O corno saiu para a amante - Biografias Eróticas

O corno saiu para a amante

Isto, confessionário, começou há alguns meses, comecei por reparar em coisas pequenas, mas depois percebi, o meu vizinho chega do trabalho, com um ar meio cansado, entra em casa a correr, saí depois disparado, com um de quem tomou banho, lavado e perfumado, com um ar saltitante, de quem vai satisfeito, prós braços da sua amante.

Via-o da minha janela, pensava eu "lá vai o Zé", exultante e despreocupado, deixava para trás a mulher, com um ar triste que eu bem via, quando ela vinha à janela, a vê-lo entrar no carro, a sair pra ir embora, algum sitio, que ela bem sabia, pra estar com outra mulher.

O que era, mais dia menos dia, passou a ser habitual, fui falando com ela, cumprimentava-a na escada, ela já reparara que eu vira, que andava a ser encornada, mal me falava envergonhada, de um marido que a desprezava, sendo ela para mim desejada, não que fosse uma mulher bonita, sempre a achei acanhada, não dava conversa aos vizinhos, mas eu gostava daquele seu ser seco, de mulher sem excessos e reservada.

Depois é mais velha, com filhos que nem conheço, sou eu um jovem pra ela, com borbulhas e imaginação, à porta do prédio encontrava-a, fomos tendo aproximação, sabia que ele não estava, falava com ela interessado, queria saber o que se passava, "como podia ele deixá-la?", era o que pensava, até que há dias, confessionário, vigiava o corno pela janela, saiu ele disparado, vai ela do sitio ao lado, onde estava a acenar-me, a dizer baixinho "vem, vem, mas cuidado, olha a tua mãe".


Mal o corno entrou no carro, saí sorrateiro de casa, a dizer alto, "olha já venho, vou ali ao café", dei um toque leve na porta, e entrei na casa da vizinha, da Teresa que é o seu nome, e confessionário, estou com medo de estar apaixonado por ela.

Ela já me disse que não, é só uma ideia de puto, o que quer é foder comigo, saber que existe como mulher, que está-se a cagar para o marido, que ele se foda e coma a outra, e foi assim, confessionário, entrei na casa dela, cores de harém carmesim, e para mim pôs-se nua descoberta, a dizer-me senta-te aí miúdo, que eu trato de ti.

A Teresa é das que se escondem, que vestem mal de propósito, defesa interior o parece, mas quando lhe vi o corpo, rolou-lhe o robe a revelá-lo, que belas mamas ela tem, olhava-lhe prós pelos da vagina, pras coxas que a rodeavam, uma gigante me parecia, ela riu-se a dizer "então nunca tinhas visto?", eu respondi "já mas é mais velha, estou assim meio ..", "eu sei, mas já fodeste outras miúdas?", "já sim claro", dizia.

Ajudou-me a tirar a roupa, levou-me pela mão para a cama deles, empurrou-me na brincadeira, como se fosse também uma miúda, a caminhar nua sobre mim, sentia-lhe um cheiro doce de mulher, de perfume e experiência, deu-me um beijo nos mamilos, no meu peito, no meu ventre, apertou os lábios no meu caralho teso, a mamá-lo e a dizer-me, "ai miúdo que não mamo faz tempo, mas vou-te pôr doido".

Ela não parava, fala e excitava-me, uma voz quente e rouca, de mulher terrena ferida, desperdiçada por um cego, era mais pra mim, do que é normalmente, "aihm miúdo, não te venhas, vais comer-me toda", eu rebolava na cama, contorcendo-me com a sua boca, a puxar o meu caralho quando subia, de beijos que deu ao meu encontro, com os seus lábios húmidos salgados.

Virou-me o rabo, "anda miúdo, não aguento mais, papa-me toda, miúdo, faz-me vir toda", encostei-me a ela meio tremido, àquele seu rabo branco e belo, agarrei-lhe as nádegas a abri-la, queria ser melhor que o marido, dar-lhe prazer que ele não dava, enterrei-lhe o caralho na cona, ela soltou um suspiro, "aihhm miúdo, que me partes toda, aihmm, fode-me fode-me miúdo", subi ainda mais sobre ela, as minhas ancas a parti-la.

Virou-se depois a agarrar-me, como um menino me beijava, os meus lábios nos dela, peito com peito fodíamos, o calor quente daquele corpo e das mamas, não me queria vir nem queria parar, que o momento fosse eterno, e não parasse de a foder, vimo-nos os dois a estremecer, abraçados como amantes enamorados.

Quando regressei, ouvi a minha mãe "estava a ver que não voltavas, onde é que andaste?", disse qualquer coisa que não lembro, mas agora todas as noites, vigio a janela e o corno a sair, e vou logo a correr para a casa da vizinha.

3 comentários:

  1. Quem não dá assistência perde para a concorrência.

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  2. Já diz o ditado todos querem o seu dono por perto

    Kique

    Hoje em Caminhos Percorridos - Granja do Têdo

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  3. This is true sensuality, I love this!

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