Coisa de amigos gay? - Biografias Eróticas

Coisa de amigos gay?

Já não era cedo quando cheguei à praia, confessionário, tenho andado um pouco em baixo, e pensei que um sol no corpo me fazia bem, mas por favor queria tanto estar sozinho, perdido nos meus pensamentos, e então que não encontrasse gente, amigos, conhecidos ou familiares, coisa de que o sitio para onde ia não seria de estranhar ...

Lembro-me que estendi a toalha, estava um calor abrasador, fui dar um mergulho ao mar, um sabor salgado e refrescante que me beijou o corpo todo, os meus mamilos espetados denunciavam bem esse meu prazer.

Pus-me a olhar para os lados, a ver as pessoas e os seus jeitos, era outro dos meus prazeres esse de adivinhar o que eram, e foi quando o vi; por momentos olhei e reparei que olhou para mim, vi-o acompanhado de família, talvez  mulher e filhos, e só sabia e sentia que o conhecia sem saber bem de onde.

Foi quando me lembrei, ao percorrer a memória, tinha estado com ele há algum tempo num desses bares gay; não que lá fosse outras vezes, naquele pelo menos era a primeira, havia um desejo profundo que me assaltava, informei-me e fui à procura, e ele, aquele, homem lá estava junto ao balcão.


Abordou-me a falar, a perguntar-me o que queria, eu envergonhado a dizer-lhe "se queres saber, nem sei bem", ele riu-se e eu mirei-o, via nele aqueles homens grandes, que parecem mais adultos que os outros, uma barba cerrada num queixo largo, no pulso um relógio grande quadrado, em cima de pelos pretos e longos, de coxas grossas bem abertas, num banco de pé alto sentado, com um volume proeminente meio adormecido.

Falou-me ao ouvido, "vieste aqui é porque queres alguma coisa, de que é que gostas?", cometi a asneira de lhe perguntar "e tu o que procuras?", respondeu-me "um cu, quero papar um belo cuzinho, assim como o teu, redondinho e rijo", agarrou-me na mão levemente, a puxá-la e a pousá-la no volume dele, suavemente, estava escuro e ninguém via, senti-lhe um caralho que crescia, e uns colhões enormes que tinha.

"Adorava comer-te o cuzinho, gostavas?", e respondi-lhe, afinal já ali estava, "não sei, acho que sim que gostava", passou o braço pelo meu pescoço, num abraço forte a rodear-me, quase lhe senti a boca e o hálito, de um whisky velho que bebera, as nossas línguas ali tão perto, ordenou-me ele, "abre-me a berguilha e mete a mão", desci-lhe o zip devagarinho, explorei aquele gruta com os meus dedos, agarrei-lhe o caralho grosso na mão.

Massajava-lhe o caralho grosso, sentia-lhe as veias e o comprimento, a humidade na cabecinha, e por momentos imaginei-me, num desejo intenso inigualável, de ajoelhar-me a tirá-lo para fora, a chupá-lo ali à vista de todos, como se fosse um espectáculo público, quando o ouvi "anda vamos para o meu carro, aqui não", levou-me debaixo do braço, a caminho para fora do bar.

Sussurrava ao meu ouvido, em brincadeiras e sorrisos, "vou-te partir esse rabinho todo, vais adorar, queres muito eu sei", e continuava, "não me vais dizer que é a primeira vez?", eu abanava a cabeça a dizer que não, e insistia "vejo bem que tens um cuzinho pequeno, bem apertadinho, vou-to abrir todo, vais ver", "achaste o meu caralho grande?, "achei", dizia eu, "quando to enterrar todo, vais ficar doido", deu-me uma palmada no rabo, tremeram-me as nádegas de êxtase e antecipação, que senti o ânus a apertar-se.

Já íamos a caminho do carro quando o meu telefone tocou, era uma pessoa a dizer-me, qualquer coisa como "vem para casa tínhamos combinado", não era coisa séria, mas de quem me telefonou, que não interessa ao caso, eu não podia faltar.

