A amiga pediu, dá-me de comer ao animal!! - Biografias Eróticas
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A amiga pediu, dá-me de comer ao animal!!

A Madalena ligou-me de manhã e pedia-me se não queria passar o dia com ela e o Miguel lá em casa. A mim apetecia-me um banho de mar, deitar-me na areia e gozar o sol, bronzear a pele a olhar em redor, a brincar com os homens e a sua visão periférica, a apreciarem o meu corpo junto às suas mulheres, mas, pensei, uma tarde de piscina até que me fazia bem.

Tenho uma história com a Madalena, muito antes de estar casada, durante a nossa vida universitária, tínhamos vindo de longe para a cidade, e o acaso juntou-nos as duas, algum tempo num apartamento partilhado, só eu e ela.

Ao principio tínhamos regras, não devíamos trazer homens para casa, aquele seria o nosso santuário, o espaço reservado para o propósito que queríamos, acabar o curso com sucesso, para não sermos dependentes deles no futuro.

Sempre a senti mais masculina que eu, era a voz, as maneiras, a forma como se fazia respeitar junto dos rapazes, e uma noite, não sei se por estarmos embriagadas, começou-me a passar as mãos pelas coxas, estávamos sentadas à mesa, os nossos joelhos tocavam-se, via-lhe um sorriso intencional inesperado, quando me forçava e abria as pernas, que percebi logo o que queria.

Já o tinha sentido um dia, pensei dizer-lhe "Madalena não sou fufa", mas fui-me soltando e deixando-a entrar em mim, e quando me dei conta, tinha-me tirado as cuecas, tinha-a de joelhos mergulhada, abriu-me toda quando pôde, lambia-me a cona húmida, sentia-lhe a língua habituada, de uma experiência de outros dias, fez-me gozar como nunca, só sei que me vim toda, agarrada à cabeça dela.

Durante aquele tempo, dormíamos juntas, brincávamos juntas, até fodiamos juntas, com homens bem pensando, nisso respeitava o meu interesse, para depois um dia, mais que eu constrangida, fugiu não sei pra onde, e apareceu casada com o Miguel.

O Miguel é um belo homem, da última vez que o vi, quando ele mergulhava na piscina, nuns calções de banho muito curtos, de cor da pele transparentes, ele atlético e definido, sem pudor no que me mostrava, um pau cheio guarnecido, notava-o grande e tombado, deixava-me doida e entesada.

Lembro-me de ter dito à minha amiga "se não fosse teu marido comia-o", e nem sei se a brincar me disse ela, "vontade não lhe falta, fui-lhe permitindo coisas, disse-me ele, queria muito comer-te o cu".

Ri-me do que me disse, mas confessionário, bem o desejei, e perguntei-lhe "porquê? o meu cu?", respondeu ela "disse-me que está na tua cara", e eu, "na minha cara?", "sim há gajas que adoram fazer mamadas como eu, o Miguel diz que tu é no cu, que adoras levar no cu", e eu assim pra ela, "que eu saiba tu também", e ela, "sim, mas ele diz que tu és mesmo louca por apanhar na peida".

Lembro-me que olhei pro Miguel do outro lado, parecia que ouvia a nossa conversa, que gostava de levar no cu era verdade, o tê-lo estampado na cara complicado, quando a Madalena saiu tive que castigá-lo, virei-lhe o rabo pra cima, olhei para ele de lado, descaíram-se as pernas a abri-lo, falei-lhe com os gestos "um dia que queiras e ela deixe, podes bem vir comê-lo".

Mas hoje não sabia o que se passava, achei suspeito aquele convite, mas conhecendo a Madalena não era diferente, quando cheguei dentro de casa, comecei a despir-me normal, via o Miguel interessado a olhar-me, fui junto dele e dei-lhe na face um beijo, senti-lhe o pau grosso nas minhas pernas, as minhas mamas nuas a tocarem no peito dele, e deitei-me na cadeira só com a calcinha, a exibir-lhe o cu que ele tanto gostava.

Ela chegou perto de mim, trazia umas bebidas frescas, parecia-me chá gelado, entra o Miguel na água em silêncio, os pelos dele e os músculos oleados, a aguardar tempo pro seu papel, ouço-a dizer, "queria te pedir um favor, já nos conhecemos bem, o Miguel não se cala, só fala em te foder, que eu o deixe ir-te ao cu, isto se tu quiseres?".

