Crossdresser: Será que sou uma? - Biografias Eróticas

Crossdresser: Será que sou uma?

Foi assim do nada, um zum zum no trabalho, colegas que se riam do Albano, que tinham descoberto algures, ter o fetiche de se vestir de mulher, que era gay já se sabia, mas agora adicionava, para além de gay, era também crossdresser. 

Tinha que garantir ordem no pedaço, como descobriram era coisa que não entendia, mas se era o desejo dele ser assim, para mim tudo bem, se dar o cu estava no gosto dele, pois bem dava o que era dele, e sendo ele bom trabalhador, ninguém tinha nada a ver com isso, era lá a vida dele.

E foi assim, confessionário, pus toda a gente na linha, explicando àquela gente, que trabalho era trabalho, que não admitia que se metessem com ele, deixassem o Albano em paz, e se metessem na sua própria vida.

Mas, o problema veio depois, já tudo tinha acalmado, os colegas tinham aceitado, se ele era assim que fosse, não tinham razões de queixa, sempre tinha sido um bom colega, amigo do seu amigo, e o que era gozação, com o tempo passado, passou até a ser protecção.

E eu vi com esses olhos, um cliente gracejando, dizendo coisa assim, "eh pá esse seu colega é bicha", e todos saíram em defesa, até o Lemos um gajo encorpado, que não nutria simpatia pelo Albano, foi ter com o cliente ameaçando, "oi seu caralho que você tem do rapaz ser bicha?", o cliente saiu com o rabo encolhido, estava vendo que o Lemos lhe batia.

Mas eu, mas eu, não aguentava, confessionário, o Albano vinha ao meu gabinete, coisas das funções dele, eu perguntava para ele "então Albano as coisas estão mais calmas?", ele respondia que sim, mas quando saia da espaço, eu ficava vidrado no rabo, imaginando ele nu com uma calcinha apertada, enterrada no cu.

E desgraça a minha, ele chegava e eu entesava, não mais via o Albano homem, ele se punha falando do trabalho, mas eu por baixo da mesa, imaginando ele de mulher, não aguentava mais, me punha afagando o meu caralho.

Até que a coisa se foi acentuando, me levantava de propósito, para ele ver o meu inchaço, de dia para dia só pensava, em querer comer o Albano, até que um dia assim brincando, lhe perguntei desesperado, "me diz, como é isso de se vestir de mulher?", respondeu que gostava de fio dental, bem metido no rabinho, coisa de ter sido criado, no meio de vestidos e bonecas, de mãe, irmãs e tias, ou seja, só por mulheres.


Fomos falando em silêncio, assim como quem não quer a coisa, já percebera o meu interesse, via-me teso quando se aproximava, e um dia me contou, que o namorado da irmã, já ele era mais velho, vi-o em casa com um vestido, e como não estava mais ninguém, ele agarrou-o e levou-o para a cama, puxou-lhe as cuecas de mulher, afiou-lhe o rabo apontando-lhe, o caralho com que o enrabou.

A partir daí, disse-me, nunca mais quis outra coisa, de gostar de levar no cu, sempre sempre vestido de mulher, foi-me ele contando estas histórias, até que, confessionário, cedi, pedi-lhe um dia para nos encontrarmos, fora dali do trabalho, que eu era bastante curioso, e estava danado por saber mais.

Encontrei-me com ele na rua, e fomos para casa dele, dizia-me que ali estávamos bem, à vontade que ninguém nos incomodava, perguntei "e então a tua mãe?", "não há problema ela não se importa, sabe bem deste meu fraco", e assim muito a custo lá fui com ele, entrámos e passámos na sala, vi-o a dar um beijo na velha, via televisão e nem me ligou, fomos para o quarto dele.

Disse-me para me sentar, gostava que o visse vestir, umas roupas de mullher, ligas e folhos cor de rosa, rodava de volta feminino, a mostrar-me o rabo empinado, pensei para mim logo, mas que belo cu ele tinha, pediu-me para me ir despindo, tinha o caralho teso como pedra, nunca o tinha assim tão arqueado, fui afiando o malho, quando ele se baixou sobre mim, lábios de baton encarnado, a chupar o meu caralho.

Mandou-se para cima de cima, sentado onde eu estava, numa espécie de sofá, ele roçava o rabo no meu caralho, movia-se sobre mim agarrado, numa onda de trás para a frente, sentia-lhe o ânus húmido, preparado para o foder, comecei a penetrá-lo, ele a subir sobre mim determinado, quando lho enterrava bem fundo.

Foi pondo o óleo a espalhá-lo, pelo ânus e pelas nádegas, procurou-me a boca a beijar-me, quando me cavalgava o caralho, gemia-me ao ouvido, "aiii, aiii, que bom, aihmm tão bom", as coxas grossas lhe agarrava, a subi-lo com a minha força, a comer-lhe o rabo apertado, a comer até ao fundo, o meu pau rijo.

Saltamos para a cama, ele empinou-me o cu preparado, a pedir-me "come-me o cu amor, parte-me o cu todo, eu gosto tanto", pus-me em cima dele a martelá-lo, fodia-lhe o cu todo, a abrir-lhe as nádegas como um fruto, entrava-lhe no buraco apertado, no anel tremente e húmido, com o meu caralho todo, até que me vim num grito, "ah ah ah humm", num esguicho quente por todo o lado.

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