Iniciação de um crossdresser - BIOGRAFIAS ERÓTICAS
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Iniciação de um crossdresser

Era quase um hábito, se podemos chamar-lhe assim, o de eu assistir à minha irmã a vestir-se. Ela colocava-se à frente do espelho e principalmente naquelas noites em que se preparava para sair com um namorado, eu deitava-me na cama dela e admirava-a a vestir cada peça de roupa, a escolher a bijuteria e a maquilhar-se.


Ela vinha nua do duche, ela despia o robe de feltro, e depois, ela escolhia e vestia uma lingerie fina, uma saia curta, o soutien preto, uma blusa justa, uns sapatos altos, um batom forte nos lábios, e não sei porquê, mas toda aquela atividade feminina me excitava. 

O soutien realçava-lhe os seios, no limite certo entre a provocação e o aceitável, a saia curta, as coxas grossas, a blusa, o tronco rígido e determinado, o batom, uns lábios de amora, desejados, e todo esse conjunto me deixava com o pénis ereto. 

Não era de ver a minha irmã nua, não senhor, mas de um desejo intenso de me igualar a ela, de desejar querer ser mulher por um momento, e de eu me vestir como ela, de maneira que um dia reuni coragem e perguntei à minha irmã, “deixas-me vestir a tua roupa”, ela olhou para mim surpreendida e a rir, “a minha roupa? Queres vestir-te de mulher?”. 

Ela tinha acabado de se vestir e eu continuei, “não sei irmã, quando eu imagino vestir-me de mulher, fico assim, eu baixei as boxers e mostrei-lhe o meu pénis ereto e rijo, dizia eu, “estou com tesão, compreendes?”, e ela olhou para o meu pau teso e perguntou, “mas tu és gay? Gostas de levar no cu?”, e eu respondi, “não sou gay, eu só gostava de me vestir de mulher e sentir-me mulher, não sei”. 

E foi assim, em outras ocasiões eu já tinha experimentado vestir roupa de mulher, um dia foi uma lingerie da minha irmã, outra vez foi a da minha mãe, e lembro bem o quanto prazer me deu eu ver-me ao espelho, com as minhas nádegas realçadas do pouco tecido que tem, as minhas coxas tão expostas como uma mulher, mas agora tinha a ajuda e companhia da minha irmã. 

Os nossos corpos são iguais em tamanho, por pouco não éramos gémeos, e ela, de uma forma divertida, como se fosse uma brincadeira, ela escolheu para mim uma lingerie em renda vermelha, e disse-me para eu vestir, e quando a coloquei foi um sentir tão intenso, daquela malha fina a percorrer a minha pele, e a ajustar-se no meu rabo, que ela reparou logo que eu estava excitado. 

Ela disse, “se ficas assim com o pénis em pé, estragas a lingerie”, eu agarrei no pau e tentei depois apertá-lo para que se ajeitasse de lado, e depois ela foi-me dando uma saia curta, um soutien, uma blusa, maquilhagem, brincos, até que se lembrou de umas perucas da minha mãe, ela foi buscar uma de cabelos pretos e quando a colocou na minha cabeça, a minha irmã disse espantada, “foda-se!!, tu pareces mesmo uma mulher!! ninguém diria o contrário.”. 

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A partir dessa altura era normal, eu e a minha irmã ficarmos os dois fechados no quarto a experimentar a roupa dela e outra que eu comecei a comprar para eu vestir, nós não queríamos que a minha mãe soubesse, e a minha irmã perguntava-me, “mas irmão, se calhar tu gostas de fazer sexo com homens? Nunca tiveste desejo de levar no cu?”, eu respondia que não, que lá por gostar de me vestir e sentir como mulher não tinha nada a ver com sexo. 

Um dia, quando a minha mãe divorciada saiu à noite com um namorado novo, a minha irmã disse, “e se fossemos também sair, nós podíamos ir os dois como mulheres à discoteca para ver se alguém percebe que és um rapaz?”, eu fiquei entusiasmado e foi assim que naquela noite muita coisa aconteceu. 

Nós entrámos na discoteca e àquela hora da noite já estava ao rubro, dezenas de rapazes e raparigas dançavam no espaço e outros estavam sentados nas mesas e no bar falando e bebendo, a minha irmã viu uma mesa vazia ao fundo da sala e disse, “vamos para ali”, e lá nos fomos sentar. 

Por momentos, eu ainda pensei que alguém pudesse ter reparado que eu era um rapaz, talvez pela maneira indecisa como andava em cima de saltos altos, ou pelas minhas coxas mais nervosas que eu tinha à vista, quando dois rapazes se aproximaram de nós a meter conversa. 

Eles perguntaram se se podiam sentar na nossa mesa, de onde é que nós éramos, se já tínhamos ido alguma vez àquela discoteca, depois foram buscar bebidas ao bar para nós “as duas”, e nessa altura a minha irmã disse, “eles não desconfiaram de nada, pareces mesmo uma mulher”, eu estava tão excitado por aquela ideia, que respondi à minha irmã, “o que achas daquele que tem estado a falar comigo?”. 

