Minha mulher comeu e eu vi? - Biografias Eróticas

Minha mulher comeu e eu vi?

Fazia tempo que eu e a Ângela tínhamos o nosso acordo, quando me encontrou em casa, numa tarde estava ela a chegar, não é que não soubesse quem sou, viu-me a ir ao cu ao Kane, meio amigo meio cliente, e a partir dai, não mais parou, olhava para homens e mulheres, queria outras experiências no casamento, e não só comigo.

Dizia-me "amor, gosto de fuder contigo, mas também quero outros homens, quero que me vejas a chupar e a ser fudida, gostavas?, queres ver-me, amor?", "Quero", dizia-lhe, mas achava que tínhamos de ter cuidado, que tivesse outras experiências, queria vê-la a ser fudida, mas o mundo é cruel, podia não compreender.

"Cruel, o caralho", ria-se, "não fazes tu outra coisa", desde o nosso acordo, tudo ficara mais fácil, entre mim e a minha mulher, o acordo era isso mesmo, não esconder nada um do outro, já me vira comer o Sérgio, menino do escritório, em berço de ouro nascido, mulher perfeita à medida, que o tempo passava, e ela também queria.

Mas dizia-lhe "para as mulheres é complicado", falava-lhe nas mentalidades, se mulher fode fora do casamento é puta, se for homem é um traidor mas justifica, "porque lhes está na massa do sangue", até as mulheres enjeitam as outras, gostam de vê-las enganadas, do só acontece às outras, a mim não que sou boa.

"Deixa-te disso", é o que me dizia, "há anos que a tua mãe fode com outros, desde puto sabes disso, deixa que eu me entendo com o mundo, se a tua mãe não se importa, deixa que eu também não, se o teu problema é sentires-te cornudo, deixa estar meu querido, que cá os espero para lhes contar, que já lhes fudeste a mulher".

Bom e estávamos assim, neste lume brando em que andávamos, quando fomos para o Algarve, para junto dos pais dela, ali deixámos os miúdos, saímos para jantar, "vamos aí a uma discoteca", pediu-me ela muito alegre, noite de verão que nos afagava, numa felicidade intemporal, em que tudo está bem quando tudo ajuda, o calor, a sorte, e a saúde, mirava outros homens que passavam, com um traço irónico nos lábios, a dizer-me "é hoje, meu amor que vou fuder, vês-me tesa como estou, arranja-me um homem por favor, querido, quero muito fuder".

Entrámos na discoteca, naquela penumbra confortável, de som de luz e corpos bronzeados, ela olhou para um segurança, ar de mandão autoritário, muitos músculos, muitas curvas, de coxas em calça justa saliente, um volume grosso entre as pernas, e pediu-me "que achas dele amor? gosto dele, querido, vai amor, vai ter com ele, tem tudo como eu gosto, querido, pede-lhe para me fuder, amor, preciso muito, quero muito, amor, olha que estou a ferver".

E eu "aonde?", "no carro amor, pode ser no carro, vamos para o carro, quero muito fudê-lo, tou toda tesa, querido, vai amor, vai, pede-lhe, vê o que diz?", "não sei amor, não sei o que vai pensar?", dizia, "deixa, ele nem vai pensar, vai querer fuder-me, querido, vais ver, diz-lhe que és corno, e gostas de ver a tua mulherzinha a fuder", riu-se, "querido vai, pede-lhe, amor", fez-me beicinho a dizer, "não queres que foda a tua mulherzinha, amor?", "quero".

Era uma boa oportunidade, dar à Ângela o prazer que queria, no Algarve de passagem, história que aqui acontecia aqui ficava, um rapaz bonito e bronzeado, de homem que goza a vida, bem escolhido para a fuder, de bem dotado se via, fazia-a gozar com certeza, conseguisse eu convencê-lo, era o que eu também queria.

Abordei-o junto ao bar, ao perto ainda maior era, um rapaz jovem musculado, bonito e bronzeado, entre as pernas um alto enorme, não sabia como fazer, tinha de pedir sem rodeios, para ele fuder a minha mulher, perguntei-lhe pelo nome, "Fontes", soltou ele, apontei-lhe a Ângela lá ao fundo, baixinho ao ouvido dele, disse-lhe "é minha mulher, o que achas dela?", confuso olhou para mim "é uma bela mulher, porquê?".

"Tenho um problema, pediu-me ela para te pedir, se gostavas de a fuder, eu não me importo e também quero, gostava muito de a ver", "a sério?", dizia ele, "queres que foda a tua mulher? Agora? Aonde", perguntou, "vamos para o carro", adiantei.

Riu-se num esgar de prazer, de estar a dar-lhe a minha mulher, deve ter pensado "este corno quer mesmo isto", que ouço-o dizer "vamos, tens uma mulher linda, se queres mesmo que a foda, eu foda-a toda, mano", e continuou "diz-me, a tua mulher gosta de levar no cu?, eu gosto de cu, mano", disse-lhe "ela adora levar no cu, não te preocupes", "então vou dar-lhe o que merece, queres ficar a ver?", "Quero".
Entrámos no carro, ele e a minha mulher no banco de trás, eu à frente a vê-los despir, a Ângela tirou as cuequinhas de renda, nela só um vestido preto curto a cobri-la, vi-lhe logo os pelinhos molhados, de uma cona papuda que fervia, sorri de vê-la satisfeita, passou os dedos pela racha, a abri-la, a mostrá-la de perna aberta, e o Fontes sacou do caralho, duro e teso preparado.

Disse-lhe "amor, queres mamá-lo?, vai querida, mama nele", ela dobrou-se sobre ele, a encher a boca com aquele caralho, apertou-lhe os lábios de volta, bem apertado na mão, respiração minha ofegava, de tanto vê-la a chupar, descia por ele e subia, com o Fontes a gemer, "ai, foda-se mano, que bom, que boa é a tua mulher, mama tão bem, mano, foda-se que tesão".

