Desejos anais do filho do patrão - Biografias Eróticas

Desejos anais do filho do patrão

O cabrão acabou de passar ali à frente, vi-o do meu gabinete, filho do papá, ainda agora acabou o curso, já acha que sabe tudo, directorzinho de merda, que não me foda a cabeça, cheio de ideias novas, a querer mostrar serviço, da vergonha de ser só aquilo, sobe quem tem pai rico, pra quê lutar pra ver isto.

Aquele andar não engana, de menino gingão mais que tudo, a mão assim ãozinha pro lado, a mulher dele é boa como tudo, bem a fodia se quisesse, ele cá pra mim é rabo, ginga ginga vou-lhe ao cu, que tão bem me apetecia, o menino voa voa, se se meter comigo, preparado que o tenho, na ponta do meu caralho,.

Já tínhamos falado, o pai patrão apresentara-o, mas foi coisa passageira, depois foi lá pra cima, pros senhores da diretoria, pouco ou nunca mais o vi, que é bem bonito bem se vê, com o desejo de viver muito, casara-se há pouco tempo, com a tal bela mulher, mas dele só o via, a mirar os homens com querer, e hoje não sei porquê, tem-me rondado o gabinete, espero não seja pra me foder.

Não é que acabou de entrar, lá se resolveu não sei porquê, "o que que quer este gajo de mim?", era o que pensava quando chegou, já era tarde e estávamos sós, no silêncio do meu gabinete, quando ele falou "olá, tenho andado para lhe falar", levantei-me pro cumprimentar, senti-lhe um cheiro doce perfumado, com as curvas de um benjamim, jovem, bonito e bem cuidado, que tesão tremendo me deu, travo quente amargo na boca, me veio crescendo em mim, que me imaginei a fodê-lo.

Tinha no corpo de homem o feminino, sentia o meu pau levantado, doía-me de tão apertado, difícil de esconder da atenção, de quem o quisesse e desejasse, ouvi-lhe na voz e no riso, o sentido de que se tinha apercebido, do meu caralho teso e rijo, deveria ter pensado, ele estava habituado, já não tinha dúvidas em mim, que o que ele queria e com os olhos pedia, era para lhe ir ao cu.

Estendeu-me a mão, que se electrizou na minha, irritava-me a pose de rico, sentia eu tinha desculpa, as coisas eram assim e não se renegam, o meu corpo e células pediam as dele, naquela pele na minha mão, ouço-o doce como flores frescas "não queres vir lá acima? estamos mais à vontade", que pensei eu, meio zonzo de o ali ter, ainda em ilusão perguntava "o que quererá ele de mim?", via-lhe os dentes brancos a sorrir, uma linha branca de marfim, que coisa mais estúpida tinha para dizer "pode ser amanhã, tou aflito", apontava a barriga, que ouço-o responder, "se é para cagar caga lá em cima e tem duche".

"Duche? Cabrão tem duche no gabinete" voltava-me a irritação, mas que havia eu de dizer, se não "tá bem, vamos lá", subíamos no elevador, os olhos dele no meu caralho, naquele silêncio desconfortável, diz-me "sabes, tenho-te olhado, sinto uma atração por ti, haverá alguma razão?", gracejei forçado, "atração como?", desconversava, "desejo de te ter, ter sexo contigo, de foder contigo, estás chocado?" perguntava.

"Chocado, não, acho que já o sabia há muito", estava duro como pedra, da voz dele que me excitava, "sabias o quê?", disse, o que é que eu sabia, na verdade não sabia nada, achava que tinha ar de paneleiro, não era carinhoso com a mulher, tinha poses assim estranhas, que lhe disse "não sei acho que senti que gostas de homens, que gostas de levar no cu, gostas? é isso?", "é", respondeu-me, "sou doido por caralho, tenho esta coisa, gosto que me partam o cu todo, e gosto de homens assim como tu, fortes grandes mas também ambíguos".

Estávamos quase a chegar ao 10º andar, não viu rejeição em mim, pareceu avançar cauteloso, eu meio desgovernado, nos meus pensamentos solitários, quando a mão dele me tocou, ao de leve no volume teso, a acariciar-me ali em baixo, minha boca seca a clamar, por a dele ao aproximar-se, com o seu cheiro e o seu brilho, corpo dele que ao me colava, beijou-me a suspirar, "quero-te muito, sabes, estou desejoso que me venhas ao cu, queres, não queres?".

Entrámos no gabinete, disse-me "não me respondeste?", "não", disse-lhe, "quero muito também, vês  como o tenho duro, é todo pra ti", fez-me uma festa nas calças, a rir-se do meu tesão, apontou-me a casa de banho, disse-me "toma um banho, já vou ter contigo", sinto-lhe a aura que se aproxima, a entrar no duche onde o esperava, abraçou-se a mim como um menino, carente de afeto e compreensão, desceu os lábios pelo meu corpo, até me apertar o caralho na boca.

