Glory hole para cornos - Biografias Eróticas
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Glory hole para cornos

Já conhecia o Wilbur, um holandês que se fixara por cá, ele e o marido português, há dois ou três anos numas passagens que eu e a Ângela, minha mulher, tínhamos feito pela Holanda, eles tinham vindo em trabalho e acabaram por gostar disto, costuma dizer o Wilbur "na vossa terra há uma aragem de descontração, uma sensação de desperdício do tempo", contava que o António, marido dele, irritava-o precisamente por isso, por não ter pressa para nada.

Era gente rica, ganhavam o dinheiro que queriam, criativos de comunicação e de moda, viviam num girar alucinante, de amigos, de festas e convívios, como diziam eles, para ninguém se esquecer deles, que existiam e estavam cá, reconheço são gente divertida, mas eu, digo bem, cansava-me esse modo de estar, não fosse a Ângela querer muito, e na casa deles não ia lá facilmente.

O Wilbur então em cada festa uma ideia, criativo por natureza vivia para inventar, sempre com uma nova diversão, fazia de nós a sua experiência, lembro-me bem, chegou o crepúsculo e estávamos a ir, disse à Ângela "tens mesmo a certeza, queres ir?", "vá lá eles convidaram-nos, sabes que são divertidos", que era assim eu bem sabia, da última vez foi um bacanal, com o Wilbur havia sempre sexo envolvido, para o António, marido dele, ir ao cu a outro gay, e ele aproveitar também, como diz a rir-se "para diversificar".

Entrámos na vivenda, e já estava em ebulição, apareceu o Wibur de repente, com ar de bicha acetinada, "ainda bem que vieram, hoje temos um jogo que criei", nem queria pensar o que aí vinha, havia homens, mulheres, corpos nus naquele espaço, "ponham-se à vontade", dizia ele, as pessoas tocavam-se e falavam, havia álcool e riso por todo ao lado, estranhei foi ao centro da sala, uma caixa branca alta fechada, mais parecia daqueles cantos onde se vota.

Nunca tive sorte ao jogo, e se era jogo o que me esperava, o mais certo era ser fodido, a Ângela radiava de luz e alegria, desaparecera e aparecera nua, com umas meias finas de renda apertada, desfilou flutuando quando se chegou, homens e mulheres viraram o pescoço, veio ao pé de mim a dizer "ainda estás assim? vai tirar a roupa, já sabes como é", fui andando e voltei nu, para me sentar ao pé dela.

Apareceu o Wilbur novamente, a fazer de mestre de cerimónias, gritou a todos como era o jogo, cada um tirava uma carta, como um poker de uma só sorte, a quem saísse a maior, receberia o poder todo, de escolher o que quer, rodaram depois as cartas, saiu o às de espadas, a uma loura volumosa, perguntou-lhe o Wilbur "então amor o que vai querer?", respondeu ela a rir-se alegremente "quero escolher aqueles dois", apontou para um negro fornecido, e para um nosso velho conhecido, o Fábio branco musculado, "para irem ao cu do meu marido".

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O marido dela é um gordo bem rosado, um leitão de rabo cheio e apetitoso, e quando a ouviu não estranhou, fez uma cara de satisfação, toda a gente se apercebeu, que já estava à espera dessa prenda, que no casal não era novidade, dele gostar de levar no cu, todos viram que ela o queria, e por mim que conhecíamos o Fábio, um rapaz bonito e avantajado, com corpo e instrumento de actor porno, já tínhamos saído com ele, eu e a Ângela numa noite, sabíamos que seria bom o espectáculo.

Foram o gordo, o negro e o Fábio, todos para o centro da sala, o marido dela pôs-se de joelhos, a agarrar em dois caralhos, um preto de um lado, e um branco do outro, começou a mamá-los passo a passo, dois paus tesos que engolia, entravam-lhe na boca gulosa, a mulher dele mandava "chupa querido, mostra o que vales, vá, chupa-me esses caralhos filho", ele ficava ainda mais excitado, todo ele tremia de desejo, mamava o caralho do preto, e depois o caralho do Fábio.

