Noite rapazes fazendo sexo no colégio interno - Biografias Eróticas
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Noite rapazes fazendo sexo no colégio interno

Já tinha passado algum tempo que estava no internato. Noite dentro, no meu quarto, já tinha recebido muitas visitas dos Padres Estefânio e Alberico. Como eu também o Buchinha e o Fragoso, meus amigos mais próximos, já tinham sido visitados por eles. Se falássemos em desprotecção, éramos os mais escolhidos por não termos grandes saídas de fim-de-semana.

Os meus pais não tinham condições para me ir buscar, a minha situação era aliás transitória, o que não acontecia com o Fragoso que arriscava uma vida escolar praticamente sem ver os pais, só nas férias com os pais obrigados pela direcção do colégio a levá-lo, e o Buchinha que saía esporadicamente para estar com a mãe.

O Buchinha era de longe o mais sacrificado, filho de pais divorciados, gente de muito dinheiro, pagavam para o ter longe deles. A mãe, hospedeira ou coisa parecida, viajava muito e só raramente, era o que dizia ele, estava em casa para o ir buscar.O pai esse era inexistente, num ano inteiro entre entrar e sair daquele local nunca o vi.

Comparado com ele, má comparação, sentia-me forte e estruturado, vendo no Buchinha uma pessoa com um futuro difícil, correndo a vida aos trambolhões, talvez no futuro salvo pelos pais há custa de muito dinheiro, com um lugar num partido politico, no colégio já havia muitos desses, ou num qualquer interesse corrupto.
Tinha pena do Buchinha, nos dias que os Padres não o visitavam, o quando o visitavam apenas se serviam dele, o Buchinha refugiava-se no meu quarto ou no do Fragoso. Metia-se na minha cama todo nu, cheinho sem ser gordo, e comia-lhe o cu.

O Buchinha não tinha tido a sorte de ser prendado com um pénis grande, e não sei se por isso ou por ser um miúdo submisso, sempre indefeso e amedrontado, a onda dele era levar no cu. Por mim adorava vê-lo a mamar no meu caralho, e depois de muito mamar, já teso e rijo, enterrava-lho nos entrefolhos do cu. 

Adorava sentir o corpo quente dele, o rabo gordinho, as ancas largas, a forma como se entregava a ser enrabado, gemia baixinho, comigo a acanzaná-lo, a entrar nele com força, a empinar o rabo para que o fodesse mais fundo, a forçar-lhe o ânus apertado, até que nos vínhamos livres e depois se escapulia para o quarto.

O Fragoso sabia porque também fodia o Buchinha, os outros e os Padres desconfiavam mas que soubesse nunca viram.

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