Contos eróticos de Ano Novo - # A minha irmã e o fitness - Biografias Eróticas
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Contos eróticos de Ano Novo - # A minha irmã e o fitness

A Carlota é a minha irmã mais velha, e nas nossas conversas, assim daquelas mais intimas, sempre lhe disse "porra Carlota!! que és mesmo puta", nunca ela se importou, reconhece-o por ser verdade, quando lho digo é um elogio, ri-se muito quando me responde, "eu sei!! antes puta que enjoada, não é tão bom ser puta maninho".

Satisfaz-se como quer, come ela quem a fode, são desejos que incendeia, com um belo corpo de mulher, uma inteligência fina superior, um riso solta e basta-lhe querer, ligações sérias que nunca teve, assim mesmo é ela a escolher.

Não de idiotas a querer deixar a mulher, para a terem só para si assim pensam, dá-lhes a cona por prazer, mama-os por gostar, vão-lhe ao cu por o desejar, mas mesmo assim não lhes basta, querem-na a ela para casar.

Lembrei-me à dias de uma passagem de ano em família, não era habitual, fomos todos para um hotel, não foi assim há muito tempo, por vários dias de férias, para festejar a noite de passagem de ano.

Nessa altura a Carlota, acho, tinha um namorado, era mais cão que ser humano, mais escravo que a fodia, também ele tinha ido, para ela era indiferente, ser cão, ser homem, ou ser escravo, porque ser puta era isso mesmo, foder com quem lhe apetecia, senti logo o que aí vinha, andava à caça de outra coisa, lembro-me de ter-me dito "Leo isto está aborrecido, vamos lá baixo, só nós dois".

Lá em baixo era a piscina interior, nesta hora esquecida e abandonada, esgueirámo-nos até lá dentro, pelo escuro como ladrões, ela tirou a roupa toda, sedas e cetins que caíram, soutien e cuecas voaram, ouço-a mergulhar silenciosa, as pernas longas na água escura, os seios rubros no manto morno, sereia de curvas escorregadia, levantou um piscar de estrelas, dos raios de luar que lhe batiam.

Quando retornou ao cimo da água, com os cabelos molhados lisos, já me tinha despido também, entrado naquele caldo nocturno, nadou até mim de olhos abertos, abraçou-se-me ao pescoço, senti-lhe o corpo quente e robusto, a pele macia que na minha tocava, num todo, no peito, no ventre e em baixo, riu-se ela "os patetas lá em cima, isto é tudo nosso".

Os mamilos dela senti-os tesos, os pelos louros roçaram-me o caralho, senti-o teso quando me apertou com as pernas, à minha volta como criança tonta, o meu pau tocou-lhe a cona, num toque especifico entre as coxas.

A boca dela na minha testa, exalava um bafo espesso de desejo, calor da carne vindo de dentro, um cheiro de almíscar e alfazema, saía-lhe pelos poros por aí acima, até ao meu nariz e ao meu cérebro, igual a tantas vezes nus e abraçados, disse-me ao ouvido "queres-me? agora?", podia-lhe enterrar o pau na cona, que ela beijar-me-ia calada, num ato sagrado a mim se daria, não fugiria, nem diria nada.

Estávamos assim, nesse silêncio único de água que chocalha e acalma, no meio de um tempo que congela mas regista, as minhas mãos percorriam-lhe as costas até às nádegas, conhecia-a de olhos fechados, os ombros, o pescoço, o pequeno sinal ao fundo de lado, ela procurava a minha boca, a minha língua na língua dela, quando sentimos que alguém tinha chegado.

Como nós entrou na água, ao longe na penumbra quase escura, como um predador aquático, vindo debaixo de água o vemos chegar para perto de nós, "Olá, então? Incomodo? fazem a festa aqui?", disse ele, vi-lhe os dentes brancos e reconheci-o logo, era o monitor ou trainer do ginásio do hotel, dava aulas ou lá o que ele fazia às mulheres, cheio de músculos definido, a mim me dava um tesão danado, continuou ele "estão alojados no hotel? não vos vi?".
Foi a Carlota que respondeu "estamos sim, é o meu irmão", disse a apontar para mim, tinha reparado que também estava nu, ela tinha os olhos a cintilar, mostrava-lhe as mamas sem pudor, olhou para mim como se dissesse, "ai puto já tenho com quem foder", continuou ele "não estavam a gostar da festa lá em cima?", respondeu a Carlota a elevar-se para fora, sentando-se na beira da piscina, "estava a sentir muito calor no corpo, apetecia-me qualquer coisa, refrescar-me".