Olho-o nos olhos lá em baixo, bonitos quentes de azeitona, a mamar-me sôfrego para dentro e para fora, a dar-me chupões na cabecinha, "adoro o teu caralho" dizia, quase a rir-se endiabrado, "mama mama miúdo isso tão bom", passei-lhe o dedo na boca, a brincar com os lábios húmidos, o meu pau em pedra na língua dele, lambia-me todo como eu queria, as minhas ancas se moviam, que empurrava pra dentro dele, "é bem grande e grosso", dizia, fazia-lhe festas na cabeça, indo à boca dele beber, do seu prazer que é meu também, "aihm miúdo tás a gostar de mamar nele?", "estou, quero-o no meu cu", fechei os olhos para cima, de me esquecer de estar ali, quase a vir-me na boca dele.

Levantei-o e puxei-o para mim, eu mal respirava, "vira-te amor", disse-lhe, encostei-o à parede, "ai que adoro o teu cu", seda e veludo num sitio só, de curvas perfeitas à minha mão, o meu caralho espetado a pedir mais, de rabo empinado a abrir-se pra mim, diz-me doce feminino, "vem-me ao cu, não aguento mais,  aihhm fode-me amor, enraba-me, enraba-me todo, vai parte-me todo".

Levantei-lhe uma nádega, que se abriu como fruta, na outra mão o pescoço preso, se era desejo fúria ou raiva não sabia, só pensava em fodê-lo, comer-lhe o cu apetitoso, fazê-lo sofrer de o partir, vingança da minha inveja, escorreguei-lhe o caralho no cu, a abrir-lhe o ânus à passagem, soltou um "aihhm aihmm" seco, da garganta e das entranhas.

Decidido o meu caralho entrava, a querer à força toda, não havia meiguice ou cerimónia, enterrava-o no cu a seu pedido, todo até ao fim e fundo, de meu desejo violento, que lhe doesse de o foder, "aihhm foda-se enraba-me aihhm enraba-me, parte-me o cu todo, ahiim foda-se que bom aihmm",

Martelava-o fundo de baixo para cima, o meu pau grosso que o abria, as minhas ancas a massacrá-lo, as coxas a aguentá-lo, apertava-lhe o pescoço bruto, agarrado à nádega que levantava, a esganá-lo sem perdão, "aihhhm tão bom tão bom, parte-me o cuzinho, parte-me o cuzinho todo, aihhhm", gritava.

"Parte-me todo", o cu dele mexia, empinado no meu movimento, eu a comer aquela coisa bela, de um rabo sabido de foder, entrava e saia dele, com ele sempre a gemer, da dor que lhe infligia, e prazer juntos unidos ao meu, até que comecei a tremer, no meio do tremor dele masturbado, a vir-me todo ao mesmo tempo que ele.

Sentámo-nos indolentes, num sofá de pele negra, perguntei-lhe "porque dizes que sou ambíguo?", riu-se, "porque gostas do mesmo que eu, mas se calhar também de outras coisas, já vi a tua mulher, é maravilhosa, ela sabe?", "Sabe de quê?", "ora, que gostas de cu de homem", "sabe, ela não se importa", respondi-lhe, "a sério?, gostas de foder a tua mulher?", "gosto, claro", "por isso é que te chamo ambíguo", riu-se, "ela não se importa, a sério?", "sério, já me viu a ir ao cu a outros".

Não lhe disse do acordo com a Ângela, ela fodia também com outros, estávamos bem assim, que ela gostava de ver e eu também, e perguntei-lhe "e a tua mulher, é muito bonita, fodes com ela?", "pouco, cada vez menos, não me dá prazer, parece obrigação, acho que já se apercebeu, que sou gay, compreendes?", "sim, vais ter de lhe dizer, pode ser que não se importe", "como a tua?" riu-se desvairado.

"E o teu pai? a tua irmã?", perguntei, "o meu pai desconfia, mas a minha irmã sabe", a irmã era maluca, uma miúda tatuada, cheia de piercings e argolas, nela tudo se juntava, culturas urbanas que absorvia, era gótica, lésbica, hippie, hipster, queque, católica, tudo junto numa pessoa só, e ainda muito mais, sem nada seu que a definisse, mas linda meu deus, de morrer e que desperdício, sabia que o irmão com homens andava a foder.

Olhei para ele, nus nós ali juntos, senti-lhe a pele quente, o meu caralho a subir, queria fodê-lo novamente, agora como se o amasse gentilmente, compreendeu o meu sentir, subiu para cima de mim, enterrou o caralho no cu, dançarino de ventre, ondeava no meu corpo, aquele rabo forte que se enterrava, suspirei-lhe ao ouvido "adoro o teu cu, adoro foder-te", que me vim.

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