Sou uma rapariga webcam? E depois? - Biografias Eróticas
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Sou uma rapariga webcam? E depois?

Dei-me conta um dia que sentia uma grande atracção pela Telma. Foi uma coisa inesperada, e percebi isso quando sem querer reparei que estava a olhar para o corpo dela, para as mamas, a boca, os lábios vermelhos e vivos. A Telma trabalha num café perto da casa para onde me mudei quando me separei do meu marido.

Foi uma adaptação muito grande e ela foi a única pessoa com quem contava para desabafar e falar sobre tudo o que me vinha à cabeça, e lembro-me bem ficávamos horas já noite na conversa à mesa do café, à espera que o marido a fosse buscar. E o que começou com algumas palavras tornou-se uma amizade, uma coisa densa como se dependesse dela e ela de mim para existirmos como mulheres.

E cada dia que passava mais tesão a Telma me dava, tinha um ar húmido de mulher grávida e de vida interior que mesmo no sacrifício e nas dificuldades não se resignava a não ser feliz, e era essa alegria que despertava em todos e em mim, uma espécie de ar fresco que lhe saia e se soltava, e eu tinha medo de me apaixonar por ela.

Um dia perguntou-me como é que vivia e como é que eu arranjava dinheiro, e foi estranho, achei a pergunta demasiado intima, quando já tínhamos falado de quase tudo, até de amor e sexo, e tive medo de lhe dizer, nem sei se de vergonha, e nem sei porquê, se calhar um instinto qualquer, até que lhe disse "ouve, vem a minha casa, mostro-te o que faço, só espero que gostes e não deixes de ser minha amiga".

Bateu-me à porta e um pouco insegura, curiosa e à descoberta, tinhamo-nos aproximado bastante mas era a primeira vez que entrava em minha casa. Só me tinha dito antes que não dissesse nada ao marido, não queria que ele pensasse mal dela, por poder achar que se metia onde não era chamada.

Levei-a para a sala onde estava um sofá grande , mais ao lado um cabide de ferro onde pendurada tinha lingerie sensual, em frente um monitor grande, ligado a um computador.


Pedi-lhe para se sentar e enquanto falávamos, toca um bip de sinal, disse à Telma "querida senta-se ali à frente, não fales, vais ver-me ganhar dinheiro", despi-me logo de seguida, e  ali bem nua pro monitor, liguei e apareceu-me uma cara, que perguntei logo "então amor me ligando a essa hora? que queres menino?".

"Bate uma punheta, acaricia-te para eu ver", logo logo comecei me masturbando, a Telma estava em frente me vendo, estava admirada, sem qualquer respiração, acariciava os lábios da cona, quando do outro lado, um homem dizia "ai foda-se que bom, tens uma cona tão boa, isso mais", a Telma e eu víamos que ele estava a bater uma punheta.

Só sei que fechei os olhos, a gemer de prazer dela me estar a ver, estava mesmo todo húmida, que sentia nos meus dedos quando rolavam, em círculos brincavam no clitóris, olhei nos olhos a Telma abri a boca a dar-lhe um beijo, que soltei no ar a querê-la.

Desta vez ia-me vir, comecei a tremer, "ai aihm  estou-me a vir toda", o homem falava "foda-se que loucura de mulher tu és, aihm foda-se! que me venho todo", a Telma estava parada quando depois desliguei o monitor, perguntei-lhe "e então?".

"Então? Nem sei que dizer, só que és mesmo doida", riu-se para mim, "e ganhas dinheiro? para viver?", mais ou menos foi o que lhe respondi, que ia dando para já depois logo se via, perguntei-lhe, "o que achaste?", vai ela de seguida "vens-te sempre assim?", tinha-me levantado e aproximado, ela quase sentia o meu cheiro, "não, finjo gemer, mas hoje foi por ti por estares a ver".

Arrisquei, aproximei a minha boca da dela, quase lhe fazendo sinal que a ia beijar, via-lhe as pestanas como asas a bater, de borboletas aprisionadas, subia e baixava os olhos mas sem fugir, pareceu-me ainda ouvir baixinho "o que estás a fazer?", até que se rendeu, abriu os lábios a aconchegar os meus, e durante segundos que pareceram minutos e uma eternidade junta, senti-lhe a língua a tocar na minha.

"Anda, vamos para a cama, enquanto o teu marido não chega", apanhou a minha mão, numa espécie de união pra sempre, entrámos no meu quarto, o meu novo amor toda nua, mergulhei nela ...

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