Noite fria em Paris com um travesti quente - Biografias Eróticas
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Noite fria em Paris com um travesti quente

O Gerome guardou muitos anos este segredo mas a dada altura resolveu contar ao Biografias Eróticas como foi:

Tinha chegado a Paris pela manhã, num dia meio enevoado, chuvoso e húmido que convidava o aconchego das lareiras e dos caloríficos, sendo uma aventura circular pelas ruas da cidade.

Não era a primeira vez que estava em Paris, sempre em trabalho, mas depois de alguns anos, era a primeira em férias, programando deambular pela cidade e pelos cafés, não como turista, mas como viajante, e viver essa ilusão de pertencer, nem que fosse por uns dias, àquele ambiente, sentir-me, sei lá, escritor, artista, pintor, indivíduo exótico, numa espécie de caldeirão poético e intemporal.

Mas persistia em mim um desejo antigo, renovado, que até encontraria em qualquer lado, não era preciso Paris para o preencher, mas ali parecia diferente, substancial, determinante, de valer a pena, o que aqui acontecesse, aqui ficava, que era o de encontro, o de estar, com um travesti, viesse o que viesse, e foder com ele.

De uma última vez que lá tinha estado, esse desejo apareceu, como vulcão explodindo, uma vontade amaldiçoada, que me atingia o corpo todo, o pénis e o ânus, fervendo-me o sangue, não pensando em mais nada, que não fosse querer ir em direcção do Bois de Bologne ou do Pigalle, para estar com um homem, não um qualquer, mas um que se parecesse, como uma mulher.

Daquela vez passei perto, à porta e nas redondezas, mas fugi, era medo, era uma experiência nova, nunca tal tinha acontecido, mirei aqueles corpos ao longe, de pernas sólidas em roupa de mulher, de vozes grossas e expectativas, mas o que aconteceu foi só trazer comigo esse desejo incumprido.

Mas agora estava ali de novo, saí do hotel onde sempre ficava, e caminhei ao longo da avenida, húmido molhado num ambiente frio e invernoso, em direcção ao Pigale, onde estava à porta um travesti, um homem grande, que percebendo a minha curiosidade, me chamou, eles já deviam saber conhecer os homens que por ali passavam, os indecisos como eu e os habituais.

Mandei-me para a frente, um que "se foda, seja o que deus quiser", entrei atrás dele, naquele espaço ainda meio aquecido, encaminhou-me para um quarto bem ao fundo, acenou-me com a mão para a cama, como se não soubesse a sua língua, eu ali sentado à beira da cama, vi-o depois de uma forma lânguida e serena a despir-se, a deixar cair uma espécie de manto ou xaile grande que o encobria, e ali estava um corpo seco jovem, de coxas roliças como a de uma mulher, seios fartos e mamilos espetados, e nas pernas um caralho grande tombado.
Imagem de Efes Kitap por Pixabay
Desde que passara a porta, e entrara naquele local, já tinha deixado de respirar, a minha garganta secara ao ritmo do meu coração, o meu sangue acendia-se num misto de medo e desejo, "ainda podia ir-me embora", pensava, ele chegou-se perto de mim, o caralho e o corpo dele à minha beira, sentia-lhe o cheiro de homem, à procura do meu, pôs as mãos nos meus ombros, como se fosse de um namorado, a ajudar-me a tirar a camisola, as roupas, as calças, as cuecas, até estar nu.

Estava frio lá fora, e ele esforçava-se por manter o quarto quente, sem pressas ao meu lado, que eu tivesse a iniciativa, estávamos em silêncio, sem eu saber bem o que fazer, ele ia acariciando o caralho dele, a crescer a cada passagem, a puxar a minha mão para que a corresse pelo corpo dele, que fossemos dois e que nos uníssemos.

Começou a beijar-me os mamilos, descia pela minha barriga, a dar-me beijos no caralho, para que me soltasse, que perdesse o medo, tomasse uma decisão, que fosse ao encontro dele, ele ia puxando por mim, rodando o corpo dele no meu, sentia o caralho dele a esfregar-se no meu, um caralho enorme e rijo a tocar-me, até que pus-lhe a mão, apertei-o com as mãos.

Senti uma explosão interior, alguma coisa rasgou-se no meu cérebro, um caralho de um homem que eu acariciava, grande demais para a minha mão, ele tocou-me a pedir "vai, mama, tu queres", e eu soltei-me, beijei-lhe a cabecinha do caralho, como se chupasse um gelado, os meus lábios juntos ao encontro dele, a minha língua a lambê-lo, em cima e de lado.

Não havia pressas, eram poucos os clientes, tinha-se dado a mim, todo o tempo do mundo, tratar bem quem de principio aparece, ia-me acariciando o rabo, até que se levantou, de caralho teso como pau, foi buscar um óleo que me pôs no cu, sentia os dedos dele a correr o meu ânus a entrar nele devagarinho, a abrir-me as nádegas a preparar-me, até que me disse "vem vem, para baixo dos cobertores".

Estávamos os dois quentes, dentro daquela cama e cobertores, apagou a pouca luz que existia, senti o corpo dele o mover-se sobre o meu, a pôr-me de costas, a puxar-me o rabo, "mon amour", era o que dizia, sentia o caralho dele a tocar-me, a bater-me à procura do ânus, a escorregar pelo meu cu, uma dor que não conhecia, do meu ânus a abrir-se e a segurar-se, "aiii foda-se" a agarrá-lo, ele carinhoso a entrar em mim, esperou esperou até eu dizer, "sim", a dar-lhe sinal, e enterrou-me no cu.

Deixei-me ir, fechei os olhos, levantava o rabo, para me comer melhor, bem empinado, para ele entrar, ali estávamos a foder, minutos que pareciam horas, colado a mim, pele com pele, o bafo dele na minha cara, na minha boca, até que ele me virou, abriu-me as pernas e levantou, sentia-lhe o hálito doce junto ao meu, peito contra peito, enterrou-me o caralho no cu, em lágrimas que me vieram aos olhos, de ele a entrar a bater-me nas nádegas, da força muita que fazia.

Comecei a masturbar-me, entrava ele sem parar, puxava as nádegas atrás, como molas articuladas, que disparava pro meu cu, não conseguia aguentar, vi-me doido até não poder mais, gemendo alto e desanuviado, tinham-me ido ao cu pela primeira vez.

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