Feliz Aniversário, amor - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Feliz Aniversário, amor

Nos últimos dois anos, eu e a minha esposa Susana, temos falado em trazer uma terceira pessoa para a nossa vida sexual. Costumamos discutir se devemos arranjar outro homem para lhe agradar a ela, ou também uma mulher para satisfazer os nossos desejos. 


Só que estas fantasias nunca se realizaram, até ao dia em que fiz 30 anos, e ela me deu um presente fantástico. 

Cheguei a casa do trabalho, como sempre, por volta das cinco horas e vi um carro parado junto à nossa garagem. 

Quando entrei pela porta da frente, deu para ouvir gemidos que vinham do nosso quarto no andar de cima. Só de ouvir e antecipando o que eu pensei que estava a acontecer, subi as escadas silenciosamente. 

À medida que eu avançava, ouvi o som inconfundível de sexo vindo do nosso quarto. Quando cheguei à beira da porta do quarto, o que eu vi, fez o meu caralho saltar nos boxers. 

A Susana estava deitada de costas à beira da nossa cama com as pernas abertas para o Dário, um amigo dela da faculdade.

Ela já me tinha falado nele, e dizia-me que o Dário não era de namoros, que ela tinha tido vários namorados durante a faculdade mas que era ele que a fodia constantemente.

O Dário estava de pé, com as mãos e os braços segurava por baixo os quadris da Susana, com as pernas junto aos ombros dele, e eu via bem que o caralho dele se enterrava todo na cona da minha mulher.

Eu conheço bem a cona da Susana e dava para perceber que estava bem tensa do pau dele a entrar e que ela estava a adorar levar com aquele caralho grosso do Dário.

De cada vez que ele saía com o caralho para fora, a Susana abria a boca de prazer e os lábios dela colavam-se aos dele.

Eu percebi que mais um pouco e o Dário acabaria por ejacular dentro da cona da minha mulher, e por isso decidi não atrapalhar e ficar quieto e calado a admirar o espetáculo dela.

Eu estava a gostar tanto de vê-la a gozar com aquele caralho a enterrar-se na cona, que enquanto isso abri a breguilha das calças e tirei o meu caralho para fora  e comecei a acariciá-lo. 
O Dário penetrou-a talvez durante mais cinco minutos até que ele se começou a vir, com a minha mulher a ter tanto prazer.

Eu via o rosto dela a ficar vermelho de excitação, as pernas muito rijas e tensas, e os gemidos e gritos altos que ela dava, com o Dário a fodê-la bem fodida, ela a apertar as pernas e as nádegas dele, a fazer muita força para dentro dela, que deu para perceber que a Susana também se estava a vir.

Só que a cona da minha mulher quando está a ser bem fodida faz uma espécie de aperto aveludado, e por causa disso, eu sei que o Dário ia acabar por se manter teso ainda mais tempo a foder-lhe a cona, que ela acabava também por ter mais um orgasmo, como teve quando a vi soltar um grito bem alto de prazer.

Mas eu conheço bem a minha mulher e sei quando está excitada não quer parar, de maneira que depois de ela ter tido um orgasmo pela segunda vez, ela puxou o Dário para cima da cama e meteu o caralho dele na boca dela a engoli-lo bem até ao fundo.

A Susana começou a lamber e a chupar o caralho dele, e eu via realmente que o que ela me tinha contado era bem verdade.

O caralho dele era enorme em comprimento e grossura, e ainda tão preto que quase não dava para distinguir de um homem negro, a cabeça vermelha era grande como um punho, e via que na mão dela estava muito tenso duro e erecto.

Por isso dava para perceber o quanto a minha mulher gostava de levar na cona dele durante a faculdade e agora também.

O Dário estava outra vez com o caralho muito duro e muito teso novamente, e foi quando a minha mulher olhou para a porta e me viu em pé a acariciar o meu caralho. Ela virou-se para mim a sorrir com um sorriso sedutor e sexy e disse, "Feliz aniversário, amor".

Ela largou o caralho do Dário que ainda agarrava na mão, levantou-se depois para vir junto de mim e deu-me um longo beijo apaixonado. Ela agarrou-me pela mão, e depois continuou, "anda amor vamos foder mais".

Só sei que em segundos, cumprimentei o Dário, despi a roupa toda e estava na cama com eles. A minha mulher caminhou na cama entre as minhas pernas, e depois agarrou o meu pau e colocou-o na boca a chupar.

O Dário levantou-se, deu a volta, e aproveitou a posição em que ela estava, e por detrás dela, empoleirou-se nas costas. Nós temos um espelho junto à cama e deu para eu ver o Dário com aquele caralho enorme a apontá-lo à cona da Susana e a mergulhar para dentro dela.

E depois, já muitas mulheres me chuparam o caralho mas como a Susana nunca, daí que sempre a achei a grande rainha de chupar caralho, e por isso, enquanto o Dário a penetrava, ela chupou-me tão bem que fiquei logo à beira do orgasmo saindo do meu caralho gotas de leite espesso que ela lambeu. 

De todas as vezes que o Dário entrava com o caralho nela, a minha mulher chupava o meu pau ainda mais fundo. Ele batia tantas vezes e com tanta força com os quadris nas coxas e nádegas da minha esposa, a enterrar aquele pau grosso na cona dela, que vi a minha mulher a abrir a boca a gemer alto e a ter outro orgasmo com o Dário. 

Quando o Dário tirou o caralho da cona da minha esposa depois de se ter vindo também, ela rodou de lado a rir-se para mim para que eu pudesse ver o esperma do Dário em golfadas de leite a sair-lhe da cona rapada dela. 

A visão de esperma de outro homem a sair da cona da minha mulher pôs-me o caralho duro novamente, e por isso puxei-a para mim, eu abri-lhe as pernas, e por cima dela, entrei com o meu pau deslizando facilmente na cona molhada da Susana.

A Susana tinha a cabeça perto da beira da cama, então o Dário deu a volta e colocou-se por cima da boca dela. O Dário depois de bater um pouco o caralho largou uma boa quantidade de leite na língua dela que ela engoliu a chupar-lhe a cabeça vermelha grossa do caralho.

O Dário inclinou-se ainda mais e meteu o caralho na boca da minha mulher a foder-lhe a boca bonita dela, enquanto eu enterrava o meu pau nela e ao mesmo tempo olhava o caralho grosso dele junto à minha boca.

Depois, por mais uns minutos, pareceu-me que ainda fiz a minha mulher vir-se antes de eu também  ejacular na cona dela. 

Naquele momento, eu já estava bastante exausto e acabei por adormecer na cama, mas durante a noite, acordei e deu para ver que a minha esposa e o Dário continuaram a foder até de manhã. 

Antes de sair, o Dário e a Susana ainda foderam no chuveiro onde ela se veio pela última vez. 

O que posso contar mais? Que foi o melhor presente de aniversário de sempre! 

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