Não me surpreendeu, era coisa que um dia esperava, acho que ainda lhe perguntei "e tu queres? não te importas mesmo?", o Miguel saia da piscina, fazia um ar omnipotente, um senhor das águas se levantava, e ela "claro que quero, ele adora comer o cu das minhas amigas, até das casadas, e eu gosto de deixar e ver, é como um animal que tenho de alimentar, e então? dás-lhe o cuzinho?".

Ele aproximou-se de nós, tinha tirado as cuecas, nu como se tivesse nascido, mostrando o pau grande e grosso, eu ainda não o tinha visto, tão teso e duro me disse "não te incomoda Dani? veres-me assim de caralho teso?", tão perto que estava, que me apeteceu logo deitar-lhe a boca, chupá-lo como se fosse cana, ele mexia com a mão a entesá-lo ainda mais, "a Madalena disse-me que no vosso tempo de escola, gostavas deles assim bem grandes, ainda gostas?".

Ele estava em pé, eu sentada na cadeira, não mais de um palmo de distância, disse-lhe olhando a minha amiga "gosto deles grandes mas a tua mulher também", vi a Madalena a rir-se voltada para ele, "a Dani já disse que sim amor", vai ele, "humm queres mesmo dar-me o cuzinho", o caralho dele entrava-me na boca, era uma ordem para o chupar, comecei a mamá-lo como sabia, um pau grosso que mal conseguia agarrar.

Virou-se para a Madalena, "ai amor a tua amiga mama bem? o que achas?", e ela "mama mama, amor, aih Dani que tesão que és, lembras-te quando te chupava toda? Miguel sabe que sou fufa, ficavas doida", e o Miguel continuava "foda-se!! que mamada amor, adoro esses lábios de seda chupa chupa".

O Miguel arqueava-se na minha boca, como se fosse um arbusto seco, mexia as nádegas pra dentro de mim, "ai Dani chupa-me os colhões!! isso, chupa-me bem", a respiração dele ofegava, quanto mais acelerava mais o lambia, a minha amiga puxou-me e deu-me um beijo na boca, queria provar o sabor do marido, falava-me mais perto ao ouvido "ele vai partir-te a cona e o cuzinho todo, vais gostar".

Virou-se para ele, "não vais, amor?", e ele "vou se for apertada abro-lhe o rabo todo", deitou-se na cadeira, tinha o pau arqueado e curvo, preso na mão estrangulado, "anda, salta-me para cima, Dani quero comer-te essa cona", agarrei-me ao pescoço dele, para balançar e descer por ele, empinei o rabo e as costas, para me enterrar naquele caralho, soltei-me pra trás num suspiro.

"Aihmm humm" a senti-lo entrar direito e rijo, enterrei-o bem fundo na cona, ele só dizia "ao foda-se Dani és tão apertadinha", tremia todo por baixo de mim, fazia força a penetrar-me, agarrada em roda e para baixo, espetava-me doido sem parar, que eu já gemia "aihm hoo oh ohm, ai mãezinha, caralho, aihm  partes-me toda aih", sentia as mãos da Madalena no meu corpo, que o percorria de alto a baixo, estimulando-me que mais fodesse, o marido que me oferecia.

Virou-se para cima de mim, "ai Dani adoro a tua peida, quero meter-to todo", fui-me abrindo toda como uma flor, o meu ânus esperava pra foder, aquele pau nas pregas rijas, afazer força para entrar, até que cedem e se abrem, a cabeça entrou a escorregar, "aihm oh ohm devagar enterra devagar", agarrei as mãos da Madalena, pagava uma provação qualquer.

Ele faz mais força a empurrar, dá-me uma estocada violenta, "aihm caralho foda-se!! estás-se a magoar", gritei veio outra estocada, em que diz ele "Lena amor já lho enterrei todo, estás a ver, a Dani é doida por levar no cu, aguentou-se bem, não foi Dani?".

Forçou-me a cabeça para baixo, a puxar-me as nádegas para o ar, o pau grosso não parava, de me estar a enrabar, ele batia duro, sentia-lhe as ancas no meu cu, "ai foda-se Dani que cu tão bom foda-se!", já não sabia se gritava "aihm não páres, aihm parte-me o tu", agarrava a mão da Madalena, "obriga-o a foder-me mais, come-me o cu caralho, aihm diz-lhe Lena, para me comer o cu", sinto-lhe a mão dela na minha cona, quando comecei a estremecer e a esguichar, abri-me encharcada de leite, mostrou-mo e tinha-o na mão.

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