Quais são os 50 sonhos eróticos? - #8 Minha Irmã - Biografias Eróticas

Quais são os 50 sonhos eróticos? - #8 Minha Irmã

Se não sabe, não se preocupe porque eu também não. Tenho lido tanto sobre isto dos sonhos eróticos que cheguei à conclusão que ninguém sabe. Uns dizem que são confusos, que não se deve levar a sério o que se sonha, que não acontece no mundo real, é o subconsciente a descansar, que o significado é todos e nenhum, pelo que o melhor é mesmo falar sobre o assunto e inventar um significado qualquer.

E real só mesmo a parte molhada, ao passar a mão lá por baixo, o que fica da explosão entre as pernas, de erótico só o sonho, a cair para trás até de manhã, a perguntar-me, mas vi-me porquê?.

E como tudo parece complicado, faço eu a minha interpretação a passar ao oitavo, já que os outros se os quiser estão aqui em categoria.

8. Sonho erótico com 8 # Minha irmã

Tenho de reconhecer que a minha irmã é uma mulher bonita, mas o que verdadeiramente gosto nela é o seu corpo húmido, uma aura de natureza, uma cascata de água fresca, num tremor e movimento permanente, que deslumbra quem a conhece, dela já saíram uns quantos rebentos, mas que não lhe acrescentaram nada, nem nada dela tiraram, continua a jovem de sempre, rija e útera de mulher deusa, e ainda bem que isto foi só um sonho, de dormir mesmo.

Divorciou-se recentemente, e para a distrair disse-lhe, para vir até à casa da família que restauro, no sótão e no telhado, e quando por lá apareceu, entrou e subiu, e ouço-a dizer "ei que aqui está muito calor, isto é quase insuportável, ainda morres aqui dentro", e foi quando lhe respondi, que para me divertir fazia sauna, dizia-lhe "sabes, ponho-me aqui, isto faz-me suar, abre-me os poros, sai água sai gordura, e depois vou lá baixo tomar banho de água fresca".

Ela riu-se "e como é que fazes?", "então deito-me aqui no colchão e é só esperar, quando me peso é menos um quilo", ri-me com ela, "queres fazer um bocado de sauna?", perguntei, ela pareceu hesitar, afinal era eu que ali estava, o irmão mais novo dela, "e fazes como? tiras alguma roupa?", respondi-lhe que sim que tirava alguma roupa, dependendo do calor.

Disse-me "então está bem, vamos fazer um pouco de sauna", começou a tirar a roupa, primeiro a blusa fina que a envolvia, a saia baixa que descia, só de soutien e cuecas pretas, e foi quando eu vi a nádega branca, exposta ao lado da pele bronzeada, o tecido fugiu-lhe para o rabo, aqueceu-me o sangue de repente, dos dedos dos pés à cabeça, soltou-se-me o corpo violento, como motores de barco que arrancam, todos ao mesmo tempo ordenados, que fiquei com um tesão tão grande, nunca me acontecera tal coisa.

Fui-lhe dizendo, "então tens de tirar o resto da roupa", ela abanou a cabeça que não, ia-se sentando no colchão, gotículas de suor corriam-lhe no corpo, fui insistindo e continuei, "tira pelo menos o soutien, é como se fizesses topless, já vi muitas mamas", ela então aceitou, foi tirando o soutien, e dele soltaram-se duas pêras, arrebitadas e perfeitas, brancas das marcas do sol impressas, no meio as duas uvas pretas, tesas turgidas como passas, ilusão sedenta em deserto, apeteceu-me bebê-las e chupá-las.


Deixou-se ela cair para trás, deitada lânguida e suada no colchão, e foi quando desci os calções de uma só vez, soltei o pau teso que me apertava, de tão arqueado estava que doía, abriu os olhos esbugalhados, de me ver o pau assim crescido, passei-lhe a mão a esticá-lo, como quem afina um pistão, a pele do caralho puxei-a a trás, a mostrar-lhe a cabecinha roxa, que ela logo fechou os olhos, como se não quisesse ver.

Sentei-me ao lado dela no colchão, a minha perna tocou na perna dela, ia-me apertando no colchão pequeno, assim a ela bem encostado por baixo, que lhe perguntei "vais ficar com as cuecas todas molhadas e o tecido corta-te, do suor, queres que tas tire?", ela tinha os olhos fechados, devia correr-lhe na memória recente, a visão do meu caralho arqueado, quando ouço aquelas palavras "se quiseres tira".

Encostei-me ainda mais, tinha a garganta seca, lambi os lábios a sentir-lhe o corpo, pus-lhe as mãos por baixo do rabo, ela arqueou-se para cima, sempre de olhos muito fechados, para que as passasse por baixo dela, a deixar correr-lhe pelas pernas, tocou-lhe o meu caralho na vagina, nos pelos sedosos e húmidos, de suor e de um licor, de uma ambrósia secreta de amantes, queria ver de perto o que era, mas ela fechou rápido as pernas, estendeu-as ao comprido, a fechar em cadeado o seu tesouro.

Estendi-me outra vez ao lado dela, não lhe ouvia palavra, apenas a respiração ofegante, ar quente que nos feria a pele, passei-lhe a mão pela coxa, a corrê-la até ao ventre, a dizer-lhe "já estás toda molhada", fui-lhe forçando as pernas ao de leve, "tens de pôr as pernas para cima", fui-lhas dobrando uma a uma, ela não ofereceu resistência, até que o vale majestoso se abriu, como se estivesse no alto cá em cima, a ver todas aquelas cordilheiras, natureza fértil verdejante, cá em baixo e no meio, um rio sinuoso brilhante.

Ela não abria os olhos, mas ao tocar-lhe permitia, a minha mão ia coxa em coxa, no interior de um lado para o outro, fui descendo lentamente, por aquela encosta até ao rio, quando os meus dedos lhe tocaram na cona, as nossas respirações juntavam-se agora, também as pernas que se enrolavam, uma aranha humana e um só ser, "estás mesmo suada agora", ela ia abanando a cabeça, percebia eu que mal me ouvia.

"Queres ir já tomar um banho fresco?", perguntei-lhe, abanou-me a cabeça a dizer que não, que esperasse mais um pouco, fui-me baixando entre ela, e mergulhei a minha língua naquele vale, beber do desejo que corria, comecei a lambê-la toda aberta, chupava-a e arqueava, dos beijos com que a mordia, no clítoris rijo e entumescido, soltou um gemido contido, "ai não ai aihmm ai", agarrei-me às pernas dela, do corpo fazia mola, ia para baixo e para cima, "Ai ai Hmm ai ai ai", escorava as mãos no chão a fazer força, estremecia descontrolada, até que senti na minha boca, a ambrósia porque esperava.

Ela tinha-se vindo toda, deixou-se depois cair indolente, tombada, vencida e cansada, disse-lhe "anda vamos lá abaixo tomar um duche e beber água fresca", finalmente abanou com a cabeça a dizer que sim, e abriu-me os olhos húmidos e vítreos de satisfação.

Acordei molhado, foi só um sonho, mesmo dos que se dorme, ainda bem que estes sonhos não têm explicação.

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