Não há como ter uma sogra boa e assanhada - Biografias Eróticas
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Não há como ter uma sogra boa e assanhada

Não sei como a Vanda, a minha sogra, soube, ou se apercebeu de alguma coisa, ou a Ângela, minha mulher lhe disse, já tinha passado algum tempo, a Ângela tinha-me apanhado lá em casa a comer o rabo ao Kane, e a partir daí fizemos um acordo.

Basicamente eu e a minha mulher aceitámos ter sexo com outras pessoas, desde que cada um soubesse quem eram, e ambos gostássemos de ver o outro a foder, e não sei porquê, naquele dia, quando a Vanda me abordou, pressenti logo que sabia de mim e da minha mulher, tal era o ar com que falava.

A Vanda era daquelas mulheres como a minha mãe, tivera os filhos cedo e estava agora naquela idade, cheia de tesão, com um corpo invejável, quiseram muitas mulheres novas tê-lo, com um desejo e fogosidade incontrolável, não havia nem tempo nem paciência para desperdiçar.

O Tó Zé, companheiro dela e um pai pra Ângela, já não dava conta do recado, e pela cara dele, nem queria dar, os interesses dele não eram sexo, pelo menos com a mulher, e aproveitava com as saídas e escapadelas inesperadas, e nem sei, ou melhor sei, para arranjar entretenimento, era só isso, com outros homens bem mais novos.

A Vanda atirar-se a mim não era nenhuma novidade, nunca sabia bem se estava a brincar, ou mesmo interessada, não contava à Ângela os avanços que a mãe me fazia, mas muitas vezes como quem não quer a coisa, perguntava-lhe se não tinha reparado que ela às vezes, em festas, mesmo em público, de uma forma discreta, mas que para um olhar mais apurado até se notava, que a mãe dela se atirava a outros homens.

Acabou por me dizer que a mãe e o Tó Zé também tinham o seu acordo em que ele basicamente se estava a cagar para que fodesse com outros desde que não o envergonhasse, de maneiras que ela aproveitava o que caia na rede.

Naquela tarde estava na quinta, a tratar de uns assuntos de família, com a minha mulher e os miúdos, estava lá também a minha sogra a passar uns dias, que quando me viu ir para o jipe, lá me pediu para me fazer companhia.

Descíamos no jipe até às vinhas e ela pôs-me a mão na coxa, a puxar para cima o vestido a correr pelas pernas, até um lugar peludo e quente ao meio delas, não tinha cuecas era mesmo da Vanda, preparada para atacar, a descobrir-lhe um sorriso, disse-me para parar junto de uns pinheiros à sombra. 

Virou-se para mim, de perna aberta no banco do jipe, a ver-lhe a fenda húmida e um triângulo de pelos, passava a mão os dedos pelo clitóris, a provocar os meus olhos e a minha boca, a dizer-me maldosa “sabes que eu sei do vosso acordo”.

Não sabia o que a Ângela lhe tinha dito, se só gostávamos de outros parceiros, se só de um ou do outro sexo, nem das brincadeiras que tínhamos, se gostava ou não de levar no cu, a tentar fugir àquele aperto, lá lhe ia dizendo “Vanda, por favor, és minha sogra”, “e qual o problema? Também sou mulher? Não gostas de mim?”, respondia-lhe estúpido “gosto mas…, és mãe da Ângela”.

Pôs-me a mão nos calções, a fazer festas no meu caralho, já me sentia apertado, de tanto tesão que tinha, sentia um desejo proibido, de comer a mãe da minha mulher, e ela ali aberta para mim, oferecida e ardente a pedir, “vá lá miúdo” dizia ela, “vê-se que queres vir-me à cona, qual o teu problema?”, “a Ângela é o meu problema, Vanda”.

“A Ângela não se importa, e nós não lhe vamos dizer”, fechava os olhos a esfregar-se, nos papos grossos entesados, deitada aberta à minha espera, puxou a minha cabeça para ela, mergulhei a minha língua naquela cona, a lamber-lhe o clitóris húmido de desejo, lábios carnudos entumescidos, que ela gemia ao meu toque, movimentando as ancas.

Senti-lhe o cheiro perfume quente sal na minha língua, corrida nos lábios do clitóris dela, gemia decente a forçar-me a cabeça, a mover as ancas de tesão de mulher, a torcer o corpo num “ai” violento, vindo de dentro dos mamilos a estourarem.

Puxei o meu caralho dos calções, teso e rijo como pedra pra foder, a Vanda dobrou-se sobre mim a mamá-lo, a descer sobre ele furiosa, caí pra trás a pensar, “a Ângela tinha a quem sair”, com uma mãe destas não tinha nada pra aprender, língua dela viperina que me mordia a cabecinha, dos lados até ao fundo, “foda-se” que belo broche a minha sogra me fazia.

Corri-lhe as minhas mãos pelo rabo, meus dedos sorrateiros a tocar-lhe na vagina, só pensava “quero comer este cu e esta cona”, virou-se ela a ouvir os meus pensamentos, abri-lhe as nádegas como um pêssego, enterrei-lhe o caralho no cu, gemeu ela a abrir-se toda, sabida e esperta no que fazia, a entrar nela até ao fundo, minhas ancas a martelá-la, que bem fodida era o que esperava.

Num uníssono violento, puxava-lhe o cu pra foder mais, rabo que se empinava, o meu caralho a martelá-la, gemíamos os dois “foda-se Vanda que és tão boa”, ela tombava a esfregar-se, o meu caralho grosso a parti-la, que ela soltou alto, um “aiii, filho, estou-me a vir”, que estremeci não aguentei, me esporrei pra cima dela.

Quando regressámos, a Ângela esperava-nos, conhecia a mãe que tinha, para ela não havia, verdade escondida, não sei porquê, acho que percebeu logo, que a mãe tinha sido comida, ou eu ….

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