A minha irmã riu-se e continuou, “ele não é muito bonito, mas é bem encorpado, porquê?”, eu disse, “ele pôs a mão por dentro da minha coxa, e por momentos eu tive medo de que ele fosse mais longe e percebesse”, diz a minha irmã, “e gostaste? De sentir a mão dele aí tão perto? O outro fez o mesmo, e tocou com os dedos no meu clitóris”. 

Eu fiquei espantado quando ela me disse aquilo, e a minha irmã continuou, “ele perguntou-me se eu queria foder, e eu vou dizer que sim, eu também lhe apalpei o pau e ele tem um bom pau”, ela sussurrou-me ainda ao ouvido, “irmão, está-me mesmo a apetecer levar na cona”, e riu-se, “tu devias fazer o mesmo”. 

Eu pensava, “foda-se!! ela está maluca, eu não tenho cona”, a minha irmã pareceu perceber o que me ia na mente, “irmão, tu podias dar o cu ao que está contigo, tu dizes a ele que és virgem, e vais ver que ele acredita, e eu percebo pelo teu corpo e pela tua boca que queres muito apanhar no cu”. 

Eu disse à minha irmã, “e se ele descobre que eu tenho um pénis?”, ela respondeu, “eles já estão muito bêbedos, fazes de maneira a que ele te coma o cu e ele não percebe nada”, quando os dois rapazes regressaram do bar, eu estava aterrorizado e reparei na minha irmã a falar ao ouvido do que estava com ela, eu vi que fez um sorriso, e percebi que íamos todos para algum lado. 

Nós levantámos da mesa, a minha irmã apertou-me no braço, e ela disse-me ao ouvido, “eu já disse ao que está comigo que tu só gostas de levar no cu, e ele já disse ao outro, por isso está descansado", nós entrámos depois para uma carrinha de caixa fechada, e eu disse que queria que tudo acontecesse no escuro porque ainda era virgem e tinha muita vergonha. 

A carrinha estava estacionada perto de uma lâmpada de rua que difundia uma luz amarela muito baixa mas que dava para ver algumas das nossas feições e quase tudo o que se passava, e então o rapaz que estava comigo começou a agarrar-se a mim e a dar-me beijos na boca, eu sentia-lhe a língua molhada bem presa à minha, a respiração dele pesada pelo álcool e pelo tesão que eu lhe dava. 

Eu procurei o pénis dele, e quando o agarrei percebi a sua exata dimensão, grosso em diâmetro e longo em comprimento que eu rodeava com a minha mão, quando ele me diz, “anda amor chupa-me o caralho amor”, eu olhei para a minha irmã ao meu lado, que nesse momento ela abria a boca a chupar o outro, e eu comecei a chupar aquele pau duro. 

Eu ouvia os rapazes a dizer entre eles, “estas duas gajas são mesmo putas, adoram chupar caralhos, não gostam queridas?”, a minha irmã e eu acenávamos que sim, e continuávamos a chupar, lado a lado como duas mulheres, quando o rapaz que estava comigo diz, “não queres mesmo levar na cona? Eu gostava tanto de te comer a cona”. 

Mas aí eu insisti que não, que era virgem e de uma religião, que eu queria casar como deus me fez, mas que lhe dava o cu se ele quisesse, e foi quando ele me pediu para me virar, eu pus-me de barriga para baixo, e aí eu senti-o em cima de mim, subiu-me a saia e baixou-me a lingerie, e depois ele entrou. 

Eu senti a pau dele no meu ânus a forçar em cada centímetro, a alargar mas apertado, eu soltei um suspiro gemido, “huum aihm haimm humm”, o caralho dele empurrava para dentro, a minha irmã ao meu lado apanhava na cona, e quando olhei para ela imaginei a visão do outro a segurar-me as nádegas, a comer o meu cu a cada segundo, tudo isso me deixou excitado, com o meu pénis endurecido. 

O meu rapaz começou a foder o meu cu, eu ouvia-o dizer para o outro, “esta gaja é uma puta virgem, mas vê como gosta de levar no cu”, ele colou-se às minhas costas, a procurar a minha boca, “tens um cu tão bom, és muito santa, mas eu parto-te o cu todo”, eu, foda-se!! estava quase a vir-me, quando ele me pediu para eu me virar para cima. 

Eu virei-me muito a custo, preocupado que reparasse no meu tesão, mas salvava-me a escuridão, ele levantou-me as pernas, eu agarrei rápido no meu pau, a escondê-lo dentro da minha mão, e ele veio outra vez decidido, e como se eu fosse a mulher dele casada, ele penetrou o seu pénis no meu cu e começou a acelerar. 

A minha irmã gemia ao meu lado da foda que o outro lhe dava, enquanto o meu rapaz me enterrava forte o pénis, até que o senti tremer, ele começou a ejacular, agarrou-se ao pau como se estivesse a arder, e deixou o liquido quente de porra a escorrer no meu cu. 

Uns minutos depois, nós saímos da carrinha a rir, e como duas mulheres fodidas desaparecemos na noite em direção a casa.

2 comentários:

  1. Exuberante!

    O blog tem realmente muita coisa interessante!

    Acordado
    ins0nias.blogspot.com

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