Pensei e mirei-a de novo, "mas que puta, já está a fazer tudo pro comer", sentada à beira da piscina, queria que ele admirasse o corpo dela, nu e disponível para ser fodida, e perguntou-lhe "e tu o que fazes aqui?", vai ele "sou monitor de fitness", ela riu-se a abrir-lhe as pernas, por momentos vi-lhe brilhante o clitóris rosado, dois lábios apetecidos junto a uns pelos louros, estava ele e eu dentro de água, "os monitores fodem essas mulheres mais velhas, não?".

Virou-se ele para ela, "sim, às vezes, são ossos do oficio, mas também as novas, agora comia-te a ti se não estivesse aqui o teu irmão!!", a Carlota ao ouvir o que ele dizia passou os dedos na cona, como homem que excitava o pau, preliminar de uma foda garantida, pensei logo "és mesmo sabida", soltou a língua que lhe corria nos lábios, "esquece, faz de conta que não está, já me viu fazer sexo muitas vezes".

Olhei para ela a sorrir para mim, com os meus pensamentos "és mesmo puta Carlota", ele aproximou-se dela ali à beira, soltou-lhe as pernas assim para o lado, ouço-o dizer "deixa-me chupar-te essa cona toda", começou a lambê-la abaixado, mergulhado no vale do seu segredo, via-lhe a língua a beijar-lhe os papos, grossos na fenda que se abria, ela caiu para trás sob aquele efeito, contorcia o corpo que se lhe explodia.

Depois foi ele a olhar para mim, "então, ela gosta de levar com o pau? diz-me, ela gosta de mamar?", respondi-lhe eu com a Carlota a rir-se, "gosta claro", vi-o sair da piscina a caminhar em direção a ela, o caralho teso entre duas pernas grossas, como troncos de árvores, sólidos e nervosos, "anda ver ela a mamar".

Ele aproximou-se dela e a Carlota agarrou-lhe logo no pau, saía eu da piscina quando ele para mim olhava, movia as ancas prá boca dela, "e então estás a gostar, a irmã mama bem?", eu abanava a cabeça a dizer que sim, no meio de ruídos dela a mamar, desesperada por caralho, só pensava em foder, ele fechou os olhos a gozar, quando ela o engolia todo a chupar, saía e entrava a apertar-lho como molas fortes em redor. 

"Caralho puto, vou partir a tua irmã toda, gostas do meu pau?", ele mexia nele para dentro da boca da minha irmã, eu dizia "gosto é bem grande e grosso", "sim", dizia ele, "vou-lhe partir o cu todo vais ver", ele puxou-a, deitou-se ao lado dela, não havia pressa nos seus gestos, mas a cona da Carlota estava molhada, num cheiro perfumado e num frenesim, só a desejava foder.

Deitou-a de lado, levantou-lhe uma das pernas para cima da perna dele, e com o caralho na mão como uma estaca ou um cano, enterrou-lhe a cabeça naquele vale, entre as bordas tesas apertadas, vi-lho todo a entrar na cona, ela soltou um suspiro longo e caloroso, "aihmm caralho aihmm ohm humm fode-me toda"

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"Ai puto, a tua irmã é mesmo boa", ele começou a matraqueá-la, enterrava-lhe o pau na cona, a bater-lhe nas nádegas com as ancas, entrava e saía forte, a Carlota gemia "aihm tão bom não pares, isso parte-me toda", eu ali só assistia, imaginava aquele pau duro, a partir-me o cu um dia, "ai foda-se puto, ai que cona tão boa tem a tua irmã".

Ela virou-se para ele a tomar as rédeas da foda, era ela quem conduzia agora, "anda querido, parte-me o cu vai, estou desejosa de levar no cu".

Ele virou-se para cima dela, como se montasse uma cabrita, agarrado ao pau grosso, a mostrar o serviço que valia, a fazer-lhe força no ânus duro, ajeitou-lhe a nádega de lado, "vai enterra-o todo querido vai".

Ele estava todo excitado, via a cabeça a entrar, a enterrar até ao meio, ai que caralho!!! ele começou a estremecer, ai que ela não ia gostar, ai que a puta ia ter!! uma foda bem mal dada, logo assim com o ano a entrar, ele estava descontrolado, ai o pobre coitado!!, ainda não era o momento, e estava a vir-se todo.

Quando subimos a festa ainda ia a meio, o cão escravo gracejava à minha mãe, o monitor de fitness andava escondido, a Bárbara, minha outra irmã, beijava a amiga, ouvi a Carlota dizer-me, "logo logo estou cansada, leva-me ao teu quarto para irmos dormir".

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