2# Vou para a cama com amigos do meu marido - Biografias Eróticas
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2# Vou para a cama com amigos do meu marido

Hoje estive com o Maurício a foder, o meu marido não me satisfaz, melhor, nunca me satisfez, já faz muito tempo, tivemos o filho e depois daí, desinteressou-se completamente, fez sexo comigo uma vez ou outra, e depois foi deixando, eu também deixei de ligar, e pronto, convivemos, falamos como marido e mulher, e é só isso.

Pouco depois de casarmos, dei uma foda com outro, tínhamos ido de férias, dessas em que gastamos pouco, para um parque de campismo, mandei o marido fazer compras, andava um homem rondando, da tenda vizinha mirando, assim bem tarde já o vira, a olhar pra nós de lado, apanhava o meu marido distraído, abria as pernas pra eu ver, os calções que tinha apertados, do caralho teso o incomodar.

Mexia assim com as mãos, com um sorriso matreiro, a dizer-me "tás a ver este aqui grande", a massajar o caralho por fora, uma mão cheia a aconchegá-lo, "é só dizeres, pra tu mamares", eu não me chateava, bem pensado até gostava, o meu marido que não fodia, de tão insatisfeita que estava, que me apetecia era ter um homem, dei-me a ele a prometer, ao pedir-lhe lume para um cigarro, disse-lhe para me ir foder.
E ele apareceu logo, entrou na minha tenda, tirou os calções pra eu mamar, soltou um caralho rijo que agarrei, deitados no chão enrolados, a dizer-lhe "vem-me à cona, vem-me ao cu?", chupava-o nos meus lábios apertado, tirei as cuecas sem perder tempo, ele tinha mulher mas não estava, abriu-me as pernas ansioso, enterrou-me tanto que gritei, da espeta dura que levei.


Há tanto tempo que não fodia, ele entrava-me por trás até ao fundo, ancas dele batiam-me as nádegas, agarrado ao meu rabo, entrava e saía, o caralho dele que me enfiava, soava-lhe baixinho ao ouvido, "aihhm ahiiim come-me toda toda até ao fim", ele forte como um touro, com um caralho grosso me partia, havia traição que nos envolvia, abri-me toda pra me foder.

Passei as férias a foder, dos quinze dias que lá passámos, saía da praia a correr, dizia ao meu marido, fica querido mais um bocado, via-me satisfeita não sabia, num dia quase me apanhou, quando o touro me fodia, tinha acabado de sair, vestia eu uns calções, ainda a cona me ardia, tantas vezes que me foi ao cu, de contas em que me perdi, logo viemos e decidi, vou foder com quem bem quero, "têm sido tantos com quem dormi."

Hoje tenho o Maurício, não é certo nem o quero, é colega do meu marido, sabe que me come se calhar, talvez seja corno por querer, conheci-o numa festa do trabalho, parámos na rua a falar, houve uma química qualquer, sem ser coisa séria pra ficar, disse-lhe ao ouvido "passa lá por casa, pra me foder", ele nem estranhou e veio logo, já sabia o que queria, que era endiabrada e fodia, algum lhe tinha dito.

O Maurício é uma boa foda, vai-me ao cu por meu desejo, tem um caralho grande como gosto, não gosto de rir, mas rimo-nos do meu marido, gostava muito que ele soubesse, que a mulher fode com o amigo, talvez tivesse prazer comigo, de me ver a ser bem fodida.

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