O negro olhou para o Fábio, numa combinação assente, trocado num acordo silencioso, agora vou-lhe eu ao cu, e depois mudamos e vais tu, o negro rodou o marido, pele rosada manobrada nas mãos, abriu-lhe as nádegas redondas, montou-se em cima dele, e enterrou-lhe o caralho no cu, um pau grosso e comprido, que lhe entrou dentro a escorregar, a mulher dele a acariciar-se, "ai querido tens o cu todo aberto", um buraco grande se abria, que nós víamos a apreciar.

"Ai amor, ele parte-me o cu todo, amor", gemia o gordo, do preto o enrabar, chupava o pau do Fábio, enquanto o negro o martelava, empoleirado nele bem por cima, o gordo de joelhos abaixado, no rabo empinado recebia, o pau grosso que lhe entrava, com batidas fortes nas ancas, que o preto tremeu a vir-se, a sacar o caralho a olhar para o Fábio, vai tu que é a tua vez.

Girou sobre o gordo a pôr-se em cima, o Fábio abriu-lhe o cu todo, com um caralho tão grande como o preto, começou a martelá-lo por trás, que a mulher dele o conhecia, "isso Fábio enraba o meu marido, parte-lhe esse cu todo", o marido dela masturbava-se, ao movimento do caralho do Fábio, ele entrava e ele batia, começaram-se os dois a vir, toda a gente batia palmas, bela execução que estavam a ver.

Mas isto não era nada, o pior estava para vir, jogou-se mais uma cartada, a sorte veio a um homem grande, um porte atlético que eu bem via, nu todo bem fornecido, apontou a minha mulher Ângela, para o mamar no glory hole, a tal caixa branca no centro da sala, olhei para ela surpreendido, que lhe ouço a voz "estás farto de me ver mamar outros", não esperou a minha resposta, levantou-se a ir para a caixa, o homem grande pôs-se por dentro, com o caralho no buraco para fora.

Na sala aguardávamos, todos em silêncio a olhar, respirações suspensas a ver, aquele corpo de mármore a andar, tão bela era a minha mulher, agachou-se ao pé do caralho, teso e grosso apontado, ela começou a mamá-lo, olhava para mim a rir-se, um ar maroto divertido, estendia a língua e chupava, via nervos e veias naquele pau, que ela doce e calma agarrava, entrava-lhe todo na boca, que prendia nos lábios molhados, tinha os mamilos tão espetados, dentro da caixa ouvia o outro, gemia que ela o mamava.

Olhava para ela, para aquele corpo molhado, húmido de alma e corpo, lábios da cona que se abriam, vontade e desejo insistente, de levantar-se e abrir as pernas, virou o rabo para aquele caralho, e apontou-o para a fenda aberta, levantei-me a apoiá-la, num abraço largo a agarrá-la, ouvia-a sussurrar nos meus ouvidos, "ai amor, quero comer este caralho todo, amor, dá-mo amor", dei-lhe um beijo na boca, ondeava o rabo no caralho, que lhe entrava como queria, dobrada sobre mim apoiada.

Todos olhavam para ela, de um tesão numa só pessoa, que se espalhava por toda a sala, o homem grande batia na caixa, da força com que fodia, a Ângela gemia a cada batida, agarrava-lhe na nádega a ajeitá-la, via-lhe o caralho grosso que entrava, na cona aberta e molhada, "ai amor, quero levar no cu, amor, ajuda-me", dizia ela para a agarrar, descaída nos meus ombros, agarrei no caralho do outro, grosso e rijo na minha mão, encostei-o ao cu da minha mulher, que fez força para lhe entrar.

"Ai amor, humm aihmmii, adoro no cu amor, ele parte-me toda, ai amor tão bom", gemia ela agarrada, a mim que a segurava, num frenesim por todo o corpo, masturba-se na cona, enquanto o homem grande a penetrava, abria-lhe as nádegas de lado, no cu da Ângela que eu via, começou ela a estremecer, um esguicho de leite escorreu-lhe, pelas pernas tesas de satisfação, o homem grande saiu da caixa, trazia o caralho na mão, vinha-se todo a mostrar, e toda a gente batia palmas.

Quando regressámos a casa, ela perguntou-me "gostaste de me ver?", perguntei-lhe e ri-me eu de volta, "gozaste de levar no cu?", ela respondeu-me, "sabes que sim, amor".

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