Que sucede com marido na rua e empregado em casa? - Biografias Eróticas

Que sucede com marido na rua e empregado em casa?

Foi o Bernardo que me contou, quando me comeu. 

Primeiro disse-me que o pai dele, o Braz, andava a papar a minha mãe Clara, diz que sabia porque tinha visto o pai a fodê-la e a ir-lhe ao cu e disse-me do que viu que a minha mãe adorava levar no cu e que ficava maluca a pedir ao pai dele que lhe comesse o rabo.

Ao principio ainda pensei que o Bernardo me contasse isto só para me magoar, mas depois soube que não me queria chatear, e que ele, cheio de tesão, ao apanhar-me no barracão, só queria mesmo era ir-me a cu.

O que me contou depois era que o pai já não ligava à D. Silvia, mãe dele, que viviam juntos porque o tempo da altura o ordenava, mas que ela já se tinha desenrascado por outro lado, e que o Américo, um negro, capataz numa das propriedades, sem o pai dele saber, andava a comê-la.

Dizia-me o Bernardo que achava o pai dele um sacana e que por isso mesmo sabendo que a mãe andava a ser papada pelo preto, nunca lhe disse nada, nem tinha nada a haver com isso.

A D. Silvia era daquelas mulheres que parece ter nascido para servir um homem, sempre muito discreta, muito apagada, roupa fechada, saia ao joelho, muito coberta, muito ciente das suas funções e deveres domésticos, numa espécie de clausura voluntária resultante do casamento e dos filhos.

Sem ser bonita, ou vivida como a minha mãe, para olhos treinados, era um mulher interessante, de um corpo invejável, pernas grossas, quase rústica, uma gargalhada desprendida, alguma graça, só que presa às convenções do correcto definido pelos outros.
Acho que pensava que o Braz satisfazia as suas necessidades com as pretas e mulatas das propriedades, mas, pelo modo como se confidenciava à minha mãe, nunca desconfiou que era a minha mãe quem o Braz procurava para foder.

O Américo era um negro daqueles grandes, do tipo mandinga gigante, com um corpo duro definido pelo trabalho, com alguma idade, talvez alguns anos mais velho que o Braz, e que este durante algum tempo, devido a um pequeno acidente, recolheu na casa deles.

O Américo, durante um mês ou dois, viveu no barracão ao fundo do quintal da casa do Bernardo, no sitio onde estávamos quando ele me foi ao cu, e quando precisava de tomar banho e alimentar-se, vinha cá acima à casa principal lavar-se, indo depois para a cozinha onde a D. Sílvia lhe arranjava o que comer.

Contou-me o Bernardo que a história da mãe dele e do Américo começou assim.

O pai já não a comia há anos, e só um cego não veria que a D. Sílvia, apesar de muito fechada sobre si, muito tímida com tudo o que respeitasse à carne e aos deveres de fidelidade no casamento, era uma mulher vibrante com aquele ar, lá bem no fundo, de ser doida por sexo e uma grande foda. 

Era só preciso aparecer alguém que libertasse aquele gatilho, para ela explodir em paixão e loucura.

Reparava o Bernardo que a D. Sílvia começou a olhar para o Américo com olhos de ver, primeiro mais discretamente, mirando-lhe o enchumaço nos calções, a severidade dos músculos, a incendiar-lhe a imaginação, um pénis grande e grosso, a querer dar-se mais para ele.

O Américo deve ter sentido o seu isolamento, o desejo aprisionado da D. Sílvia, sabendo bem como era o seu patrão, mantendo-a à mingua de prazer, uma mulher ali tesuda e gulosa, um desperdício incompreendido, umas coxas rijas, umas mamas espetadas, aquele cabelo quase vermelho de volúpia e paixão, ali a oferecer-se a ele.

Conta o Bernardo a primeira vez que os apanhou na cave da casa principal. 

O Américo tomava ali banho, e a D. Sílvia com uma agenda silenciosa, de acerto mútuo sem palavras, apresentava-se para o ver lavar-se, o corpo dele nu, o caralho grande tombado na espera e na expectativa.

Que ela se escondia para o ver, sabendo eles que se viam os dois, o Américo provocava-a, a agarrar no caralho e colhões grandes, que ensaboava lentamente, e entesava de propósito à presença dela, para a excitar e motivar a abrir-se para ele e dar-se a foder.

Conta o Bernardo que naquele dia em que os viu, a D. Sílvia,  perdendo a vergonha, ao mesmo tempo que fazia valer o direito de mulher livre, aproximou-se do Américo, aquele preto enorme, tão grande e nu que ela parecia não saber bem como começar.

Ele olhou para ela, a iniciativa vinha da patroa, movimentava com a mão um caralho já bem teso, espetado na direção dela, que ela tocou, agarrou com as duas mãos, pôs-se de joelhos, um gesto quase irreflectido, e com a simples memória de outros tempos, posou-lhe os lábios na cabecinha, mornos doces e húmidos, que fez o Américo tombar para trás, como se tivesse um arrepio.

Diz ele que ela mamava o caralho, desprendida o primeiro passo tinha sido dado, lados frente e baixo, que ele nem acreditava, tanta parecia a experiência da mãe, a bombá-lo doida de lábios apertados.

Conta que a viu despir-se para o Américo, o Braz andaria nas propriedades, só voltava à noite, deitar-se sobre umas mantas que ali se encontravam, a fenda húmida dela, e o Américo a descer sobre ela, com as pernas dela abertas, como mulher tradicional, enterrando-lhe o caralho grande na cona.

Disse-me que quando o preto a penetrava, a mãe gritava, o Américo a martelar-lhe as bordas da cona, tensas vermelhas como ameixa, ela a desabar o seu sexo retido, doida de esquecimento com os olhos fechados, um sorriso na cara, mais satisfação livre que propriamente prazer, pela decisão não convencional tomada, o seu próprio arbítrio, a liberdade de foder ou não foder.

A mãe parecia doida, tomada por uma espécie de loucura, saltou para cima do Américo, mais fodendo-o a ele do que ele a ela, o caralho a entrar-lhe na cona de baixo a cima, só por vontade dela, via-lhe o rabo dela, tenso a baixar e a subir, a dar gozo a si e ao Américo, sem peias ou restrições.

Conta que a mãe , virou o rabo ao Américo e que ele, se encanzanou nela e começou a comê-la por trás, de onde estava via os papos da cona da mãe, pressionados pelo caralho do Américo, a entrar nela a toda a força, a fazê-la gemer e gritar, prazer real verificado, a engatilhar-lhe a cona.

Os corpos deles suavam, o Américo mantinha a resistência, quando ela lhe virou uma nádega, a abri-la com a mão, a exibir-lhe um ânus fervente, de tesão incontida, diz ele, o Américo penetrou-a no cu, a martelá-lo sem dó nem piedade, a querer acabar, a vir-se todo nela, e ela toda húmida e molhada a vir-se também.

Conta o Bernardo que os viu depois a abandonarem-se ao esquecimento deitados nas mantas, até que fugiu e se foi embora.

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