O que não dá ter uma irmã gostosa? - Biografias Eróticas
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O que não dá ter uma irmã gostosa?

O Tadeu resolveu contar tudo ao Biografias Eróticas:

Só conto porque não consigo aguentar este fascínio que sempre tive pela minha irmã, um fascínio incestuoso, que me fazia desejá-la, ter sexo com ela, uma espécie de atracção única, habituado a olhar-lhe para o corpo, para as mamas a tremerem quando se ri, as ancas e o rabo salientes, os lábios, a boca húmidas, uma coisa quente e acolhedora.

Não é que não soubesse que era um sentimento adverso, não devia estar mas estava, sentia-me inspirado com ela, um ardor constante por dentro, um tesão e um desejo unidos, quisesse ela, queria eu muito fodê-la, muitas punhetas batia a imaginá-la, mas que sofrimento me infligia.

E tinha-a visto nua, quando a Júlia saia do banho, tinha vergonha de esperá-la, como caçador da oportunidade, vi-a pela fechadura, a toalha húmida a cair-lhe do corpo, aquele tufo loiro ali ao meio, não me sai da memória, debaixo de um ventre liso perfeito, de cabelos molhados enrolados.

Um dia perdi-me, vinha bêbado e tocado, já noite escura ela dormia, fui-lhe sorrateiro à cama, pé ante pé em silêncio, ia nu de caralho teso, a mexer nele a excitá-lo, estava deitada toda nua, num calor abafado que existia, dormia tranquila um sono solto, de costas e rabo pra cima, num corpo acobreado das luzes da rua, perna ao lado aberta deitada, e os papinhos da cona à mostra.

Senti-lhe o cheiro húmido, de um tesão quente ainda, fechei os olhos de ver-me fodê-la, sussurrei-lhe ao ouvido, "Júlia deixas-me deitar aí contigo?", levantou-se de lado atordoada, olhou-me pro caralho teso, que belas mamas e pernas ela tinha, corpo longo de escultura, "estás maluco vai-te embora", disse-me, "olha que acordas os pais".

Passou tempo sem tocar no assunto, estávamos os dois juntos na praia, vai ela perguntou-me "o que era aquilo naquela noite?", "o quê?", sonso perguntei-lhe, "então eu vi bem, estavas nu e de pau teso, o que querias da minha cama?", olhava-lhe para as mamas, para o meio das pernas, pra rachinha do biquini, "estava meio tocado, desculpa".

Desde aquela noite me vigiava, dos meus olhares matreiros, a imaginá-la nua que ela bem via, a mirar-lhe as pernas nas saias curtas, o rabo apertado no que vestia, a tentar ver sinais se me excitava, de vê-la andar comer ou falar, a olhar-me com os olhos de que percebia.

Continuou ela, "estava nua, estavas ali há muito tempo?", "algum tempo", respondi-lhe, "bem vi, batias uma punheta?", "batia sim, por ti", continuei, "por mim? tás maluco? viste o quê?", "vi-te a cona, os papos, o rabo, fiquei cheio de tesão, não foi por mal", acho que brincava comigo, "quê? tesão por mim, porra, sou tua irmã, foda-se", "e depois?", continuei, "qual é o problema? se queres saber, sempre desejei foder contigo", ela riu-se perplexa, "foder comigo, tu estás maluco", e ficámos por ali.

Daquela conversa ficou um íman e uma telepatia, coisa magnética de um segredo só nosso, tinha-lhe dito finalmente que queria fodê-la, unir o meu corpo ao dela, numa dimensão estranha e nunca vista, trocávamos olhares compreendidos, de saber cada um o que pensava, sem trocar palavra e só gestos, em todo e qualquer lado da casa, mesmo quando sem razão lhe tocava, fosse na mão ou no corpo, dava-lhe um livro ou outro objecto, pela minha pele e a dela, passava uma corrente eléctrica.