Não sei quem ficou mais arrasado, ele dizia "anda é rápido, deixa-me partir-te esse cu", mas não deu e fui-me embora, mas agora li-lhe nos olhos, também ele se lembrava, daquela noite do bar, em que queria papar o meu cu, eu com vontade de lho dar,  mas outras coisas mais importantes haviam.

Mas agora estávamos ali, no mesmo sitio da praia, eu sozinho, ele com mulher e filhos, olhei-lhe para os calções e o volume, um caralho grosso e uns colhões, que eu já sentira na minha mão, levantei-me e fui ao mar, senti-o atrás de mim no seu andar, abeirou-se-me junto à agua, e sem vergonha a dizer-me "que tal acabarmos o que deixámos pendurado", ri-me assim de soslaio, "o que queres?, ires-me ao cu aqui na praia? ali com a tua família?".

"Anda, vamos ao meu carro lá em cima, está num sitio bom", e eu fui, agarrei na toalha e caminhei na direcção que me dissera, onde o fui encontrar à minha espera, entrámos para dentro do carro, estava escondido junto a uma árvore, tirou o caralho teso a dar-mo pra mamar, baixou-me a cabeça para baixo, que me forçou a descer, apertei-o nos meus lábios, um pau grosso levantado, que comecei a chupar, de lado de cima e abaixo, com os dedos dele no meu ânus a rolar.

O calor era abrasador, quase não conseguia respirar, o meu suor misturava-se no dele, sabor salgado que nos envolvia, "anda, senta-te em cima de mim", tirei os calções a pôr-me nu, a posição era desconfortável, pus-me sobre as pernas dele, em cima do caralho que me entrou, pelo cu adentro a escorregar, senti um arrepio forte de prazer,  "hummm, hummm, aihmmm, foda-se, hummmm, aihmm", o meu ânus que se apertou, num anel ardente a recebê-lo, quando mo encavou até ao fim, "ai ai ai tão grande, ai ai, devagar, ai", agarrou-me as nádegas a subir, com mãos grossas a apertar, quando mais me enterrava, mais puxava para me enrabar.

"Anda, vamos para o banco de trás", enroscá-mo-nos bem em baixo, o ar quente enlouquecia-o, dava-me palmadas nas nádegas, fortes de dor e prazer, o meu rabo encolhia-se do bater, tremente no meu ânus apertado, puxou-me os cabelos a arquear-me, a dizer-me duro e resoluto, "empina-me o cuzinho, vai, quero foder-te bem", levantei-lhe o rabo alto, deu-me uma estocada violenta, "ah ah ai aimm humm ham aii partes-me todo", gemia alto quando me abriu todo, a enterrar-me no cu fundo, em batidas sucessivas, não parava de me entrar, com aquele caralho grosso.

Indiferentes a quem passava, a suspirar num ronco forte "que cuzinho, parto-to todo, tás a adorar, eu disse-te", eu gemia de fininho "aihhm, hummm, hummm, aihmm, aii, ha ha", lágrimas salgadas nos meus olhos, faltava-me o ar nos pulmões, agarrado à nádega que lhe abria, o peso da mão dele nas minhas costas, a esmagar-me contra o banco bem pra baixo, duro e violento a enrabar-me, sentia-lhe o chocalhar das ancas, no seu ritmo acelerado, saía e entrava a foder-me, no meu querer de olhos vidrados, no meu ânus a martelar.

Naquele calor intenso em que estávamos, os nossos corpos suados gotejavam, água salgada que se encontrava, num beijo de prazer unido, começámos a estremecer, vinha-mo-nos juntos agora, jactos quentes de lava e leite, que se espalharam no meu corpo agradecido.

Ele afastou-se depois, para a areia, onde fui encontrá-lo mais ao lado, deitei-me indolente e estendido, depois de um banho de mar fresco revigorante, lembro-me que me doía o cu, troca de um prazer incomum.

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