Ela não é lá muito católica mas eu gosto !!! - Biografias Eróticas

Ela não é lá muito católica mas eu gosto !!!

As circunstâncias exigiam-no. 

Jovem com um circulo de amigos e amigas muito fechado, a vigiarem os nossos modos de vida, as nossas escolhas, do que gostamos, o que vestimos e tudo o mais, que era inevitável não se ser livre e a liberdade, essa, tinha um preço elevado, então se soubessem que já tinha dado o cu e gostava de ser enrabado.

Não que gostasse de homens, é-me indiferente esse sentimento, gostava da experiência e do inusitado, do inesperado desconforme, com homens mulheres o que fosse, se os meus amigos davam beijinhos nas meninas, eu mirava as pernas e mamas das mães, nesse meu desejo diferente aborrecendo-me o habitual. 


Devia culpar os livros que lia, a biblioteca radical do meu pai, esse interesse pelo marginal, afastado dos gostos e quereres comuns, dentro do critico aceitável, das complicações dos mais velhos, dos idiotas adultos, dos seus desejos ocultos, de duas realidades vividas, sempre em simultâneo, a falada e dada aos outros, ao lado da silenciosa solitária, sendo esta a que procurava.


A vida era clandestina, dava o cu sem ninguém saber, a homens que gostavam, a mãe de um amigo que comia, uma amiga da minha mãe quando podia, balzaquianas assanhadas, beatas religiosas, tias finas, vizinhas suburbanas, escuteiras tatuadas, era tudo o que eu queria, para ser realidade tinha de ser malhada, de tanto bater nela, para se tornar verdadeira.




Tinha de ter uma namorada, coisa para mostrar aos amigos, a quem não fizessem muitas perguntas, que fosse bonita e desenvolvida, com ar de muito foder, para a todos fazer crer, que gostava de conas deslavadas, e que sou sincero cá dentro, se me davam prazer, era só algum.

Saiu-me na rifa a Anabela, era miúda que eu já conhecia, do meu bairro quando passava, acompanhava a mãe a ir pra igreja, nas suas rezas e catequeses, rígida nos seus preceitos, fora da nossa órbita, bem bonita e desenvolvida, belas mamas e belas coxas, que me faziam pensar "um desperdício se não foder".

Os pais eram muito exigentes, melhor, o pai só, porque a mãe, a Alice, era uma mulher submissa, presa pela dependência, sem liberdade ou escolhas, seguindo as ordens do marido, como para serem tão maus e perdidos, fossem necessários pelo menos dois.


Nada tenho contra a igreja, estes seguiam a regra ao milímetro, em mandamentos para mim contraditórios, espero bem que bem, reduzindo a vida a capelas e roteiros religiosos, modos de estar de cartilha antiga, em negação de tudo o não aceite, pelos próprios e que os rodeasse. 


Andava com a Anabela contra a vontade do pai, queria para a filha um pateta, que, como ela, o mandassem pra igreja, para aprender um modo de vida, e ali estava eu a estragar-lhe os planos, com aquele ar de ateu, não acredita em nada, e com a minha carinha, sabe-se lá, pra desviar-lhe a filha, os maus caminhos eram muitos, podendo até comê-la.

E os amigos a dizerem-me, "pá agora andas com a beata", "a gaja não fode já me disseram". 


Enquanto a filha usava camisas, muito apertadas feitas pela mãe, saia até abaixo do joelho, de vez em quando calcinha apertada, muito certinha, muito definida, que lhe exibia as formas e o rabo, eu tinha aquele ar desleixado, de jovem deprimido e preguiçoso, de cabelo comprido e barba por fazer.

O clima não era de guerra, mas sentia-se a vigilância, apertada do Antunes e da Alice, mais desta por estar em casa, não sei bem a fazer o quê, quando eu aparecia por lá, para estar com a Anabela.