Um dia saiu-me a sorte grande, tinha-se zangado com o namorado, vinha furiosa pra casa, que vazia era toda nossa, correu para o meu quarto a deitar-se, estendida na cama gritava, "o Alberto é um pateta e um doente", de saias curtas e perna aberta, num top apertado de umbigo à mostra, cheio eu de tesão que nem a ouvia, via-lhe o rego nas cuecas, que bela foda eu lhe dava.
Imagem de Виктория Бородинова por Pixabay
Pus-me ao lado dela a consolá-la, "deixa lá" era o que dizia, passei-lhe a mão pela cara, afastei-lhe os cabelos que a cobriam, a correr pela face até ao queixo, o meu corpo colado ao dela, tão quente e desperto sentia, o meu caralho teso nos calções, ela falava e explodia, tocava-lhe nos seios e nas coxas, a minha mão frenética a percorria, ao de leve entre as pernas, até ao joelho mais abaixo, vim acima mais um pouco, pousei os meus dedos na cona dela.

Ela falava de mansinho, via bem o que fazia, não se negava a que continuasse, fingia dizer outras coisas, desci por ela até baixo, levantei-lhe as saias curtas, baixei-lhe as cuecas com a ajuda dela, e pousei-lhe os meus lábios no clitóris, num beijo longo que ali lhe dei, húmido da minha saliva e da minha língua, a abrir caminho por aquele vale, de pelinhos louros encaracolados, fenda rosada em que mergulhava, com ela tombada a gemer.

Deixava-me ir esquecido, no rego me escorregava, lento e seguro lambia-lhe a cona, abri-lhe as pernas assim pro lado, duas mãos a fazer de concha, a minha língua ao meio a percorrê-la, naquele mar de almíscar salgado, que me feria o cérebro e os sentidos, as nádegas, o rabo, que me entregava, a minha irmã enlouquecida, com o minete que lhe fazia.

Levantei-me, desci os estores do quarto, despi-me e todo nu me pus, ela a fazer a sua parte já nua, sem perguntas sem respostas, enrolei-a no meu corpo, que ela recebeu percorrendo-o, com os seus lábios no meu caralho, descia sobre ele farto na boca, sem provas e sem reticências, prazer dado e gratuito, a morder-me a cabecinha na brincadeira, a rir-se nos meus olhos envergonhada, da língua dela molhada, dos ruídos secos que fazia, de me estar a mamar como queria, enquanto lhe abria o rabo apetitoso.

Foi ela que teve a iniciativa, a subir por mim acima, agarrou no meu caralho todo, com uma mão cheia a rodeá-lo, a escorregá-lo na cona dela, era ela quem mandava, a saber bem o que queria, num movimento frenético das nádegas, fodia-me todo a enterrar-se nela, aos meus ouvidos dizia "hai mano estou tão louca, aihmm mano", que quase não respirava, baixou-se sobre mim a beijar-me, nas nossas línguas entrelaçadas, o tempo esperava a sua vez, enquanto ela me fodia.

Já cansada virou o rabo para mim, que eu a comesse por trás me pedia, enterrei-lhe o caralho na cona, deitados juntos sobre ela, ancas como molas carregavam-lhe dentro, que agarrada a mim me envolvia, com suspiros e gemidos de prazer, "aihmm mana aihmm tão bom estás a gostar?, "aihmm estou doida estou", gritava por a estar a foder.

Era pouca a minha experiência, do pedido que me fez, "vem-me ao cu, que eu quero", era o que dizia, escorreguei o meu caralho nas bordas dela, molhado e preparado prá comer, abria-lhe as nádegas sem saber, naquele ânus expectante e quente, enterrei-lhe a cabecinha pro fundo, num "aihmmi" grito que recebi, puxou-me forte pela coxa, a fazer força a abrir-me o cu, entrei por ela até ao fundo, arqueado em cima dela a foder.

Esfregava os lábios da cona, mais nova mas mais sabida, enquanto lhe comia o cu, gemia do que o meu caralho lhe fazia, em harmonia com os dedos dela, estremeceu forte e violenta, num "ai mano estou-me a vir", já não aguentava mais, tirei o caralho dela e vi-me todo a espremer.

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