Conversas de telescópio? - Biografias Eróticas

Conversas de telescópio?

A Antónia continua a contar ao Biografias Eróticas:

Ainda não recuperei do dia de ontem e já aqui estou outra vez, passei o dia de hoje a esperar o que me aconteceu ontem, não conseguia deixar de pensar, andei por aí pela casa, fui até ao café, sentia-me tesa da cabeça aos pés, mamilos clitóris rabo coxas, húmida por dentro e por fora, o ar a entrar-me forte nos pulmões, a minha garganta e boca secas, nunca mais anoitecia.

Pensava quem seria o miúdo, amigos da minha filha, o David ou o Martim, mas estes eu bem conhecia, seria algum da escola, sabia o meu nome e telefone, quem seria o safadinho, que se entesava com o meu rabo, mas que prazer novo este, que me era assim dado.

Em casa era o Matos que me perguntava, "o que tens hoje mulher não ouves nada", queria tudo despachado a dizer-lhe "Matos deixa-me vai pro café", a dizer-lhe que estava cansada, da noite quente que me suava, "vou tomar banho", continuei, quando ouvi a voz dele "até já então".

Saiu o Matos, tocou o telefone, "sim?", perguntei, "sou eu, como estás?", "estou bem, desde ontem", ri-me, "tenho estado a ver-te, gostaste de ontem?", tinha adorado era uma coisa nova, fazia-me sorrir e viver, "gostei muito", disse, "tira a roupa quero-te ver nua", "como estás?" perguntei ousada, "estou todo nu só pra ti, tenho o caralho bem teso e rijinho, e tu?".
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"Estou aqui pra te dar prazer, queres?", "sim, rola os dedos na tua coninha, assim devagarinho, sim, sem pressa, és um tesão", fechava os olhos a ouvi-lo, voz de música suave e calmante, embalada em água morna, rodeava-me e entorpecia-me, "isso continua, está a gostar?", "estou", gemia a rolar as ancas, de prazer ao sabor dos meus dedos, e daquele som quase longínquo, do arfar dele do outro lado.

"Estás a bater uma punheta?", perguntei-lhe desibinida, "estou devagarinho, está bem rijinho, gostavas de mamá-lo?", "acho que sim, gostava", "já te vi a mamar, és tão boa a mamar, sabias", estava surpresa doida, sentia-me toda encharcada, o meu ânus a apertar-se de prazer.

"Quando?", "vi-te mamar o teu marido, és muito esforçada", o Matos coitado dera o que tinha a dar, mamava-o para me masturbar, e esforçava-me sim muito para o levantar, "gostava de te dar o meu pra mamares, é grande e rijo, queres muito?", "quero quero", gemia a ouvi-lo, os meus dedos frenéticos na minha cona, "isso no cuzinho também".

"Vira-te quero ver-te por trás, isso continua, quero ver os teus dedos nos papos, adoro o teu rabo", "gostas mesmo?" perguntei, "adoro, gostava de te comer o cuzinho, gostavas?", "gostava acho que sim", "o teu marido já te comeu o cuzinho?", "já há muito tempo", "muitas vezes?", continuou ele, "algumas", "e gostas de levar no cu?", "gosto".

"Tens um cuzinho tão bom, quero comer-te o cu, queres muito?", o meu corpo estremecia todo, os meus dedos molhados percorriam-me toda, "aihiim quero muitooo aiiihmm foda-se que me estou a vir", do outro lado ouvia-o a arfar, num suspirar profundo, "a D. Antónia é tão boa, vi-me todo".

"Ligas-me amanhã puto? e chama-me só Antónia, até amanhã".

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