Porque é que me sinto uma cornuda? - Biografias Eróticas

Porque é que me sinto uma cornuda?

D. Marília conta ao Biografias Eróticas como foi:

Ainda não me recompus confessionário e acho que é desta que me vou divorciar, acho que tive um bom casamento com o Mateus, fui sempre uma boa mulher para ele, mas esta última, enfim, não posso aguentar.

Só depois percebi o que se estava a passar, como fui estúpida meu deus, tinha as minhas dúvidas há algum tempo, andava a pensar a pensar, o Mateus a dizer-me, "vou mais tarde, tou com o Ferro, querida", a beber uns copos insistia, e eu cá na minha ideia, queres ver que me anda a encornar.

Encontrara na garagem umas roupas femininas, mas que porra era aquela, roupa de empregada de hotel, que mais pareciam de carnaval, o que anda este meu marido a fazer?.

Não sabia como o abordar, se lhe dizia "Mateus andas-me a enganar?", tinha medo da resposta, muitos anos de vida juntos, e ao Ferro, amigo dele, um homem grosseirão, receio de lhe perguntar.

Liguei então prá Mafalda, mulher do Ferro que mal conhecia, a tentar saber dele, "ouve Mafalda, o Mateus está por aí?", "não não, o meu marido diz que anda com ele", "e se queres saber, Marília, começo a achar que o Ferro me anda a encornar", continuou ela.


Tínhamos as duas a mesma dúvida, ou era um ou eram os dois, com desculpas esfarrapadas, a saírem não sei para onde, se não era para fazerem nada, só podiam ser mulheres, decidimos segui-los até à oficina do Ferro, onde entrámos silenciosas, como duas espias manhosas, à caça de uma resposta, o que seria que eles tanto faziam?.

Fomo-nos aproximando, de um ruído lá ao fundo, as vozes deles a falarem, com risos entrecortados, estavam eles sozinhos, no quarto improvisado, dizia a Mafalda, daquelas vezes até mais tarde, onde o Ferro trabalhava, olhamos pela janelinha, e foda-se!! lá estavam eles, o Mateus vestido de mulher, a parecer uma empregada, com o caralho do Ferro na boca, porra!! que quase gritei, estavam os dois a foder.

Ficámos ali eu e a Mafalda, surpreendidas sem saber o que fazer, se havíamos de nos expor, gritar com eles, eu sei lá, "seus paneleiros, o que estão a fazer?", o meu marido a mamar num caralho, não sabia se era vergonha, a dele fazer de mulher, ou vergonha, de não ter outro papel, admirava o caralho teso do Ferro, ainda que pertencesse a outra mulher.

Não respirávamos sequer, via o Mateus com a língua a mexer, a lamber o caralho do Ferro, as nádegas dele a gingarem, em músculos e tendões rijos, a forçar-lhe a boca até ao fundo, com a Mafalda incrédula a ver, devia estar a aprender, com o broche feito pelo meu marido. 

Perdi logo a vergonha, tão excitada de vê-los, a mão correu-me pelas pernas, entrou-me nas cuecas, sentia-me húmida e tesa, o meu clitóris entumescido, a língua frenética na minha boca, cá dentro dizia "quero mamar aquele caralho", ao meu lado a Mafalda, de mamilos tesos como rebites, na sua camisola espetada, ofegada com a respiração, sentia-lhe o cheiro da tesão.

Não pensava no Mateus, já só via o caralho do Ferro, pensava eu "mas que coisa tão linda", comprido e grosso como pedra, vi-o virar o meu marido, a levantar-lhe as saias depois, a dobrá-lo sobre uma mesa, e, sem piedade sem espera, abriu-lhe as nádegas pro lado, e enterrou-lhe o caralho no cu.

O Mateus arqueou o corpo, à entrada daquele caralho, soltou "um aii" bem alto, de onde estava via-lhe o rabo, o caralho e os colhões do Ferro, o ânus a ser bem aberto, com o meu marido a gemer, "aii aii Ferro devagarinho", "não dês cabo da tua mulherzinha", o Ferro a chamar-lhe "puta", a dizer-lhe "diz-me que gostas de levar com ele".

O Ferro deu-lhe algum tempo, agarrava-lhe uma nádega de lado, forçava-lhe o ânus à entrada, era ao meu marido que ele fodia, a cavalgar em cima dele, o caralho entrava e saía, a matraquear o cu do meu marido, mas era em mim que eu sentia, aquele caralho a comer-me, quem me dera Ferro, "sou capaz de perdoar", "desde que me venhas também ao cu".

A Mafalda estava estupefacta, totalmente hipnotizada, pelo ritmo do marido, pela forma como se movimentava, nunca a comera daquela forma, orgulhosa de o ver a comer, o cu ao meu marido, estava vermelha de tesão, como eu também estava, "que bom era dividirmos", eu dava-lhe o meu marido, para espevitarmos a relação, não precisavam de se esconder, e aceitávamos tudo isto, tudo o que fosse para foder.

Virou o Mateus para cima, peito com peito em cima, víamos o caralho do Ferro, a penetrar o rabo do meu marido, a fodê-lo como se fosse sua mulher, entrava teso e rijo, a arfar da força exercida, as nádegas fortes a recolher, molas a saltar a disparar, o Mateus a gemer "aii querido que me estou a vir", as bocas deles a tocarem-se, aquele caralho a não parar, "aiii amor aii que tesão", eles dois a estremecer, a virem-se agarrados.

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