Não queria acreditar na história, embora fosse bastante normal, soube dela através da minha mulher, que por sua vez soube através de outra que lha contou, talvez fossem apenas rumores ou fofocas, poderá alguém dizer se é mesmo verdade? Quanto a isso não sei, mas pela forma que foi contada, podemos talvez confiar que é uma situação real.
Não posso dizer que a Marilia e a Mafalda são amigas da minha mulher, diria antes que são apenas conhecidas dela, mas por alguma razão desconhecida, talvez por causa da beleza tranquila da minha mulher, fazem dela sua confidente, como se fossem ao confessionário, irritando-a muito quando a tratam por “Dona”, como se fosse uma mulher mais velha, ou, acredito eu, muito mais sábia.
Quanto a mim, eu mal as conheço, são pessoas que vejo no café, ou algumas vezes no mercado local, posso dizer com segurança, são duas mulheres muito bonitas, e muito agradáveis, algumas vezes vejo-as juntas, a Marilia acho que é casada com um taxista chamado Mateus, e a outra, a Mafalda, vive junta com um mecânico, esse eu conheço bem, que não podia ter um nome mais adequado, que é o de Ferro.
E a história começa com o que a Marilia disse à minha mulher, pedindo segredo e silêncio sobre tudo, e contava ela: “Dona Ângela, acho que é desta que me vou divorciar, acho que tive um bom casamento com o Mateus, sempre fui uma boa mulher para ele, nunca o traí, podia ter fodido com muitos outros homens que me desejavam, mas nunca fodi, mas agora descobri uma coisa sobre ele, e não sei se vou aguentar.
Eu sei que é uma coisa que pode acontecer a uma mulher, muitas mulheres descobrem tarde coisas que não nos passam sequer pela cabeça, embora eu tivesse algumas suspeitas, há muito tempo que o meu marido não me fodia, já nem sabia se há meses ou mais tempo, acreditava que ele estava a passar por uma fase, eu perguntava porque razão ele chegava tão tarde a casa, ele respondia, "querida, estou com o meu amigo Ferro na oficina, estou quase a ir", e eu cá na minha ideia, comecei a duvidar se era mesmo verdade, ou se ele não me andava a encornar com uma gaja qualquer.
Essa minha desconfiança aumentou quando uma vez fui arrumar a garagem e encontrei umas roupas femininas, um tanto ou quanto estranhas, pareciam-me daquelas que se compram nas sex-shops, roupa de empregada de hotel ou de enfermeira de hospital, daquelas que algumas putas usam para representar papéis sexuais, saias muito curtas, tops apertados, lingeries pretas e vermelhas, até chicotes para vergastar, o que me fez pensar, isto só podia ser obra do meu marido, e o que andaria ele a fazer?
Ele chegava a casa, muitas vezes a horas em que eu já estava deitada, ele ia para a casa de banho, tomava um duche rápido, e quando se deitava, dava-me um beijo e dizia, “hoje estou muito cansado”, eu perguntava, “mas estiveste mesmo com o marido da Mafalda?”, ele respondia, “sim, querida, ficamos os dois a conversar”, e eu insistia, “mas todos os dias até tão tarde, amor?”, e ele continuava, “ele e eu perdemos a noção do tempo, querida”.
Com essas respostas, assim tão evasivas, a minha intuição dizia, “ele anda a enganar-me com uma puta qualquer”, lembrei-me da roupa feminina que encontrara na garagem, era ainda um segredo meu, não tinha falado disso com o meu marido, aumentavam-me as dúvidas todos os dias, ele estaria mesmo com o marido da minha amiga?, um homem que eu achava rude e grosseiro, muitas vezes ele vinha ter comigo e ao mesmo tempo que apertava o volume do caralho com a mão, dizia-me coisas como, “és capaz de ser uma boa foda! Comia-te esse cu! O teu marido, costuma comer esse teu cu?”.
Claro que eu não respondia, o Ferro fazia isto às escondidas, a minha amiga Mafalda não sabia, e eu seguramente também não lhe contava, achava que ele só queria mostrar que era macho, fazia aquele papel de força, com muitos pelos no peito, que tinha uma piça grossa, o que não tem nada a ver com o meu marido, que é um homem muito mais delicado.
Uma tarde, já quase noite, o meu marido não chegava, comecei a imaginar que ele estava com uma mulher, ele não me fodia, eu andava totalmente nua na casa, mas sentia uma certa indiferença, liguei para a minha amiga para saber se ele estava com o marido dela, se isso era ou não mesmo verdade, quando ela responde, “olha amiga, não sei, eu também acho que ele me anda a trair, sempre que eu pergunto, ele diz que está com o teu marido, quem sabe andam os dois a foder umas putas, sabes como são os homens, é costume protegerem-se uns aos outros.
O problema adensava-se, afinal as dúvidas não eram só minhas, a minha amiga dizia, “ele na oficina tem lá uma espécie de segunda casa, às vezes quando tem coisas para acabar no serviço, dorme lá e só aparece no dia seguinte, mas agora acho que não é isso, eles devem andar a levar putas para lá, e andam por lá a fodê-las antes de regressarem a casa”, e isso fez-nos a nós decidir ir até lá à oficina para saber o que se estava a passar, e, quem sabe, apanhá-los em flagrante no ato.
