Confissões de fim de tarde - Biografias Eróticas

Confissões de fim de tarde

Para mim aquele foi um ano de transição, e se ainda tinha inocência perdia-a toda, um ano fantástico internado no colégio interno enquanto os meus pais se organizavam, de dia aulas, há noite fugas nocturnas com o meu amigo Fragoso, deambulávamos pela cidade em busca de experiências.

O Colégio era de padres, vigiavam-nos os quartos os padres mais jovens, o Estefânio e o Alberico, e conhecíamos as suas fraquezas, o Estefânio então que gostava de ir ao cu, e o Alberico, ao contrário, que andava sempre de volta do Fragoso para que lhe fosse ao cu.

Estes não nos davam problemas, pedíamos e eles davam, mau mau era mesmo o Padre Rafael director do colégio, e se sabia que tínhamos fugido, mandava-nos chamar, aos aposentos dele, para nos castigar.

Até esta vez já me tinha castigado, um velho repelente com o seu gosto estranho, mania de comer rins grelhados, que se valia de informadores, para saber tudo o que acontecia, forma hábil de nos dominar, já lhe tinha feito uma mamada e já me tinha ido ao cu, uma punição dizia ele, porque havia muita responsabilidade.

Desta vez chamou-me novamente, já nem me lembro bem, se tinha discutido com alguém, viu-me no recreio, fazia ginástica naquela altura, não sabia porque era, se calhar dos meus calções apertados, e disse-me "quando acabares vai ao meu quarto".

Subi ao quarto dele no meu uniforme de ginástica, ainda lhe perguntei "há algum problema Padre Rafael?", "não não entra, vi-te a fazer ginástica, e estás um jovem muito bonito, só isso", a sentar-se numa cadeira.

Via-o a olhar para o meu corpo, a correr-lhe a língua pela boca, naqueles modos que já conhecia, a lançar palavras pesadas de quem manda, ocorreu-me dizer "obrigado Padre Rafael", e continuou ele "como é que te tens comportado? sabes estou com saudades de te castigar", sabia o que ele queria, só não sabia o que dizer.
Imagem de kropekk_pl por Pixabay
"Gostavas que te castigasse?", perguntou-me, e logo de seguida nem me deixou responder, subiu a sotaina até à barriga, a mostrar-me o caralho teso, rodeado de pelos brancos e velhos, de um homem com mais de sessenta, que sempre me surpreendia, pensava eu que os padres não tinham sexo, ou se o tinham era pequeno e murcho.  

Mas aquele era enorme, o Padre Rafael tinha um caralho grande, muito rijo e comprido, abanava-o para mim a olhar-me nos olhos, a mão na base a apertá-lo, a dizer-me "quando te via há pouco, a saltar na ginástica, parecias-me uma menina, sabes que tens um rabo lindo?".

Desta vez o velho parecia-me diferente, quase que não me obrigava a nada, valia-se da persuasão para ver o que fazia, "diz-me sei que gostas de levar no cu, gostas não gostas?", abanei a cabeça, "sei pelo Padre Estefânio que o Fragoso foi-te ao cu e ele também, e disse-me que gostaste".

"Gostaste?", continuou, "gostei", disse a olhar-lhe para o caralho que ele ia manobrando a hipnotizar-me, a aquecer e a acelerar o meu sangue e o dele, "conta-me como foi?", dizia ele com a língua a percorrer-lhe os lábios secos, "então despi-me e o Padre Estefânio deitou-se na minha cama e veio-me ao cu".

"E mamaste-o?", "mamei sim", "queres mamar este?" abanou o caralho, nem me deixou responder, "anda chega aqui põe-te de joelhos", agarrou na minha cabeça a empurrá-la para o caralho, e apertando-o com os dedos, empurrou-me o caralho para dentro da boca.

Desta vez cheirava-me melhor, como se se tivesse preparado para mim, devia de andar à dias a mirar-me, a pensar como faria, e ali estava eu a mamá-lo, lambia-lhe a cabeça do caralho, a mamá-lo de alto a baixo, o velho deitado pra trás a gozá-lo, agarrava-lhe com uma mão que não chegava.

O Padre Rafael tinha aquele ar de homem velho, pernas cor de leite, secas e magras sem sol há décadas, no meio delas o caralho grosso, sentia-o nas minhas mãos, rijo como pedra, e como se não tivesse pressa, mandava-me parar, e dizia "há pouco na ginástica olhei pro teu rabo e fiquei teso como estou agora, não me viste?", "não" respondi.

"Como é que gostas?", perguntou enquanto me empurrava a cabeça para o mamar mais um bocado, "o quê?", "de levar no cu, costuma doer-te?", "ás vezes, um bocadinho", "quero comer-te o cu, mas não quero que te doa, põe este óleo", passei-lhe as mãos pelo caralho a untá-lo como a um pau, de cima até baixo. 

Levantou-se depois, a baixar-me os calções da ginástica, passou a mão pelo meu rabo, ouvia-o a dizer "que rabinho tão bom", a oleá-lo a abrir-me as nádegas e o ânus, "olha quero que te deites com o cuzinho pro ar", pôs-me uma mão nas costas a apertar-me, sentia almofadas na minha boca.

Alçou-me o rabo, a empiná-lo para cima, com as pernas dele ao meu lado, senti-o a forçar-me o ânus, e o caralho dele a abrir-me todo, sem quase respirar a aguentar aquele momento, foi tirando e pondo, de leve pouco a pouco, sentia-o a arfar a descer até ao fundo, com aquele caralho comprido que me comia, a bater-me nas nádegas com toda a força.

Tirou o caralho de mim, cansado sentou-se na cadeira, subi pedido para cima dele, meti o caralho no cu, era agora eu que mandava, a cavalgar nele como queria, sentia-lhe as mãos a apertar-me as nádegas, a puxar-me todo de encontro a ele, gemia o velho como um danado, até que estremeceu todo e se veio.

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