Sensualidade de mulher e o corpo da Vanessa - Biografias Eróticas
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Sensualidade de mulher e o corpo da Vanessa

A culpa será do calor Algarvio
O ambiente, as vontades e o desejo unem-se e conjuram
Duas mulheres num acometimento divino
Humanas deusas no Olimpo 


Tínhamos vindo até ao Algarve com os miúdos para casa dos meus sogros, eu e a Ângela, a minha mulher. Pela tarde queimámos os corpos ao sol, momentos em que me permitia admirar a beleza da minha mulher e a sorte que me fora dada por a ter. 

Os cabelos castanhos quase alourados, a face, o corpo de sonho, as pernas, as mamas, tudo na forma e medidas corretas, aquela vagina linda que adorava lamber, o rabo redondo e firme que me perdia por comer, mas mais importante, uma cabeça de génio e percepções que a nós simples mortais, só em presença da luz interior dela, nos dava um conhecimento secreto e solitário de outros mundos.

A Ângela por aqueles dias andava com alguma fisgada, via-a impaciente, tinha passado algum tempo depois do nosso acordo informal, em que o Fontes segurança, a tinha comido, e, não sei porquê, ela aspirava por alguma ação.

Naquela tarde ao sol, virou-se para mim e disse-me "A Vanessa está cá, sabias?", "Não", disse-lhe. "Estive a falar com ela, e convidei-a para vir passar um tempo connosco", continuou.

"Vou gostar de vê-la, já passou algum tempo desde a última vez", respondi. "Sabes, falei com ela do nosso acordo, e, olha não sei o que me deu, e pedi-lhe para ela foder contigo, o que achas?".

A Vanessa era realmente outro sonho de mulher. Nossa amiga hà alguns anos, até mais da Ângela do que minha, e tinha o ar surpreendente de uma mulher, mais do que independente, uma mulher livre. Era o que lhe apetecia ser, e por isso, por esse exemplo, adorávamos a amizade dela.

E depois tinha tudo, foi-lhe dado por deus todo o arsenal que existia, para fazer uma mulher bonita. O cabelo preto liso, a parecer azeviche, o corpo moreno, quase índio, de uma mulher com poder interior, os olhos esverdeados cintilantes, e um sorriso irónico permanente de alguém que decidiu não escolher o sofrimento voluntário dos outros.



Apesar de a conhecer hà alguns anos nunca a tinha comido, não que eu não o desejasse, mas senti-lhe sempre fortes reticências de alguém que não troca um homem e uma foda por uma amizade. 

Era implacável com valores elevados, e talvez por isso, não a visse com desejo de comprometimento com alguma relação, uma mulher solitária a seu gosto, e pelo medo que infundia nos homens quando a abordavam. Qualquer homem sentia-se intimidado perto dela, com aquele sentido de "esta não, é areia de mais para a minha camioneta".

"A Vanessa, queres que dê foda na Vanessa? E ela o que disse?", perguntei. "Disse que sim, disse-me também algo curioso. Que há muito tempo andas a olhar para ela com olhos de comer", riu-se.

Pudera, comer a Vanessa, era o mesmo que ter uma experiência exótica, sentia por ela o mesmo que sentia pela minha mulher quando a fodia, aquele prazer de pertencer a um grupo restrito de homens, a quem é dada a oportunidade de entrar em solo sagrado, de poderem foder o corpo delas juntamente com a cabeça. 

Não duvidava que a Vanessa como mulher sabida já tinha estado com muitos homens mas sentia-lhe no olhar a presença daquele sentimento de que a maioria eram instrumentos de prazer dela, um cabide com um pénis na ponta, para satisfazer as suas necessidades.

Na tarde seguinte, encontrámo-nos na casa da Vanessa em Faro, sorriu-me com aquele ar maroto de que já estava tudo decidido entre ela e a minha mulher, esperava-se apenas a minha execução, que senti na pele, com um constrangimento profundo, de ser avaliado por elas.

Já tinha visto a Vanessa semi-nua na praia em topless, aquelas mamas que me vinham à memória, fartas e rijas a explodir, os mamilos espetados, que eu me imaginava muitas vezes a lamber, que traziam uma ereção constante, mas agora toda nua, revelada a mim, a vagina húmida e rosada, a pedir a minha língua independente e perversa.

A Ângela aproximou-se de mim e disse-me "olha senta ali, mudámos de opinião à última hora". Acho que já o devia esperar, ou pelo menos já o devia ter previsto, era uma partida.

Nuas na cama como deusas, sendo eu o mortal espectador, abraçaram-se as duas aos beijos, os seus corpos unidos nas nuvens, e a minha mão no pénis teso a adorá-las, o rabo da Vanessa movia-se em harmonia com a Ângela, esfregando as fendas húmidas, via-lhes os lábios grossos das conas a tocarem-se forte pela ação das duas, como se quisessem penetrar em vão, pernas entrelaçadas como de uma só.

Nem me lembro bem se batia uma punheta ao vê-las, a sua ligação tão intensa, a língua da Vanessa corria pelo clitóris da Ângela, os gemidos, os cheiros, o sorriso delas ao verem-me vê-las, a fazerem-me uma demonstração, um espectáculo divino só eu o preferido, sem direito de intervenção.

A Ângela descia agora sobre o corpo da Vanessa, as suas línguas a tocarem-se de fugida, como se o melhor estivesse para vir, arqueados os seus corpos, a minha mulher lambia a cona da amiga, os dedos dela friccionavam os papos da sua cona, gemiam forte como em coro, foda-se que me estava a vir, abanavam-se as duas em pleno orgasmo, num transe violento intenso, via-as a cair juntas, molhadas de satisfação, a vierem-se doidas até ao fim.

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