Contos Eróticos de Natal - # Com o Tejo ali tão perto - Biografias Eróticas
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Contos Eróticos de Natal - # Com o Tejo ali tão perto

O sr. João Raposo conta ao Biografias Eróticas o que espera:

Aqui estou eu na minha mansarda aquecida, sentado, sozinho, com uma manta pelas pernas, a olhar o Tejo aqui bem perto, a ouvir este som que me inspira.


Cada vez mais velho neste rés-do-chão sem história, e o Natal daqui a alguns dias ainda a lembrar-me mais isso, que os anos passaram por mim, indefinido, sem grandes alegrias ou tristezas, com cada vez menos tempo para ter alguma delas. 

Ouço lá fora alguém a subir as escadas, pelo barulho dos saltos altos, é a nova brasileira, chama-se Lucimar, que bonito nome, está aqui no prédio há pouco tempo, ela e a filha Juliana, cumprimenta-me muito bem quando entra, e bem meu deus, tem um rabo maravilhoso e umas maminhas tão boas.

Se fosse mais novo não me escapava, se calhar com um desses comprimidos, o Viagra, ainda dava conta do recado, mas tem mesmo um rabo tão bom, que mulher tão bem feita e bonita.

E a miúda, que já não é nenhuma miúda, quase uma mulher, tem também um rabo como a mãe, no outro dia vinha com uma saia curta e nem sei bem, a miúda deu-me um tesão??, fiquei com essa ideia, a miúda até um morto levanta.

Gosto da voz delas, aquele português musical, ou mais solar, quando lhe olho para o rabo ela a dizer-me seu raposo é um velho safado, e rindo-se, é um grande prazer que ela me dá, ver que olho para o rabo delas e divertirem-se com isso, mesmo quando me fiz de despercebido e que não estava a olhar para lado nenhum, "seu raposo é um velho safado ha ha ha ha".

Coitada tem sido uma vitima, fugiu ela e a filha para aqui, de um português que nem é pai da miúda mas viveu com elas, a maltratá-las um cabrão com cara de cornudo, no outro dia apareceu por aí a fazer barulho, a gritar à porta do prédio a envergonhá-las.

Fui ter com ele e disse-lhe "oh seu sacana põe-te a andar pra fora daqui, sou velho mas ainda te dou com esta bengala pelos cornos abaixo", e o gajo fugiu, o que é certo é que nunca mais apareceu, no outro dia ela passou por mim disse-me "seu raposo é meu herói", quase me vieram as lágrimas aos olhos, como me estão a vir agora.

Não sei, estou mais velho, mas não estou morto, parece que mais corajoso, não tenho medo, deixei de ter medo, de viver mais, que prazer seria ter a Lucimar, no meu aconchego, na minha cama, ainda fazia boa figura, que bela mulher .... aqui tão sozinha, tão perto de mim, quanto eu ... podia convidá-las, a noite de Natal, não acredito em nada .. só no amor...

1 comentário:

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