Contos eróticos de Natal - # quem tem lábios tem tudo - Biografias Eróticas
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Contos eróticos de Natal - # quem tem lábios tem tudo

Tinha resolvido sair para comprar umas coisas para mim, mais roupa que precisava, mas sem loucuras, diziam-me algumas amigas, que não entrasse no ano novo com roupa velha, era daquelas ideias que não me diziam nada, mas lá fui para o shopping para o meio da confusão.

Era gente por todo o lado, que me faltava a respiração, ia-me afastando à passagem das pessoas, pensei para mim, "foda-se!! vou-me mas é embora", até que me esgueirei por um canto, fugi para dentro de uma loja escondida, porra!! não queria ser atropelado, mas lá estava ela, foda-se!!, uma miúda com uns grandes lábios, que ali atendia os clientes que chegavam.

Quando ela se aproximou de mim, um som quente saiu-lhe da boca, sopro harmonioso como grogue, um liquido quente que se instala, por dentro das veias nos picando, a apontar para a roupa "o senhor precisa de ajuda?", eu só estava ali escondido, da marabunta de gente ruidosa, mas os lábios dela atingiram-me, num arrepio por mim abaixo, senti o pau e todo o corpo teso.

Que estranho fenómeno!! ela falava mas eu não conseguia concentrar-me nem no que dizia nem nos olhos dela, só aos lábios dava a minha atenção, fechavam um no outro como beijos doces, como abanos egípcios que subiam e desciam,  cortinas batidas por uma brisa suave, ela dizia "e este casaco gosta? Já se decidiu?".

Mas como me podia decidir? Se o meu cérebro nem sequer me respondia, os lábios pintara-os de vermelho, como se fosse a cor de Natal, um baton cremoso estendido, brilhante lhe tocava a língua, como um animal deitado parecia, mas diabo!! só imaginava aquela boca, aquelas almofadas de seda, de volta do meu caralho.

Ela continuava "e este gosta? cai-lhe tão bem", ai foda-se quando a ouço dizer isso, foi o mesmo que a sentisse a agarrar-me no pau, a engoli-lo pela boca adentro, "gosta? cai-lhe tão bem", ai foda-se quase que me vinha, o meu caralho estava tão teso, abanei a cabeça a dizer "sim eu levo", depois chegou-se mais à frente, "e camisas? precisa vê-se logo".
Imagem de Alexander Krivitskiy por Pixabay
A respiração tinha-a ofegante, não sei se ela percebia, porque eu andava atrás dela perdido, quando se virava de repente, "e estas?, qual é a sua cor preferida?", foi como se me chupasse o pau, com força e insistência, beber o néctar que lhe largava na boca, um beijo doce apertou-me a cabeça, a morder-me a engoli-lo todo, disse-lhe estupidamente, "cor? não sei, encarnadas?".

Ela riu-se, "encarnadas? camisas? está a brincar? isso não temos", abriu a boca e vi-lhe os dentes, uma mancha de baton vermelho neles, brincar não brincava, não ouvia o que dizia, "o azul acho que lhe fica bem", foi um  golpe que vibrou duro, o meu caralho entrou-lhe todo, como se mo batesse naqueles lábios, pequenos beijos e doces mordidas, ai foda-se que ainda me vinha, disse-lhe "sim dê-me umas quantas".

"E calças precisa?", pensei para mim, "foda-se!! preciso caralho preciso", "que calças gosta, ganga chinos?", eu cá para mim dizia, "ganga, chinos, tudo", os lábios dela mexiam, "vista estas para vermos como ficam", os olhos dela baixaram sobre mim.

Olhou-me as pernas a medir-me, o meu volume bem cheio estava, que não passava despercebido, ali duro como uma rocha, deu-me as calças para a mão, "acho que lhe vão ficar bem", ai caralho que não aguento mais, lábios vermelhos a mamar-me, ai porra que não vejo mais nada.

Saí do provador e ela baixou-se, "deixe-me ver essas bainhas", estava de joelhos agachada, lançou-me para cima os olhos e a boca, "ficam-lhe muito bem", o meu pau estava tão teso, demorou tempo lá em baixo, os dedos pequenos ali se mexiam, ai foda-se!! que me venho todo, dizia ela "sente-se apertado?", queria agarrar-lhe a cabeça, o meu pau de lado deitado, quase lhe pedia gemendo, "por favor me faz um broche".

"Sente-se confortável?", dizia ela, "confortável, sim, sim", acho que ela percebia, aquele efeito que me causava, com os lábios me enganava, a minha imaginação sofria, um aperto na alma crescia, "foda-se que mamada me fazia", estava quase a ir-me embora, quando lhe ouço "vai pagar com cartão?".

Foda-se que acordei, "vou vou sim", mas que conta do caralho, eu a sair do shopping, bem cheio de merdas, não as queria mas faziam falta, porra!! não me sentia enganado, bela mamada imaginada.

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