A arte da punheta unisexo - A Denheta - Biografias Eróticas

A arte da punheta unisexo - A Denheta

Tinha recebido a chamada pela manhã, era Mestre Aurilindo, o Rei do Minete, o Cristiano Ronaldo na matéria, dizia ele que tinha informação importante para o Biografias Eróticas, que era uma coisa de outro mundo, eu até perguntei logo, "mas Mestre Aurilindo diga diga, do que se trata?", "INVENTEI A DENHETA", gritou ele, criação dele dizia, que desenvolvera depois de muitos estudos e muita reflexão, "mas tem que vir cá a casa para perceber isto é uma revolução amigo", insistia ele.

Pensei cá para mim, "mas que porra é esta da Denheta?", eu sabia que Mestre Aurilindo era uma autoridade, um catedrático do minete, já o tinha escrito aqui, o homem tinha material publicado, fazia conferências no estrangeiro, a espalhar a mensagem por todo o lado, de um bom minete é meio caminho andado, tudo o que eu sabia a ele o devia.

Corri para casa dele, queria saber da novidade, estava febril da antecipação, mas mal cheguei senti logo, é que no ar pairava um cheiro, de muita cona e muito caralho, uns quantos casais minetavam, eles agarrados às conas delas, e de ter parecido surpreendido, adivinhou logo Mestre Aurilindo, "são os meus alunos, pá, dou aqui um pós graduado de minete, aqui trabalha-se meu amigo, estes que aqui tenho são os melhores", ele era muito procurado, uns quantos a querer ir mais longe, esforçados pelos ruídos que faziam. "e as gajas?", perguntava eu, "são dadoras, meu caro, material para trabalhar não nos falta, estas vêm cá mesmo para lhes fazermos um minete".

Entrava no escritório dele, aquele templo da sua sabedoria, lá estavam os seus livros, fotografias com alunos queridos, "então, Mestre, ainda não percebi isso da Denheta?", "jovem, jovem, vá lá vá lá, tive uma espécie de visão, não percebia do porquê dos homens terem a "Punheta", e não haver uma punheta feminina, percebes?".


"Bem Mestre Aurilindo, desculpe, mas ainda não estou a ver, punheta, denheta, não alcanço", "eh pá, vocês não alcançam caralho nenhum, pá", mestre Aurilindo já estava exaltado, já lhe conhecia os humores, se falava do seu trabalho, não se sabia o que esperar, "foda-se, pá, os homens têm a punheta pá, o punho de agarrar no caralho e a nheta, as gajas pá não têm nada, pá", "não mestre Aurilindo?" questionava surpreendido.

"Eh pá, percorri mundo inteiro, falei com alunos meus pá, professores de línguas, e ...", "línguas, Mestre?", "línguas caralho", lembrava-me da língua dele, parecia de uma vaca, uma verdadeira assombração, motivo do seu orgulho, treinara-a e crescera, daí a sua vocação, "línguas, pá, nas línguas, em lado algum, não há um nome para a punheta feminina, pá, chamam sempre masturbação feminina só".

Realmente nunca me tinha ocorrido, não percebia o interesse, sempre pensara que desde que batesse uma punheta, pouco me interessava a da mulher, se era masturbação feminina, ou se outra coisa qualquer, "mas Mestre Aurilindo, realmente tem razão, não há, é verdade", "pois tás a ver, daí a Denheta, é minha criação total, não é brilhante?".

"Denheta, Mestre, ainda não alcanço", "eh pá porra, realmente, tu com o minete já era o que se via, e agora não percebes nada, eh pá, pensa comigo, punheta de punho mais nheta, as gajas, dedo mais nheta, não é revolucionário, meu caro, as gajas batem uma Denheta, os gajos uma Punheta, pá".

