O último pénis disponível - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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O último pénis disponível


Foda-se!! confessionário, sei que vais ficar chocado, passaram-se já três semanas, que eu não levo no cu.

Foda-se!! não tem que ser todos os dias, que sejam só três vezes por semana, é a minha dose terapêutica, é que nem mais nem menos, e eu que nunca tive falta, são tantos os hetero tímidos, que me procuram no meu quarto, é nas horas descontraídas, o meu último é casado, mas que caralho, confessionário, não há caralhos por aí.


Liguei a um amigo, "então Nando, o que se passa?", respondeu ele, "oh meu amigo, não digas nada, com esta crise, os gays assumidos, os que estão no armário, os homens casados, desapareceram todos caralho, porra, que isto é uma desgraça".

Caralho!! que fui tão imprudente, tão apanhado desprevenido, mas porra!!, nunca vi as proporções, de tanto tempo esperar, fechado sem nada fazer, merda, que haveria de passar, continuei com o Nando, "como tens aguentado?", ouvi a voz dele, de rouquidão e desespero, "olha amigo, desenrasco-me com um dildo, mas não é a mesma coisa, caralho".

Um dildo?? Caralho!! que eu nem um dildo tinha? é que não pensei em tudo, tinham-me dito, "ia ser um longo inverno", que esta guerra duraria, é melhor armazenar, isto se queres sobreviver, o mundo vai parar, gente na rua a vigiar, eles podem te apanhar, se isso acontecer amigo, tu estás bem fodido.

Mas um dildo? um vibrador? qualquer coisa para meter no cu, nos momentos difíceis, porra!!, é que nem tive essa ideia, eu que sempre tive tudo, sempre muito caralho, sempre tanto para escolher, e agora estava assim, queria apanhar no cu e não tinha, disse ao Nando, "e se eu ligasse para o meu hetero casado?", respondeu ele, "nem penses nisso, com esta crise está recolhido, acredita meu amigo, os homens foram para casa, já falei aos meus contactos, e o que me disseram?, não há caralhos por aí".

Perguntei-lhe, "nem o preto do pau grande?", disse-me ele, "esquece, esse foi o primeiro a quem liguei, eu queria uma dose reforçada, ai que meu amigo, com duas semanas e só o dildo,  tinha de ser grosso o caralho, o que o meu cu precisava."

Foda-se!! perguntei, "mas o que aconteceu?", diz-me o Nando, "olha, o preto também foi apanhado na crise, gays ricos açambarcaram-no, espremeram-no e consumiram tudo, o preto andava cansado, até pau grande tem limite, ficou doente e recolheu-se, o que restava a mulher lho pediu.".

Disse-lhe, "caralho que estou fodido, quero tanto levar no cu, é que eu nem dildo tenho", responde o Nando, "pois, eu tinha aqui um suplente, mais velhinho, até te emprestava, mas pode-me fazer falta, sabe-se lá o que isto dura,  não arranjas aí nada? sei lá, uma garrafa vazia? aquelas com gargalo comprido".

Confessionário, achei que ele estava a brincar, com uma garrafa no cu?, era essa a ideia dele, a solução para me satisfazer, nada substituía um bom caralho, para me acalmar este tesão, nesta tarde que ia longa, não tardaria viria a noite, mais um dia sem caralho, pedi ao Nando, "garrafas não obrigado, mas se tiveres novidades, liga-me a correr".
O Nando desligou, andava às voltas em casa, diabo o que vou fazer?, passei pela cozinha a ver, melhor que tivesse garrafas, nunca se sabe o que vou passar, mais vale prevenir que remediar, lembrei-me de há uns anos, do meu primeiro bar gay, foi o Nando que me levou.

Eu conhecia-o do bairro, era normal vê-lo a passar, três ou quatro portas ao lado, num andar suspeito e amaricado, os calções justos dentro do rabo, era tanta a minha curiosidade, que um dia fui conhecê-lo, sem a minha mãe saber, bati-lhe à porta para entrar, e ainda me lembro de ele sorrir.

Foi numa manhã de Domingo, a minha mãe foi à igreja, quando ele passou cumprimentei-o, fui logo depois atrás dele, perguntei se me deixava entrar, ele abriu-me a porta a dizer, "podes passar meu querido", depois fomos falando, e ele então perguntou, "o que é que queres saber?", e eu então perguntei, "dizem que gostas de levar no cu?".

