Encontro fortuito nos lavabos - Biografias Eróticas
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Encontro fortuito nos lavabos

Não foi propositado que fui aos lavados daquele centro comercial. Tinham-me falado que paravam por lá muitos paneleiros, mas à hora que era, ainda bem de manhã cedo, nem sequer pensei nisso.

Queria mijar e andar e estava à espera que não estivesse lá ninguém porque o sitio era apertado. O idiota que tinha construído aquilo queria espaço para lojas e então cortou nos lavados, só com dois lugares para mijar, que um gajo tinha que estar encostado ao gajo do lado.

Mas encostado mesmo, de tal modo tocavam-se os ombros e os cotovelos, fui lá e quando entrei, foda-se!! estava um gajo num dos urinóis, e pensei, caralho!! que estou à rasca, fui-me colar ao gajo que já lá estava.

Quando saquei do caralho e comecei a mijar, não consegui evitar, o gajo ao meu lado estava com o pau bem teso, a afagá-lo e a fazer-lhe festas, ele olhou para mim quando me viu olhar, a abaná-lo para baixo e para cima e a puxá-lo atrás e à frente, para que visse bem o comprimento e a grossura do caralho.

Pensava que como eu alguém podia aparecer de repente, e ver-me a mim mais esguio ao lado daquele homem, com um ar normal mas quase bruto, de trabalho pesado, de maus grossas, saberia ele o que se passava,  o que ia na  minha cabeça.


Fiquei logo com a boca seca e um nó na garganta quando vi aquele malho, não chegaria ninguém àquela hora, e por isso esgueirei-me para o privado a acenar-lhe que viesse. Ali o espaço parecia ainda mais apertado e mal nos conseguíamos mexer.

Quem desenhou aquilo com um espaço tão exíguo, deve ter achado que ali só se cagava, e porque nunca lá iria, nunca lhe passou pela cabeça que pudesse servir para outros fins bem mais importantes como levar no cu.

 E bem vista a coisa, aquela merda!! de tão apertada nem para cagar dava, um gajo sentava-se e os joelhos emperravam na porta, e por isso era tão limpa que ninguém lá ia, claro menos, para levar no cu, que era a única coisa para que servia.

Foi por isso que depois deste estudo, confirmar o óbvio face às circunstâncias, encostei-me à parede com o braço ao alto, baixei as calças e as cuecas e disse-lhe, "anda, vem-me ao cu".

Ele colou-se a mim para conseguirmos fechar a porta, e vi-o tão acelerado que pensei que não via um cu ou um buraco qualquer há anos, tal era a pressa com que queria penetrar-me, devia, acho que achei, que lhe estava a dar um prémio, ao me foder.

Espetei mais o rabo a facilitar, a ajudá-lo a penetrar, agarrei-lhe o caralho com a mão, e apontei-o ao meu cu, a pedir-lhe que fizesse força e que entrasse, me enterrasse o pau que tanto desejava, senti-o a entrar a escorregar para dentro, até que entrou todo.

Nem me apercebi se entrou gente ou não ou se se apercebiam que fodiamos, se calhar iam ali para o mesmo, e naquele momento aguentava a força bruta de um gajo que não fodia e que devia estar desesperado para ter de ir à casa de banho.

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