Naquele dia, com a Anabela sozinha em casa, um acontecimento proporcionado pelo acaso, pelo abrandar da perseguição dos pais, andava eu a fazer o papel de bonzinho, virei-me para ela e pedi-lhe "despe-te miúda gostava de ver-te nua".

Os beijinhos já eram obra, era necessário requisitá-los, surpreendeu-me pois ela dizer que sim, mas que era mesmo só isso. 


Sentado numa cadeira, cheio de tesão, vejo-a a despir-se lentamente, a largar na cama peça a peça, a camisa, a saia comprida, o soutien, as cuequinhas, e eu só pensava que desperdício, que mulherão, mas que tesão de mulher.

Uma mamas lindas e perfeitas, um corpo liso e macio aos olhos, um rabo, umas coxas, tudo bom, nos seus olhos desejos e querer, da minha mão nos calções duros, daí que não lhe dei desculpa, despi-me todo, a exibir-lhe um caralho teso, pronto pra foder.

Com uma voz de menino, quase forçada, a procurar convencimento, disse-lhe "anda vamos fazer amor", já deitado na cama, a bater com as mãos no colchão "anda deita-te aqui".


Senti-lhe medo nos olhos, não estava preparada, não tinha sido ajudada, a responder a esta situação, e ouvi-a, saiu-lhe dos lábios "não posso sou virgem, só me posso dar a um homem quando casar com ele". 


Eu quase chorava, melhor ouvia a minha voz a parecer chorar, a pedir-lhe "não sejas burra", "todas as miúdas fodem", "não gostas de mim, não gostavas de saber como é?".


As oportunidades não abundavam, o Antunes e a Alice, uma mulher porque passei a interessar-me, mais até do que à filha, pelo modo de ser, pela sua boa vontade, desejo oculto de ser livre e diferente do que era, podiam aparecer a qualquer momento.


O nosso namoro, chamemos-lhe assim, já era longo e não estava a dar nada, a ideia de amor ou de paixão era despropositada, e o que eu queria mesmo era saltar-lhe para cima e, já agora, que ela gostasse e saltasse para cima de mim.


Insisti e recebi, a velha máxima da minha mãe, quem não chora não mama, e quem persiste tem sempre mais proveito, pedi-lhe que me deixasse acariciar-lhe a vagina, e ela que me acariciasse o pénis.


Aos poucos, com a minha mão a massajar-lhe o clitóris, o desejo preso na sua carne mais funda, ali veio ao de cima, e senti pela primeira vez a Anabela uma mulher, um ser humano de carne e sangue, sem a veste das palavras proibidas, a arquear-se para trás quando corri, a minha língua pelos lábios carnudos daquela cona peluda.


Virei-a para mim, a colocar-lhe o pénis na boca, a passar-lhe a minha mão pelo ânus, a abrir-se para mim, os meus dedos a agarrarem-lhe as bordas, uma vagina farta e pronta, a rebentar de tesão, um ser vivo e independente todo na minha mão, até que lhe sussurrei para se deitar, e abrir as pernas para lhe ir à cona.


Não estava à espera, as barreiras e os obstáculos tinham sido ultrapassados, a guerra tinha sido vencida, quando me disse "não, na vagina não, eu tenho que ser virgem quando me casar", estava já o meu pénis a descer a uma certa velocidade, quando continuou "na vagina não, vem-me antes ao cu, se quiseres".


Não a deixei falar mais, eu nem queria acreditar, só pensava "nossa senhora, a Anabela gostar de levar no cu", acho que nos rimos do que disse, virei-lhe o rabo lindo, deitei-me em cima dela, e de nádegas bem abertas, penetrei-a até ao fundo. 


Não desvendava local desconhecido, havia nela uma experiência imprópria, numa miúda tão certinha, dar o cu era a sua saída, mantendo os preceitos em harmonia, fui entrando e saindo dela, enquanto se masturbava sozinha, até que nos vimos juntos.


Que prazer era os meus amigos dizerem "ep pá se andas com a beata, não tens o que foder", mal eles sabiam que ela adorava tanto dar o cu até lhe fazer doer. 

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