#2 As surpresas dos mind-swingers - Biografias Eróticas
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#2 As surpresas dos mind-swingers

Nós pusemos a rolar os dados novamente, a ver quem tinha mais ou menos sorte, e desta vez saiu à minha mulher o número mais alto, era ela quem tinha de escolher se queria saber de mim um facto ou um dito. Reconheço, eu estava apreensivo, da última vez tinham-me dito as regras do jogo, podia responder verdade ou mentira, mas eu era obrigado sempre a responder à pergunta dela.

O sorriso que me lançou causou-me um frio gelado na espinha, estava com medo de revelar algo secreto escondido que tinha, e a minha única sorte era eu poder esconder-lhe a ela se era verdade ou mentira, podendo assim falar livremente, mesmo que tudo tenha acontecido, só que desta vez estávamos sozinhos.

Ela (a minha mulher virou-se para mim): bom, bom, bom, o que será que te vou perguntar? deixa-me ver? hum? bem? a pergunta é esta: se algum homem já de fodeu o teu cu? Ele: o mind-swing tem regras, essa pergunta é demasiado genérica, tu tens de fazer outra Ela (ela riu-se): ok, és mesmo parvo. Se dizes que a pergunta é genérica, então é porque alguém já fodeu o teu rabo, sim? então é porque foram umas quantas vezes, certo? Ele (ri-me com ela): não vou poder responder a isso, tu sabes regras são regras

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Ela: certo, antes tu perguntaste sobre qual a melhor vez que eu gostei de chupar um caralho, então eu pergunto-te. Qual foi a vez que tu gostaste mais de levar no cu? Ele (pus-me a olhar para ela desconfortável, porra de jogo este, não podíamos revelar se era verdade ou se era mentira, mas ela conhecia-me, e na maneira como respondesse, ia acabar por descobrir: foi uma vez nas festas de verão. Ela: estás a dizer que alguém fodeu o teu cu? Ele: sim, eu dei o meu cu a um homem para ele me foder. Ela: onde? Ele: aqui, nas festas da cidade Ela: mas, diz-me, foste tu que quiseste? alguém te forçou? Ele: ninguém me forçou, aconteceu apenas Ela: mas para acontecer, é porque tu também querias? sim? Ele: sim, eu queria, mas foi mais uma sucessão de acontecimentos Ela: e no fim desses acontecimentos, alguém fodeu o teu cu? Ele: sim é mais ou menos isso Ela: disseste que foi nas festas, quando foi? Ele: já faz alguns anos, eu já era um homenzinho Ela: mas como foi? Ele: então fui com mais amigos e a dada altura dispersei, foi cada um para seu lado Ela: cada um para seu lado, como? Ele: aquilo tem várias festas espalhadas e eu fui para uma e os outros foram para outras.
Imagem de E Swamy por Pixabay
Avançava a querer saber mais, notava na cara dela um certa irritação, na dúvida de se era verdade ou gozação, mas o jogo era assim mesmo, bem melhor manter na dúvida até ao fim, e fosse o que fosse assim mandava, que aceitasse o que eu dizia.

Ela: disseste que tinha sido só um, como era? Ele: ele era negro, mas claro, quase branco Ela: já o conhecias de antes? Ele (ri-me): claro que não, foi como tu, quando fodeste com o outro gajo, conheci-o naquela noite Ela: estavas sozinho? como foi? Ele: estava junto ao bar na rua e ele também, ambos a beber Ela: então deste-lhe algum sinal? Ele: sinal? sinal de quê? Ela: então, para ele te ir foder o cu, é porque lhe disseste ou fizeste alguma coisa Ele: sei lá, se calhar fiz, começamos a beber juntos e a falar Ela: mas ele convidou-te? para ires a algum lado? Ele: quer dizer, foi ali na rua que nós fizemos sexo Ela: na rua?, mas aquilo não está cheio de gente? Ele: sim, mas está escuro, nós fomos para um beco escuro Ela: mas até ele foder o teu cu, o que é que fizeram? Ele: durante um bocado andámos de bar em bar Ela: os dois juntos? Ele: sim, bebíamos e falávamos Ela: vocês falavam de quê? Ele: sei lá, não me lembro, fez-me perguntas, perguntou-me se eu lhe dava o cu, foi isso? Ela: e tu? Ele: sei lá, eu devo-lhe ter dito a ele que sim, não sei

