Coração de Ouro - Contos do Diabo - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Coração de Ouro - Contos do Diabo


Deixem apresentar-me, Diabo é o meu nome, mas não me confundam com o Mal, porque de Mal e Bem tenho tanto quanto Deus tem, eu agora estou só contando algumas das minhas histórias.

Ás vezes tenho este mau hábito de andar entre os mortais, a tentar perceber porque me fazem perder tempo, digamos que é o meu fetiche, e porra, não há dia que não encontre coisa que me faz perder a cabeça.

Ia numa carruagem de comboio, dessas que alimentam os suburbanos, entrei no corpo de um geek marado, houve assim uma certa resistência, do corpo, do espirito e da minha consciência, mas eu tinha visto duas gajas tão boas sentadas no banco à frente dele, e ele foda-se não aproveitava nada.

Quando os meus olhos se iluminaram, as gajas sentiram algum desconforto, o geek para elas não representava nada, mas de repente, eu olhava para as pernas delas, para as coxas guarnecidas, para as mamas generosas, e elas ali presas sem fugir, àqueles olhares com vontade de comer.

Claro que era eu e não o geek, os meus olhos percorriam as pernas delas, a queimar devagarinho, não havia limites e continuei a subir, passei pela roupa e a continuar, até ver bem a coninha das duas e ouvir o que estavam a dizer.

Eram irmãs, uma delas, a que pareceu mais velha, dizia, “já não posso com o Frederico, agora anda a perseguir-me”, a outra respondia, “mas já lhe disseste que tens outro homem?”, ela insistia, “já, mas parece não querer entender”, depois a outra voltou com outra história que me fez levantar as minhas orelhas pontiagudas, “não dizias que o Fred é muito bom a foder?”.

Fiquei à espreita, olhava para as duas coninhas, mas com outro interesse, “é, mas às vezes até é demais, está sempre a pensar em cona, e não é só a minha”, a outra perguntou, “e o Marcos?”, a mais velha explicou, “o Marcos é diferente, nem me satisfaz, mas é certo, para ele é só a minha cona, para ele chega, e até com cheiro de vagina, ele fica satisfeito”.

A outra insistiu, olhei para a coninha e vi que estava toda molhada, as perguntas não eram à toda, a puta mais nova queria saber mais, “Mas o Fred o que quer? Uma relação? ele está apaixonado?”, a outra riu-se, “só se for pelo maus buraco do cu, ele quer é continuar a foder”, até que a outra disse, “e se eu falasse com o Fred?”, a mais velha abriu a boca, “para quê?”.

A mais nova voltou à carga, “ora minha irmã, para ele deixar de perseguir-te, eu falo com ele e digo que se quer cona, e cu já agora, ele que procure noutro lugar”, a mais velha não estava convencida, “não sei não”, a outra insistiu, “mas não queres que ele deixe de foder a tua cona?”.

Olhei para a coninha da mais velha, os lábios do clitóris tremiam excitados, ela estava a lembrar-se do pau do Fred Bem enterrado, e no cu também, havia um liquido que brilhava e ameaçava a cueca branca, “não sei, às vezes penso que quero que ele coma a minha cona e eu continue com o Marcos, é mais seguro”.

A outra estava surpreendida, o comboio andava, e o tempo era curto para a mais nova, “óh irmã, eu estou sem namorado, eu também estou a precisar de caralho”, olhei para as coninhas e as duas abriram como ostras babadas, ela continuou, “eu dizia ao Fred para ele dividir comigo, e depois era um bocado para mim e outro para ti”.

A mais velha pensava, “sim podíamos combinar isso, o Fred comia-me a cona e o cu uns dias e depois fodia-te a ti”, a mais nova estava sorridente, a cona abriu-se toda como um orgasmo e perguntou, “e o pau dele, eu nunca vi?”, a mais velha respondeu, “enorme, às vezes tenho dificuldade em mamar no caralho dele, e quando ele mete no meu cu, dou sempre um grito, vais adorar, irmã, vai partir-te toda”.

O comboio parou e eu vi as duas conas a sair, longas pernas a sustentar, os pelos molhados a brilhar, e foda-se!! fiquei naquele suspense do que iria acontecer, tanto trabalho que tenho, e logo havia de ficar este meus fetiche pendurado, caralho!!

Mas resolvi a situação, uns dias depois, encontrei o Fred e a mais nova num bar, andei para ali a escolher um corpo para ocupar, e vi uma gaja com cara de puta que parecia acompanhar o Fred e um amigo, e eu, não vi problemas, entrei nela devagar, a mais nova falava mais baixo, “Fred, deixa-me chupar o teu pau”, o Fred, um pouco bruto, respondia, “o que é que a tua irmã ia pensar? Nós estamos separados mas eu continuo a foder a cona e o cu da tua irmã, parece uma traição?”.

Os argumentos eram tão difíceis de entender, mas mesmo assim a mais nova insistia, “mas Fred eu combinei com a minha irmã, foi ela que disse para ti dares caralho a ela e a mim, senão nada feito, a cona dela acabou”, eu assistia a isto, quando percebi que eu era a puta do amigo do Fred, e ele estava a pôr a mão na minha cona e a perguntar, “o Fred não quer, mas eu fodia a gaja, que achas querida”.

A puta, que era eu Diabo, falou, “sabes que não me importo querido, podes foder, a gaja está esfomeada, nunca tinha visto uma gaja neste estado, gaja que é gaja como eu não tem falta de caralho, mas esta até é deprimente, por favor, amor, acaba com aquele martírio”.

O amigo do Fred sentiu um suspiro de admiração, “foda-se amor, és um coração de ouro”, e depois virou-se para o Fred, “eu como a gaja deixa estar”, e depois de seguida para a mais nova, mostrou o caralho de fora, teso como uma vara rija, “estás a ver este é ainda maior que o do Fred, “eu como-te a cona toda”.

O Fred porém parecia indeciso, e disse depois, “foda-se!!, tu comes a gaja e eu? Caralho? Fodo o quê?”, o amigo dele virou-se para mim, “então? Fodes a minha puta”, e apontou para mim.

Naquele momento, pensei que chegara a hora, estava tudo encaminhado, achei melhor abandonar o corpo da puta, e pus-me a andar daquele lugar ....

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