PUTA FEMINISMO: o das putas claro? - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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PUTA FEMINISMO: o das putas claro?

Adoramos o Brasil. Sempre novo e revolucionário. Há por ali uma loucura saudável, que desafia os costumes, e então caralho!! nós aqui sem fazer nada, a engordar e a olhar para o lado, quando encontramos estas pérolas, melhor pepitas que se diga, temos de as dar a conhecer, são saberes, sabores, de realidade.


Por aqui já tínhamos falado no feminismo fufa, a realidade que aí vinha, de não haver gajas para todos, mas melhor se diga, temos as putas e os paneleiros, que nos ajudam nesses momentos, de penúria e indiferença. 

Por aqui gostamos tanto de putas. 

E não é humor, nem brincadeira, é uma forma sincera, que o dizemos sem preconceitos, sem fazer ou discutir juízos, como dizia um nosso amigo, "cada um tem a sua cruz, pelo que não se fazem perguntas". 

Parece que tudo isto vem a propósito do livro de Monique Prada, reconhecida puta e feminista, que lançou o livro "PUTAFEMINISTA" (poderão ler resenha aqui), que pelos vistos está a fazer um grande sucesso, dando força a esse movimento do "Puta Feminismo".
PUTA FEMINISMO:
Atenção também para o projeto Mundo Invisível, destas putafeministas excetionais (adorámos o artigo pandemia não tem cara de puta). 

Não gostamos de política, mas politica com putas é outra história, isso dá-nos muito prazer, participarmos neste movimento, de reconhecer direitos à mais antiga profissão do mundo. 

Que caralho!! os políticos tenham vergonha, ajoelhem-se e pensem bem, o que seria de nós pequeninos, se não houvesse as putas e os outros, esqueçam!! não nos dão só prazer, dão-nos o seu corpo aquecido, há uma união sacramental, desde que claro, seja uma boa profissional. 

E porra!! E depois fazem o mundo girar, com mais sossego e harmonia, estão fazendo segurança social, dão educação aos meninos, descontração aos pais, harmonia na família, não fossem elas nosso escape, andava tudo à pancadaria. 

É preciso libertar, é preciso ejacular, é preciso descobrir, que o mundo muda a consciência, mesmo das coisas mais obscuras, do que se pensava ser vergonha, mas que é, enfim, o de se ser humano. 

Putas como deve de ser já havia na Roma Antiga 

E o caralho triste é o que se perde no tempo, o que temos dito no Biografias, foi aquele período de hipocrisia, minado por apostólicos romanos, porque antes na Roma Antiga, as prostitutas eram registadas e pagavam impostos. 

Usavam vestimenta diferente, florida ou transparente, uma montra antiga, ainda hoje muito usada, promoviam-se perante os homens, e não se confundiam com as outras mulheres. 

E havia categorias de putas: 

1. Delicatae: eram as prostitutas mais luxuosas, acessíveis apenas aos homens mais ricos e poderosos; 

2. Copae: mulheres que trabalhavam em lojas especializadas em servir bebidas como vinhos; 

3. Noctilucae: como o nome pode sugerir, eram as prostitutas que trabalhavam apenas à noite; 

4. Lupae: estas mulheres prestavam serviços em lupanares, os prostíbulos da época; 

5. Forariae: elas ficavam em estradas fora das cidades e prestavam serviços sobretudo a donos de estabelecimentos rurais; 

6. Fornicatrices: mulheres que ficavam disponíveis próximas a pontes, arcos ou edifícios. Aliás, do termo fornix derivou a palavra fornicação (manter relações sexuais com prostitutas); 

7. Bustuariae: misteriosas, ficavam próximas aos cemitérios romanos. Foda-se!

8. Prostibulae: esta era a prostituta clássica! Exibia-se na rua livremente. 

Quem quisesse assumir a função, deveria obter o registo profissional e, depois de informar os seus dados (nome, idade, naturalidade e “nome de guerra”), podiam começar a trabalhar. 


Lemos o livro na transversal, só porque o nosso tempo é pouco, mas reconhecemos a importância de sentir outros mundos, bom ter a verdade mais perto, mais sabendo que antes puta, que puta fina, escreveu e sabe do assunto.



A ideia norteadora desse movimento seria de que as prostitutas teriam o direito de serem feministas e, ao mesmo tempo, fortalecerem a luta pelos seus direitos. Para além disso, as putasfeministas desejam reconfigurar a estrutura da prostituição para combater as opressões culturais, económicas, políticas e sociais que pesam sobre a profissão e produzem visões distorcidas, estereotipadas e preconceituosas das trabalhadoras sexuais. 

Caralho para a exploração de putas, travestis, trans, gigolos, escort girls, góticas malucas, e, foda-se, etc. 

Sabemos que os conceitos são perigosos, só porque são definidos, fecham-se por fora e incham por dentro, tem tudo a ver com a sua pele, até onde é que aguentam. 

Se se chama putafeminismo a este movimento, que tão bem compreendemos, onde é que encaixam os outros? Não, não pode ser. 

O conceito é mais alargado, deve ser inclusivo e compreensivo, fica aqui a nossa contribuição, para um movimento de “Liberfodismo”, cada um é o que quer ser, sem rótulos ou distinções, de viver a sua sexualidade, como muito bem entender. 