A oficina é um espaço grande na entrada onde estão os carros em reparação e todas aquelas ferramentas, e só lá mais ao fundo, a seguir a uma porta mais pequena é que há um quarto, uma pequena cozinha, e uns lavabos, eu e a Mafalda entrámos com uma chave dela, percorremos a nave maior, fomo-nos aproximando cada vez mais, ouvíamos vozes a falar, e nuns segundos em que tivemos à escuta, tínhamos a certeza, não ouvíamos vozes femininas, por isso só estavam ali os nossos maridos.
Olhámos uma para a outra, a nossa figura era um pouco ridícula, agachadas atrás de uns carros, as duas a espiar os nossos maridos, tentávamos decidir se íamos embora, ou se lhes pregávamos um susto, quando ouço a Mafalda a sussurrar, “já que aqui estamos vamos ver o que eles estão a fazer”, ela fez-me sinal para a acompanhar, caminhámos agachadas até uma escada, e ela voltou a sussurrar, “subimos esta escada e há ali uma janela que se vê o quarto e vamos poder ver o que eles estão a fazer”.
Ela tocou-me com um dedo nos lábios e insistiu, “não podemos é fazer barulho”, e agora conto algo que queria ter esquecido, quando ela me tocou nos lábios acendeu-se em mim um desejo, olhei para ela, agachada de cócoras como eu, ela vestia um vestido curto e consegui ver que estava nua por baixo, como se tivesse vestido a roupa à pressa por causa de alguma urgência, percebi que estava excitada, via-lhe os lábios da cona húmidos e um tufo de pelos por cima, ela percebeu e disse, “não ligues, ando muitas vezes assim, gosto de sentir a minha cona fresquinha”, e deu um riso pequeno.
Ela fez sinal, começámos a subir a escada até à tal janela, olhámos para dentro do quarto, e não sei como o dizer, ficámos sem palavras, olhámos uma para a outra, tentávamos absorver a nossa incredulidade, não podia estar a acontecer, o meu marido estava vestido de mulher, com uma espécie de farda qualquer, e o marido da Mafalda estava todo nu, com o caralho teso e o meu marido a chupar.
Estávamos petrificadas com a cena a que assistíamos, não sabíamos o que pensar ou o que fazer, restava-nos observar, a minha amiga sussurrou no meu ouvido, “já viste, estes paneleiros, o que estão a fazer?”, olhei melhor para o meu marido, vestia aquela roupa de coquete, e por baixo não tinha nada vestido, via o caralho dele e o traseiro nu, a imaginar o que ainda ia suceder, e via a piça tesa do marido da minha amiga, imaginando o quanto ela devia ser feliz por ser fodida com aquele pau grande e grosso.
O meu marido engolia o pau dele com alguma sofreguidão e não sabia se devia sentir alguma vergonha por o meu marido estar no papel de submisso, enquanto o marido da minha amiga se preparava, talvez entre as muitas dezenas de vezes que já o tinha feiro, de o foder mais uma vez, talvez não sentisse esse sentimento de maneira tão forte se fosse o meu marido a estar na outra posição, eu respondi à minha amiga, “são mesmo paneleiros”, e antes que ela dissesse alguma coisa, “há meses que o meu marido deve andar a levar no cu do teu marido”, ela soltou um espécie de sorriso e acrescentou, “não sabes, temos de ver mais, se calhar comem o cu um do outro”.
Não respirávamos sequer, eles não podiam aperceber-se que estavam a ser observados, ouvi o que a minha amiga dissera, mas não acreditava, entre os dois homens não existiam dúvidas, o marido dela era o macho, e o meu a mulher submissa que o satisfaz, o meu marido mexia a língua a lamber o caralho do marido da Mafalda, as nádegas dele a gingarem, em músculos e tendões rijos, a forçar-lhe a boca até ao fundo, e a ver-se na cara dele, eram só preliminares, aguardavam o momento certo pelo prato mais desejado, que seria o traseiro do meu marido.
Aproximei-me da face da minha amiga, puxei-a para baixo da janela, como se quisesse confiar-lhe um segredo, e disse, “estou excitada de vê-los, não devia estar?”, ela aproximou-se da minha boca, senti o hálito doce, e uma espécie de desespero quente, e disse, “também eu”, ela abriu as pernas, agarrou na minha mão, “vê, sente, vê como estou”, a minha mão tocou-lhe nas coxas, desceu até à cona, senti que estava húmida e tesa, o clitóris intumescido, ela voltou ao meu ouvido, “estou com tanto tesão que não consigo explicar”.
Ela estava tão em cima de mim, e perguntou, “e tu? Não estás com tesão?”, e antes que eu respondesse alguma coisa, a mão dela também procurou as minhas coxas, desceu até à minha cona e encontrou a minha lingerie, o meu sentimento era ambíguo, sentia prazer da mão de uma mulher como ela a entrar em mim, mas também uma espécie de prazer prometido, entre os mamilos tesos como rebites da minha amiga e a piça do marido dela, eu queria os dois.
