Carinhos Orientais - Contos do Diabo - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Carinhos Orientais - Contos do Diabo

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Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias. 

Estava a chegar, há mais de uma hora que estava a conduzir uma carrinha de mudanças, com um brasileiro e um preto ao meu lado, que não se calavam, tinham saído do futebol para outro assunto, e agora, vinham já há algum tempo, com a ocupação idiota de descobrirem a gaja da televisão com melhores habilitações para chupar melhor um pau grosso e fazer melhor um bom broche.


Iam enumerando nomes de gajas, desde pivots, atrizes, socialites, etc, e depois iam realçando as características, boca assim, lábios assado, coxas grossas ou pernas compridas para depois procederem à sua análise complexa e no final, concluírem, concordando ou discordando, dos porquê de uma se sobrepor às outras por atacar melhor o pau antes da língua o lamber.


Devem estar a perguntar o que é que o Diabo está a fazer nesta postura com dois idiotas ao lado, mas o que me interessava mesmo era o casal que ia mais à frente num carro descapotável a indicar o caminho para a nova casa deles.

A situação tinha acontecido um tempo atrás, fui chamado a uma emergência, havia um corno que não aceitava que a mulher não estava fazendo nada, apesar de todos os amigos e os vizinhos dizerem que ela era uma puta, que ficava o dia todo dançando, e oferecendo-se para todo o homem que aparecia.

O corno estava fixado naquela ideia da mulher ser uma santa, aquilo de dançar toda a gente dança, e quanto a homem, ele tinha toda a confiança, e assim, meu amigo, fica difícil levar gente para o inferno.

Quanto eu estava a estudar uma solução, para fazer ver ao corno que afinal não havia solução nenhuma, o corno tomou a decisão de mudar de casa e aí eu só tive tempo de entrar na pele do condutor, e para minha desgraça ter de ouvir o brasileiro e o preto a falar de gajas boas da televisão, a apostarem naquelas que mais gostavam de levar no cu.

Finalmente chegámos, olhei para cima para o prédio e um gajo estava lá no alto, na varanda a olhar para a rua, e percebi que centrava a sua atenção na mulher do corno, a designada santa, uma loura avantajada, uns seios fartos num corpete apertado, uns saltos altos de bico fino, e a saia, bem essa, quase não existia.

O preto e o brasileiro olharam para mim, naquele olhar de quem pergunta se eu vou ajudar a carregar a tralha para cima, e eu disse, “é no segundo andar, estão com sorte, não há elevador, por isso não se esforcem muito”, e depois arranquei, cheguei perto do casal, na cabeça do corno havia a dúvida sobre a mulher, ele pensava, “ela sempre foi assim, excêntrica e oferecida”.

Fui para mais perto dela, o meu nariz e o tato dos meus dedos foram-lhe tocando no corpo, era tudo espirito mas funcionava, os mamilos ficaram rijos, o clitóris retesou-se elétrico, as coxas abriram-se levemente para deixar passar o meu anelar na cona, e o pensamento dela chegou, olhou para o prédio e o homem da varanda, “apetece-me tanto dar uma foda”.

A mudança acabou, o preto e o brasileiro foram-se embora, a falar para um condutor que não compreendia nada, eu tinha-os deixado e subido prédio acima para entrar no homem da varanda, a peça decisiva, tinham-me dito, para resolver esta embrulhada.

O homem era bem servido de pau mas insatisfeito, a mulher que eu ouvia noutra divisão não fazia o que ele queria, ele dizia à mulher, “amor, chupa-me o meu pau, amor, quero comer o teu cuzinho”, mas ela respondia, que ela tinha recebido uma educação, as fodas eram para fazer filhos e não para diversão.

O pobre homem estava resignado, tinha-se casado com uma mulher bonita, na esperança e no seu projeto de dar umas boas fodas e nada, ao fim de uns tempos, tinha-se tornado um punheteiro, uma vez por mês fodia a mulher, nos outros dias ia batendo punhetas, para se aliviar do sofrimento dos tomates cheios.

Tentei sentir a sua pele por dentro, e percebi que ele estava num ponto de viragem, neste momento naquele dilema de, ou separo-me da minha mulher e procuro outra vida ou traio a minha mulher e vou procurar cona e cu noutro lugar.

Para um Diabo, claro, a segunda hipótese é muito melhor, e aí pensei eu, “mas porque deverá este pobre mortal libertar-se de um casamento sensaborão, quando pode mantê-lo e ao mesmo tempo viver as alegrias, a aventura, o risco, tudo isso junto, da traição, fodendo gajas por fora”.

E foi quando senti uma espécie de espasmo, o caralho do observador cujo corpo eu ocupava, levantou-se subitamente, como uma rocha dura e comprida, a mulher do corno tinha olhado para cima, e houve ali um encontro de olhares quentes, enquanto o corno distraído ia dando indicações ao brasileiro e ao preto, “cuidado com esse varão!! é o varão de treinos de striptease da minha querida mulher!!”, ele sorria para aquelas duas almas penadas, e acrescentava, “é só desporto!! a minha mulher é muito atlética”.

Nessa noite, deixei o corpo do mirone à solta, ele deu uma foda na mulher, a cona dela não tinha tempero, sal ou pimenta, era como comer um bocado de borracha, e se o pau fez a sua tarefa, foi porque tinha a cabeça na loura do andar de cima, naquele seu rabo voluptuoso, a imaginar que ele fodia o cu dela todo.

De manhã eu estava na varanda e foi quando vi, a mulher do meu corpo a sair do prédio, antes tinha dado um beijo insipido a dizer que ia para o trabalho, e depois vi sair o corno, com um certo ar apressado, a rodar a cabeça para cima e a despedir-se, pensei eu, da loura que estava no outro andar.

