O seminarista da noite - Biografias Eróticas

O seminarista da noite

No tempo que passei no internato o Padre Alberico não aparecia muito. Procurava mais o  Fragoso, pensava eu, o próprio Padre Estefânio, e talvez outros que desconhecia. Já tinha sido visitado pelo Padre Estefânio, que me passou as mãos pelas pernas e pelo pénis, e depois, lá me pediu, com jeitinho, para me ir ao cu.

O Buchinha e o Fragoso já me tinham dito que o Padre Alberico era mais de querer que lhe fossem ao cu, e por isso, já o esperava preparado, como esperava pelo Padre Estefânio quando ia ao meu quarto, ou pelo Buchinha, altas horas da noite, procurava a minha cama.

Naquela noite, na penumbra, senti o Alberico a entrar no meu quarto, e como fazem questão, sentou-se na minha cama e perguntou-me como estava. 

Levantei os cobertores, e nu, com o pénis teso e preparado para ele, disse-lhe "estou assim". Acho que se riu, e sem perder tempo, tirou o hábito e todo nu, apropriou-se do meu caralho e começou a mamá-lo.



A noite estava quente, e um luar caia sobre os nossos corpos, mais do padre Alberico. Surpreendeu-me a nudez dele, o rabo em forma de pera, a pele luzidia e branca, um corpo franzino de fêmea, a voz, a boca, as maneiras, o pescoço, a face, o sorriso, o cabelo, ainda muito jovem, toda uma luz interior que lhe corria no corpo, fazendo dele uma mulher.

Contou-me que fora muito miúdo para o seminário e que passado algum tempo, o Padre que dirigia o local, bastante mais velho do que ele, o tomou debaixo da sua asa, sendo seu protegido, ao ponto de dormir com ele todas as noites como se fosse sua mulher. Que outras vezes, por inveja ou despeito, tinha sido enrabado por outros colegas seminaristas.

Contou-me ainda que quando foi para o Colégio, o padre Rafael o chamou ao seu quarto, e que, por algum tempo, se prestou a ser mulher dele, mas de tão repugnante que ele era, deixou de o fazer, arranjando outros para o satisfazer. Que muitas vezes também se deitava com o Padre Estefânio, não por querer seu, mas dele, evitando dar-se ao mesmo.

Não mencionou o Fragoso, mas eu sabia, e ele sabia que eu sabia, que sempre que o Fragoso precisava de alguma coisa, era ao Alberico que pedia, dando-lhe em troca uma foda. Aí contara-me o Fragoso que muitas vezes foi ao quarto do Alberico na outra ala, limitando-se a levantar o hábito, e o Fragoso ali rápido a ir-lhe ao cu.

O Padre Alberico há mais de meia hora que me mamava no caralho. Fazia-o sem pressa a aproveitar o momento, lambendo e conversando, eu olhando para o corpo dele sinuoso e redondo como o de uma mulher, a aumentar-se-me o desejo cada vez mais intenso de o comer.

Subiu sobre o meu corpo, procurou a minha boca que lhe dei, beijou-me a barriga, o peito e os mamilos, como se fosse meu apaixonado, até que se sentou em mim, e apontou o meu caralho ao ânus, e deixou-se leve penetrar. Corria-lhe com as minhas mãos o corpo todo, as nádegas macias, o rabo em pera, as costas lisas, o pescoço, sentia aquela electricidade feminina que lhe incendiava o corpo.

As nádegas dele moviam-se harmoniosos, a descer sobre o meu caralho, as nossas bocas e línguas unidas, o Padre Alberico a gemer aos meus ouvidos, à penetração do meu pénis no ânus apertado dele, os mamilos fortes dele espetados no meu peito, sendo ele uma mulher, insistente e caprichosa, a querer ser fodida daquela maneira, a ser dona do momento.

A mão dele movia-se entre nós, a manipular o próprio pénis, em busca de mais prazer ainda, levantava-se e arqueava-se para cima, com as ancas em perfeita sintonia, a movimentar-se ao som de uma música desconhecida, compreendida por ambos, a descer cada vez mais, a penetrar-se fundo.

Puxava o corpo dele para mim, agarrava-lhe nas nádegas para o acelerar, queria fodê-lo totalmente, sentir aquele corpo feminino agarrado ao meu, até que gemi de prazer e orgasmo, a vir-me todo dentro dele, e ele a vir-se todo sobre mim.

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