Passava-lhe a mão pelos cabelos, "estás a gostar, amor?", "aii, amor, é tão bom tão rijo e duro, amor", lambia-o lambuzada até aos colhões, sôfrega de sede, de sexo e desejo, um cheiro no ar dela, do meu, e do Fontes, "isso amor, mama-o bem, mama-o", tremia ele como menino, puxei por ela beijei-a na boca, naquela atmosfera intensa de a ver fudida, enquanto esfregava o meu caralho teso.

A Ângela chupava-o desenfreada, agarrada ao caralho dele, como brinquedo que não quer deixar, que ele arqueava para a boca dela, a passar-lhe os dedos por trás, nas nádegas e bordas da cona, húmidas e tesas ali à espera, nas mamas e mamilos rosados, "amor, queres que ele te vá à cona, amor, queres?", "quero amor, quero muito, estou toda molhada,  amor".

Virei-me para o Fontes "vai come-lhe essa cona toda", era agora mero executante, silencioso no meio das nossas palavras, a Ângela virou-lhe o rabo, abriu-se toda empinada, via-lhe as bordas da cona, húmidas e latejantes de desejo, à espera daquele caralho, o Fontes empoleirado nela, assim por cima bem a jeito, ela com o cu espetado, aquelas nádegas lindas redondas, que ele abriu bem de lado, escorregou-lhe o caralho por baixo, que enterrou depois bem até ao fundo.

"Aihmm amor que é tão grande tão bom", gemeu a minha mulher num grito, "aihhm querido, aihhmm, o Fontes não parava, o caralho entrava e saia da cona, ao som dos gemidos da Ângela, tão bem estada a ser fudida, que tanto prazer me dava, "ai amor que loucura, aii que tou tão doida, ai amor, é tão grande, ai, amor", agarrada à nádega o dizia, beijei-a logo na boca, "estás a adorar, amor?", era o que eu dizia, "ai amor, que foda, amor, ai que foda amor, tão bom, ai ai, tá-me a partir toda querido, ai".

O Fontes descia sobre ela, mais excitado ainda, ao som das nossas vozes, batia-lhe forte nas nádegas, ancas empurravam o caralho dentro, "ai amor é tão grosso amor", minha língua presa na dela, os mamilos tesos como balas, o Fontes fudia-a sem pena, sem misericórdia ainda, nos papos rijos do tesão dela, a minha mulher gemia, de boca aberta a gritar, "ai amor ai amor que foda amor ai que é tão bom amor".

"Vai amor, passa para cima dele, come-lhe esse caralho todo", disse-lhe eu, que ela aceitou como uma ordem, o Fontes deitou-se para trás, saltou sobre ele como gazela, meteu o caralho na cona,  e égua cavalgou sobre ele, ondeava descia e subia, rabo abaixo intenso a enterrá-lo, na cona dela tesa a apertá-lo, "estás a gostar, amor?", frenética a fodê-lo, "aii amor, estou a adorar, quero fuder mais, para tu veres amor, amor, aiii, tão bom tão bom, aiii", minha mulher gemia.

"Queres que te vá ao cu, amor, queres?", o Fontes só executava, no silêncio das nossas palavras, "Quero amor, quero muito, amor", gemia ela sem reacção, encostou a barriga ao banco do carro, assim sentada como a rezar, o Fontes veio por trás, de joelhos no meio dos joelhos da Ângela, como se levantasse dois pesos, alçou-lhe as nádegas abertas, no ar em cima do caralho, a encurvar-se em baixo nela, e enterrou-lhe a cabecinha no cu.

Ouvi a minha mulher suspirar, um som seco da garganta, "ahimm amor é tão grande amor, dói tanto, amor, é tão grosso, tão grande, amor, aihhmm", o Fontes movia-se ao seu som, encostado nas costas dela, gentil como um menino, pele contra pele juntas, forçava o caralho a pouco e pouco, para dentro do cu da Ângela, "ai amor é tão grande, ahii que me abre toda, querido, aii", quase chorava, "ai amor ahiimm, tão grosso", virava o cu para ele, toda arqueada toda a abri-lo.

O Fontes enterrava e tirava, pouco a pouco todo dentro, nádegas de homem a mexerem-se, "tás a gostar, amor?", perguntava, "tou amor, aii é tão grosso amor, tou toda aberta, aihm, gosto tanto de levar no cu, amor, aihhm, amor tão bom gosto tanto", o Fontes enterrava-lho todo agora, descia abaixo e subia a entrar nela.

"Vai amor estás a gostar? amor, de levar no cu, diz-me amor", "aihmm amor tão bom tou toda aberta amor, ai amor gosto tanto de levar no cu, amor, tou toda doida, aihmm amor", a Ângela acariciava o clitóris e gemia, o Fontes em sua missão a fudê-la, corpo dele que a apertava, puxava as nádegas a parti-la, o caralho grosso a penetrá-la, no  rabo que lhe oferecia.

Virou-a de lado para baixo, tanto não estava à espera, com um pé em cima do banco, subiu nela em cima do cu, abria-lhe as nádegas a fudê-la, o caralho grosso a entrar nela, em bordas tesas que o apertavam, "ai amor amor, tou tão doida, ai que foda amor, parte o cu todo, amor, tão bom amor, tou toda molhada amor, toda partida, amor, aiii, vou-me vir toda, amor, aaaiii, amor, venho-me toda aiii", vi-me liquido de vê-la também, num arrepio, vejo-a a estremecer, "aihmmm, aihmm", sem respiração, a cair.

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