A mão dela estacionou na minha lingerie, acariciava o meu clitóris, ela sussurrou, “tira as cuecas”, e não ofereci resistência, com um movimento elas saíram pelas pernas e a mão dela entrou mais fundo, “estás como eu, toda molhada”, e foi quase involuntário, eu e ela demos um beijo na boca, antes de decidirmos voltar para a janela, a nossa missão era outra, via o caralho do marido dela, comprido e grosso como pedra, a sair da boca do meu marido, molhado em saliva realçava o tamanho da cabeça cor violeta.
O marido da minha amiga virou o meu marido, colocou-o na posição de quatro, eu antecipava o que ia acontecer, e tinha curiosidade, como é que ele ia reagir, o marido dela dobrou-o sobre a cama, eu e a minha amiga víamos bem as nádegas do meu marido, o Ferro abanou a piça, apontou-a ao ânus enrugado e oferecido do meu marido, e enterrou a cabeça no cu dele, ele contorceu-se para cima e, foi como se aquele caralho entrasse na minha cona, ele começou a montá-lo, em cima dele empurrou a piça mais para dentro, o meu marido contorceu-se ainda mais, ouvia-o a gemer, “aihmm, humm, foda-se!! mete todo, parte-me o cu todo”.
Da janela, eu e a Mafalda assistíamos a tudo, era como um filme, ao principio a surpresa dos nossos maridos a foder um com o outro, tinha desaparecido, em vez dela, aparecia um desejo novo, apertei a Mafalda contra o meu corpo, e disse, “adoro a piça do teu marido”, o caralho do marido dela penetrava o cu do meu marido em ondas sucessivas, entrava e saía, ele soltava gemidos, “aihmm, aihhh" bem alto, de onde estava via-lhe o traseiro, o caralho e os colhões do Ferro, o ânus a ser bem aberto, com o meu marido a gemer, "aii aii mais devagar".
A minha amiga correspondeu ao que eu dissera, “o meu marido é uma boa foda, depois de saber que é paneleiro posso pô-lo de castigo, depois disto, vou obrigá-lo a foder-te, gostavas?”, a minha reação foi quase absurda, a minha mão meteu-se no meio das pernas dela, dois dedos meus mergulharam na cona, e eu disse, “claro que gostava, estes paneleiros vão ter de aprender a respeitar-nos”, a mão dela também foi ao meu encontro, ela começou a masturbar-me, e sussurrava ao meu ouvido, “acho que estamos doidas”, eu perguntei, “porquê?”, respondeu ela, “o meu marido está a comer o cu do teu marido, e eu estou com vontade de te comer a ti”.
Acho que nos beijamos, olhei para baixo e vi, o marido dela Virou o meu para cima, peito contra peito, o caralho dele entrou no ânus do meu marido, e começou a fodê-lo como se fosse sua mulher, entrava teso e rijo, a arfar da força exercida, as nádegas fortes a recolher, molas a saltar a disparar, o meu marido a gemer "aii foda-se!! não estou a aguentar mais, vou-me vir, aihm foda-se”, as bocas deles a tocarem-se, aquela piça a não parar, "aiii foda-se, és um tesão", eles dois a estremecer, a virem-se agarrados um ao outro.
Tinha chegado a hora, não tardaria muito, eles regressariam a casa, iriam dar-nos a mesma desculpa de sempre, tinham estado um com o outro, o que até era verdade, nós saímos da oficina, corremos para o carro e tomámos o caminho de volta, no caminho a Mafalda pediu-me, “estaciona aí, temos de falar, sobre o que vamos fazer”, eu entrei por um caminho, e parei, olhei para ela no escuro, “o que achas que devemos fazer?”.
Ela riu-se, “ficaste fodida de ver o teu marido a levar no cu e com aquelas roupas?”, eu respondi, “um pouco, já devia ter adivinhado, acho que ele sempre se sentiu atraído por homens”, e depois continuei, “mas gostei de ver o teu marido, sabias que ele sempre foi um pouco rude comigo?”, ela abriu os olhos de dúvida, e eu prossegui, “o teu marido já me quis foder várias vezes, eu é que disse que não, por lealdade”, ela mostrou os dentes, “ e agora?”, eu sorri, “agora vou aceitar, com a tua autorização claro amiga, devíamos partilhar a piça do teu marido, é dessa maneira que eles vão aprender”.
E o que estava para acontecer, teríamos de combinar, uma coisa era certa, não nos íamos separar.
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ResponderEliminarhahahahahh...muito bom :-)
até eu... :-)
Muito bom, acho que não resistia.
ResponderEliminarInteressante seu blog!
ResponderEliminarVou acompanhar mais!
assim sendo, está bem! Lol Adorei :)
ResponderEliminarBjocas ;)
Espero-vos aqui:- Do sonho erótico à realidade...O amor acontece...