Contos eróticos de natal - # trabalhador noturno - Biografias Eróticas
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Contos eróticos de natal - # trabalhador noturno

Tinha-lhe pedido para fazer o turno da noite por mim na gasolineira e José meu colega me disse "tudo bem, eu faço, você sabe que não tenho família por aqui". Quer dizer eu família por aqui também não tinha, só o meu namorado, e lá na empresa é esse o principio, no Natal, para essa noite, é sempre escolhido quem está sozinho.

Não sei quem manda, mas em dia tão solene quem sente essa noite como especial talvez o trabalho seja distracção e prazer maior, para fazer esquecer duplamente esse sentimento de se estar sozinho, ser noite, e noite e Natal ao mesmo tempo.

Que dizer, a mim tinha-me custado muito, pedir ao José esse sacrifício, mas foi o meu namorado, que insistiu muito comigo, que nesse dia vinham cá os pais, que me queriam ver e conhecer, e lá apareceram a instalar-se, como se tudo fosse deles, a mãe cheirava um pouco mal, e o caralho do velho que não parava, olhava para as minhas pernas e a minha cona.

Ele bem que disfarçava, sentado na cadeira refastelado, os dentes amarelos do tabaco, a língua viciosa a lamber-se de lado a lado, sempre que passava, o velho olhava-me para o rabo, eu bem que tentava um sorriso, atarantada com a comida, sempre com o José na cabeça, como estaria o meu colega, sozinho a aguentar-se a noite toda.

Já era noite alongada, quase prontos para ir para a cama, e viro-mo para o meu namorado, e disse-lhe "ouve vão-se deitando, vou só ver como está o meu colega", e assim foi, confessionário, agarrei num pouco de bolo, uma garrafa de vinho, e fui ter com ele à estação de serviço.

Quando cheguei estava tudo sossegado, não se via nem gente nem vivalma, o José nem queria acreditar, "o que é que fazes aqui?", e respondi-lhe "estava com a consciência pesada, vim só ver como estavas e fazer-te companhia", ele continuou, "então deixaste a tua família sozinha?", disse-lhe "eles ainda não são bem a minha família, a velha cacareja muito e o velho é atrevido.

Ele perguntou-me "atrevido como?", e eu, "põe-se a olhar para as minhas coxas, e ás escondidas do filho", ele riu-se, "sei que não devia, mas acho que também faço isso", olhei-lhe para os olhos sorridentes, sem maldade nenhuma, "fazes isso e muito mais, acho eu", pergunta-me ele "mais como?", "ora, a olhares-me para o rabo, para as mamas, deixa estar que também és atrevido".
Imagem de Free-Photos por Pixabay
Diz-me ele "acho que vou ter que deixar de ser", digo-lhe eu, "mas porquê? não continua que eu gosto", ele estava com cara de que aí vinha o pai natal com uma prenda para o menino, "gostas mesmo?", "se fores tu gosto, os outros não", perguntou-me insistente "e porquê?", disse-lhe "não sei excitas-me José, às vezes fico com a ideia de que gostava de dormir contigo".

A noite estava cerrada lá fora, caia uma espécie de nevoeiro gelado, a cara dele explodia de alegria pelo que dizia, não apareciam clientes a incomodar, no espaço quente do interior, rocei-lhe a mão nas calças de trabalho, senti uma coisa grossa a enrijar, ele estava parvo sem saber, encostei-lhe a minha boca no ouvido, "vou-te dar uma prenda de natal, queres?".

Ele abanou a cabeça apatetado, via-lhe a maçã de adão a subir a descer, freneticamente a respirar, pus-me de joelhos atrás do balcão, abri-lhe o zip de onde tirei o pau, dei-lhe um sopro quente da minha boca, a apertar-lhe os lábios na ameixa dura, a minha língua molhada a tocar-lhe com uma pena, soltou um suspiro "aihm foda-se!! que bom caralho!!".

Estava a mamá-lo por baixo, ele em pé deitado ao balcão, ouço um "tlimm" da campainha, porra!! era um cliente a entrar, chegou-se mais perto do José a falar, "boa noite, olhe a minha nora não está por aí?", mamava o José sem parar, vejo que ele quase geme a responder, "a sua nora, quem? nãaao nãoo a vi", era o cabrão do velho do meu sogro, o que vinha ele para aqui fazer.

Mamava o pau duro do José, que a presença do velho não abanou, chupava-o e vinha a cima e ia abaixo, a engoli-lo na minha garganta até ao fim, "ela disse que vinha aqui ter consigo", dizia o José "comigo? nãoo nãoo sei", continuava o velho atrevido "onde é que aquela gaja foi?", ouço-o a bater a porta de saída, sinto a mão do José na minha cabeça, "mama mama querida que o teu sogro já se foi embora".

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