas nádegas, ele a mover-se devagar, abrindo-me o ânus forçado, latente, e húmido, com o pau grande grosso curvado.

Que suspiros eu dava quando ele entrava para dentro de mim. 

Quantas vezes pensei na namorada dele, ela a levar com aquele pau, com ele a comer-lhe o cu, a imaginar que devia gritar, como a mim me apetecia, das vezes que me fodia, o corpo de ébano nas minhas costas, a partir-me o ânus todo, e quando vi a minha irmã Bárbara na porta, pensei logo, "porra vai estragar tudo".

Mas sei que foi curto esse pensamento, ela sempre foi a inteligente, olhou de lado, as arrumações na casa, perguntou-me e eu contei-lhe, mas que ele não estava cá, por ser fim de semana, tinha saído com a namorada.

Disse-me ela "não te preocupes, é só um dia, meus deus, és mesmo paneleiro, só pensas em levar no cu", e foi quando depois soube da Mara.

Adoro a minha irmã, mas o que me irritava nas fufas, lésbicas, o que seja, era este drama, separam-se, juntam-se, fodem-se, e lambem-se, mas parece que não lhes basta o sexo.

O Avelino ou outros que me foram ao cu, ou que eu fui a eles, não tinha, nem nunca tive qualquer pretensão amorosa ou emocional. Podia acontecer, mas nunca aconteceu.

Gostava e gosto, mesmo depois de casado e com filhos, de levar no cu e pronto.

Mas elas, as lésbicas, porra, que tornam-se agressivas, se calhar traição é traição e desespera, mas caralho, estas gajas são vingativas.


À noite estava com a Bárbara, ela encostou-se a mim no sofá, deu-me um beijo na boca, não era estranho entre irmãos, e disse-me "lembraste de nós em Moçambique?".

Abanei com a cabeça a dizer que sim, "lembro claro", e ela continuou, "nessa altura eras, sei lá, bissexual, fodias a empregada, ias ao cu ao Manel, e o Bernardo durante meses comeu-te o cu a ti".

Sempre que estávamos juntos, lá vinha ela com a nossa história, ela sabia que não foram só aqueles, mesmo em Moçambique, na nossa juventude, apanhei no cu muitas vezes.

Depois disse-me, "depois fui eu, fodeste-me a mim, lembras-te?", eu disse-lhe, "lembro-me que tu é que forçaste, tu é que quiseste", ela riu-se, "pois foi, ficaste doido com o meu rabo, e não aguentaste, o meu irmão foi-me à cona".

"Gostaste, lembras-te?", disse-me ela, "claro que gostei", disse eu e continuou ela, "perdi a virgindade contigo."

Depois foi o Nuno que me foi ao cu, ainda me apanhaste com ele, lembras-te", das minhas irmãs e da minha mãe, do mais que me lembro delas, é de vê-las a foder, nunca foi tabu nenhum, e para elas era um prazer.

Não sei, nem nunca perguntei, é só um pensamento meu, elas gostavam que as visse foder, como se fosse um tratamento, se calhar achavam, "ele é gay, paneleiro, ou coisa parecida", queriam que eu visse homens a espetá-las, com os seus caralhos tesos a enterrá-las, para depois me dizerem, "estás a ver como é, ser homem é ser assim.".

Desta vez era diferente, a Bárbara vinha magoada, há meses que namorava a Mara, e elas lá têm os seus arranjos, não os compreendia mas aceitava, quando ela se vira para mim, "não tens cá o teu amigo, queres que te faça qualquer coisa?"

Olho para ela, "qualquer coisa? o quê?", ela vira-se, "sei lá, queres que te chupe? estamos só os dois, e eu estou com tesão", eu respondi-lhe, "estás maluca?, não, não estou assim tão desesperado, se estás com tesão bate tu uma punheta".

Ela começou por rir-se. Depois perguntou, "porquê? gostavas de ver?", respondi, "estou aqui, não me importava de ver", depois foi ela, "alguma vez constaste as vezes que me viste bater punhetas?", agora foi a vez de ser eu a rir-me "nunca as contei, mas foram muitas.".

Enquanto falava, a Bárbara despia-se. Tinham passado alguns anos, mas o corpo era de menina, escultural, de mármore e transparência, as mamas rijas, os mamilos espetados e tesos, aquele tufo de pelos louros pequenos, os lábios da cona vermelhos, que tesão ela dava a tantos, depois pensei, foda-se, a tantas lésbicas.

A Bárbara parecia ter-se fixado nessa orientação sexual, e pensava, ou julgava eu, que não sabia o que era um caralho há muito tempo. Pelo menos um caralho de homem, de nervoso e carne.

Ela começou a virar os olhos, a cabeça a pensar, os dedos corriam-lhe pelo clitóris saído, pronta a começar, e depois disse, "filmas mano, filmas-me a masturbar-me, quero mandar o video à Mara para ela ver o que está a perder".

Desta vez quem se riu fui eu, para dentro, pensei, "estas putas destas lésbicas, mesmo sendo minha irmã, só pensam em vingança", ela ia-se excitando, eu pus-me por cima a filmá-la, a luz era maravilhosa, os dedos dela tremiam, entravam na cona molhada.

Doía-me o caralho de vê-la, porra, era o sentimento que me causava, e tirei os calções que trazia, filmei e mostrei-lhe o meu pau teso, de tanto estar a vê-la, se calhar era a minha vingança, como se lhes dissesse, "acham que sou só gay, pois está aqui um pau, para vocês verem e não esquecerem".

Ela gemia a contorcer-se, eu registava tudo o que via, porra, também batia uma punheta, e quando ela se começou a vir, saiu-me um jacto quente para fora.

Quando nos sentámos de novo no sofá, lânguidos e nus, encostados um ao outro, muito rimos de ela mandar o video para a namorada.

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