Minha Vovó aprendeu computador - Biografias Eróticas

Minha Vovó aprendeu computador

Até me custa contar no confessionário o que se tem passado com a minha avó, ela agora não tem mais cura, daquelas coisas bem intencionadas, queremos fazer o bem, e acabamos, como se diz por aí, fazendo "merda".

E foi o que eu fiz, quando vi minha avó sofrendo, pensava eu que era de solidão, devia estar louco quando tive essa ideia de ensinar computador à minha avó, eu perguntava "então Vó o que tens? pareces tão em baixo", ela respondia "então neto o que é que queres, estou velha filho e nem sei o que fazer".

Continuava eu "então Vó podes, sei lá, fazer o que fazem as outras idosas, ir ao centro de dia?", vi-lhe faiscas nos olhos "fazer o quê, bordados? pinturas? estás doido neto? estou velha mas não estou morta", a minha avó não suportava a idade, sempre fora muito ativa, estar agora sem fazer nada, deixava-a desnorteada, e pelo que eu via, a cada dia definhava.

"Oh Vó, sei lá podias conhecer pessoas, fazer voluntariado? Vejo idosas nos hospitais?", ela riu-se, "parece que não conheces a tua avó", que conhecia conhecia, pelo que sabia já tinha enterrado uns quantos maridos, era tudo tão falado, que os homens fugiam dela, qualquer ligação podia tornar-se perigosa.

E então tive a tal ideia maluca, "e então aprender computador, Vó? podias, sei lá, ver coisas na internet, conhecer pessoas e falar", até que me pareceu interessada, mas desconfiava da tecnologia, dizia ela "oh neto, não sei se consigo aprender, com esta idade não sei, e depois fala-se tão mal disso, tanta gente maluca filho".

"Oh Vó não custa nada eu ensino", e ensinei, nem passou o mês e a minha avó navegava como uma cibernauta, passava por ela e nem me ouvia, agarrada ao ecrã entusiasmada, até ao dia, confessionário, até ao dia, que me começou a cobrar saldo.

Eu perguntava "mas Vó o que anda fazendo? há anos que ando na internet e não me custa nada, e você agora, não passou um mês e já anda gastando dinheiro", minha avó parecia outra, o computador era uma revolução, parecia até mais nova, dava-me beijos de gratidão, dizia quando passava "ai neto se eu soubesse, há mais tempo que aprenderia".

Era tudo muito estranho, eu precisava saber o que se passava, um dia vim mais cedo do trabalho, fui assim devagarinho para o quarto dela, e deus meu apanhei um susto do caralho, a minha avó estava se acariciando, passava os dedos nos lábios cá de baixo, corriam-lhe húmidos brilhando nos pelos, no ecrã no computador, via-se um grande caralho.


Do lado de lá na câmara web, um mulato grande estava-se gingando, com o pau teso mostrava-o, à minha avó enternecida, que o raio da velha nem se apercebeu que a via, o mulato dizia "então está gostando, menina, ele é bem grande, gosta assim grande?", a minha avó gemendo "é grande amor, mexe com ele, mexe para eu ver, bate punheta bate".

O mulato não parava "diz gostava de mamar ele, gostava?", a minha avó falava "gostava amor gostava, mamava-o todo e depois comias-me toda, gostavas?", o mulato gingão "lhe partia toda menina, lhe comia esse cu, vai mostra para mim, vai".

A minha avó levantava-se, mostrava-lhe o rabo, com uma ginástica que não lhe conhecia, depois sentava-se, masturbava-se lenta, sem pressas na vagina, os lábios entesavam, rijos à passagem dos dedos, de uma cona que se lhe abria toda, e de onde estava eu que tudo via, e a minha avó não parava.

Devo ter feito um ruído, que a fez voltar e aperceber-se, que estava a ver o que fazia, a língua corria-lhe tesa na boca, nos olhos que encontraram os meus, no momento mais estranho de todos, quando a minha avó se vinha num tremer satisfeito, num leite quente que saía dela.

Encontrou-me na sala à espera, abraçou-me por trás das costas, sussurrou-me ao ouvido "sabes miúdo és a pessoa que mais me ama, obrigado meu amor, por compreenderes esta velha agradecida".

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