Engasgado balbuciava, a olhar pra ele de boca aberta, se prás gajas era masturbação feminina, é porque ninguém  via outro interesse,  "eh pá vocês os quadrados, nunca fizeram minetes de jeito, consumi a minha vida a ensinar-vos uma coisa útil, e agora não percebem o óbvio", dizia-lhe eu que me parecia desnecessário, que interesse tinha chamar isto ou aquilo, "eh pá, ouve, eu precisava diversificar, e daí os meus estudos sobre a Denheta, mas a razão principal pá é a discriminação, pá".

"Discriminação, Mestre?", "sim caralho, discriminação, as gajas viveram estes anos oprimidas, pá, senti-me um libertador pá ao desenvolver e difundir os meus saberes sobre o minete, e agora pá, pensei, as gajas nunca tiveram direito à punheta feminina porque eram oprimidas, sociedade machista, puritanos do caralho, pá, que não admitia que elas também batessem punhetas, ou melhor, Denhetas, pá".

Nunca tinha visto uma coisa assim, Mestre Aurilindo evoluíra muito, desde a última vez que faláramos, era minete para aqui, e minete para ali, rogava pragas a quem não seguisse o seu método, do do Mestre Aurilindo para um minete top, mas agora parecia-me um filósofo, um feminista defensor dos direitos da mulher, "sinto-me um libertador, porque vocês depois de séculos ainda não admitem, envergonham-se caralho que as gajas batem punhetas femininas, as minhas Denhetas, porque ainda estão no benzinho correcto.

"As gajas batem Denhetas, dedos e nhetas, percebes? e vocês têm que aceitar, pá", ele parecia furioso, parecia-me um missionário, espalhar a sua mensagem, de hoje em diante a mulher seria mais livre, não dizia ou definia, o seu prazer como masturbação feminina, diria ao seu parceiro, de uma forma aberta e generosa, bate tu uma punheta, enquanto me entretenho com a Denheta, "bem Mestre Aurilindo, se for assim, bem nessa perspectiva, até alcanço, realmente a mulher tem direito à sua palavra, também seria estranho o homem dizer, olha aguenta aí que vou bater uma masturbação masculina, pensando bem estou de acordo consigo".

Mestre Aurilindo estava exultante, encontrara em mim o seu primeiro seguidor, um apóstolo das mulheres, em casa diria "amor vai lá bater a Denheta, que hoje não dou uma prá caixa", "estás a ver, finalmente viste, e estou a diversificar pá, uma nova disciplina, já estou a ver livros conferências sobre o método do Mestre Aurilindo para uma Denheta Top, já tenho inscritos".

"Inscritos? Mestre", estava estarrecido, quem quereria perder o seu tempo, a saber e aprender a Denheta, "novos alunos novas matérias", dizia ele satisfeito, "inscritos e inscritas pá, gajos e gajas", "gajos e gajas, Mestre, como é isso".

"Tive a ideia e chegou tipo visão, olhava pro ar, assim, a imaginar a Denheta e depois pensei, a Denheta é unisexo pá", eu estava totalmente confuso, já não percebia nada, nem de punhetas nem de denhetas, só dizia foda-se tenho que fugir daqui, um cheiro a cona e caralho que não se podia, "Eh pá, vocês são mesmo pequeninos, eh pá inventei a Denheta de Cu e a Denheta de Cona, pá, daí unisexo, percebes?".

"Denheta de Cona e Denheta de Cu, agora estou outra vez perdido Mestre Aurilindo", ele abanava a cabeça, exultava e resfolegava, "Denheta de Cona é prás gajas, pá, que bem merecem ter direito à sua palavra própria, e Denheta de Cu prós rabetas, pá", "rabetas, Mestre?", "oi é pá desculpa gays gays gays, pá são muitos anos sabes, isto sai-me ainda pá, gays".

Saí de casa de Mestre Aurilindo abananado, não sabia se era do cheiro a cu e cona, se do que tinha ouvido e aprendido, mas conhecia Mestre Aurilindo, e ele sabia bem o que fazia, se fosse tão bom como no minete, um dia a Denheta seria a punheta da mulher

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