Garagem no inicio de verão - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Garagem no inicio de verão

Eu tenho andado ocupado com arrumações na minha garagem e há dias pedi a um rapaz que mora aqui ao lado se me dava uma ajuda com umas coisas mais pesadas. 


Devo dizer que eu gostei do rapaz, já o conhecia como filho do casal vizinho, desde que tinham ido viver para ali, devia ter uns vinte anos, mas é daquelas coisas do mundo de hoje, passam-se anos que vemos as pessoas, nós vamos sendo educados a dizer o bom dia do costume, mas à cautela é melhor sempre manter a distância. 

Desta vez era uma necessidade e ele foi prestável, nós andámos pela garagem, fomos falando de tudo e de nada, mas o dia estava tão quente, que a dada altura eu disse, "vamos até à cozinha beber um pouco de água fresca". 

Quando entrei na casa, ouvi a voz alta da minha mulher, "estou aqui na cozinha", mas quando entrámos ela estava nua, ela continuou, "entra entra", eu engasgado ainda disse, "olha que tenho uma visita", só que ela não ligou, "deixa estar que ele não se importa", e até parecia que a minha mulher estava à espera. 

Quando eu fui para o frigorifico, o rapaz parecia incomodado com a nudez da minha mulher, eu dei o copo de água fresca, mas ele mal me viu ou disse palavra, eu reparei que ela se riu do desconforto dele, e logo a seguir saímos. 

Nós voltamos para a garagem, ele estava mudo, eu senti que ele estava com uma espécie de trauma, e perguntei,” não gostaste de ver a minha mulher nua?”, ele respondeu, “não sei, as mulheres assustam-me um bocado”, eu ri-me do que ele dizia, e continuei, “sabes, eu gosto que outros homens vejam a minha mulher nua, fico assim sempre teso e duro”. 

Eu agarrei no meu pau teso com a mão nas calças de fato de treino, “estás a ver, estou cheio de tesão só de te ver a olhar para a minha mulher”, ele olhou para o meu volume nas calças, e eu perguntei, “queres ver?”, eu ouço-o dizer, “eu quero”, de repente senti um trejeito no corpo dele como se gostasse mais de ver o meu caralho do que a minha mulher nua. 

Eu nem tinha cuecas, baixei só as calças do fato de treino, e soltei o pénis que saiu teso e duro, “gostas? achas grande? mostra o teu”, ele baixou o calção e tirou o pénis para fora, e eu disse, “é bonito, bem grande, a minha mulher ia gostar, gostavas de lhe foder o cu?”. 

O corpo dele gingava de prazer, eu senti que o meu pau teso, eu puxava a pele e ele via a cabeça gorda a sair, e havia ali um interesse inesperado, ele rodou em volta e eu pensei que ele tinha um rabo bonito, todo ele era esguio como uma gazela, e eu perguntei, “se calhar gostavas mais que eu te comesse o cu?”. 

Ele voltou-se para mim e com um sorriso a confirmar, olhei para ele, para o rabo, para as costas, e o desejo veio tão grande, que o meu caralho ficou ainda mais teso e duro, o oxigénio fugia-me dos pulmões, e eu continuei, “dás-me o teu rabo? se me deres quero muito foder o teu cu”. 

Ele perguntou, “e a sua mulher, não vai aparecer por aqui?”, eu respondi, “não, mas se aparecer não há problema, às vezes, eu e a minha mulher fazemos umas coisas", o rapaz fixou a minha voz e eu continuei, "às vezes ela pede e eu deixo", foi a vez de ele dizer novamente, "não percebo!!", e eu fui dizendo, "às vezes ela quer foder com outros e eu não me importo". 

Ele manteve-se em silêncio por alguns segundos, e eu prossegui, “se ela vier, ela vai gostar, ela já me viu a foder uns cus, eu até gosto que ela veja”, eu aproximei-me mais dele e senti a mão dele a agarrar no meu pau, a brincar com ele ao de leve, e continuei, “gostavas que chamasse a minha mulher?”. 

Ele disse logo a correr, “não, nem pense”, eu pus-lhe a mão no rabo, a entrar por dentro do calção, eu sentia as nádegas quentes e o ânus húmido de desejo, todo ele se abria para mim, sussurrei-lhe ao ouvido, “anda amor estou louco para partir esse cu”. 

Eu toquei na cabeça dele para se baixar, “anda amor chupa o meu pau”, a boca dele abriu-se e os lábios doces de veludo aconchegaram-se e apertaram o meu caralho, que ele foi engolindo centímetro a centímetro, com uma língua que tremia e mordiscava sem parar. 

Todo o meu corpo estava rijo como pedra, e eu dizia, “ai foda-se chupa chupa, lambe-o todo amor”, os meus quadris moviam-se para dentro, e ele aguentava o meu pau grosso a agarrá-lo com a mão presa por baixo. 

Eu levantei-o e disse, “anda, deixa-me comer esse cu”, ele tirou o calção fora, e encostou-se a uma mesa, e foi quando eu vi aquele maravilhoso rabo, duas nádegas pequenas e perfeitas, agarrei nelas como se agarra num pêssego e abria-as para deixar passar o meu caralho. 

Foi nesse momento que eu reparei que a minha mulher estava na garagem a ver, ela tinha entrado sem eu perceber, ela ficou em silêncio e eu a sorrir, quando o meu pau tocou aquele ânus, o rapaz empinou o rabo, e quando a cabeça entrou lançou um suspiro, “aihmm, humm, haumm, ai”. 

A mão dele travou-me a perna, eu sabia que tinha de entrar devagar, o cu dele era tão apertado, que aquele anel tenso se foi abrindo, ele gemia, “aihmm, humm, dói tanto, aihmm”, a cabeça saia e voltava a entrar, o pau ia cada vez mais fundo com ele a pedir, até que senti, o caralho tinha entrado todo. 

Eu agarrei-o pelos ombros e comecei a partir aquele cuzinho, a minha mulher não dizia nada e só apreciava, eu sabia que os dedos dela giravam na cona, ela gostava de ver o marido a comer cus a homens.

Eu fui batendo com força nas nádegas dele, o meu pau entrava e saia, numa fúria tremenda o rapaz contorcia-se, ele excitava-se batendo uma punheta, o ânus dele ainda mais tremente e húmido, até que me senti estremecer, um jato de porra saiu e entrou-lhe no cu, ele gemeu alto por se estar a vir. 

Só quando acabámos é que ele se apercebeu da presença da minha mulher, ele disse, “estava a ver?”, ela chegou perto a dar-lhe um abraço, “que boa foda, nunca tinha visto o meu marido a gozar tanto, eu adorei ver ele a comer o teu cuzinho, que grande foda.” 


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