Começava a sentir um certo tédio, foda-se!! que não acontecia nada, nós Diabos não podemos interferir no livre arbítrio, os humanos têm de ser eles mesmos a fazer merda, a tomarem as decisões que entendam, nós só vamos empurrando, quando o meu corpo foi para o computador e começou a escrever, e aí pensei eu novamente, ele trabalhava em casa e dedicava-se à escrita.

Mas não foi por muito tempo, a cabeça do homem estava num estado de confusão infinita, ele imaginava a loura a rolar na cama, e ele em cima a montá-la, ela gritava, “mais mais, fode-me toda querido, enterra tudo no meu cu”, que o fez levantar-se e caminhar para a casa de banho, pensei, “pobre homem, vai bater uma punheta”, e foi quando eu ouvi um ruido vindo do andar de cima, o som de uma música oriental, daquela das dançarinas do ventre, de um harém de gajas lúbricas, e toques no pavimento, o que fez pensar, “a puta está a dançar”, e a mente do corpo acrescentou, “foda-se!! caralho! a gaja deve estar nua”.

O ruido não parava e tornava-se até incomodativo, o homem esqueceu a punheta, e depois, no computador não se concentrava, e como ele estava um pouco estúpido, dos longos anos de sobriedade de cona e de reclusão, eu tive de soprar ao ouvido dele, “vai lá a cima, caralho, a gaja está sedenta de pau, dizes que gostas do barulho, mas que te excita demasiado”.

Ele surpreendeu-me, nem tive tempo para me organizar, o gajo subiu por ali acima pelas escadas e bateu à porta, a música abrandou um pouco, uns passos aproximaram-se da porta, e quando ela abriu, até eu vi melhor aquela mulher, os dotes estampados nas suas maneiras, gritavam ao alto, “hosanas meu senhor”, uma máquina de sexo e desejo que certamente o criador tinha perdido mais de sete dias a fabricar, envolta numa espécie de véu de nuvem a voar e por baixo percebia-se as formas do corpo nu e foda-se!! um pouco suado.

Ela riu-se com uns dentes brancos perfeitos, e disse, “peço desculpa, estava a treinar!”, e perguntou de seguida, “a música estava alta? Peço desculpa! não volta a acontecer”, o meu corpo estava com um volume tremendo, a vara tinha crescido descontrolada, como um animal selvagem indomesticável, e ele disse engasgado, “não, eu até gosto da música, diz que estava a treinar?”.

Tentei varrer o espirito dela, só que tudo estava a acontecer demasiado depressa, ela lambia os lábios de desejo, ela olhou para baixo, para a virilha dele, e viu ali o monstro a querer libertar-se a qualquer momento, e disse, “eu gosto de treinar barra de strip, para me manter em forma”, o corpo fazia um esgar a imaginar a cena, quando ela acrescentou, “gostava de assistir?”.

O corpo abriu os olhos mais do que o normal, as órbitas tremiam dentro das cavidades, achei que ele iria ter um problema cardíaco, tal a aceleração do coração naquele momento, ele avançou para dentro a abanar a cabeça e perguntou, “porquê a barra? você podia fazer pilates ou outra coisa!,” ela deu uma gargalhada adorável, e respondeu, “o meu marido não sabe, mas antes de casar, eu trabalhava numa boîte de strip, e eu mantive o gosto de fazer e o meu marido gosta de ver”.

Houve ali um momento de silêncio expectante sobre o que iria acontecer e ela depois acrescentou, “pode guardar um segredo?”, ele olhou para ela, as mamas viam-se na transparência, as coxas escondiam uma penugem bem aparada, ele disse, “claro, prometo”, ela prosseguiu, "é estranho, quando era stripper, ao contrário do que se pensa, eu não fodia com homens, até tinha um namorado, mas depois .....”

O meu corpo desesperado, “e depois ...?”, ela continuou, “é que, quando me casei ......”, o corpo fervia de antecipação, “... quando me casei, um dia tive um encontro em casa com aquele meu antigo namorado e ....”.

O corpo mexeu-se no sofá, os colhões doíam-lhe de tão inchados que estavam, “... e ele pediu-me para dançar no varão .... com aquelas músicas orientais e ..... depois fodeu-me .... chupei-lhe o pau e ele que gostava ...... fodeu-me o cu .... e a partir daí ....”, o corpo tinha-se encostado para trás no sofá, a mão dela abria-se no volume cheio e apertava-o como se apertasse uma bola de borracha, e continuou, “.... a partir daí ... não quero outra coisa ...”.

O meu corpo finalmente falou, ele nem tivera a perceção que ela abrira o zip das calças e manipulava a vara para cima e para baixo, ele disse, “você não quer outra coisa? ....”, ela sorriu, e depois abaixou-se sobre o pau e começou a chupá-lo, levantou-se um pouco e disse, “isto, chupar caralhos, levar na cona e no cu, dançando ...”, ela voltou à tarefa em que estava, os lábios rodearam a verga dura, para cima e para baixo, como uma mola apertada, e depois disse, “queres que eu dance para ti? Guardas este segredo? Quando ouvires a minha música, vens a correr?”.

Quando se aproximou a noite, o meu corpo estava na varanda com a mulher sensaborona, quando olhou para baixo e viu sair o corno, certamente para uma qualquer das suas muitas atividades, de repente ouviu-se a música, a mulher disse, “ai querido, que coisa desconfortável, esta música? parece que ela deseja sexo? e já viste a mulher, amor? parece, sei lá, amor, uma prostituta .. podias ir lá cima fazer qualquer coisa, sei lá, para ela parar?”.

Vi, com satisfação de dever cumprido, apesar de não saber bem quem eu devia levar para o inferno, que o meu corpo estava no bom caminho ... era tempo de ir embora .. para outro destino.

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