Ele respondeu que sim, que era verdade, que era a sua opção, e depois perguntou-me, "queres comer o meu cu?", e foi assim nessa manhã, despimo-nos no quarto dele, e lembro-me bem, do que me ensinou, chupou-me o caralho teso e depois fui-lhe ao cu.

O pior foi depois no tal bar gay, nessa noite falámos com uns gajos, eu disse logo ao Nando, "estes gajos não são bons, só estão aqui para comer cu, e eles são bastante agressivos", começou o Nando a dizer-me, "ora caralho é o que nós queremos, estes assim são os melhores, dás o cu que eles pedirem, que eles voltam sempre".

Depois disse-lhe, "mas Nando, eu nunca dei o cu, não sei se estou preparado?", ele disse para mim a rir, "eu sei o que tu queres, porque que estamos aqui? satisfazer o teu desejo antigo, tu queres apanhar no cu".

Lembro-me, confessionário, que estava a tremer, os gajos metiam-me medo, eles não eram de confiança, mas fomos para uma mata, e um deles, o maior e mais corpulento, pôs-me a chupar o caralho dele, mandou-me pôr de joelhos, e sacou um pão grosso e inchado, que eu não perdoei ou esperei, coloquei o pau na boca e mamei-o ali mesmo.

Depois ele disse-me "desce as calças, vou comer-te o cu", mandou deitar-me numas ervas frias, de rabo para cima bem espetado, senti-lhe as pernas a ajeitar-se, a cabeça do pau a roçar-me o ânus, ele a fazer força a dizer para o outro, que comia o Nando ali ao meu lado, "olha que bom, este é virgem, olha só a minha sorte", a cabeça entrou e fiquei sem fôlego, só pensei, "aihm foda-se, que ele parte-me o cu, aihmm foda-se que não aguento".

Não queria chorar, nem dizer ao gajo, "pára por favor, que me está a doer", ele que entrasse e me fodesse, apertei-lhe a perna com força, "aihmm que me está a doer, espera deixa-me respirar", mas ele continuou a pressionar, ele enterrava e metia, mais um pouco até ao meio, "aihm aihmm foda-se aihmm", dizia ele para o outro gajo, "olha só o que a puta geme, deixa estar que já o tens todo", aquele pau grosso tinha-o todo enterrado.

O gajo tirou-me a virgindade, e durante meses voltei ao bar, à procura deles para me comer, sempre assim foi quando os encontrei, até que uma coisa aconteceu, era a minha mãe a pressionar, que deixasse o Nando e de o visitar, que já se falava por ali no bairro, que o andava a comer e eu era gay, a partir daí o Nando saiu do bairro, falávamos por telefone de vez em quando, para irmos juntos para qualquer lado.

E sabes confessionário qual foi a beleza? Depois da história da garrafa, de me dizer para a meter no cu, ele ligou-me a avisar, "encontrei um caralho para ti", e eu perguntei logo, "um caralho? como é possível?", ele respondeu, "olha, é o único que está disponível, ele está a aceitar encomendas, é de um gajo mais velho", eu nem pensei e disse,"eu quero eu quero, se tens boas referências? vou lá já".

O Nando disse-me, "calma, as referências dele são boas, é mais velho mas com experiência, ele tem muita clientela, nem sei como trabalha, até eu ia se pudesse, mas amigo, eu estou sem verba, agora tens de ter cuidado, tens que ir bem escondido na rua, eu vou ligar ao gajo.".

Confessionário, meti-me ao caminho, roupa bem escura, que isto é um cenário de guerra, havia grupos na rua, de gajos com paus gritando, sempre colado às paredes, saltando de sombra e sombra, até que lá cheguei.

O velho do caralho disponível já estava à minha espera, "entra entra, isto está mau, alguém te viu?", respondi-lhe, "não ninguém me viu", ele mirou-me de alto a baixo, "então estás cheio de tesão, há quanto tempo não levas no cu?", respondi, "há três semanas", ele mandou um assobio para o ar, "eh, que deves estar em sofrimento, anda, vai ali para o quarto, vai-te despindo depressa, logo logo vem outro cliente, sou só eu que estou de serviço.".

Ele veio ter comigo depois, estava deitado de rabo para cima, o velho deitou-se em cima de mim, e com o único caralho que havia, espetou-mo bem fundo no cu, e só posso dizer, confessionário, era tanta a minha fome, foi a melhor foda do mundo.

Quando acabámos, ele ainda me perguntou, "então já te sentes melhor, gostaste, comi-te bem o cu? vê lá se depois voltas, não estou cá para as crises, e agora vai com cuidado, eles andam aí.

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