Meu primo deu-me sem pedir - Biografias Eróticas
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Meu primo deu-me sem pedir

Sempre pensei ao principio que o meu primo Jorge era um pouco ingénuo, mas com o tempo fui-me apercebendo que era mais querer que tomasse a iniciativa sem ser ele a pedir, e havia modos nele que me pareciam assim um pouco de menina, na forma como se comportava, a voz, as maneiras, o vestir, como se contorcia, quase que parecia uma boneca, quando falava com a minha tia, com a minha mãe, e comigo.

Mas não ligava, não era exagerado, era mais o que pedia e como o fazia, que me ia deixando desconfiado, até que pronto um dia, a coisa era por demais evidente, havia da parte dele um interesse que correspondi, e fui-lhe ao cu.

Ainda me lembro, estávamos no quarto dele, era costume passarmos por lá, mais a minha mãe para estar com a irmã, às vezes pedia-me que eu fosse e eu ia, com vontade de ver a minha prima, a Raquel que gostava dela, mas então ele, baixou-me as calças, deitou-se na cama, a perguntar-me se tinha qualquer coisa no rabo, se era um borbulha ou uma irritação na pele.

E só sei que, quando lhe vi o rabo, assim tão redondo e empinado, ele olhava para mim a insistir, que eu visse bem de perto, mais parecia aquelas conversas, a fazer de médico e doente,  já nem éramos nenhuns miúdos, mas fiquei com um tesão tão grande, que comecei a dizer-lhe que sim, que havia ali um toque vermelho, mas que fechasse os olhos que eu ajudava, e naquele tarde ensolarada, no silêncio daquele espaço, saquei do caralho teso, pus-me em cima dele, nus ali entre nós, e enterrei-lho no cu.

Ao principio nem sabia como fazer, era a minha primeira experiência, ele deitado na cama assim com o cuzinho para o ar, deu-me um óleo que tinha guardado, que eu esfreguei pelo caralho, enterrei-lhe a cabeçinha como pude, a fazer força para entrar, ele sorriu a dizer "vê-se logo que não sabes, trapalhão vem que eu ajudo", mexeu o rabo a ajeitar-se, fui entrando nele aos poucos, até que o senti todo até ao fundo.

Tão empinadinho e tão bom, que era aquele cu bonito, já tranquilo o fodia, o meu peito nas costas dele, só meu rabo levantava, encavava-o todo a dizer-lhe "deixa estar primo que eu te curo", ele gemia quando lhe entrava, "humm ai primo humm cura cura hummm", baixinho para ninguém nos ouvir, só o som nas nádegas do bater, os nossos gemidos no ar, que elas estavam na sala em baixo, ouvia-lhes as vozes e os risos, enquanto os dois colados, o penetrava a foder.
Foto da Brodie Vissers do Burst 
Passei depois a ir mais vezes, para ver o meu primo como estava, a Raquel a irmã até estranhava, mas era sempre a mesma coisa, o Jorge já sabia o que queria, mas ele sempre arranjava, coisas estranhas para dizer, de que estava constipado, que precisa de um remédio, fazer-me ser eu a decidir.

Até que eu falava "se quiseres eu dou-te um supositório", ele respondia logo "que sim que precisava", virava-me depois o rabo, bem gostoso e arredondado, via-lhe o ânus enrugado, húmido e febril de desejo, abria-lhe as nádegas como um pêssego, despia-me e nu em cima dele, dizia-lhe assim lentamente "estás melhor, vou-te dar um supositório", enterrava-lhe depois o caralho no cu, a escorregar bem fundo a entrar, com as minhas ancas a martelar, puxava-as atrás e ia à frente, silêncio era o lema, até que me vinha todo dentro dele.

Numas férias que fomos, todos juntos em família, os meus primos e a minha tia, ia também eu e a minha mãe, decidiram-se as mulheres que os homens dormiam juntos, numa tenda montada ao lado, da maior que já lá estava, e nessa noite encostei-me ao Jorge, pressionou o rabo contra mim, sentiu o meu pau que estava teso, dizia-me "ai primo está tanto calor, vou-me despir todo", respondi-lhe que fazia o mesmo, no escuro insectos cantavam, um cheiro a ervas húmidas lá fora, o meu caralho teso fervia, quando todos já dormiam.

Não o via naquele bréu nocturno, encostei-me a ele e ele pôs-se de lado, pedia-me com gestos que o comesse, agarrou-me no pau com uma mão, e guiou-me por entre o rabo dele, apontou-o ao ânus que desesperava, de desejo de ser comido, senti a pressão dele nas minhas coxas, que eu entrasse e o fodesse, um anel rijo de nervos, apertou-me forte e justo o caralho, misturava-se o meu suor no dele, ia-mos gemendo de fininho, "ai primo tens um cu tão bom, aihm, estás a gostar?", "estou, humm, huhm".

Rebolou depois a abrir-me as pernas, que o comesse de frente o queria, como o companheiro da mãe a fodia, meti-lhe o caralho dentro a abri-lo, a minha boca encostada à dele, vinha atrás e enterrava-o, naquele vaivém compreendido, martelava-lhe o cu sem parar, não falávamos e só fodíamos, até que nos vínhamos juntos, depois a cair indolentes, e a dormir até de manhã.

Ao acordar perguntava a minha tia, "então dormiram bem, ontem à noite estava muito calor", olhávamos depois entre nós, a responder que sim ou mais ou menos, nem pensava o que tínhamos feito, de que todas as noites seguidas, deitados na tenda nos despíamos, para enrabar o meu primo, já lhe tinha perguntado, se tinha sido a primeira vez.

"Não" disse-me com confiança, que já tinha sido enrabado, por um amigo dele da escola, que tinham ido para uma mata lá perto, que o amigo lhe tinha pedido, se ele lhe dava o cu e queria ser comido, e que ele respondera que sim, e num monte de capim e ervas, ele baixara as calças e as cuecas, e que esse outro o enrabara, e muitas vezes depois nas aulas vagas.

Sempre tivemos cuidado de não ser apanhados, e da única vez que me pediu sem rodeios que o comesse, fomos apanhados pela minha prima Raquel, pedia ele que o fotografasse, quando o meu caralho o enterrava, estávamos na garagem da casa, uma espécie de arrecadação, com uma carpete e um colchão, a meia luz assim era, fodia ele em cima de mim, com o meu caralho no cu, tirava uma fotografia por trás, a ver como lhe entrava e o abria, quando apareceu a Raquel.

Ele gingava as ancas ondeando, as nádegas flectiam a apertar-me, descendo por mim até baixo, que a Raquel bem viu o meu caralho, bem teso a entrar-lhe no rabo, foram segundos de tempo parado, congelados num só momento, mas ela viu e foi-se embora, que depois comigo falou, que não contava nada a ninguém, ficava tudo entre nós, que não queria mal ao irmão.

Ela sabia do que ele gostava, que já tinha dado o cu muitas vezes, era coisa de que se falava, mas disse-me "nunca esperei é que tu gostasses", respondi-lhe "não tenho culpa, ele pediu tentou-me e não aguentei, se fosses tu era a mesma coisa", ela riu-se descontraída, "o meu irmão é mesmo assim, mas quem sabe nós um dia, talvez te tente também".

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