Quando até corno tem de saber - Biografias Eróticas

Quando até corno tem de saber

Tinha-me metido numa enrascada, e acredita confessionário, uma destas demorou algum tempo para resolver. Casei-me com um homem que não é impotente, mas com o tempo, tornou-se, como hei-de dizer, impotente de mim.

Não me considero uma mulher de deitar fora, mas assim de um dia para o outro, para quem me fodia a qualquer hora, acabou. Ainda pensei que tinha amantes, ou gostos mais esquisitos, e fiz de tudo para o agradar e inspirar, vestia-me de matadora, de mulher mais liberal, mas nada o fazia mudar. 

E eu via que ele fodia, sentia-lhe o cheiro da roupa, andava com os amigos e com as putas, chegava já tarde e mal falava, caía redondo na cama, como se eu não existisse. 

E um dia aconteceu ...foi essa a minha estupidez, estava fraca e vulnerável, liguei-me a um homem de repente, um fornecedor nosso do negócio, já o conhecia há muito tempo, fazendo flirt comigo quando lá ia, e nem acreditei que me acontecia, quando passei a estar com ele, assim mais escondida, com esse meu amante secreto.

O meu marido nem via que eu saía, passava tardes com o Fernando, encontrando-me em casa dele,  mamava-o bem como o fazia, comia-me a cona e o cu quanto queria, sentia-me feliz só por sexo, e estimada como mulher.

Só que um dia o Fernando começou-me a pedir dinheiro, que o negócio dele andava mal, era o que dizia, se gostava dele tinha de o ajudar, que enganasse o meu marido, lhe tirasse o que fosse preciso, mas apesar do meu marido ser corno, e eu andar a foder com outro, a nosso negócio e vida era sagrado, e disse-lhe que não podia.

Mas começou-me a ameaçar, que lhe ia contar, toda a gente ia saber, que eu era uma puta qualquer, que enganava o marido com outro homem, só para andar a foder, e confessionário, para mal dos meus pecados, tinha medo de perder o meu marido, e pior que isso, a vida que construímos, então comecei a roubar, a tirar do negócio para dar ao Fernando.


O pior não tinha chegado, o Fernando insistia por mais dinheiro, mas depois o contador chamou-me um dia, o Paulinho era um seboso, como homens que estão vertendo, suor e gordura misturados, então ele me foi dizendo, "D. Gabriela anda gastando dinheiro do negócio, não pense que não estou vendo, esse Fernando que a anda comendo, vou contar a seu marido".

"Paulinho me ajuda não faça isso!! o que você quer, me diga", quase estava chorando, e não é que o gajo se virou falando "Se Fernando come, eu também quero, e fico de bico calado", ainda pensei ser outra coisa o que ele queria, mas percebi logo, Paulinho queria me foder.

Não tinha escapatória, e falei para ele "Paulinho é assim eu lhe dou uma, mas só uma percebe?", ele estava, não sei, brilhando, com aquele corpo redondo não devia ver cona há muito tempo, ele falou "vamos agora lá em baixo no armazém não está ninguém", era um bocado arriscado, mas o fui seguindo.

Eu estava assim, não sabia como fazer, se sequer me ia excitar, Fernando é sacana mas é um homem bonito, mas Paulinho meu deus não tem nada, nem sequer graça deus lhe deu, mas quando baixou as calças e saltou dele uma coisa grossa e comprida, eu disse assim "Paulinho o que você está perdendo, meu deus o que podia fazer com isso".

Agarrei no caralho dele, a movimentá-lo na minha mão, mais lhe mexia mais ele crescia, me debrucei para baixo dele, apertei os lábios naquela coisa imensa, do tamanho de um chouriço grande, Paulinho chorava deitado de prazer, de uma coisa que não esperava, baixei os meus calções e pus-me nua, "queres foder fode Paulinho", que era o que queria.

O Paulinho abriu-me o rabo, sem dúvidas ou hesitações, como se já nascido aprendido, encostou o corpo gordo no meu, aquela cabeça que me entrava, que ele querido me enterrava, não esperava e adorava, aquele momento tão perfeito, do meu empregado mais esquisito, me estar a partir o cu satisfeito, resfolegava e gritava até que se veio.

Mas o problema não acabava, o Fernando ordinário insistia, o sacana já nem me fodia, estava dando ao Paulinho minha coisa melhor, meu corpo nu que ele desejava, respeitando meu marido, até que Paulinho me disse "Gabriela você vai ter de contar para o Sr. João, seu marido, mas meu bem não conta nada sobre mim não!!", "mas meu marido me afasta, perco o negócio com ele e a vida que tinha, e você sabe que eu gosto dele, mesmo apesar de não me foder".

E confessionário, tive de contar mesmo, senão meu marido estranhava, as contas estavam doendo, Fernando enlouquecendo, o negócio indo pra baixo, e um dia cheguei perto ele, tinha passado algum tempo, "preciso falar contigo, é coisa que não vais gostar, mas tenho que dizer que te arranjei um problema", quando ele me respondeu "o Paulinho já me disse", fiquei de boca aberta a ouvi-lo, "sim sei que andaste a comer o Fernando, deixa amor já tratei dele, só estava à espera de quando vinhas, para ser eu a pedir desculpa".

"E Paulinho", perguntei, "O que é que tem Paulinho?", bem confessionário, aqui eu me calei.

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