Afinal, por que, ainda hoje, ser prostituta causa tanta revolta na sociedade? A quem interessaria o fim da prostituição? Quais seriam as principais diferenças entre os trabalhos desenvolvidos por mulheres na prostituição e aqueles exercidos por mulheres em profissões socialmente menos valorizadas e de baixa remuneração? 

Onde se denigre e mata a liberdade, é nessa fronteira que começa a exploração, uma espécie de cheque dado à sociedade, para se castigar punir e perseguir, é um desprezo que tem um preço, sobre as putas e todos nós. 

Porra, isto do putafeminismo deu-nos tanto tesão que fomos à procura de mais, isto é quase matéria de supositório 

Fizeram um estudo e chegaram à conclusão de que os homens que vão às putas têm vida familiar e relacionamento estável. E o melhor, quando escolhem e procuram uma puta, são bem claros na escolha, tudo menos parecida com a sua própria mulher. 

O perfil dos homens é não ter de conquistar a mulher, não ter de conversar com ela depois, porra! isto bem entendido e interpretado, é rápido, não dá trabalho, não ter de aturar mais, vai à sua vida, é uma transação comercial, não paga prestação do carro, nem joias ou roupa, caralho, é só poupar!! 

E todos a quem perguntaram isto, disseram, putas é uma necessidade, melhor, disseram relações sexuais (para incluir todos os trabalhadores do ramo), e foda-se!!, andar a esconder putas, com tantas mudanças que aconteceram, já não faz qualquer sentido, a sociedade elevou-se, entrou mais oxigénio, e porra!! para os marretas hipócritas, que passam as noites nas putas, e os dias a falar mal delas. 

Classificação de clientes de putas e outros trabalhadores 

O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: 

  • - o homo sexualis 
  • - o homo samaritanus 
  • - o homo economicus 
  • - o homo politicus

Foda-se!! nós por aqui que achávamos que sabíamos tudo, tanto que ficámos de boca aberta, como é que era possível? haver categorias para ir à putaria. 

Homo sexualis 

Este valoriza-se pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres que consome. Quanto mais melhor.

A qualidade de serviço para ele é importante, mas está em segundo plano. Muito regular e pela frequência é um ótimo cliente para as putas. Está lá sempre caído, quase todos os dias, incluindo fins de semana.

E do que se sabe, nem lhes dá muito trabalho. É entrar, esvaziar, e sair. Não há muita conversa, porque o prazer é todo dele.

Não se dispersa, e é-lhe indiferente ser esta ou aquela puta, desde que haja um buraco é o que interessa.

Homo Samaritanus

Este procura uma puta que o escute e seja mais vulnerável do que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela. É aquele que quer salvar a puta da má vida.

Algo preconceituoso, custa-lhe a compreender que a puta encare a sua escolha como um trabalho como outro qualquer. E que faça um bom dinheiro.

Tem um instinto maternal, de pai para filha ou de filho para mãe, por vezes volátil, mas sem grandes problemas. Também não dá muito trabalho, está mais preocupado em salvar a alma do que em foder.

Também muito regular em certos períodos de tempo, normalmente algumas épocas do ano, em que lhe dá para caçar, costuma fixar-se numa só puta de escolha, que mantêm por algum tempo, até se chatear, e ver que a não consegue mudar.

Homo economicus 

Este busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Este não tem preconceitos e se os tem não está preocupado com eles, para ele puta é mesmo puta, feita para foder a troco de dinheiro.

Pode por vezes ser volátil, ou até perigoso, se embriagado, é o que fode melhor, tanto pode ser bom negócio para a puta, deixando muito dinheiro, como deitar tudo a perder, explorando-a no fim, mas bem feitas as contas, é o que mais a respeita, como puta que efetivamente ela é.

Não é muito regular, aparece quando lhe apetece, muitas vezes em grupos e negócios, não quer muitas intimidades, mas quer que a puta o entretenha e divirta, como contraponto da sua energia.

Homo politicus 

Este tem um certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo. É também o que as putas menos gostam, por ser um réptil enganador, mas que no fim se enamoram dele, porque puta tem bom coração.

Não é volátil, nem perigoso, e mesmo sendo gente importante, a puta diz e ele faz o que mandam, sempre certo e generoso, se a puta tem sorte, ele dá-lhe tudo.

Quanto a trabalho e foder, ele faz o que pode.

Classificação das putas e outros trabalhadores 

Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: 

  • - mulher fatal, 
  • - mulher maternal 
  • - virgem. 

Mulher Fatal

Esta corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. 

Mulher Maternal 

Esta simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa. 

Mulher Virgem 

Esta é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente. 

“A grande luta ainda é contra o estigma”, afirma Monique Prada, trabalhadora sexual, presidenta da Cuts (Central Única de Trabalhadoras e Trabalhadores Sexuais) 

Conclusão: 

Aqui no biografias fez-se um levantamento sobre o entendimento geral, e todos foram unânimes, homens e mulheres, se não tivéssemos trabalhadores do sexo, estávamos todos fodidos. 

Uns que por aqui andam, génios incompreendidos que se arrastam, mais felizes do que muitos políticos, o mais certo é que, na sua existência de luta, se chegarem a ver uma cona, será com certeza de uma puta. 

“Haverá maior desigualdade que a biológica, num outro mundo utópico, pelas dores da diferença que atenuam, estes profissionais eram subsidiados”. 

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