Tinha saudades do meu amigo - Biografias Eróticas

Tinha saudades do meu amigo

Deviam ser aí umas oito da noite quando me ligou. Tinham passado mais de dez anos que não via o meu amigo Zé. Tinha-se metido numas negociatas, sempre a querer mais do que podia, não queria ficar mal na fotografia, e do que ouvira depois, havia uma mulher que exigia, um nível de vida superior, o Zé sem preparação, não tinha estudado nada, e a experiência do dia a dia, mesmo sendo muito esperto, não lhe chegava.

Juntou-se depois com uma brasileira, uma mulher muito bonita, lá se foi embora pro Brasil, depois não sei como, para o Canadá, sempre em fuga de si próprio, e agora estava ali comigo, num bar em Lisboa, perguntou-me, "Então como estás? e as tuas irmãs, a Bárbara e a Carlota?", "Está tudo bem, já sabes como elas são, têm as manias delas", ele riu-se, "como tu, também tinhas manias, e ainda são as mesmas?".

Rimo-nos depois juntos "algumas sim são ainda", ele continuou "não esperava que casasses", tinham-lhe contado o que sabiam, que estava casado com dois filhos, a vida que tinha arranjado, com uma bela mulher como a Ângela, que os anos tinham passado, que estava bem e me safava, perguntei, "porquê? não me casava?", respondeu-me ele, "não sei, lembras-te? eras tão paneleiro? comi-te o cu tantas vezes, e mamar? mamavas-me o pau, e  dizias que adoravas, lembras-te".

Eu dizia-lhe, "lembro-me claro, demos grandes fodas e ninguém sabia", continuou ele "só a tua irmã Bárbara, viu-me a papar-te o rabo no anexo, e mais de uma vez", grandes memórias que tinha, daquele anexo agarrado à casa, uma conveniência importante, ou era eu ou as minhas irmãs, que o procurávamos pra foder, um segredo que guardei, de entre amigos e amigas, quando com o Zé combinava, para ele me ir comer.

Perguntou-me, "então e agora? casado e tudo, vais-me dizer que ainda gostas de apanhar?", respondi-lhe, "gosto, claro", não ficou surpreendido, pareceu-lhe normal esconder, com uma mulher bem vista, que dava o cu como queria, pensou que a Ângela não sabia, ouço-o dizer-me "e a tua mulher, não desconfia?", expliquei-lhe que tínhamos a nossa cena, umas vezes era eu, outras vezes era ela, realizados por fazer, o que nos dava prazer.

Diz-me ele, "sabes tenho saudades", mostrei-lhe os meus dentes brancos, "saudades, de quê, de me ires ao cu?", respondeu-me que sim, que tinha uma imagem a defender, para todos era o Zé Martelo, de pau grosso e comprido, uma máquina a foder, mas continuou, dizia ele, os nossos tempos era tão tão íntimos, coisa estranha que sentia, como se lhe desse amor que não tinha, ficávamos ali a foder, no silêncio e calor da noite, ele penetrava-me o rabo, com o caralho teso e ardente.

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Pressenti o que vinha, "e se fosse agora? adorava comer-te o cu, gostavas?", nem sei bem se pensei, o tempo passou muito depressa, quando ouvi a minha boca dizer, "sabes bem que sim", disse-lhe que fossemos embora, a Ângela esperava-me, tinha-lhe dito com quem estava, e que o mais certo sendo o Zé, era ir-me ao cu que eu lho dava, parámos depois num sitio escuro, fomos para o banco de trás.

Estava frio, uma espécie de inverno antecipado, os vidros embaciaram, ele estava tão nervoso, mas um nervoso de impaciente, pus-lhe a mão nas calças, senti-lhe o pau grosso entesado, arrancou-me as calças quase à força, tal era a pressa com que estava, puxou-me depois as cuecas a ver-me nu, "adoro o teu cu, parece de uma menina, assim redondinho, vou-to partir todo", eu dizia-lhe que sim, conhecia aquele caralho, uma martelo poderoso, vezes que tinha sido enrabado.

 Robert Allmann auf Pixabay
Não víamos nada pra rua, pessoas passavam mas não notavam, tal era o embaciado do carro, ele tirou também as calças, saltou-lhe o malho entesado, "anda mama nele, estou desesperado pela tua boca", comecei a chupar-lhe o caralho, escorregado na minha boca, a cabeça rija na minha língua, beijos que lhe dava apertados, lábios tensos o comiam, ele abria-me as pernas relaxado, "aihmm foda-se!! estou passado, aihm caralho!! és mesmo bom a mamar, forçava-me a cabeça, "vai chupa-me mais!!", a empurrar o rabo pra dentro.

"Anda, aihh estou tão teso, quero partir-te o cu todo", encostei a barriga no carro, senti o frio da napa preta, que me excitava e abria, senti-o nas minhas costas, de joelhos comigo colado, prendeu-me as nádegas a puxá-las, para cima a abri-las com força, como se descascasse uma peça de fruta, "aihmm foda-se!! tens o cu tão apertado!!", a ameixa entrou a abrir-me o ânus, a dilatar-se e a expandir-se, senti a dor conhecida, "aihm caralho Zé!! aihmm Zé, come-me como dantes, parte-me o cu todo, Zé".

Sentia os pelos do peito dele nas minhas costas, o caralho a escorregar dentro de mim, o meu ânus abria-se todo, ouço a voz dele no meu ouvido, "já o mamaste todo, aihm adoro o teu cu, vou arrebentar com ele todo", perguntava-me se estava gostar, dizia-lhe que foda me estava a dar, não esperava naquele dia, que o Zé aparecesse para me foder, sentia-lhe aquela estaca rija, um pau grosso bem vergado, começou a bater-me no cu, as coxas dele no meu rabo, penetrava-me a apertar, contra as costas do banco.

Fechei os olhos, o pau grosso no meu rabo, que empinava pra me comer, a respiração do Zé acelerada, "aihmm foda-se, passava a vida a papar-te o cu", comecei a estremecer não aguentava, a vir-me no banco do carro, ele deu um urro violento, "aihmm foda-se, estou-me a vir todo".

Quando fui embora combinei com ele, a Ângela gostava muito de o conhecer.

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