Contos eróticos de natal - # papai não esquece - Biografias Eróticas
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Contos eróticos de natal - # papai não esquece

Confessionário, setenta anos fiz eu hoje, vinte dos quais na companhia da Marcela, a minha linda mulher. Nós não queremos, mas há momentos em que temos de cair no real. Hoje mais vezes do que as outras estou olhando para o espelho e vejo o quê? um velho com um brilho nos olhos, em que o jovem ainda está lá, bem dentro ao fundo, e que tem de tomar uma grande decisão.

Não foi de hoje, a Marcela tem necessidades e vi-a muitas vezes entrar na habitação de apoio, onde vive o Carlão, o meu guarda da quinta, e eu sabia, ainda me quis enganar a mim próprio, ela ia lá para ser fodida.

A Marcela, minha mulher, a única que tive na minha vida e que posso chamar assim de "minha", como coisa estranha que acontece uma só vez, atravessou-se no meu caminho, tinha ela os seus vinte anos, meu deus, era tão bonita, uma mulher tão desejada, e eu bem, recebi esse prémio da sorte, já com os meus cinquenta anos.

Trinta anos de distância, uma coisa mesmo impossível, mas nossa união sempre foi tão forte, nunca tinha pensado gostar de alguém, mas esta menina me foi ficando, se instalando na minha vida, quis muito que se fosse embora, eu sabia que esse dia chegaria, para acabar com o meu coração.

Esse dia era agora, eu andava a ser traído, a Marcela demorava-se por lá uma hora, e se a conhecia assim tão bem, o Carlão dela conseguia tudo, comigo sempre quis os três pratos, era oral, anal e vaginal, ficava imaginando aquele menino, comendo o cu da Marcela, e eu não sabendo como resolver isso, sentia que podia dar problema.

Se falasse com Marcela? dizendo assim "amor eu gosto de ti, mas não para andar fodendo com Carlão", e se ela discutisse, se ela não quisesse, e se fosse embora? não sabia o que decidir, se abrir o jogo, se ficar tudo como estava?.

Depois pensei sabe confessionário, quando me pus olhando no espelho, vejo o reflexo de um velho, e por isso compreendo, no meu corpo há marcas do tempo, contra isso não posso fazer nada, Marcela ainda é jovem e disso ela não tem culpa.

Resolvi falar com a minha mulher, não podia ser egoísta, Marcela me tinha dado vinte anos, os melhores da sua vida, não tinha jeito, ficar presa toda a vida, de maneiras que a apanhei na sala, e disse, "Marcela amor, preciso falar contigo".

Ela pareceu meio surpresa, com o tom grave como falava, ela me disse "há algum problema paizinho?", e eu disse, "tu sabes, estou um velho, esse dia ia chegar", vejo ela rir-se soltando uma gargalhada, continuei "e tu, meu amor, ainda és tão jovem", ouço-a "simmm? e depois?", não podia vacilar, sabia que ia doer, como se arranca um dente no momento, sara mais tarde e é só esperar.

Falei assim, "não me esqueço, me deste vinte anos de ti, Marcela, amor, quero que sejas livre, para viveres outras vidas", vejo-a pôr-se direita na cadeira, como quando quer resolver algo importante, "mas paizinho porquê essa conversa? não quero ir para lado nenhum", agora tinha de dizer, "é que sei que andas fodendo com o Carlão".

Ela tinha a boca aberta a olhar para mim, "diabo, paizinho, e depois? qual é o problema?", não sabia se me gozava, se estava a ser sarcástica, ou a ser má simplesmente, "problema? amor estou sendo traído, me diz o que deu pra ele?", ela me respondeu "o que dei? como assim?", devia estar se fazendo de parva "ora, se deu cu, se mamou lá no pau do Carlão, isso aí".

"Paizinho, isso não importa, Carlão é só foda, amor, sei lá,  é como mudar o óleo", "mudar o óleo?", continuou ela, "mas paizinho está excitado, quer saber é isso? está virando velho safado é isso?", está me gozando pensava, "primeiro óleo, agora eu é que era safado, já me tinha esquecido de tudo".

Ela se virou "paizinho, Carlão é só foda, gosto do pau dele, é grande e grosso, você sabe, gosto de mamar, mamo bem nele, sabe, você gostava de ver, era?", e eu assim pensando que essa menina ainda acaba comigo, vou ter aqui um ataque cardíaco, e eu assim ainda "ver? não sei?", ela se riu, "paizinho você pode ver, não tem problema, vai ver sua menina gritando, Carlão me abre bem o cu".

Eu ainda mexia "mas amor pensei você viver sua vida, sei lá com Carlão", foi quando ela se soltou mais "está maluco paizinho? Carlão não é nada, é só um caralho e um homem, porque amor, amor e sexo, já me basta o que tenho contigo".

Perguntei "comigo?", diabo não estava fodendo nada, eu olhava para ela, apetecia-me beber qualquer coisa, que fosse amarga o mais possível, "são as tuas palavras, a tua visão, o teu cérebro, a tua realidade que me excitam, que me fazem vir e ter orgasmos, paizinho, não esquece isso nunca".

2 comentários:

  1. Para os casais q gostam de fotos de uma pica grande e grossa, basta enviar um oi para o meu ZAP: 94 992106307

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    1. Agradece-se a publicidade, haverá casais e não só certamente necessitados

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