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Ela: já vi tens a memória curta, isto é verdade? Ele: sabes que não posso responder a essa pergunta Ela: ok, e gostavas de levar no cu? Ele: isso cai fora da pergunta é a regra, mas sim talvez na altura apeteceu-me Ela: alguém já te tinha fodido o cu antes? Ele: isso também cai fora, não posso responder Ela: então, para ele te perguntar se podia foder o teu cu, tu disseste ou fizeste alguma coisa? Ele: eu devo ter olhado para as calças dele em baixo Ela: porquê? Ele: deu-me curiosidade reparei que estava teso Ela: ele tinha o caralho tesocomo? Ele: numa altura falávamos colados um ao outro no meio do barulho das pessoas e senti-o na minha anca Ela: o pau dele foi? Ele: sim, ele roçou-se em mim, quase de frente e senti-lhe o pau Ela: e depois tocaste-lhe? Ele: toquei, ele falou-me ao ouvido e puxou a minha mão para dentro das cuecas dele Ela: e tu depois prendeste o pau dele? Ele: sim eu agarrei, comecei a masturbá-lo ali mesmo Ela: e as pessoas? não havia pessoas? Ele: havia, mas estão a festejar, não nos viam, não ligavam Ela: e o pau dele, como era? Ele: grande, acho eu, grosso Ela: estiveste muito tempo a masturbá-lo? Ele: um bom bocado sim depois fomos para o beco Ela: foste tu que quiseste ir Ele: quer dizer, ele disse-me para irmos aí à procura de um sitio e eu fui Ela: então se ias à procura já esperavas não? Ele: que quê? que eu ia dar o cu para ele me foder? sim, claro, era noite, eu queria apanhar no cu e ele queria comê-o, o que esperavas?


Ela (riu-se): não é bem a mesma coisa, eu sou mulher, já tu querias que ele te fodesse o cu, bem diferente Ele: ok, está, só sei é que subimos a rua e fomos para um recanto escuro Ela: e então? Ele: encostei-me a uma parede de costas para ele Ela: não havia pessoas? Ele: havia muitas, nós víamos, mas elas não nos viam no escuro, ha, lembrei-me .. Ela: o quê? Ele: houve um que se aproximou de nós para mijar e entrou no escuro e viu-nos Ela: viu o outro a foder o teu cu? Ele: ele viu sim, e ficou ali parado a ver.

Ela: e como começou? Ele: pus-me de costas e ele baixou-me os calções e as cuecas Ela: e depois? Ele: baixou as calças também e encostou-se a mim Ela: sentis-lhe o pau? Ele: senti, tive que agarrar o pau com a minha mão, para o apontar ao meu cu Ela: e depois? começou a comer-te? Ele: levantou-me as nádegas e penetrou-me por baixo, devagar primeiro e depois enterrou-o todo Ela: ele fazia-te gemer? doía-te? Ele: não me doeu, mas gemia, batia-me forte no rabo, ainda por cima com o outro ali a ver Ela: e depois? Ele: depois estivemos ali um bom bocado com ele a foder o meu cu, o outro batia  uma punheta, até que nos viemos. Ela: e ficaram por ali depois Ele: ha, isso se ficámos ou não já não posso dizer, cai fora da pergunta

Ela: mas gostaste? ainda gostas de levar no cu? Ele: não posso responder, mas para teres feito a pergunta é porque tu achas que eu gosto. Ela: humm, acho que sim, é isso ...

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