Contos eróticos de natal - # marinheiro tonto em_terra - Biografias Eróticas
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Contos eróticos de natal - # marinheiro tonto em_terra

A Marisa conta ao Biografias Eróticas como foi o seu natal:

Esperei todo o dia pelo meu filho André, está ao serviço da marinha, e isto de ser mãe solteira, trás tanto sofrimento, não há minuto que não pense nele, se tudo lhe corre bem, se tem o que desejou, foram muitos anos a criá-lo, sozinha sem qualquer ajuda, que sempre que regressa do mar, é para mim uma alegria.

Neste Natal deixaram-no vir a casa, tem barco atracado no porto, informando-me "mãe, importas-te que leve um amigo, não tem família, está sozinho?", chama-se ele Rodrigo, tive uma tremura a pensar logo, "ai que o meu André, sempre foi meio maricas, fechado consigo mesmo, o que compreendo, fui mãe e pai dele, não havia homem em casa.

"Este Rodrigo é companheiro dele?, mas que faço Marisa, aceito não aceito?, digo-lhe, filho?, não sejas paneleiro, olha que és marinheiro, queres levar no cu?, vai mas é pro caralho, rejeito-o sim ou não? o que hei-de fazer? o que dirão as minhas amigas, que os tempos são outros menina, pais com filhos maricas, agora é coisa habitual, é a cultura corrente, ai de os hostilizar, ou de querer mudar.

Mas respondi-lhe, o que podia eu fazer?, "sim filho, trás, é pra dormir cá em casa?", "logo se vê, mãe, ou cá em casa ou no barco, ah, não te preocupes com o jantar, o Rodrigo é cozinheiro", "ai, cozinheiro?", pensei eu, "diabos que são os piores, de mansinho na comida, instalam-se na cozinha, e vai ver, estão na nossa vida".

Apareceram pela tarde, com um cabrito para assar, o meu filho puxou o Rodrigo "olha mãe, é este o meu amigo, muitas viagens que fizemos juntos", eu a pensar "que lindo miúdo", voz num transmontano carregado, "um quase axim senhora Marisa muito prazer", tinha a cara rosada imberbe, dura da serra da giesta e da fraga, que menino bebé enganador.

"Ouve mãe ficas aí com o Rodrigo, vou sair ter com uma amiga, façam o jantar pra quando voltar", e ali me deixou sozinha, na cozinha pendurada, com um estranho engraçado, "amiga?", perguntei ao Rodrigo, "sim o André tem uma amiga colorida".

"Estava salva", pensei eu, o André não era maricas, tinha uma amiga colorida, tanta preocupação pra nada, coisas da minha cabeça, estava agora mais calma, silenciosa com aquele jovem, no calor da minha cozinha, musculado são e rijo, feito de mármore ou silex, amaciava o cabrito com as mãos, uma massagem lenta e continua, que as sentia nos meus ombros e pescoço.
Photo by The Creative Exchange on Unsplash
Massajava o pobre do cabrito, com uma massa escorregadia, óleos condimentos gorduras, a correr-lhe pelas mãos e pela carne, a olhar para mim dissimulado, como se o fizesse no meu corpo, fosse essa a minha vontade, ria-se para mim, "posso-lhe fazer a minha especialidade".

Não sei o que aconteceu, ou como aconteceu, a culpa de vários meses no mar?, o rapaz estava necessitado, a olhar-me forte com curiosidade, sobre o meu corpo mamas coxas rabo entesado, a sentir-me confusa agradecida, via-lhe o volume apertado nas calças, era tesão que ali se escondia. 

Já passara tempo de mais, eu já sabia o que queria, ele o que desejava também, "mas como ultrapassar este obstáculo? como chegar a ele sem vergonha, ele está ali a um milímetro, o que fazer para preencher este vazio, deve ser ele ou devo ser eu, o que faço eu, ou o que faz ele, não há regras ou convenções definidas, vou perder este momento".

O meu corpo fervia, o sangue a correr-me nas veias, acelerado dos pés à cabeça, os meus mamilos tesos apareciam, ouvi a minha voz dizer "queres ajuda Rodrigo para te aliviar?", virou-se ele para mim instantâneo, "sim".

Cai-lhe de joelhos, a abrir-lhe o cinto e a braguilha, ele de mãos sujas no ar do cabrito, sem se poder defender, nem ele o queria, desci-lhe as cuecas devagar, e pô, "meu Jesus, foda-se!! que apanhei um susto", saltou de lá uma coisa grossa, um cacete comprido, desceu rente à minha cara, a aterrar junto à minha boca.

Não perdi tempo, nem tomei decisões, agarrei o caralho na minha mão, pequena demais para o rodear, fechei os olhos para o mamar, mergulhava num lago tépido e sereno, de um oásis saída de um deserto, há muito tempo não sabia o que era foder, chupava-o todo dentro da minha boca, a apertar-lhe os lábios com força ao redor, a gemer num grito alto, sôfrega e desnorteada sem parar.

Lambia-lhe a cabeça, os lados, mergulhada no seu cheiro, nos seus pelos e no seu perfume, pele macia que me assombrava, ouço-o "venha D. Marisa, antes que o André venha", tirei as cuecas encharcadas, de um orgasmo que já tivera, virei-lhe as costas ali de pé, nossa testemunha só o cabrito, senti o caralho dele a rolar-me nas pernas, a alçar-me o rabo e as nádegas, soltei "ai foda-se Rodrigo que dói tanto".

Era o Rodrigo que me fodia, sentia-o doido a cavalgar-me, com aquele caralho grande feito de pedra, a entrar-me destemido pra dentro da cona, "foda-se que coisa tão boa, mas que presente de Natal", gritava de prazer, mesmo com vizinhos a ouvir, dobrada no lava-louça, as minhas coxas a sofrer, do embate das ancas do miúdo, insatisfeito e sem parar.

Perguntei-lhe a gritar "Rodrigo nunca soube do André, mas sempre pensei que fosse gay?", roncou-me ao ouvido, naquele som fresco de montanha, "ele é mais bi, D. Marisa, quer ter uma família normal, mas se quer saber, já fui ao cu do André algumas vezes e ele adora, mas tem isso da família".

"Aiiiiiiii, porra, que me estou a vir toda, outra vez e outra vez, o miúdo a acelerar, a partir-me a cona e a vir-se, devem ser horas de vir o André.

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