O rabo da professora - Biografias Eróticas

O rabo da professora

Não estou percebendo meu filho, sempre foi tão aplicado, mas este ano as notas caíram a pique, não sei o que estão fazendo na escola, eu pergunto pra ele, "como é rapaz não te estou reconhecendo? você era tão bom a matemática", a escola era a mesma, nada mudara desde então, o menino só dizia que tinha uma nova professora, eu chingando ele, "mas garoto, isso não é razão", ele sabia da matéria, mas não lhe via evolução.

Fui lá na escola, para tirar satisfação, falei com a directora, "mas Sra. que está acontecendo?", meu rapaz era um génio, percebia desse negócio, sempre muito entusiasmado, fazendo contas e estudando, mas agora passava a vida, indo pra casa de banho, será que ele estava crescendo? batendo punheta de mais, virando burro não pode não, tinha de ser outra a razão.

Encontrei outros pais, sofrendo do mesmo mal, os meninos não ligavam mais, na matemática quero dizer, mas que era estranho era, os meninos não faltavam, sempre atentos me falavam, apertei meu filho "tens de me dizer, o que está acontecendo?", arranquei a verdade dele à força, quando me anunciou sumido, "é do rabo da professora".

"Rabo de professora? mas que negócio é esse menino?", me dizia que desconcentrava, não dava para estar atento não, que se fodesse a matemática, rapaziada se perdia fascinada, quando a professora se mexia, não podia ser pensava, tinha de ver isso mesmo, com meus olhos no local, fui pedindo à directora, "me dá autorização senhora, para ver se meu filho se comporta", e fui lá assistir à aula.

Caraca!!, quando vi o negócio percebi tudo, os meninos grudados no rabo da professora, mamãe mas que maravilha!!, perguntei logo pra meu filho, "menino também quero estudar", pensei falar com a diretora, se havia aula nocturna, agora sim me interessava, esse negócio de vir à escola, aprender aprender não quero nada, só quero mirar o rabo da professora.

Vi a professora na função, apagando o quadro da escola, olhei assim prós meninos, eles se riram marotos, mexendo assim em baixo, entre as pernas afagando, o bicho teso do que viam, não ligavam á matemática, compreendia meu filho, de tantas punhetas que batia, assim não dá não, para aprender a lição.

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